Código Fonte TV
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A equipe da linguagem Go anunciou o lançamento oficial do Go 1.27, trazendo avanços na sintaxe, no compilador e na biblioteca padrão. O principal destaque na linguagem é a aguardada chegada dos métodos genéricos, eliminando a necessidade de escrever funções repetidas apenas para atender a tipos de dados diferentes no código. A sintaxe também simplificou a inicialização de estruturas ao permitir declarar campos de structs aninhadas diretamente em literais, além de aprimorar a inferência automática de tipos genéricos em canais e conversões. No conjunto de ferramentas, o comando go fix ganhou novas regras para modernizar códigos antigos automaticamente, enquanto o utilitário go doc passou a permitir consultas diretas à documentação apontando para versões específicas de pacotes.
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Durante a execução em pipelines de CI/CD ou em máquinas locais, o script realiza uma varredura rigorosa em variáveis de ambiente, em configurações de terminal e na memória em busca de chaves de nuvem e tokens com permissão de escrita. De posse das credenciais do GitHub, o worm acessa a API do serviço e injeta automações maliciosas em arquivos de configuração como tasks.json do VS Code e settings.json do Claude Code em todas as branches disponíveis. Dessa forma, basta que outro desenvolvedor abra o projeto em seus editores para disparar tarefas em segundo plano que roubam novos segredos, reiniciando o ciclo da infecção. Todos os pacotes afetados foram removidos do npm, e especialistas recomendam auditar arquivos de tarefas e travar dependências.
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Notícia completa: https://youtu.be/avhCZdcax50
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Pesquisadores de segurança identificaram uma nova variante do worm Shai-Hulud, batizada pela Microsoft como ChainDrop, que comprometeu 444 pacotes no registro npm. A ofensiva atingiu dependências de infraestrutura amplamente utilizadas no ecossistema JavaScript, incluindo keyv, flat-cache e cache-manager, componentes que somam cerca de dois bilhões de downloads mensais. O malware se destaca pela capacidade de se propagar em total sigilo ao evitar alterações diretas no código-fonte dos repositórios Git públicos. Em vez disso, a ameaça atua reconstruindo diretamente os arquivos tarball distribuídos no npm, inserindo a carga maliciosa diretamente no pacote final para contornar ferramentas tradicionais de auditoria estática e análise de código aberto.
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Aproveitando o histórico de instabilidades da concorrente, que somou 257 quedas no último ano, a Cursor anunciou a versão beta do Origin, sua plataforma de hospedagem de código. A startup, que agora oficialmente integra a SpaceX, estruturou o serviço para executar todas as funções de versionamento, colaboração e gerenciamento de repositórios. O grande diferencial técnico é a interoperabilidade com o próprio GitHub, permitindo que os desenvolvedores conectem suas organizações e sincronizem projetos entre as duas ferramentas. A empresa confirmou que adicionará recursos nativos para agentes de inteligência artificial e está criando um ecossistema de aplicações para a base. O projeto surge para disputar espaço diretamente com o serviço da Microsoft, que lidera o mercado global com 180 milhões de contas.
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Notícia completa: https://youtu.be/VVxpmbEMIOo
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O GitHub sofreu um apagão de quase oito horas na segunda, dia 17 de agosto, que afetou a operação de ferramentas essenciais, gerando erros em Issues, Pull Requests, APIs, Actions e no Copilot. De acordo com o relatório da empresa, a pane começou nos load balancers da região central dos Estados Unidos após um proxy sidecar do Istio, componente auxiliar que gerencia o tráfego de rede do serviço, atingir seu limite de concorrência. O colapso foi agravado por uma regra de escalonamento automático falha, que monitorava apenas a máquina principal e ignorou o sidecar, travando a liberação de recursos. O quadro piorou após um bug de repetição no Visual Studio Code que multiplicou o tráfego do Copilot por dez. Para normalizar o ambiente, a engenharia reduziu as tentativas de gateway, configurou os servidores para emitir respostas HTTP 403 e conteve ataques paralelos de scraping em rotas de download de código.
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Domingāo chegou! Então tem Compilado com o resumo tech da semana!
https://youtu.be/nvDPAVMs3Qc?si=yk5bnLJqESReaHle
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O DLA está de volta... se você ainda não teve a chance de participar do nosso Desafio de 21 dias, chegou a hora.
Na página do Desafio Lógica Afiada, você pode assistir a depoimentos de quem já participou em 2025. Ao confirmar sua inscrição você já começa a receber os desafios na hora.
Encare os Desafios do Código Fonte e destrave de vez sua mente para a programação. O DLA treina você na habilidade mais importante de quem programa: resolver problemas. 🧠
Participe em https://desafiologicaafiada.com.br
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Horas após o lançamento da medida, o desenvolvedor Guillaume Meyer publicou no GitHub o repositório open source Watermarks Remover para neutralizar esses identificadores. O projeto opera em duas frentes: a Layer A remove caracteres Unicode invisíveis e marcadores diretos no texto, enquanto a Layer B busca enfraquecer marcas baseadas em amostragem estatística por meio de reescrita pesada com técnicas de paráfrase e tradução reversa. A ferramenta também elimina metadados C2PA, XMP e dados de proveniência em formatos como PNG, JPEG, SVG, PDF, DOCX, ODT, HTML e Markdown. Meyer ressalta que a remoção estatística é apenas a melhor aproximação possível, pois a Anthropic ainda não divulgou seu detector oficial e chaves de validação.
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Notícia completa: https://youtu.be/5yIdfJAbl60
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A Anthropic anunciou o compromisso de identificar conteúdos gerados pelo Claude com dados legíveis por máquina para atender às exigências de transparência da Lei de IA da União Europeia, em vigor desde 2 de agosto. A empresa informou que os textos trarão marcas d'água incorporadas e os arquivos incluirão metadados de proveniência assinados digitalmente onde houver suporte, tudo de forma imperceptível a olho nu. Como a legislação concedeu um prazo de carência de quatro meses para adequação, novos modelos virão rotulados de fábrica, enquanto versões antigas estão sendo adaptadas. A aplicação terá alcance global em ecossistemas como a Claude Platform via API, Claude, Claude Code, Claude Cowork e Claude Tag. Em imagens será adotado o padrão C2PA, protocolo já utilizado por Adobe, OpenAI e Google, enquanto nos textos a marcação invisível é inserida diretamente no nível do modelo, resistindo ao ato de copiar e colar e a pequenas edições sem prejudicar a legibilidade.
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A atualização também tornou público o método toFormat(), facilitando endpoints nos quais o formato da imagem é definido dinamicamente. São aceitos formatos como WebP, JPEG, PNG, GIF, AVIF, HEIC e BMP, embora recomendamos validar o parâmetro da rota para evitar formatos inválidos. Outra novidade é Image::fromStream(), que cria imagens diretamente de streams, algo útil para arquivos vindos do S3, uploads brutos ou dados fornecidos por outras bibliotecas. Para aplicações com tráfego maior, a recomendação continua sendo evitar redimensionar a mesma imagem em toda requisição. Uma estratégia melhor é gerar a versão derivada no primeiro acesso, salvá-la em disco e reutilizá-la depois. As três mudanças foram contribuídas por Caleb White e tornam a API nativa de imagens do Laravel bem mais completa também no momento de servir os arquivos.
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Notícia completa: https://youtu.be/a2cbDSfZAas
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O Laravel 13.25 trouxe uma melhoria interessante para aplicações PHP que precisam manipular e entregar imagens pela web. A classe Image agora implementa o contrato Responsable, permitindo retornar uma imagem diretamente de uma rota ou controller. Antes, o desenvolvedor precisava converter o resultado para bytes, criar manualmente a resposta HTTP e definir o Content-Type. Agora, o próprio framework executa o processamento e monta a resposta corretamente, inclusive identificando o formato final da imagem. Isso significa que uma foto JPEG armazenada pode ser redimensionada, convertida para WebP e devolvida ao navegador em poucas chamadas encadeadas. A API continua com processamento lazy, portanto, as transformações só são executadas quando os bytes realmente forem necessários. Para endpoints públicos, também é possível chamar toResponse() e adicionar cache, ETag e outros cabeçalhos HTTP normalmente.
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O lançamento acontece junto com a chegada oficial do DeepSeek V4 Pro à API e uma mudança importante nos preços. A partir de 16 de agosto, a empresa adotará cobrança diferente conforme o horário de uso. No V4 Pro, o custo atual de US$ 0,435 por milhão de tokens de entrada sem cache e US$ 0,87 de saída passa, fora do pico, para US$ 0,66 e US$ 1,98, respectivamente.
Durante o pico, esses valores sobem para US$ 1,32 na entrada e US$ 3,96 na saída. Ou seja, mesmo o período mais barato ficará acima dos preços anteriores. A combinação do V4 Pro com o Harness mostra uma mudança interessante na estratégia da DeepSeek: em vez de competir apenas oferecendo modelos baratos, a empresa começa a construir uma plataforma mais completa para desenvolvimento com agentes, justamente em um mercado onde Anthropic, OpenAI e outras empresas disputam cada vez mais o fluxo de trabalho dos programadores.
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Notícia completa: https://youtu.be/Q7cDqzagkOo
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A DeepSeek lançou o DeepSeek Harness, uma ferramenta de código aberto criada para transformar modelos de linguagem em agentes capazes de trabalhar diretamente em projetos de software, colocando a empresa em uma disputa mais direta com soluções como Claude Code. Disponível inicialmente como prévia para desenvolvedores e distribuído sob licença MIT, o projeto adota como princípio a ideia de que “Everything is a plugin”. Na prática, modelos, ferramentas, habilidades, sessões, ambientes isolados, sistemas de arquivos e até os ciclos de execução podem ser substituídos ou ampliados por plugins. O Harness é baseado no Cordis e foi pensado para permitir que desenvolvedores montem agentes mais personalizados, em vez de depender de uma estrutura fechada e fortemente ligada a um único modelo. A própria DeepSeek destaca que o projeto ainda muda rapidamente e pode receber atualizações que quebrem a compatibilidade.
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Vocês já testaram o DeepSeek Harness? Dá pra usar o Claude Code ou Codex nele... tudo virou PLUGIN!
https://youtu.be/zMlAkBkt8co
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A proposta da Meta é viabilizar assistentes pessoais capazes de gerenciar agendas, organizar arquivos e redigir mensagens sem a necessidade de enviar dados privados para servidores em nuvem. O modelo suporta texto e imagem, foi treinado em mais de 100 idiomas e opera de forma contínua com ou sem conexão com a internet. Em carta divulgada junto ao lançamento, Mark Zuckerberg reforçou que a distribuição ampla desses recursos busca promover a capacitação individual através do acesso livre ou acessível a ferramentas avançadas. A estratégia estabelece a divisão da empresa entre os modelos mais avançados mantidos sob controle proprietário e as versões menores liberadas para execução e modificação pelos próprios usuários em seus computadores.
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Notícia completa: https://youtu.be/Ih0_zt4vCuA
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A Meta lançou oficialmente o Muse Glimmer, um modelo de inteligência artificial de pesos abertos projetado para executar agentes locais diretamente em hardware de consumo. O modelo possui 30 bilhões de parâmetros e disponibiliza seus pesos sob a licença Apache 2.0, permitindo que desenvolvedores façam o download e personalizem a tecnologia para suas próprias aplicações. Trata-se da versão aberta do Muse Spark, o modelo proprietário mais potente da companhia apresentado em abril. O Glimmer foi desenvolvido para rodar tarefas complexas e encadeadas em etapas, como execução de chamadas de ferramentas, depuração de código e processamento de arquivos e capturas de tela diretamente em computadores equipados com uma única placa de vídeo dedicada.
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A atualização também introduziu uma nova configuração experimental que libera a abertura da janela de Agentes sem a obrigatoriedade de autenticação prévia em uma conta do GitHub. Essa alteração vincula a autenticação do serviço individualmente a cada modelo ou agente utilizado na plataforma, solucionando o bloqueio para desenvolvedores que operam em ambientes corporativos restritos ou que não possuem acesso à rede externa do serviço. Além disso, o editor recebeu suporte ao recarregamento automático para arquivos HTML abertos no navegador integrado e a inclusão do recurso de rolar e fixar prompts no topo da janela de chat, facilitando a navegação por conversas extensas no sistema.
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Notícia completa: https://youtu.be/U8ECo-d1GeA
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A Microsoft lançou oficialmente a versão 1.133 do Visual Studio Code, trazendo maior flexibilidade no gerenciamento de sessões com o Claude e melhorias diretas na interface de desenvolvimento assistido por inteligência artificial do sistema. A principal novidade do ambiente de desenvolvimento é a possibilidade de alternar dinamicamente entre os provedores Anthropic e GitHub Copilot durante uma mesma conversa no seletor de modelos, sem a necessidade de reconfigurar o host do agente no editor. Na prática, as interações selecionadas sob a divisão da Anthropic faturam diretamente na chave de API configurada pelo usuário, enquanto as requisições direcionadas ao Copilot utilizam o saldo da assinatura ativa do serviço da Microsoft.
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Junto ao repositório técnico, a empresa lançou um recurso na aba de configurações que permite aos usuários verificar se suas contas ou publicações sofreram limitações de alcance ou shadowban. A ferramenta gera um arquivo JSON consolidado com os rótulos e restrições aplicados ao perfil nos últimos 30 dias, atendendo a contas com mais de um ano de criação e histórico recente de postagens. A iniciativa busca responder a críticas históricas sobre interferência política, moderação opaca e manipulação no alcance de publicações, permitindo auditorias independentes do sistema. Com isso, os dados exportados podem ser analisados diretamente por modelos de linguagem para interpretar eventuais bloqueios invisíveis aplicados pelo algoritmo.
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Notícia completa: https://youtu.be/wgbXS043tC4
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O X expandiu significativamente a abertura do seu código-fonte ao disponibilizar no GitHub o algoritmo da aba “Para Você” e seu mecanismo central de ranqueamento sob a licença Apache v2. A atualização amplia repositórios anteriores e inclui configurações de modelos, filtros e parâmetros de ponderação que definem a exibição dos posts, tornando a base de código até 15 vezes maior do que a versão anterior. Desenvolvedores externos poderão testar os sistemas de pontuação e enviar sugestões de melhorias via pull requests para avaliação dos engenheiros da plataforma. Contudo, rotinas de moderação baseadas no modelo Grok ficaram de fora do pacote aberto para evitar que spammers e bots criem mecanismos de automação para burlar as regras de uso da rede social.
