Comunidade Espiritualista Sol da Nova Era🌞🌻🌛🌝🌜
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A Ciganinha que Descobriu o Valor de Seu Lenço
Numa manhã de primavera, nasceu uma pequena ciganinha chamada Mirela. Seus olhos brilhavam como o céu antes do amanhecer, mas ela era diferente das outras crianças do acampamento. Enquanto muitas usavam vestidos cheios de bordados coloridos, Mirela preferia roupas simples, gostava de sentar perto do rio para ouvir o vento e passava horas observando os pássaros.
Algumas crianças zombavam dela.
— Você nunca será uma verdadeira cigana! — diziam, rindo.
Mirela abaixava a cabeça e voltava para o rio, onde encontrava paz entre as árvores e a água corrente. Às vezes, perguntava à avó:
— Será que há algo de errado comigo?
A velha cigana sorria com carinho.
— Filha, as flores do campo não desabrocham todas no mesmo dia. Cada uma tem seu tempo.
Os anos passaram. Enquanto muitos buscavam apenas ser admirados pelas roupas e pelas festas, Mirela aprendeu com os mais velhos as histórias de seu povo. Escutava os relatos das longas viagens, aprendia canções antigas, respeitava os costumes e ajudava quem precisava de alimento, água ou abrigo.
Certa vez, uma forte tempestade atingiu o acampamento. Barracas caíram, famílias perderam seus pertences e todos ficaram assustados.
Foi Mirela quem organizou a ajuda.
Ela reuniu as crianças para distribuir mantimentos, confortou os idosos e passou dias ajudando cada família a reconstruir o que havia sido destruído.
Naquele momento, todos perceberam algo que nunca tinham enxergado.
A verdadeira beleza não estava nas moedas douradas do vestido, nem no brilho dos colares. Estava na bondade, na coragem e no amor pelo próprio povo.
Uma das meninas que antes a ridicularizava aproximou-se, envergonhada.
— Desculpe por nunca ter visto quem você realmente era.
Mirela sorriu.
— Às vezes, as pessoas olham apenas para o que está por fora. Mas a tradição vive primeiro no coração.
Naquela noite, ao redor da fogueira, sua avó colocou sobre seus ombros um antigo lenço bordado que havia pertencido às mulheres da família por muitas gerações.
— Hoje você não recebeu apenas um lenço — disse a avó. — Recebeu o reconhecimento de que honra nossa história.
Enquanto as chamas iluminavam o acampamento, Mirela compreendeu que nunca havia sido diferente por ser menor ou mais simples. Apenas tinha florescido de outra maneira.
E todos aprenderam que uma pessoa não se torna grande pelas aparências, mas pela forma como cuida dos outros e preserva a memória de seu povo.
https://www.recantodasletras.com.br/infantil/8713433
O que é Feitiço?
A palavra Feitiço deriva do latim vulgar (aquela língua falada pelo povo) - facticius que significa "artificial, feito a mão, fabricado e mesmo assim deriva do verbo facere que significa fazer que estivesse ligado a ideia de “algo feito “com intenção ou proposito que possui muito sentido na Arte da Bruxa”“.
Um feitiço é uma ação carregada de intenção ligada ao campo espiritual com o objetivo de influenciar eventos, moldar a realidade e atuar sobre o mundo material ou espiritual. Um feitiço pode envolver elementos físico/material (elementos da natureza em suas diversas manifestações), elementos corporais (gestos feitos com as mãos, unha, cabelo, pele, sangue, lagrima, etc), energias espirituais, energias planetárias, lunar, solar, telúrica, aquática, eólica, Ígnea e outras formas de energias espirituais ou não.
"Um feitiço é um microcosmo do ato criador — é quando o humano, como imagem do divino, participa da criação intencional da realidade. Ele espelha o poder do Verbo (como no Gênesis: “Haja luz”) e a capacidade mágica de transformar energia sutil em manifestação concreta."
Quando se fala em "Fazer um feitiço" não é apenas fazer e sim requer um conhecimento valioso e profundo sobre a A AntigaArte de fazer feitiço que é conhecida como Feitiçaria. Ela possui ferramentas que deve ser bem estruturada para que possa ocorrer a sua intenção no mundo físico. Atraímos do mundo mental para o mundo material; Tornamos o nosso desejo em realidade e assim é o que as Bruxas fazem.
O Feitiço deve ser feito quando há necessidade, não é feito por vaidade. A Arte da Feitiçaria é algo muito sério entre as Bruxas pois lidamos com o Destino, somos nós as fiandeiras dos destinos dos homens. A Bruxa reconhece que cada objeto é possuidor de uma virtude mágica e cabe a ela usar o encanto certo para despertar essa virtude espiritual-mágica.⛥
"Cheguei à conclusão assustadora de que eu sou o elemento decisivo na minha vida. Eu possuo o poder tremendo de tornar minha vida miserável ou alegre. Para com os outros e comigo mesmo, eu posso ser uma ferramenta de tortura ou um instrumento de inspiração. É a minha resposta que decide se uma crise vai ou não. São minhas ações que decidem se eu me enobreço ou me degrado, e se humanizam ou desumanizam os outros. Eu sou o poder na minha vida."
João Goethe
Responsabilidade afetiva não é sobre reciprocidade.
É sobre honestidade. É sobre respeito. É sobre não machucar o coração do outro. É saber ser real. É saber que aquilo que não significa nada para você pode significar muito para o outro.
_medoobcuros
O TERREIRO E O MÉDIUM
Os médiuns da Umbanda, também conhecidos como “cavalo ou burro”.
Deve tomar bastante cuidado e atenção em seu desenvolvimento.
Cuidar de seus estudos com disciplina, honrar e respeitar as entidades e orixás acima de tudo.
Se dedicar com responsabilidade à casa em que trabalham, honrar seu sacerdote e a seus compromissos.
Porém nunca esquecer de equilibrar sua vida profissional, social e familiar.
E principalmente fugir do fanatismo que é tão nocivo ao bem estar de qualquer religioso.
Deve respeitar as outras religiões, sem querer impor aos outros as suas convicções.
Na Umbanda não usamos a energia do sangue em trabalhos, portanto não fazemos sacrifícios de animais.
Nosso ejé, é o sumô que extraímos das plantas, da força da natureza.
Por isso mesmo, antes de se filiar à uma casa, deve saber dos princípios filosóficos dos seus dirigentes.
A Umbanda deve representar para você uma religião alegre, acolhedora e vibrante.
Para isso não deve se imiscuir nos problemas dos irmãos de corrente, sem jamais julgá-los.
Deve respeitar a hierarquia da casa, conhecer os seus direitos e deveres, respeitar e ser respeitado.
Muito médium tem dúvidas sobre as incorporações, isso é perfeitamente normal.
Podendo confundir as mensagens, achando que não é o espírito falando, mas sim coisas de sua própria cabeça.
Entendam, é impossível a comunicação pura de um espírito, porque sempre passará pelo médium.
É preciso confiança e compressão do médium, o importante é saber identificar e sentir a presença da sua entidade.
Sejam esses sinais com maior ou menor intensidade.
Por isso é preciso respeitar o tempo das coisas, cumprir com disciplina e dedicação os fundamentos e ensinamentos.
O médium deve seguir o procedimento natural do aprendizado, e jamais esquecer o momento certo de incorporar ou não incorporar.
Porque isso também é equilíbrio, disciplina e fundamento na Umbanda.
O médium deve facilitar a incorporação, mas é importante ter a compreensão e saber diferenciar uma irradiação de uma vibração de energia.
Na Umbanda as entidades têm incorporações típicas de cada linha.
Cada entidade de acordo com sua linha e falange terá sua maneira e arquétipo.
Suas energias serão diferentes, e suas vibrações também.
Quando o ponto estiver induzindo o tipo da entidade, o médium deve estar psicologicamente preparado.
E em equilíbrio para receber e se comportar conforme as características da entidade.
Para ingressar na corrente de um terreiro, é preciso conhecer os rituais, a filosofia da Casa, pois as regras são bem claras.
Por isso é bom que os candidatos ao ingresso no terreiro conheçam antecipadamente as suas obrigações, o que podem ou não fazer.
Existe um compromisso com o terreiro e com a espiritualidade:
"A vontade de evoluir espiritualmente"...
Para isso é necessário, disciplina na corrente, respeito à hierarquia e aos irmãos de corrente.
E principalmente com a consulência, os nossos visitantes.
Cuidar sempre para que suas palavras sempre sejam de incentivo, amor e mansidão.
Cuidar, pacificar, acolher e zelar por tudo e por todos com união.
O médium não deve ficar olhando os outros, julgar ou criticar seu irmão de corrente ou a ninguém.
Deve cuidar somente de si e deixar para a hierarquia corrigir os erros dos outros, porque essa tarefa é da responsabilidade do Pai ou Mãe no Santo.
Ter responsabilidade para chegar e cumprir à risca os horários dos trabalhos.
E excepcionalmente quando não puder participar dos trabalhos, avisar com antecedência a sua ausência.
“Ninguém é tão forte como todos nós juntos”...
A corrente é a força do terreiro, tudo gira em torno dela, por isso é importante a união e o equilíbrio de todos.
Pai Jonathas de Ogum∴
*Sr Exú 7 Encruzilhada*
O Exu 7 Encruzilhadas se apresenta como um homem de idade avançada, de pele escura, barba e olhos vermelhos, cor de brasa. Traz a metade do seu corpo (o lado esquerdo) queimado, sendo que sua perna esquerda não funciona bem, por isto é muito comum que se apóie em um bastão.
O Exu 7 Encruzilhadas prefere beber whisky de boa qualidade e fumar charutos grossos, a voz do Exu 7 Encruzilhadas é rouca, grave e forte. Quando está manifestado em algum médium, gosta também de farofa. o Olhar do Exu 7 Encruzilhadas é insustentável e quando se fixa em alguém, parece que o atravessa, sabendo seus segredos mais íntimos. As pessoas que o conhecem sentem certa autoridade nele e o respeitam.
Se desmancha em passagens que envia ao mundo para que transmitam suas mensagens através de seus cavalos (médiuns), sendo que isto acontece com todas as demais Entidades de Kimbanda.
As vestimenta do Exu 7 Encruzilhadas, quase sempre é em tons vermelho e negro, com toques brancos e às vezes dourados (quando fora da Encruzilhada da Lira), prefere a capa e a cartola. Gosta de trabalhar com pouco público, em sessões que tenham força espiritual, onde os que nelas se encontram estejam concentrados ao máximo para dar o melhor de si. Não é importante a quantidade, e sim a qualidade e o resultado final da cerimônia.
Em sua última encarnação foi um Tatá Nganga banto, que foi trazido como escravo ao Brasil. Começou chegando na Umbanda, como um “exu de baixo” e foi levantado para “o alto” quando se fizeram os sacrifícios correspondentes na Kimbanda. Quando lhe perguntamos porque se denominava “da Lira” respondeu:
“Lira é uma cidade africana, que fica nas fronteiras orientais do Reino Baganda, de lá venho eu…
Sr 7 Encruzilhada vem linha de Ogum e Oxalá,mas também pode vim na linha de Oxóssi.
Suas companheiras são Maria Padilha das 7 Encruzilhada ou PG das 7 Encruzilhada.
Trabalha com Trança ruas das 7 Encruzilhada e Exú Rei das 7 Encruzilhada entre outros.
Laroyê Sr 7 Encruzilhada!!!
Texto:Tenda Espírita Vovó Catarina
"Sabedoria de Preto Velho
Criança levanta desse chão pra que essa rebeldia toda?
Olhe quanta coisa você já conquistou!
Essas conquistas nada pode apagar é ninguém pode lhe tirar pois são conquistas suas que fizeram você se tornar um espírito melhor.
Filho a dor passa, o choro cessa, a dificuldade é para ser enfrentada, os obstáculos são para serem vencidos.
O choro traz aprendizados para quem quer aprender.
Olhe pelo lado bom, use o choro como aprendizado.
Coloque um sorriso no rosto chega de chorar.
Tome um bom banho de ervas para que a vibração negativa se afastar.
Realize uma oração pedindo a espiritualidade para um caminho lhe mostrar.
Levante deste chão!
Chega de chorar!
Ative a sua fé!
Suncê vai deixar os problemas fazer você desistir?
A vida é um eterno lutar!
O velho só pode ajudar se você se permitir ser ajudado.
Comerás o pão com o suor do seu rosto.
Se esforce e se dedique sua felicidade só depende de exclusivamente de você.
Levanta cedo meu filho, se com velho quer caminhar... Olha que a estrada é longa e velho caminha devagar.... É devagar, é devagarinho, quem caminha com Preto Velho nunca ficou pelo caminho."
Adorei as Almas!
Às vezes, passamos tanto tempo a tentar cultivar o amor, a bondade e os sonhos, mas encontramos pessoas que, em vez de regar, pisam aquilo que estamos a tentar fazer crescer.
Nem todos vão valorizar o que ofereces, mas isso não significa que devas deixar de plantar coisas boas.
Continue a cultivar o bem, mesmo quando alguém não souber reconhecer o seu valor.
