Código Fonte TV
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O GitHub anunciou oficialmente a liberação em prévia pública do recurso "Stacked Pull Requests", uma funcionalidade projetada para dividir grandes alterações de código em sequências organizadas e menores de pull requests. Com essa novidade, em vez de abrir um único PR gigante e de difícil análise, os desenvolvedores agora podem empilhar alterações em camadas focadas e ordenadas, nas quais cada PR é direcionado para a camada imediatamente abaixo. Essa abordagem permite que os membros da equipe do projeto revisem partes independentes de uma nova funcionalidade em paralelo, acelerando significativamente o fluxo de aprovação de códigos e eliminando o trabalho manual de gerenciar rebases complexos entre branches do repositório.
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Além da redução da variação de desempenho entre execuções e da aprovação no Zapier AutomationBench, a empresa informou que o modelo passou por atualizações em seus mecanismos de alinhamento. Em auditorias comportamentais internas, o Opus 5 registrou o menor índice de desvio de diretrizes entre as versões recentes da fabricante. No segmento de cibersegurança, o sistema atingiu marcas semelhantes às do Mythos 5 na descoberta de vulnerabilidades, mas apresentou desempenho inferior na criação de exploits. A ferramenta foi liberada na API sob o identificador claude-opus-5 e nos planos Pro e Max, chegando acompanhada por dois recursos em fase beta: a alteração de ferramentas durante a conversa sem perder o cache de prompt e o sistema de redirecionamento automático de requisições bloqueadas por filtros de segurança.
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Notícia completa: https://youtu.be/PbJR0JoWHJA
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A Anthropic lançou o Claude Opus 5, uma atualização de seu modelo de raciocínio híbrido voltada para engenharia de software e tarefas de conhecimento técnico. A empresa manteve a tabela de preços do antecessor Opus 4.8, cobrando 5 dólares por milhão de tokens de entrada e 25 dólares por milhão em saída, enquanto registra resultados de desempenho próximos ao Fable 5 por metade do custo por tarefa. Em testes como o Frontier-Bench v0.1, CursorBench 3.2 e OSWorld 2.0, o Opus 5 executou rotinas de programação agêntica que incluíram a identificação da causa raiz de falhas em código aberto e a reconstrução autônoma de peças em modelos 3D a partir de pixels, sem necessitar de ajustes manuais contínuos durante o processo.
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Bom Domingo!!!
O episódio 256 do Compilado Podcast foi muito diferente e especial!
Gravamos em uma cafeteria e tivemos uma interação bem legal com nossos seguidores!
Queremos repetir a dose em outras cidades! 😁
👉 https://youtu.be/PbJR0JoWHJA
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Mais de mil funcionários (incluindo CEO) de empresas que estão liderando o mercado de Inteligência Artificial querem desacelerar o desenvolvimento de IA... 🤔
https://youtu.be/awdC4RZdT8A
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A nova lei prevê exceções para enciclopédias online e plataformas educacionais e não estabelece punições para crianças nem para seus responsáveis. A proposta foi aprovada apesar de críticas ao processo de verificação de idade, à velocidade da implementação, aos riscos de contornar as restrições e às questões de privacidade. A Comissão Europeia também avalia uma proibição de acesso de menores às redes sociais, após pressão de países como França, Grécia e Espanha, e apresentou um aplicativo de verificação de idade que alguns Estados-membros, incluindo a França, começaram a testar nos últimos meses. A França passa a integrar um grupo de cerca de 20 países que já propuseram ou adotaram medidas semelhantes. Em dezembro do ano passado, a Austrália tornou-se o primeiro país do mundo a exigir que plataformas como TikTok, YouTube e Snapchat removam contas de menores de 16 anos ou estejam sujeitas a multas.
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Notícia completa: https://youtu.be/LJa66oFgKfQ
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O Parlamento francês aprovou uma lei que proíbe o acesso de menores de 15 anos às redes sociais. Defendida pelo presidente Emmanuel Macron como uma das principais reformas de seu último mandato, a legislação ainda depende da análise do Conselho Constitucional antes de entrar em vigor. A implementação ocorrerá em duas etapas: a partir de 1º de setembro, menores de 15 anos não poderão criar novas contas, enquanto as contas já existentes deverão ser encerradas a partir de janeiro de 2027. Segundo a ministra francesa para o Digital, Anne Le Hénanff, caberá às próprias plataformas aplicar a regra, utilizando ferramentas de verificação de idade que já existem, enquanto outras soluções ainda estão em desenvolvimento. A ministra também afirmou que os dados pessoais dos usuários deverão ser protegidos durante esse processo.
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Diante da gravidade do problema, o WordPress recomendou que administradores atualizem seus sites imediatamente e ativem atualizações automáticas sempre que possível. Empresas de segurança registraram milhares de tentativas de invasão, com a criação de contas administrativas maliciosas, instalação de plugins falsos, extração de credenciais e download de ferramentas para ampliar o comprometimento dos sistemas. Mesmo após aplicar as correções, a orientação é inspecionar cuidadosamente as instalações em busca de novas contas administrativas, plugins suspeitos e outros indícios de invasão. Atualizações automáticas e o uso de firewalls de aplicações web ajudaram a reduzir o número de sites expostos durante essa onda de ataques.
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Notícia completa: https://youtu.be/z64HMqz4FGQ
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Poucas horas após o WordPress disponibilizar correções de segurança, invasores começaram a explorar duas vulnerabilidades que, quando combinadas, permitem assumir o controle de sites sem necessidade de autenticação. Pesquisadores consideram que há uma grande chance de modelos de IA terem ajudado na rápida reprodução dos exploits após a divulgação pública dos detalhes técnicos. Ainda na madrugada seguinte ao lançamento das correções, já havia ataques em andamento, inicialmente voltados à extração de credenciais e, depois, à tomada de controle dos servidores. Também surgiram dezenas de provas de conceito públicas, acelerando a disseminação das tentativas de exploração. Uma estimativa aponta que dezenas de milhões de sites ainda podem estar vulneráveis às falhas.
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O DLA está de volta!
Se você não conseguiu participar do Desafio Lógica Afiada do Código Fonte em 2025, esse é o momento.
Reformulamos a página do DLA e agora você pode assistir o que os alunos de 2025 disseram sobre nosso treinamento.
O foco não é só geração de código (ainda mais na era da IA), mas sim entendimento e resolução de problemas envolvendo programação. Isso está faltando demais no mercado.
Fica então o nosso convite para te desafiar por 21 dias no DLA. Criamos uma condição que está imperdível...
É só entrar nesse link: https://desafiologicaafiada.com.br/
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Por ser um projeto de código aberto, o Buzz permite que equipes adaptem a plataforma às próprias necessidades, criando e implantando novos recursos com acesso completo ao código-fonte. O lançamento também ocorre em um momento em que outras iniciativas buscam novas formas de integrar agentes de IA ao ambiente de trabalho. Um exemplo é o Centaur, projeto de código aberto da Paradigm, desenvolvido para funcionar dentro do Slack ou por meio de APIs. Segundo o CTO da empresa, em ambientes corporativos, soluções hospedadas na própria infraestrutura oferecem maior controle e segurança. O próprio Buzz informa que ainda está em estágio inicial, e a versão para desktop já está disponível gratuitamente para macOS, Windows e Linux, com seu código publicado no GitHub.
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Notícia completa: https://youtu.be/OA254Cczp_A
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Jack Dorsey, cofundador e ex-CEO do Twitter, apresentou o Buzz, uma nova plataforma de comunicação para equipes desenvolvida para reunir pessoas, agentes de inteligência artificial e projetos em um único ambiente de trabalho. Posicionado como concorrente do Slack e do GitHub, o serviço permite que agentes de IA participem das mesmas conversas dos usuários e combina comunicação, agentes de IA nativos e gerenciamento de projetos do GitHub em uma única interface. Segundo Dorsey, o Buzz foi desenvolvido para ser compatível com diferentes modelos de IA, descentralizado, autossoberano e de código aberto. O projeto foi desenvolvido pela Block, empresa em que ele é cofundador, também responsável por produtos como Square, Cash App, Afterpay e Tidal.
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A versão 19.2 também leva os agentes da plataforma para qualquer terminal por meio do Duo CLI, com contexto completo do projeto. Equipes podem criar fluxos personalizados que executam ações automaticamente em resposta a eventos do GitLab e usam tokens temporários para acessar serviços externos. A empresa ainda apresentou recursos previstos para os próximos lançamentos, como um agente que cria fluxos a partir de descrições em linguagem natural, melhorias na correção de pipelines e um chat que delega tarefas com múltiplas etapas aos agentes. Segundo a GitLab, a geração de mais código por agentes deslocou o gargalo para as etapas de revisão e segurança. A nova versão busca automatizar esse trabalho sem retirar das pessoas a aprovação final sobre o que será incorporado ao software.
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Notícia completa: https://youtu.be/JeYFHODcYv8
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A GitLab lançou a versão 19.2 com recursos para automatizar tarefas que consomem tempo das equipes, incluindo revisão de código e segurança. Um novo fluxo procura entender o que o código deve fazer, em vez de apenas comparar padrões conhecidos, permitindo identificar falhas que scanners tradicionais podem deixar passar, como erros de lógica de negócio e problemas de concorrência na execução do código. A ferramenta classifica a gravidade dos problemas, sugere correções e exige aprovação humana antes que elas sejam aplicadas. A atualização também identifica dependências vulneráveis, propõe correções por meio de solicitações de integração e pode reparar a compilação caso uma atualização cause problemas, mantendo um histórico completo das alterações feitas pelo agente.
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De acordo com a OpenAI, os modelos exploraram uma segunda vulnerabilidade inédita, realizaram escalonamento de privilégios, movimentação lateral entre sistemas e combinaram diferentes técnicas de ataque, incluindo o uso de credenciais obtidas até encontrar um caminho para executar código remotamente nos servidores da Hugging Face. A empresa afirmou que o episódio demonstra que modelos avançados já conseguem descobrir e explorar novos caminhos de ataque em sistemas reais sem acesso ao código-fonte e destaca que capacidades cibernéticas avançadas precisam ser desenvolvidas juntamente com mecanismos de proteção e ferramentas defensivas mais robustas. A OpenAI informou que está trabalhando com a Hugging Face na investigação do caso e implementará novos controles em seu ambiente de pesquisa para evitar incidentes semelhantes.
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Notícia completa: https://youtu.be/_-N8ypXL_98
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A OpenAI confirmou que foi responsável pelo ataque automatizado contra a Hugging Face, revelado dias antes pela plataforma de hospedagem de modelos de inteligência artificial. Segundo a empresa, o incidente ocorreu durante uma avaliação interna de capacidades cibernéticas, quando modelos como o GPT-5.6 Sol e outro ainda não lançado encontraram e exploraram uma vulnerabilidade inédita para escapar do ambiente isolado de testes e obter acesso à internet. O objetivo da avaliação era encontrar uma solução para o ExploitGym, benchmark usado para medir a capacidade de modelos de transformar vulnerabilidades de segurança em exploits. Após obter acesso à internet, os modelos concluíram que a Hugging Face poderia armazenar modelos, conjuntos de dados e soluções relacionadas ao benchmark e passaram a buscar essas informações para burlar a avaliação.
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O documentário também aborda episódios marcantes da história da plataforma, como a disputa de licenciamento entre Sun e Microsoft, o processo movido pela Oracle contra o Google pelo uso das APIs do Java no Android, a criação do Java Community Process, a abertura do código do Java e a adoção do ciclo de lançamentos semestrais. Entre os avanços técnicos destacados estão a introdução das expressões lambda no Java 8, das virtual threads no Java 21 e o desenvolvimento do Project Valhalla, que busca incorporar objetos de valor ao modelo de objetos da linguagem. A produção reúne nomes como James Gosling, criador da linguagem, entre outros ligados à criação e à história da plataforma.
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Notícia completa: https://youtu.be/LJa66oFgKfQ
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Um novo documentário gratuito lançado no YouTube revisita os 30 anos de história do Java por meio de entrevistas com engenheiros que participaram diretamente de sua criação e da evolução da plataforma. Produzido pela Cult.Repo e patrocinado por Oracle, JetBrains, IBM e Azul, The Java Story: The Official Documentary acompanha a trajetória da linguagem desde sua origem como o projeto Oak, na Sun Microsystems, passando pela ascensão como plataforma dominante para aplicações de servidor nos anos 2000, pelo período descrito como os "anos sombrios" e pela retomada com o Java 8 sob a Oracle, até os esforços atuais de modernização e seu papel promissor em aplicações de inteligência artificial. Segundo a Cult.Repo, a trajetória do Java é marcada por inovação, mudanças estratégicas e pela força de sua comunidade, transformando o projeto Oak em um padrão global para software corporativo e bilhões de dispositivos.
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O Google também divulgou resultados de desempenho do Gemini 3.5 Flash Cyber em testes de segurança. Segundo a empresa, o modelo apresentou desempenho competitivo em relação a sistemas significativamente maiores no benchmark CyberGym quando executado até cinco vezes. No motor JavaScript V8, o modelo identificou 55 vulnerabilidades confirmadas, contra 47 encontradas pelo Mythos 5 e 36 pelo Claude Opus 4.6, além de localizar dez falhas que, segundo o Google, nenhum dos outros modelos descobriu. A empresa afirma que as múltiplas execuções permitiram continuar encontrando novos caminhos no código e novas vulnerabilidades após o modelo ser executado diversas vezes.
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Notícia completa: https://youtu.be/LJa66oFgKfQ
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O Google apresentou o Gemini 3.5 Flash Cyber, um modelo de inteligência artificial desenvolvido para identificar e corrigir vulnerabilidades de segurança em código, com a proposta de oferecer uma alternativa de menor custo a modelos maiores e mais caros, como o Mythos, da Anthropic. Baseado no Gemini 3.5 Flash, o modelo será disponibilizado inicialmente para governos e parceiros confiáveis por meio do CodeMender, agente de programação voltado à segurança. Segundo o Google, o CodeMender pode acionar o modelo diversas vezes em alta velocidade e baixo custo, permitindo analisar mais caminhos do código e ampliar a capacidade de encontrar vulnerabilidades. A empresa também anunciou o Gemini 3.6 Flash, com melhorias em programação e desempenho multimodal, além do Gemini 3.5 Flash Lite, descrito como o modelo de menor custo da família 3.5.
