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Senso Incomum ⚓️ by Flavio Morgenstern

Senso Incomum ⚓️ by Flavio Morgenstern

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Nós estamos certos. Se você discorda, você está errado.

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Quer entender o que aconteceu nas midterms - e quais os prognósticos daqui pra frente? Não perca o De Leste A Oeste - com nossa capitã Ana Paula Henkel, Flavio Morgenstern, Bernardo Küster e Ivan Kleber explicando tudo na Revista Oeste: https://youtube.com/live/OJ5qlpZiwK8

De acordo com o art. 2º Resolução TSE nº 23.714, de 20 de outubro de 2022, é proibido divulgar ou compartilhar “fatos sabidamente inverídicos ou gravemente descontextualizados que atinjam a integridade do processo eleitoral”. É como se o “processo eleitoral” tivesse uma honra a ser protegida. Como se tivesse uma “integridade” que precisa ser presumida, aceita, acatada religiosamente. Qualquer fato “descontextualizado” precisa imediatamente de “contexto”, ou os perfis nas redes sociais são suspensos, sob risco de multa de R$ 100 a R$ 150 mil por hora (!) às plataformas que não removeram o conteúdo “descontextualizado”. Uma hóstia, um feto ou a bandeira do Brasil têm menos proteção jurídica do que uma urna. (Lembremo-nos de que a juíza Ana Lúcia Todeschini Martinez, titular do 141ª cartório eleitoral de Santo Antônio das Missões e Garruchos, disse que o uso da bandeira do Brasil seria considerado “propaganda eleitoral” a partir do início da campanha de 2022, até que o TRE-RS decidiu que “bandeira do Brasil não é objeto partidário”, algo como dizer que 2 e 2 são 4.) O TSE deliberou sozinho pela honra do processo eleitoral, sem que nenhuma instituição do Legislativo (que inventa as… leis) tenha deliberado a respeito. Os membros do TSE simplesmente “decidiram decidir”, por isso é uma Resolução. O texto veio do Relator. Que também era presidente do TSE. Que também atuava no STF. Seu nome era Alexandre de Moraes. Continue lendo o artigo de Flavio Morgenstern na Gazeta do Povo: https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/flavio-morgenstern/tse-foi-criado-para-proteger-uma-ditadura/

Que ânimo dá ler um discurso de Thomas Mann denunciando a ditadura em seu país enquanto viveu exilado nos EUA.
Que ânimo dá ler um discurso de Thomas Mann denunciando a ditadura em seu país enquanto viveu exilado nos EUA.

Há uma disputa por algo mais exigente de nós do que a adesão a uma pessoa ou outra. Trata-se da luta pelo nosso imaginário. É
Há uma disputa por algo mais exigente de nós do que a adesão a uma pessoa ou outra. Trata-se da luta pelo nosso imaginário. É lenta, gradual, talvez até geracional - mas, uma vez conquistado o terreno, nem mesmo fatos palpáveis e gritantes são capazes de retirar o indivíduo de seu bloco imaginário. A luta pelo imaginário não é travada com facções em redes sociais, nem com números a serem apertados. É uma luta de conceitos, de psicologia coletiva, de pertencimento e filtros para observar a realidade. Se substâncias produzem alterações na percepção, a luta pelo imaginário faz com que se enxergue um patriarcado até ao abrir a porta do carro. Na SensoLive de hoje, Flavio Morgenstern comenta alguns aspectos dessa luta, e por que ela pode não parecer "urgente", mas é esta quizomba que determina os rumos das próximas décadas. Às 20h e pouco em ponto, no canal do YouTube do Senso Incomum!

Apesar de preferir falar de literatura, filosofia e cultura, faço uma pausa para comentar a política nacional neste dia tão importante. Você acha mesmo que votar no Lula é votar pela "democracia"? Você sabe o que foi feito para proteger o sistema do qual Lula faz parte durante a CPI da Peste Chinesa? Você sabe o que é ser um jornalista que critica o STF? Você acha que algum direito está garantido e assegurado com um governo Lula? Assista, tire suas conclusões e envie para quem não conhece essa história.

O debate eleitoral tem sido colocado em termos morais, ou melhor dizendo, histericamente pseudomorais, com o eterno rebuliço de que não votar na esquerda é “fascismo” (já acusaram Serra, Alckmin – atual vice-presidente de Lula –, Aécio, Temer – que estava em sua própria chapa – e até Marina Silva do mesmo, e vão acusar eternamente, por falta de referência histórica e literária). Mas há uma questão moral bem mais factível para determinar voto: você votaria no mesmo candidato de quem rouba seu celular? O Brasil teve 830.890 aparelhos subtraídos em 2025. A França, mesmo após a massiva imigração islâmica, registrou cerca de 28 mil investigações envolvendo celulares no mesmo período. São 95 aparelhos por hora, um a cada 38 segundos. Provavelmente mais de 5 celulares serão roubados até este artigo terminar. Segundo pesquisa de março de 2026 do Datafolha, 8,3% dos brasileiros tiveram o celular roubado ou furtado apenas nos 12 meses anteriores. São 13,9 milhões de pessoas. Que tipo de política favorece a vítima do roubo? Que tipo de política favorece o ladrão? A questão é simples, a resposta também. O voto idem. Continue lendo o artigo de Flavio Morgenstern na Gazeta do Povo: https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/flavio-morgenstern/voce-votaria-no-mesmo-candidato-de-quem-rouba-seu-celular/

EXCLUSIVO: Lula afirmou que Flávio Bolsonaro foi contra a rastreabilidade das balas. Agora você vai descobrir que o governo Lula destruiu a rastreabilidade do contrabando criada no governo Bolsonaro. O fim da rastreabilidade favoreceu PCC e Comando Vermelho, que têm "trabalhado" na adulteração de gasolina, bebidas e cigarros. A atuação foi do secretário da Receita de Lula (o responsável pela taxa das blusinhas e pela fiscalização do PIX), com ajuda da AGU e votos do STF - incluindo Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes. Lembra-se da crise do metanol em 2025, com pessoas que chegaram a ficar cegas? A atuação do PT para destruir um programa de Bolsonaro permitiu a crise. Mais dois detalhes. Um dos delatores da Lava Jato contou como a Itaipava pagava Caixa 2 - e o esquema só foi desmantelado quando a Receita Federal colocou um contador de água nas próprias torneiras. O governo Lula revogou a medida. O grupo Petrópolis, dono da Itaipava, pagou R$ 6 milhões à Gamecorp de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha - i

Nada merece mais análise – no sentido terapêutico mesmo, ou melhor, no sentido de eletrochoque – do que o discurso atual da e
Nada merece mais análise – no sentido terapêutico mesmo, ou melhor, no sentido de eletrochoque – do que o discurso atual da esquerda de que um voto em Lula, apesar do desastre geracional que é seu governo, é um voto “pela democracia”. Um voto em Bolsonaro seria um voto num “golpe” (sim, um “voto num golpe”, seja lá o que for), uma “ditadura”, um risco aos “direitos”. A tal “democracia” que só poderia existir com o desastroso governo Lula e seu café 72% mais caro em 3 anos é aquela “democracia” do inquérito das fake news do STF. É a democracia do X fora do ar, e de todos os brasileiros serem ameaçados de multa de R$ 50 mil por dia se escreverem “oi”, em um processo no qual não foram citados (e que se iniciou por um “reply”). E agora é preciso votar em Lula para “garantir a democracia”? Continue lendo o artigo de Flavio Morgenstern na @gazetadopovo: https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/flavio-morgenstern/voce-quer-que-eu-vote-na-esquerda-pela-democracia-com-o-inquerito-das-fake-news-fungando-no-cangote/

A SensoLive de hoje vai analisar o aspecto retórico do debate entre Lula e Flávio Bolsonaro. Não se trata apenas de conteúdo
A SensoLive de hoje vai analisar o aspecto retórico do debate entre Lula e Flávio Bolsonaro. Não se trata apenas de conteúdo e de propostas: quais as técnicas retóricas utilizadas por cada um? Como cada um buscou atrair olhos apolíticos, adversários, isentões, questionadores ou indecisos de última hora? Flavio Morgenstern apresenta alguns conceitos retóricos para avaliar estas questões na SensoLive hoje, às 20h e pouco em ponto, no canal do YouTube do Senso Incomum!

Algo curioso sobre a Era do Bronze: o bronze não é um material da natureza, tal como o ouro e a prata. É uma liga criada pelo homem, composta por 90% de cobre, e 10% de estanho. Só há um problema: não existe estanho em lugar nenhum da Europa... Todo o glorioso bronze que fará a espada que corta até o prêmio do poeta, portanto, depende de um material inexistente no mundo ocidental. A história parece familiar 3 mil anos depois, quando dependemos de chips e terras raras? Flavio Morgenstern explica no Guten Morgen, o seu podcast preferido, como o mundo já foi globalizado desde a Era do Bronze: toda a cadeia de suprimentos para a era gloriosa de Aquiles e Odisseu já exigia uma logística extremamente complexa e delicada... e como esta mundo dependendo de forças militares, diplomacia, comércio e muito espírito de aventura acabou por ruir. Assista ao Guten Morgen, seu podcast preferido: https://www.youtube.com/watch?v=H_p6U0sUwM8

Navegantes - hoje tem GUTEN MORGEN! Se liguem às 19h!
Navegantes - hoje tem GUTEN MORGEN! Se liguem às 19h!

Dá para fazer uma piada perto de um esquerdista? Dá para dizer “graças a Deus” sem tomar uma surra de problematização? Dá para fechar o vidro do carro ao parar no semáforo com um colega esquerdista, sem ter de explicar que, olha, eu não tenho nenhum preconceito, é que não quero falar mal do seu governo, mas existe uma insegurança pública, não sei, talvez seja pela desigualdade social, mas entenda, meu carro não é blindado, e talvez seja melhor eu fechar o vidro do carro ao parar nesse semáforo? A esquerda hoje é a arte da problematização elevada ao cubo. O esquerdista é a chatice feita carne. E não há como o esquerdista largar a chatice, porque a própria definição da esquerda é a constante administração da vida alheia – principalmente quando a vida alheia não lhe outorgou nenhum papel de consultoria, vigilância, tutelagem ou inquérito do STF. É curioso como a esquerda tenta se associar a jovens rebeldes e está mais para uma velha coroca sem marido, vigiando a rua, filtrando a realidade por um moralismo artificial e fofocando tudo com lente de aumento. Toda jovem esquerdista é apenas uma futura velha coroca, já agindo como velha coroca. Continue lendo o artigo de Flavio Morgenstern na Gazeta do Povo: https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/flavio-morgenstern/a-esquerda-esta-perdendo-porque-ela-e-indescritivelmente-chata/

"Navego sobre o mar cor de vinho, rumo a homens de fala estrangeira, até Temesa em busca de bronze, levando ferro reluzente." Mar cor de... vinho?! Homero estava bêbado quando escreveu A Odisséia? Ou mar homérico era vermelho? Ou há um pacto entre todos os tradutores do planeta para sabotar a maior obra da literatura clássica de todos os tempos?! Flavio Morgenstern explica esta misteriosa expressão que tanto se repete no texto homérico: οἶνοψ πόντος (oînops póntos), algo como “de aspecto de vinho”, “de face vínica”. A confusão foi tamanha que um primeiro-ministro britânico, William Gladstone, chegou a propor uma tese de que todos os gregos eram daltônicos (!), por isso ninguém havia reclamado da expressão até então. Como explicamos em detalhes no Clube de Leitura da Formação Senso Incomum, trata-se de uma confusão de 2.800 anos... que Flavio Morgenstern vai te explicar agora! https://www.youtube.com/watch?v=tyVJ6TVOqx4

Mudanças extremamente importantes estão vindo. Mas o que isso significa em um plano histórico? Como seria a leitura destes fatos recentes do país por uma estratégia como a que derrubou totalitarismos? Venha conversar com Flavio Morgenstern na SensoLive! Hoje às 20h15! https://youtube.com/live/-0v8L6vEx1E?feature=share

Flávio Dino invocou precedente do STF para se furtar a “extrair duríssimas consequências contra a liberdade de expressão” no caso da fake news óbvia sobre a padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida. Seria divertido invocar novo pedido de remoção dos posts com a manipulação eleitoral, desta vez invocando precedente do TSE: o voto de Cármen Lúcia para censurar descaradamente o documentário “Quem mandou matar Jair Bolsonaro?”, da produtora Brasil Paralelo: é uma “situação excepcionalíssima”, e só vai até 31 de outubro de 2022. Como o STF aboliu a Constituição como um golpe contra a democracia e transformou o ordenamento jurídico brasileiro numa rodada de truco, em que cada um vai gritando cada vez mais alto um número para assustar mais o outro, é de bom tom sempre acompanhar no noticiário para saber qual foi a última notícia de alguma decisão que proibiu outra decisão que proibia alguém de proibir alguma proibição proibida por uma proibição do STF em nome da democracia para evitar censura e garantir a democracia. Continue lendo o artigo de Flavio Morgenstern na Gazeta do Povo. https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/flavio-morgenstern/alguem-ja-sabe-se-vai-ter-liberdade-de-expressao-nessa-eleicao-ou-nao/

Vamos falar de quando a democracia nos prende a todos na SensoLive! https://youtube.com/live/uOc5hXLwyDc?feature=share

Ok, voto, voto, eleição, voto, candidato, voto, em quem você vai votar, urna, voto, Senado de SC e de SP, voto... é o único a
Ok, voto, voto, eleição, voto, candidato, voto, em quem você vai votar, urna, voto, Senado de SC e de SP, voto... é o único assunto destes dias. E dos outros dias. E da existência. Desconfio que a turma do X anda furunfando citando nome de candidato. Maaaasss.... o que significa, em termos filosóficos, essa tal de democracia representativa? O que ela representa? Estamos seguros e livres numa demogracinha? Basta só censurar e prender os anti-democráticos para a democracia ser salva? Há um ponto em que o revolucionário Marx e o aristocrata Tocqueville concordam: a democracia tem um funcionamento teatral. Se quiser uma prova, basta ver os outros posts dessa rede social. Mas que tal se aprofundar na SensoLive com Flavio Morgenstern, hoje, às 20h e pouco em ponto, no canal do YouTube do Senso Incomum?! Traga seu voto e vamos filosofar!

Olavo de Carvalho passou a última década da vida como um furacão. Nietzsche, que queria “filosofar com o martelo”, deve ter m
Olavo de Carvalho passou a última década da vida como um furacão. Nietzsche, que queria “filosofar com o martelo”, deve ter morrido de inveja de como Olavo colocava abaixo tudo em que encostasse. Parecia que os alicerces do estamento brasileiro estavam finalmente sob perigo. Ou será que foi só um gênio falando de Aristóteles, Zubiri e Max Scheler na linha de ônibus 8600-10 Pirituba - Paissandu, enquanto o povão quer votar no Bolso, mas continuar firme e forte no funk e tratando o futuro do país como novela e revista Tititi? Flavio Morgenstern clama pelos olavetes sobreviventes na SensoLive de hoje! Olavetes de todo o Brasil, que sobreviveram a inquéritos totalitários, cancelamentos de supostos aliados vendidos e ao pior dos males: o quanto o povo se pinta de inteligente, mas cada vez mais odeia livros! Às 20h, no canal do *Senso Incomum*! Mande seu comentário pelo LivePix!