en
Feedback
Código Fonte TV

Código Fonte TV

Open in Telegram

Canal oficial do Código Fonte TV no Telegram. Link: https://t.me/codigofontetv

Show more
2 926
Subscribers
-324 hours
-57 days
-530 days
Posts Archive
Já começou a votação do iBest 2026 e nós queremos voltar lá naquela festa! 😍 Dessa vez aparecemos como Código Fonte TV e tam
Já começou a votação do iBest 2026 e nós queremos voltar lá naquela festa! 😍 Dessa vez aparecemos como Código Fonte TV e também individualmente em algumas categorias. Nessa primeira fase é possível votar todo dia (se você puder). MUITO OBRIGADO!!!! Código Fonte TV (Canal de Tecnologia) https://premioibest.vote/357067398 Compilado do Código Fonte TV (Videocast) https://premioibest.vote/139221628 Gabriel Fróes (Influenciador de Tecnologia) https://premioibest.vote/313658563 Vanessa Weber (Influenciador de Tecnologia) https://premioibest.vote/986331950 Gabriel Fróes (Influenciador LinkedIn) https://premioibest.vote/657277657

O grande diferencial do utilitário está em sua arquitetura baseada estritamente em leitura de metadados, o que elimina os riscos de segurança tradicionais desse tipo de varredura. Ao contrário de ferramentas que invocam os gerenciadores nativos (comportamento perigoso que pode acabar disparando scripts maliciosos automáticos de instalação e propagando infecções), o Bumblebee limita-se a analisar arquivos de manifesto e registros de travas de forma isolada, sem jamais executar códigos ou ler arquivos de origem das aplicações. O sistema funciona cruzando os dados da máquina local com catálogos determinísticos em formato JSON fornecidos pela comunidade no GitHub ou criados pelas próprias empresas. A proposta difere de abordagens como a da Chainguard, que foca no endurecimento de contêineres e pipelines, agindo um passo atrás no ciclo de vida, direto no ambiente local de desenvolvimento. -- Notícia completa: https://youtu.be/IGxj2cJQo4s

A Perplexity anunciou o lançamento do Bumblebee, um utilitário de código aberto desenvolvido em Go que monitora a segurança d
A Perplexity anunciou o lançamento do Bumblebee, um utilitário de código aberto desenvolvido em Go que monitora a segurança diretamente nos computadores dos desenvolvedores. Criado originalmente como uma ferramenta interna para proteger os sistemas da própria companhia, o programa visa responder de maneira ágil a incidentes na cadeia de suprimentos de software, ajudando equipes de segurança a verificar se algum programador possui pacotes ou extensões maliciosas instaladas localmente. Compatível com os sistemas operacionais macOS e Linux, o Bumblebee atua de forma simultânea em quatro frentes distintas: gerenciadores de pacotes de linguagens, configurações de ferramentas de inteligência artificial, extensões de navegadores e complementos de editores de código.

A implementação dessa nova arquitetura de segurança seguirá um cronograma gradual dentro do ciclo anual do ecossistema .NET. Os desenvolvedores terão um primeiro vislumbre da tecnologia por meio de uma prévia integrada ao C# 15 e .NET 11, mas o modelo completo estreará oficialmente no C# 16 e .NET 12 LTS, previstos para o final de 2027. A adoção inicial será opcional para projetos de terceiros, permitindo que criadores mantenham o comportamento clássico, mas as bibliotecas nativas de tempo de execução da Microsoft já vão aderir ao novo padrão desde o primeiro dia. Para incentivar a comunidade e transformar o modelo no novo padrão de mercado, a empresa estuda incluir selos de conformidade em pacotes do repositório NuGet, sinalizando quais ferramentas já adotaram os novos contratos de segurança. -- Notícia completa: https://youtu.be/JwSTpwXVm9U

A Microsoft revelou um plano abrangente para elevar o nível de segurança de memória da linguagem C#, redesenhando o funcionam
A Microsoft revelou um plano abrangente para elevar o nível de segurança de memória da linguagem C#, redesenhando o funcionamento do modificador unsafe para aproximar o ecossistema do modelo de proteção do Rust, mas sem abrir mão do gerenciamento automático via Garbage Collector. Anunciada pelo gerente de produto do .NET, Richard Lander, a mudança fará com que a marcação unsafe em um método passe a propagar a exigência de um contexto inseguro para todos os seus chamadores. Além disso, não será mais possível marcar uma estrutura ou tipo por inteiro como inseguro; o escopo do unsafe desce para o nível individual de métodos, propriedades e campos, focando estritamente na desreferenciação de ponteiros e no acesso à memória não gerenciada. O objetivo é garantir total visibilidade e facilidade de revisão em trechos críticos, como a interoperação com sistemas operacionais.

Apesar do otimismo com a segurança de memória, Greg alertou que a linguagem não é uma bala de prata, lembrando que um dos primeiros componentes em Rust fundidos ao kernel, responsável pela lógica de exibição de QR codes em travamentos, apresentou um bug grave por falta de verificação no tamanho do buffer. A direção do projeto também esclareceu que não apoia reescritas de códigos antigos em C e que o Rust deve focar exclusivamente em novos componentes e drivers de hardware. Atualmente, o Linux conta com 36 milhões de linhas em C e apenas 113 mil linhas em Rust, em grande parte focadas em infraestrutura de bindings. O primeiro grande teste comercial da tecnologia em larga escala vai ocorrer em breve com o lançamento de novos smartphones Android rodando o Binder, o barramento de comunicação interna do sistema, totalmente em Rust. -- Notícia completa: https://youtu.be/JNosz7YEeqM

O mantenedor de longa data do kernel do Linux, Greg Kroah-Hartman, anunciou na conferência Rust Week, na Holanda, que a lingu
O mantenedor de longa data do kernel do Linux, Greg Kroah-Hartman, anunciou na conferência Rust Week, na Holanda, que a linguagem deixou de ser tratada como um experimento e passou a ser integrada oficialmente ao sistema. A mudança de status ocorre diante de uma enxurrada de vulnerabilidades graves descobertas recentemente por ferramentas de inteligência artificial baseadas em varredura de bugs. Segundo Gred, os problemas mais comuns encontrados no código em C envolvem falhas pequenas, como falta de checagem em caminhos de erro, esquecimento de travas de segurança e vazamento de memória. O engenheiro estima que o modelo de abstração e as validações do compilador do Rust em tempo de build podem eliminar cerca de 80% de todas as falhas de segurança do sistema, além de facilitar e otimizar o tempo de revisão dos mantenedores.

A Corrida pela IA não está mais na Terra! 🌍 https://youtu.be/-8wP8bj0aTQ

A fatura chegou! Isso é bom pois agora não ficaremos só vivendo de hype! O que gera valor prevalecerá! https://youtu.be/pj3aLF_5enI?si=pNhf7PvKiSSnLafi

Ao mesmo tempo, criadores de conteúdo e empresas de mercados selecionados começam a testar os pacotes Essential e Advanced, com mensalidades de até 49,99 dólares para cobrir o selo de verificação de conta e proteção contra fraudes. Essas assinaturas executivas dão vantagens de engajamento, como maior relevância em buscas internas, destaque nos feeds e painéis analíticos sobre a concorrência. Na última semana, a Meta também lançou o aplicativo Forum, que resgata os antigos Grupos do Facebook em uma interface própria para iPhones. O novo app puxa automaticamente as comunidades do usuário e inclui um chatbot de IA sob a aba de buscas, permitindo fazer perguntas diretas e obter respostas geradas com base nas postagens reais feitas dentro dos grupos. -- Notícia completa: https://youtu.be/YuLK2sz7B4g

A Meta começou a liberar, globalmente, planos de assinatura para o Instagram, o Facebook e o WhatsApp, unificando os serviços
A Meta começou a liberar, globalmente, planos de assinatura para o Instagram, o Facebook e o WhatsApp, unificando os serviços sob a marca Meta One. A modalidade Plus foca em usuários intensos para diversificar a receita além dos anúncios tradicionais, já que o mercado atingiu a saturação de público-alvo. Nos Estados Unidos, o serviço custa 3,99 dólares para o Instagram e Facebook e 2,99 dólares para o WhatsApp. No Brasil, os testes do WhatsApp Plus já começaram por 7 reais mensais. A versão paga mantém intactas as ligações, o envio e a criptografia, mas libera figurinhas animadas exclusivas, novos toques, paletas de cores e o limite de até vinte conversas fixadas. Quem utiliza a inteligência artificial da empresa terá os planos Meta One Plus, por 7,99 dólares, e Meta One Premium, por 19,99 dólares mensais, para liberar tarefas complexas com raciocínio profundo e geração de mídia.

🔥 Esse tokenmaxxing chegou a meio bilhão de dólares! https://youtube.com/shorts/CCw6PpP7opk

Convidado a discursar no Vaticano durante o anúncio oficial, o cofundador da Anthropic, Chris Olah, endossou a necessidade de críticos externos que cobrem segurança e estejam fora do ecossistema de incentivos dos laboratórios de IA. Olah admitiu que as empresas enfrentam pressões comerciais, geopolíticas e de ambição pessoal que competem frequentemente com o dever de tomar decisões éticas corretas no desenvolvimento. O executivo também classificou como um problema histórico não solucionado a concentração desse desenvolvimento de ponta em nações ricas, sem que o mundo possua mecanismos para garantir que os ganhos da tecnologia sejam compartilhados globalmente com as populações mais pobres. Em paralelo ao evento no Vaticano, a Anthropic disponibilizou o Claude Opus 4.8, nova atualização de seu modelo de maior capacidade focado em tarefas complexas e fluxos de programação de longa duração. -- Notícia completa: https://youtu.be/bD2FKyu0glk

O Papa Leão XIV publicou a encíclica “Magnifica humanitas”, primeiro grande documento de ensinamento de seu pontificado, foca
O Papa Leão XIV publicou a encíclica “Magnifica humanitas”, primeiro grande documento de ensinamento de seu pontificado, focada nos riscos do avanço acelerado da inteligência artificial. No texto, o Pontífice adverte que esses sistemas não são humanos, pois apenas imitam funções da inteligência humana e operam por meio do processamento de dados brutos, sem possuir experiências reais ou consciência moral. A maior preocupação do Vaticano reside na centralização extrema das plataformas e dados nas mãos de grandes atores econômicos e das big techs, o que tende a criar novas dependências, exclusões, manipulações e desigualdades globais. O documento pede uma regulação política ativa, defendendo que desacelerar a adoção da tecnologia reflete prudência e cuidado com a família humana, além de alertar para os fortes impactos ambientais de consumo de água e energia dos grandes modelos de linguagem e para a precarização de rotuladores de dados.

Bora tomar um chá nesse Domingo com a gente? https://youtu.be/bD2FKyu0glk?si=bqfFdoHVbYOAspQJ

Dias depois, ao vivo no Open Source Summit em um painel com o mantenedor Dirk Hohndel, o engenheiro expandiu o tema e admitiu viver uma relação de amor e ódio com a tecnologia. Torvalds revelou que nos últimos seis meses as ferramentas geraram um aumento de 20% no volume de commits enviados nas duas últimas versões do kernel, diminuindo a barreira de entrada para novos colaboradores. O fluxo, contudo, provoca o esgotamento de equipes que cuidam de pequenos projetos. Ele alertou que fechar o código não resolve o cenário, pois a IA ajuda a achar brechas em sistemas fechados, mas não auxilia em sua correção. Torvalds atacou promessas de marketing corporativo de que a IA escreve 99% do código, argumentando que os compiladores geram 100% das aplicações e que a inteligência artificial funciona apenas como um bom assistente que jamais substituirá o julgamento humano. — Notícia completa: https://youtu.be/_9-eUbsmL5A

O criador do Linux alertou em uma postagem sobre o estado do kernel que a enxurrada de relatórios de inteligência artificial
O criador do Linux alertou em uma postagem sobre o estado do kernel que a enxurrada de relatórios de inteligência artificial tornou a lista confidencial de segurança quase totalmente ingerenciável. Ele criticou o volume de notificações redundantes causadas por pessoas que encontram as mesmas falhas com as mesmas ferramentas automatizadas, gerando um retrabalho inútil que impede os relatores de enxergarem os avisos uns dos outros. Para conter o problema, ele determinou que bugs descobertos via IA sejam tratados como públicos por definição, orientando pesquisadores a ler a documentação e criar correções reais para agregar valor ao ecossistema.

O efeito prático é um “gap de produtividade”: a AI aumenta output bruto e encurta o tempo dos ciclos, mas 81% dos líderes de engenharia dizem que o tempo de code review cresceu bastante depois da adoção dessas ferramentas. Para os devs, os maiores atritos são revisar código por acurácia, com 53%, corrigir bugs sutis, com 52%, e explicar o código gerado por IA para colegas, com 48%. O detalhe incômodo é que só 38% das empresas medem o tempo gasto nessa validação. Também existe uma distância entre liderança e quem está no editor todo dia: 94% dos entrevistados concordam que dívida técnica, tempo de validação e também burnout ficam fora das métricas atuais, enquanto 54% dos desenvolvedores temem que dados de produtividade com AI sejam usados contra eles em avaliações individuais. A saída sugerida é medir o overhead de debugging e mudanças de contextos, olhar para a taxa de entrega em vez de volume de código, auditar frameworks, prever mais governança e reviews de segurança, e ainda criar guardrails claros de uso de dados. -- Notícia completa: https://youtu.be/igaYfADGK_Y