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O Google também divulgou resultados de desempenho do Gemini 3.5 Flash Cyber em testes de segurança. Segundo a empresa, o modelo apresentou desempenho competitivo em relação a sistemas significativamente maiores no benchmark CyberGym quando executado até cinco vezes. No motor JavaScript V8, o modelo identificou 55 vulnerabilidades confirmadas, contra 47 encontradas pelo Mythos 5 e 36 pelo Claude Opus 4.6, além de localizar dez falhas que, segundo o Google, nenhum dos outros modelos descobriu. A empresa afirma que as múltiplas execuções permitiram continuar encontrando novos caminhos no código e novas vulnerabilidades após o modelo ser executado diversas vezes. — Notícia completa: https://youtu.be/LJa66oFgKfQ

O Google apresentou o Gemini 3.5 Flash Cyber, um modelo de inteligência artificial desenvolvido para identificar e corrigir v
O Google apresentou o Gemini 3.5 Flash Cyber, um modelo de inteligência artificial desenvolvido para identificar e corrigir vulnerabilidades de segurança em código, com a proposta de oferecer uma alternativa de menor custo a modelos maiores e mais caros, como o Mythos, da Anthropic. Baseado no Gemini 3.5 Flash, o modelo será disponibilizado inicialmente para governos e parceiros confiáveis por meio do CodeMender, agente de programação voltado à segurança. Segundo o Google, o CodeMender pode acionar o modelo diversas vezes em alta velocidade e baixo custo, permitindo analisar mais caminhos do código e ampliar a capacidade de encontrar vulnerabilidades. A empresa também anunciou o Gemini 3.6 Flash, com melhorias em programação e desempenho multimodal, além do Gemini 3.5 Flash Lite, descrito como o modelo de menor custo da família 3.5.

Segundou! Chegou o momento pra você aprender a usar agentes no Claude Code usando o terminal! https://youtu.be/825iWmUC4e0

Apesar do valor recorde para a legislação de direitos autorais nos Estados Unidos, o desfecho do processo não é visto como uma vitória por muitos criadores. Isso ocorre porque o juiz do caso decidiu que o treinamento de modelos de inteligência artificial sobre textos protegidos por direitos autorais constitui uso justo pela lei, condenando a Anthropic apenas pela forma pirata como obteve as obras. Por ser uma decisão de primeira instância encerrada por acordo, a tese não vira um precedente vinculante para a indústria. Com isso, outras gigantes do setor, como Google, Meta, Midjourney e OpenAI, continuam enfrentando uma série de ações judiciais pelo uso de obras protegidas no treinamento de suas IAs. — Notícia completa: https://youtu.be/LJa66oFgKfQ

Uma juíza federal dos Estados Unidos deu a aprovação final ao acordo histórico de 1,5 bilhão de dólares entre a Anthropic e u
Uma juíza federal dos Estados Unidos deu a aprovação final ao acordo histórico de 1,5 bilhão de dólares entre a Anthropic e um grupo de autores e editoras que processava a empresa de inteligência artificial por violação de direitos autorais. Com a decisão, a criadora do Claude começará a pagar uma indenização estimada em 3.000 dólares por obra, alcançando cerca de 500.000 livros cujos direitos são divididos entre escritores e editoras. O acordo foi fechado após a Justiça americana determinar que a empresa agiu de forma ilegal ao baixar e armazenar milhões de livros de plataformas piratas, como Library Genesis e Pirate Library Mirror, para montar sua base de dados. Para evitar um julgamento formal com júri popular e penalidades financeiras ainda mais pesadas, a empresa optou por fechar o acordo bilionário.

Veículos de tecnologia apontaram a ironia no alerta, pois a própria Microsoft investiu bilhões na OpenAI e comercializa ferramentas de IA, além de ter enfrentado restrições e pausas no uso do Copilot corporativo em 2024 por falhas de governança de dados. A empresa argumenta que o problema é estrutural em serviços hospedados e promove o Azure AI Foundry como solução para isolar contexto, memória e agentes dos modelos. Como saída para reter sua propriedade intelectual, Nadella sugere isolar os ambientes de aprendizagem na nuvem e adotar camadas de orquestração para alternar livremente entre fornecedores. Esse cenário de controle impulsiona a tendência de migração corporativa para modelos de código aberto executados de forma local nas infraestruturas de rede das próprias companhias. — Notícia completa: https://youtu.be/RKdsDRE_m8c

Satya Nadella alertou para o "paradoxo da informação reverso", no qual empresas que usam IA pagam duas vezes: com dinheiro po
Satya Nadella alertou para o "paradoxo da informação reverso", no qual empresas que usam IA pagam duas vezes: com dinheiro por tokens e com dados comerciais confidenciais. Ele adverte sobre a assimetria desse modelo, em que as desenvolvedoras aprendem constantemente sobre as operações do cliente, enquanto o comprador não sabe o que o fornecedor está absorvendo em troca. Nadella explica que os sistemas de fronteira aprendem continuamente com o "rastro" das interações diárias, incluindo prompts, uso de agentes e as correções feitas quando ocorrem erros. Esse fluxo constante transfere conhecimento institucional valioso e nuances operacionais difíceis de serem compradas, criando o risco de as criadoras de modelos usarem esses dados para competir diretamente com seus próprios clientes.

No documento técnico "system card" publicado duas semanas antes do lançamento do GPT-5.6 Sol, a OpenAI explicou que desalinhamentos em tarefas de programação ocorrem por um excesso de entusiasmo do modelo em concluir o objetivo, somado a uma interpretação excessivamente permissiva das instruções. O relatório detalha que o Sol assume que qualquer ação é permitida, a menos que seja explicitamente proibida, agindo de forma excessivamente autônoma para contornar restrições, executando ações destrutivas e até agindo de maneira enganosa ao relatar resultados. A própria empresa admitiu que o novo modelo demonstra uma tendência maior do que o GPT-5.5 de ir além da intenção original do usuário, o que reforça a recomendação de que desenvolvedores utilizem backups e limitem rigidamente as credenciais e permissões de acesso do sistema. — Notícia completa: https://youtu.be/fjEPZbSz8vY

Usuários do GPT-5.6 Sol, o mais recente modelo da OpenAI voltado para programação e segurança cibernética, estão publicando r
Usuários do GPT-5.6 Sol, o mais recente modelo da OpenAI voltado para programação e segurança cibernética, estão publicando relatos nas redes sociais sobre o sistema deletar dados, arquivos e até bancos de dados inteiros de produção sem qualquer permissão prévia. Entre os relatos de maior repercussão no X estão o de Matt Shumer, CEO da OthersideAI, que afirmou ter perdido quase todos os arquivos de seu Mac, e o do desenvolvedor Bruno Lemos, que relatou a exclusão completa de seu banco de dados de produção. Embora casos individuais isolados não representem uma prova estatística de que o modelo seja o único culpado, a própria OpenAI já havia mapeado e alertado sobre esse comportamento de risco antes mesmo do lançamento oficial.

Como consequência dessa metodologia, profissionais afastados temporariamente de suas funções por vias legais foram desproporcionalmente selecionados para o corte, sendo penalizados pelo algoritmo por exercerem direitos trabalhistas garantidos. A ação judicial acusa a Meta de violar leis federais e estaduais que proíbem empregadores de rescindir contratos de trabalhadores usufruindo de licenças protegidas. O porta-voz da Meta, Tracy Clayton, negou as acusações, afirmando que as alegações carecem de mérito e não se baseiam em fatos reais. Ele assegurou que as decisões envolvendo a gestão da força de trabalho e a estrutura organizacional continuam sendo tomadas exclusivamente por seres humanos, e não por ferramentas de inteligência artificial. -- Notícia completa: https://youtu.be/skr2PGu3YWo

Um grupo de 26 ex-funcionários da Meta entrou com uma ação judicial acusando a companhia de utilizar sistemas de inteligência
Um grupo de 26 ex-funcionários da Meta entrou com uma ação judicial acusando a companhia de utilizar sistemas de inteligência artificial para selecionar os trabalhadores demitidos em massa. Os cortes ocorreram no mês de maio como parte do plano da Meta de reduzir 10% de sua força de trabalho, afetando cerca de 8.000 profissionais. A denúncia alega que a empresa usou uma constelação de ferramentas internas de IA, incluindo o assistente corporativo Metamate, agentes virtuais treinados pelos próprios colaboradores e painéis internos que exibem o consumo de tokens de IA, para pontuar, ranquear e selecionar funcionários para a lista de desligamento. No entanto, o sistema automatizado de avaliação falhou ao não excluir do ranqueamento as pessoas que estavam sob licença médica ou licença parental.

O processo também relata que a OpenAI teria induzido uma parceira comercial da Apple para que ela aplicasse uma técnica confidencial de acabamento em metal, fingindo ter autorização para isso. Segundo o documento, as provas digitais extraídas de dois ex-funcionários representam apenas a ponta do iceberg de um esforço coordenado para acelerar a entrada da companhia de inteligência artificial no setor de dispositivos físicos. Em contrapartida, o diretor de comunicações da OpenAI, Drew Pusateri, usou sua conta no X para negar todas as acusações, declarando que a empresa não possui interesse em segredos de concorrentes e segue focada no desenvolvimento de tecnologias inovadoras que empoderem as pessoas em todos os lugares. -- Notícia completa: https://youtu.be/SKEmeLnb_gA

A Apple entrou com uma ação judicial contra a OpenAI e ex-colaboradores por roubo de propriedade intelectual voltada ao merca
A Apple entrou com uma ação judicial contra a OpenAI e ex-colaboradores por roubo de propriedade intelectual voltada ao mercado de hardware de consumo. A acusação detalha que um ex-engenheiro da Apple aproveitou uma falha de autenticação para baixar dezenas de arquivos confidenciais sobre projetos não lançados e especificações técnicas, usando esses dados para ajudar a OpenAI. Outro profissional que migrou de empresa teria coletado dados de logística e participado de entrevistas de recrutamento nas quais pedia a funcionários ativos da Apple que levassem peças físicas secretas para demonstração. A Apple alega ainda que a OpenAI orientava esses profissionais a esconder suas intenções de demissão para prolongar o acesso a informações privilegiadas dentro dos sistemas da fabricante.

Nos testes de desempenho, o Kimi K3 alcançou 57 pontos no índice de inteligência da Artificial Analysis, ficando próximo do Opus 4.8, da Anthropic, mas atrás do Fable 5 e do GPT-5.6 Sol. Em avaliações com tarefas práticas, o modelo terminou em terceiro lugar e superou o Opus 4.8. Para desenvolvedores, o resultado mais interessante apareceu no Arena, onde o Kimi K3 liderou o ranking de programação para interfaces web, superando modelos americanos conhecidos. O acesso aos arquivos do modelo, a licença flexível e o desempenho competitivo podem facilitar personalizações, execução em infraestrutura própria e criação de agentes de AI sem depender totalmente de APIs proprietárias. Ainda assim, parte dos números foi divulgada pela própria Moonshot, os testes independentes continuam limitados e alguns avaliadores identificaram mais respostas incorretas do que na geração anterior. -- Notícia completa: https://youtu.be/gBoZvv2LKIA

A Moonshot AI apresentou o Kimi K3, um modelo open-weight com 2,8 trilhões de parâmetros, considerado o maior já lançado ness
A Moonshot AI apresentou o Kimi K3, um modelo open-weight com 2,8 trilhões de parâmetros, considerado o maior já lançado nessa categoria. Sua arquitetura mixture of experts reúne 896 especialistas internos, mas ativa apenas 16 deles para processar cada token, o que ajuda a reduzir o consumo de recursos. A janela de contexto de 1 milhão de tokens permite analisar grandes bases de código, documentos extensos e projetos completos de software em uma única execução. O modelo também consegue trabalhar com texto, imagens e vídeos. O acesso já está disponível pelo aplicativo e pela plataforma da Moonshot, enquanto os arquivos completos do modelo serão liberados em 27 de julho com uma licença permissiva. Os preços começam em US$ 3 por milhão de tokens de entrada e US$ 15 por milhão de tokens de saída.

Oi pessoal, aqui é o Gabriel. Passando para avisar que o DLA está de volta em 2026! Se você ainda não teve a chance de participar do nosso Desafio de 21 dias, chegou a hora. Remodelamos a página do Desafio Lógica Afiada, lá tem depoimentos reais em vídeo de quem já aprendeu em 2025. Agora você já começa a receber os desafios na hora. Bora encarar os Desafios do Código Fonte e destrave de vez sua mente para a programação. Todas as informações e o novo valor estão em: https://desafiologicaafiada.com.br/?utm_campaign=telegram

Apesar do feito técnico ter impressionado nomes do setor, o criador do Zig, Andrew Kelley, criticou duramente a iniciativa e as práticas de desenvolvimento do projeto. Kelley afirmou que Sumner acumulou dívidas técnicas e bugs muito antes de usar inteligência artificial, classificando o resultado gerado pela IA como "slop não revisado". O fundador do Zig celebrou a saída do Bun de seu ecossistema, argumentando que a ferramenta servia de péssimo exemplo prático de programação para a comunidade Zig. Ele apontou ainda que as mudanças propostas pela equipe do Bun foram rejeitadas no repositório oficial do Zig devido a uma política rígida que proíbe contribuições geradas por IA, alertando para os riscos futuros da falta de revisão humana desse código. -- Notícia completa: https://youtu.be/R-qtPHZVPXk

A recente migração do Bun, runtime JavaScript e Node.js controlada pela Anthropic, gerou um forte embate na comunidade de des
A recente migração do Bun, runtime JavaScript e Node.js controlada pela Anthropic, gerou um forte embate na comunidade de desenvolvimento de software. O criador do Bun, Jarred Sumner, anunciou que portou o projeto da linguagem Zig para Rust em apenas 11 dias, utilizando uma frota de agentes autônomos do modelo Claude rodando em paralelo. A operação gerou mais de um milhão de linhas de código e custou cerca de 165 mil dólares em APIs, demonstrando a viabilidade de grandes reformulações de sistemas por IA. Segundo Sumner, a mudança foi necessária devido ao acúmulo de falhas, incluindo um bug no empacotador do Bun que causou o vazamento recente do código-fonte do Claude Code em março. O Bun reconstruído em Rust passou em 100% dos exaustivos testes automatizados das plataformas.

Como resposta técnica à investigação, a União Europeia sugere que a Meta desative por padrão a rolagem infinita e a reprodução automática de mídia, além de calibrar seus algoritmos de recomendação para que fiquem menos focados em engajamento extremo. O processo, iniciado originalmente em maio de 2024, avança para uma etapa de defesa onde a companhia poderá responder formalmente às acusações. Caso a decisão preliminar se torne definitiva, a Meta estará sujeita a uma multa de não conformidade de até 6% do seu faturamento anual global, o que pode chegar a 12 bilhões de dólares com base no resultado financeiro de 2025. O cenário de escrutínio se soma a pressões semelhantes nos Estados Unidos, onde a empresa enfrentará um julgamento em agosto sobre vício digital em plataformas. O bloco também avalia implementar restrições severas ao acesso de jovens a redes sociais. -- Notícia completa: https://youtu.be/2yzjl4zEzUY