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Mesmo insatisfeito com a dimensão das entregas recentes, Torvalds ressaltou que nenhuma das alterações aparenta ser perigosa por si só e descartou adiar o cronograma oficial do lançamento. O líder do projeto lembrou que o Linux não é um projeto anti-IA, embora tenha criticado em momentos anteriores o excesso de relatórios duplicados de bugs gerados por bots e a falta de documentação adequada em contribuições automatizadas. A expectativa do mantenedor é disponibilizar a nova versão do kernel já no próximo final de semana, a menos que ocorra um problema grave imprevisto. O Linux 7.2 não será uma release com suporte de longo prazo, mas trará recursos importantes para a comunidade, incluindo melhorias no agendamento de tarefas para processadores e placas de vídeo. — Notícia completa: https://youtu.be/C7R_z0204jo

Linus Torvalds declarou que o projeto do kernel do Linux atingiu um novo padrão de atualizações gigantescas impulsionadas pel
Linus Torvalds declarou que o projeto do kernel do Linux atingiu um novo padrão de atualizações gigantescas impulsionadas pelo uso de inteligência artificial no desenvolvimento. Ao anunciar o sétimo release candidate do Linux 7.2, Torvalds expressou preocupação com o volume elevado de alterações acumuladas no codebase, destacando que a versão rc6 registrou a maior contagem de commits dos últimos anos. Apesar do volume atípico, ele pontuou que os ajustes são pequenos e pontuais, estando espalhados por áreas centrais da infraestrutura do sistema, o que inclui rotinas do sistema de arquivos, modulação de redes, código de arquitetura e drivers de GPU, áudio e conexões físicas.

A proposta central do celld é reduzir drasticamente os custos de operação em escala, com estimativas de Dahl indicando uma economia expressiva ao utilizar provedores de nuvem genéricos. A Cloudflare contestou os cálculos de preços apresentados, alegando que os valores do serviço variam conforme a inatividade dos objetos via modo de hibernação. Apesar do debate sobre os custos, o projeto chamou a atenção da comunidade por permitir a portabilidade de aplicações distribuídas sem dependência de um único fornecedor de nuvem. No repositório oficial do projeto no GitHub, os mantenedores proibiram expressamente contribuições de código geradas por agentes de inteligência artificial, justificando que alterações automatizadas sem contexto exigem mais tempo de revisão humana do que o benefício gerado. — Notícia completa: https://youtu.be/odvutuY3LaQ

Ryan Dahl, criador do Node.js e do Deno, anunciou o lançamento do celld, um projeto de código aberto que replica a arquitetur
Ryan Dahl, criador do Node.js e do Deno, anunciou o lançamento do celld, um projeto de código aberto que replica a arquitetura de Durable Objects e Workers da Cloudflare para execução em infraestrutura própria. O celld é totalmente compatível com as APIs em JavaScript da Cloudflare, permitindo que aplicações serverless e com estado consigam co-alocar dados e processamento em objetos baseados em instâncias próprias do SQLite. Desenvolvido em Rust e JavaScript sob a licença Apache 2.0, o sistema substitui a infraestrutura da Cloudflare por motores de armazenamento compatíveis com o Amazon S3 e utiliza o runtime assíncrono Tokio. O projeto aceita código em JavaScript, TypeScript e linguagens compiladas para WebAssembly, como Rust, C, C++, Go e Zig.

A lista continua com Srinivas Narayanan, três anos na empresa e CTO for Business Applications, responsável por b2b engineering, ChatGPT e produtos enterprise; Kate Rouch, cerca de 16 meses como CMO; Barret Zoph, cinco meses em sua segunda passagem liderando enterprise AI sales; Chloé Bakalar, menos de um ano à frente da área de ética; Johannes Heidecke, cerca de cinco anos na OpenAI e líder de sistemas seguros; Joshua Achiam, quase nove anos, Chief Futurist após comandar alinhamento de missão; e Caitlin Kalinowski, cerca de 16 meses liderando a área de robótica e hardware. Sam Altman não está literalmente em um comando solitário, mas o CEO perdeu vários nomes experientes que dividiam responsabilidades críticas. Com menos veteranos ao redor, ele fica ainda mais em foco e, de certa forma, com mais responsabilidades para tocar a operação da OpenAI que está cada vez maior e mais complexa. — Notícia completa: https://youtu.be/f-3l3OrDZpA

A OpenAI atravessa 2026 com uma baixa pesada no alto escalão: 12 líderes deixaram seus cargos ou reduziram sua atuação. Denis
A OpenAI atravessa 2026 com uma baixa pesada no alto escalão: 12 líderes deixaram seus cargos ou reduziram sua atuação. Denise Dresser, Chief Revenue Officer por cerca de oito meses, comandava o crescimento de receitas e clientes enterprise. Brad Lightcap saiu após oito anos, período em que foi CFO, COO e, por último, líder de projetos especiais ligados a software enterprise. Fidji Simo deixou o posto de CEO of Applications após pouco mais de um ano, responsável pelo negócio de aplicações. Kevin Weil ficou cerca de dois anos, primeiro como Chief Product Officer e depois à frente do OpenAI for Science. Bill Peebles, após três anos, deixou o comando do Sora. Juntas, essas saídas atingem áreas fundamentais para transformar os modelos da empresa em produtos, receita e novos negócios.

A lista continua com Srinivas Narayanan, três anos na empresa e CTO for Business Applications, responsável por b2b engineering, ChatGPT e produtos enterprise; Kate Rouch, cerca de 16 meses como CMO; Barret Zoph, cinco meses em sua segunda passagem liderando enterprise AI sales; Chloé Bakalar, menos de um ano à frente da área de ética; Johannes Heidecke, cerca de cinco anos na OpenAI e líder de sistemas seguros; Joshua Achiam, quase nove anos, Chief Futurist após comandar alinhamento de missão; e Caitlin Kalinowski, cerca de 16 meses liderando a área de robótica e hardware. Sam Altman não está literalmente em um comando solitário, mas o CEO perdeu vários nomes experientes que dividiam responsabilidades críticas. Com menos veteranos ao redor, ele fica ainda mais em foco e, de certa forma, com mais responsabilidades para tocar a operação da OpenAI que está cada vez maior e mais complexa. — Notícia completa: https://youtu.be/f-3l3OrDZpA

A OpenAI atravessa 2026 com uma baixa pesada no alto escalão: 12 líderes deixaram seus cargos ou reduziram sua atuação. Denis
A OpenAI atravessa 2026 com uma baixa pesada no alto escalão: 12 líderes deixaram seus cargos ou reduziram sua atuação. Denise Dresser, Chief Revenue Officer por cerca de oito meses, comandava o crescimento de receitas e clientes enterprise. Brad Lightcap saiu após oito anos, período em que foi CFO, COO e, por último, líder de projetos especiais ligados a software enterprise. Fidji Simo deixou o posto de CEO of Applications após pouco mais de um ano, responsável pelo negócio de aplicações. Kevin Weil ficou cerca de dois anos, primeiro como Chief Product Officer e depois à frente do OpenAI for Science. Bill Peebles, após três anos, deixou o comando do Sora. Juntas, essas saídas atingem áreas fundamentais para transformar os modelos da empresa em produtos, receita e novos negócios.

A decisão de expor o congelamento temporário de um produto ainda em construção é atípica na indústria, mas surge em um contexto de monitoramento reforçado sobre os laboratórios de inteligência artificial. O anúncio veio acompanhado de esclarecimentos sobre outros episódios recentes do setor, em que modelos em fases de testes ultrapassaram ambientes isolados de validação durante auditorias de cibersegurança. Diante dos resultados do Astra, a OpenAI adotou controles de acesso mais rígidos, interrompeu etapas internas que não cumprem as novas regras de proteção e passou a colaborar diretamente com agências governamentais e entidades focadas em segurança para avaliar as capacidades da nova solução antes de qualquer avanço operacional. — Notícia completa: https://youtu.be/inuuvIJM-E4

A OpenAI anunciou a suspensão de certas atividades do Astra, um novo modelo que segue em desenvolvimento, após análises inter
A OpenAI anunciou a suspensão de certas atividades do Astra, um novo modelo que segue em desenvolvimento, após análises internas indicarem avanços expressivos em habilidades de escrita de código por agentes e em segurança cibernética. O movimento ocorreu porque o sistema atingiu o limiar crítico definido no framework de preparação da companhia, criado em 2023 para mapear riscos graves. Nas avaliações preliminares, a ferramenta demonstrou a capacidade de identificar e realizar ataques cibernéticos de maneira independente contra sistemas do mundo real mantidos sob proteções tradicionais. Segundo a empresa, a meta da publicação é manter a transparência com o público e com a comunidade de segurança diante dessa mudança de comportamento observada na tecnologia.

Já tem até matéria sobre essa parceria. ❤️
Já tem até matéria sobre essa parceria. ❤️

Bom dia pessoal! Tenham uma excelente semana. Queria dizer que estamos lançando no Código Fonte TV um novo projeto voltado a
Bom dia pessoal! Tenham uma excelente semana. Queria dizer que estamos lançando no Código Fonte TV um novo projeto voltado a área de cibersegurança e quero muito que vocês conheçam. Esse é um tema de extrema importância no mundo atual. Todos os detalhes estão nesse post que fiz no LinkedIn https://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:activity:7495121133990645760/

Domingāo só começa depois de se atualizar com o Compilado! 😉 https://youtu.be/31oEaJOC8IE?is=Rn8D_LoUxJisHaoo

Já Jeff Dean, é um engenheiro veterano da companhia e um dos líderes do Gemini, que está deixando a empresa ao lado de Sanjay Ghemawat, outro engenheiro de destaque, para fundar a Discovery Loop. A nova startup será voltada a pesquisas em machine learning, ciência e engenharia. A saída encerra uma trajetória de mais de 27 anos, desde 1999, de Dean no Google, período em que participou do desenvolvimento de tecnologias importantes da empresa e, mais recentemente, da liderança dos trabalhos relacionados ao Gemini. Ghemawat também construiu uma longa carreira na companhia, trabalhando com Dean em projetos de infraestrutura e pesquisa. Hassabis, por sua vez, continuará como CEO da Isomorphic Labs, empresa de descoberta de medicamentos que surgiu a partir do DeepMind. A movimentação ocorre em um momento em que alguns investidores demonstram preocupação com a posição do Google diante de Anthropic e OpenAI, que contrataram profissionais importantes de IA da empresa e avançaram no desenvolvimento de codificação por agentes. — Notícia completa: https://youtu.be/ebl3Cp_ywB8

Além do engenheiro veterano Jeff Dean, Demis Hassabis, está deixando o cargo de CEO do Google DeepMind em uma reestruturação
Além do engenheiro veterano Jeff Dean, Demis Hassabis, está deixando o cargo de CEO do Google DeepMind em uma reestruturação da liderança do laboratório de inteligência artificial. Ele continuará como presidente do DeepMind e assumirá a nova função de Chief Scientist da Alphabet, controladora do Google. A operação diária ficará sob o comando de Koray Kavukcuoglu, atual CTO do DeepMind, que passa a liderar a organização como Senior Vice President. Hassabis, que cofundou o DeepMind em 2010 e venceu o Nobel de Química de 2024 pelo trabalho com o AlphaFold, afirmou que vinha trabalhando em direção à inteligência artificial geral, a AGI, e acredita que ela está próxima. Segundo ele, a mudança permitirá deixar as responsabilidades operacionais do dia a dia para se concentrar em questões mais amplas sobre o futuro da tecnologia.

A IA de 2023 definitivamente não é a IA de 2026! Se você está sentindo que não está conseguindo acompanhar essas mudanças... bem vindo ao clube! 🥲 Estamos aqui no Código Fonte TV para aprender juntos e compartilhar esse conhecimento em nossos vídeos. Vem entender como usar IA para desenvolver em 2026 já virou uma "sopinha de letras". https://www.youtube.com/watch?v=K9NH_-5Yj9E

A restrição não impede desenvolvedores de usar ferramentas baseadas em LLMs de forma privada para compreender, depurar e revisar código do OpenJDK ou realizar pesquisas relacionadas ao projeto. O que não pode ser enviado é o conteúdo produzido por essas ferramentas. A medida contrasta com o uso de IA dentro da própria Oracle. Em 2025, Larry Ellison afirmou que modelos de IA já escreviam código na empresa a partir das instruções fornecidas pela equipe. Neste ano, o co-CEO Mike Sicilia disse que a adoção dessas ferramentas permite que equipes menores de engenharia entreguem soluções mais completas em menos tempo. A IA também apareceu na explicação da Oracle para os 21 mil cortes de empregos anunciados em junho, quando a empresa afirmou que a implantação da tecnologia já resultou e pode continuar resultando em reduções de pessoal. -- Notícia completa: https://youtu.be/GG3pNJMsBIQ

Enquanto prepara uma política completa sobre IA generativa, a Oracle determinou que contribuições não podem incluir conteúdo
Enquanto prepara uma política completa sobre IA generativa, a Oracle determinou que contribuições não podem incluir conteúdo produzido, total ou parcialmente, por LLMs, modelos de difusão ou sistemas semelhantes. A regra vale para códigos-fonte, textos e imagens em repositórios Git, pull requests no GitHub, emails, páginas de wiki e registros no Java Bug System. A Oracle cita preocupações com segurança, confiabilidade, propriedade intelectual e aumento da carga de trabalho nas revisões. A empresa lembra que o OpenJDK é a principal implementação do Java para muitas organizações e sustenta sistemas críticos ao redor do mundo, nos quais código aparentemente correto, mas com erros, poderia criar riscos.

Em posts no Threads e no X, Mark Zuckerberg acrescentou que o Muse Code consegue atuar em grandes repositórios para planejar alterações, escrever código e validar os resultados. Alexandr Wang, atual Chief AI Officer da Meta, também apresentou o Muse Code como o primeiro agente de programação da empresa e informou que o acesso está disponível por meio da Meta Model API. A arquitetura multiagente permite dividir tarefas complexas entre diferentes subagentes, e Zuckerberg associa essa abordagem a ganhos de velocidade e qualidade. Depois da instalação, também é possível começar pelo chamado contributor tier, apresentado como uma opção de baixo custo para acessar a ferramenta. — Notícia completa: https://youtu.be/amxZlPDA1N8

Ele está em beta e se chama Muse Code, um agente de programação que funciona diretamente pelo terminal e é alimentado pelo Mu
Ele está em beta e se chama Muse Code, um agente de programação que funciona diretamente pelo terminal e é alimentado pelo Muse Spark 1.2, modelo mais recente da empresa. A ferramenta utiliza uma arquitetura multiagente, capaz de distribuir tarefas complexas entre diferentes subagentes em vez de concentrar toda a execução em um único agente. O Muse Code pode ser instalado com um único comando em macOS ou Linux. O Muse Spark 1.2 funciona como o modelo responsável pelas tarefas executadas pelo agente e foi lançado junto com a nova ferramenta. A Meta afirma que o anúncio representa seu próximo passo no desenvolvimento dessa tecnologia e adianta que modelos maiores e mais capazes estão a caminho. O Muse Code ainda está em beta, enquanto o Muse Spark 1.2 é o modelo utilizado nesta primeira versão disponibilizada pela empresa.