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🇧🇷📰 Com “desglobalização”, Wellington vê mais valor na Europa que nos EUA (Brazil Journal) Num momento em que instabilidades macro e os impactos da AI fazem preço nos mercados, o melhor é diversificar e se concentrar nos fundamentos das empresas, diz Laura Howenstine, diretora da Wellington Management, gestora americana com US$ 1,2 trilhão em AUM.Howenstine é responsável pelo fundo de ações Global Quality Growth, que busca investir seus US$ 7 bilhões globalmente em empresas de crescimento, com valuations atrativos e dividendos elevados.Em relação ao benchmark – o MSCI All Country World Index – o fundo está underweight EUA e overweight Europa. “Muita gente pensou que a Europa sofreria bastante com o conflito entre EUA e Irã, mas estamos vendo sinais importantes de resiliência da economia,” Howenstine disse ao Brazil Journal. Para ela, o desempenho das bolsas de diferentes países está menos correlacionado que no passado por conta da “desglobalização”. Ela acredita também que é preciso buscar oportunidades em AI além das empresas de semicondutores e hardware.08 25 Laura Howenstine okEntre as principais posições do fundo estão a Nvidia e a TSMC, mas houve uma redução marginal desses investimentos recentemente. No Brasil, o fundo investe na Sabesp, mas Howenstine não quis detalhar o valor nem a tese.Abaixo, os principais trechos da conversa:Com todas as variáveis geopolíticas que temos hoje, está mais difícil fazer uma análise baseada em fundamentos? É um momento desafiador porque o desempenho dos mercados tem sido influenciado por dois fatores que são bem diferentes entre si – e, ao mesmo tempo, provocam muita volatilidade. Um deles é o conflito entre os EUA e o Irã, e toda instabilidade macroeconômica associada a isso. O outro é a inteligência artificial. Vemos a AI como um superciclo de tecnologia, mas os investidores ficam o tempo inteiro tentando classificar as empresas como vencedoras, beneficiadas pela tecnologia, beneficiadas pela infraestrutura, perdedoras etc. Isso muda muito rápido, e gera grandes impactos nos preços das ações. Veja o que aconteceu com as empresas de software. No começo do ano, a tese dominante é que elas seriam destruídas pela AI. Mais recentemente, o mercado viu que algumas companhias têm valuations atrativos e poderão monetizar a AI em seus produtos e serviços. Navegar em meio a isso é um desafio. A boa notícia é que o crescimento dos lucros, de forma geral, tem sido positivo – e tem ido além do setor de tecnologia e para fora dos EUA, no Japão, na Europa e em mercados emergentes.Como está a exposição do fundo à AI? Reduzimos um pouco os investimentos em empresas de semicondutores, mas, de forma geral, buscamos ser neutros em nossa exposição à AI (em relação ao benchmark). A demanda é real e excede a oferta. Mas precisamos prestar atenção às valuations. Além disso, os vencedores podem ser encontrados em setores diferentes dos de hardware e semicondutores – podem ser empresas que estão usando AI para se tornar mais eficientes. Estamos procurando casos assim nos preços adequados. O fundo está overweight EUA e underweight Europa. Por quê? Essa posição é um reflexo de onde estamos encontrando ações com a melhor combinação de crescimento, qualidade, valuation e retornos de capital para os acionistas (via dividendos, por exemplo). Muita gente pensou que a Europa sofreria bastante com o conflito entre EUA e Irã, mas estamos vendo sinais importantes de resiliência da economia. Os dados de produção industrial estão mais fortes, indicando recuperação. Nossa visão para investir não é top-down, mas, dentro desse cenário macro positivo, encontramos empresas capazes de gerar bons retornos aos acionistas – com valuations mais atrativos, na média, que nos EUA.Nossas principais posições estão nos setores financeiro, industrial e de saúde. Também vemos oportunidades no Japão, que foi um mercado difícil de investir na maior parte dos últimos 25 anos, em razão dos desafios demográficos, baixo crescimento e baixa inflação.Agora vemos sinais de recuperação da economia…

🇧🇷📰 Impeachment de Moraes tranquilizaria o País, diz o dono da Gazeta do Povo (Brazil Journal) A Gazeta do Povo deixou há tempos de ser apenas o tradicional jornal de Curitiba. Sob o comando de Guilherme Cunha Pereira, o veículo abandonou o impresso, buscou uma audiência nacional no campo conservador e hoje tem a maior parte de seus 140 mil assinantes fora do Paraná.Esta aposta ganhou ainda mais importância para a família no ano passado, quando Guilherme e sua irmã Ana Amélia venderam sua participação na RPC, a afiliada da Globo no Paraná, para a família Lemanski, que já era sócia do negócio. Agora o foco de Guilherme está essencialmente na Gazeta – que chegou ao breakeven este ano depois de anos recebendo aportes dos controladores.09 08 Guilherme Cunha Pereira okMas agora, o empresário também decidiu assumir uma exposição que antes evitava: ser o rosto das opiniões do jornal. Com editoriais combativos publicados no Instagram da Gazeta, Guilherme está liderando uma cruzada contra “a hipertrofia do Judiciário” e abusos do Supremo Tribunal Federal, especialmente de Alexandre de Moraes. Num vídeo ontem à tarde, o publisher celebrou o afastamento do diretor-geral da PF, reclamou da “apatia cúmplice e covarde” de Davi Alcolumbre, o presidente do Senado, e disse que Moraes “se deslumbrou e lambuzou com a riqueza”. Pediu que todas as entidades e associações de classe se manifestem neste momento, e se dirigiu a Edson Fachin, o presidente do STF“Até quando, presidente Fachin, Vossa Excelência manterá em expectativa todo um País? Até quando adiará uma decisão que pode recolocar o Brasil no atalho para o retorno à normalidade democrática, e abrir espaço para eleições em um clima distendido, de paz e esperança? Reconheçamos todos o gesto de sexta-feira: o senhor de fato retirou do inquérito das fakes news o pedido que Alexandre de Moraes tinha feito para investigar André Mendonça. Foi muito correto e muito valioso. Mas não é hora, antes de mais nada, de suspender qualquer questionamento sobre a conduta do ministro André Mendonça?Diante de um pedido sem fundamento, um pedido inepto, não é verdade que qualquer juiz decente rechaça liminarmente o pedido?E o que o senhor fez? Trazendo a matéria para a própria presidência da Corte, determinou que a Procuradoria-Geral da República se manifestasse em cinco dias úteis sobre a admissibilidade e a regularidade do procedimento adotado por Alexandre de Moraes.O senhor não percebe o quanto é indigno de Vossa Excelência ter determinado diligências a partir de uma acusação completamente arbitrária? Feita de um modo canhestro num instrumento – o inquérito das fake news – completamente inapropriado?Se o senhor quer sinalizar aos brasileiros que ainda se pode ter alguma esperança no Supremo, não é hora de encerrar essa pseudoinvestigação contra Mendonça e de colocar todas as energias onde elas de fato devem estar?”Abaixo, trechos da conversa de Guilherme com o Brazil Journal.O senhor já vinha fazendo críticas duras ao STF há algum tempo. Diante do que aconteceu nos últimos dias, qual é a sua leitura do momento atual?Eu não tenho dúvida de que para o País é fundamental o afastamento do Alexandre de Moraes agora. É insustentável a permanência dele ali.Tanto pelas implicações que isso tem de fragilização de um dos Poderes do Estado, quanto porque não afastá-lo sinalizaria que não existe uma tentativa de reequilibrar a desordem institucional que está estabelecida.Então, o afastamento é fundamental. Se o plenário decidisse pelo afastamento de Alexandre de Moraes enquanto se iniciam as investigações, eu acho que isso seria uma tranquilização do País.Claro que essa é a solução ideal, mas isso também não retira a necessidade da abertura de um processo de impeachment contra ele.Acredita que o clima na sociedade já existe para que isso aconteça?Os vários veículos de comunicação, por assim dizer, despertaram para a inconveniência da permanência de Alexandre de Moraes – acho que já há uma unanimidade sobre isso, ou pelo menos sobre a necessidade de uma apuração. Mas…

🇧🇷📰 Por que a Vibra está abrindo postos como nunca (Brazil Journal) A Vibra Energia está adicionando novos postos de combustíveis à sua rede num ritmo jamais visto. A empresa colocou sua marca em 385 novos postos só no primeiro semestre, quase os 404 que abriu no ano passado inteiro, quando já havia registrado o maior volume de embandeiramento dos últimos cinco anos. “É um recorde histórico aqui dentro,” Vanessa Gordilho, a vice-presidente executiva de varejo da Vibra, disse ao Brazil JournalVanessa GordilhoOs números são um exemplo dos resultados para o mercado de combustíveis um ano após a Operação Carbono Oculto – que desencadeou uma série de outras investigações policiais e medidas do Governo Federal, Estados e reguladores contra ilegalidades e sonegação de impostos no setor.O Bradesco BBI disse num relatório recente que esse maior cerco às irregularidades está gerando uma migração de volumes para o mercado formal que tem beneficiado desde as gigantes do mercado, como Vibra, Ultrapar e Raízen, até redes menores.“O negócio ‘formal’ de distribuição de combustíveis nunca pareceu tão saudável. Falamos com quatro diferentes donos de redes e todos expressaram uma visão positiva sobre o atual cenário competitivo e de margens,” escreveu o time de analistas liderado por Vicente Falanga.Para a executiva da Vibra, “criou-se um ambiente mais propício para quem está trabalhando sério,” mas este não é o único fator por trás do crescimento do grupo, até porque também favoreceu rivais.O momentum favorável veio se somar a diversas medidas da Vibra para fortalecer sua rede, incluindo o uso de dados, inteligência artificial e trabalho em campo para apoiar os resultados de cada um de seus postos. “É uma mistura de coisas,” disse Vanessa. “Se a repressão aos sonegadores tivesse acontecido e não tivéssemos trabalhado, não conseguiríamos crescer da forma que crescemos.”A estratégia levou não só ao recorde em novos postos, mas também a uma redução de 45% no churn da rede da companhia na comparação anual, disse a executiva. “Nós reativamos 80 postos que estavam já abandonados pelos donos, e fizemos um trabalho de base para esses postos voltarem a atuar como deveriam na ponta.”A ação da Vibra sobe cerca de 70% nos últimos 12 meses. A ação da Ultrapar, dona da Ipiranga, avança 105%. Mesmo depois dessa alta, o time do Bradesco segue com uma visão otimista para o setor, citando um recente reforço da fiscalização contra postos irregulares no Rio de Janeiro, por exemplo, e outros projetos de lei que ajudarão no combate às ilegalidades.“Identificamos cinco medidas da agenda da legalidade dos combustíveis que devem avançar até o fim do ano e podem trazer mais ventos favoráveis para os players formais, provavelmente resultando em mais ganhos de market share e margens saudáveis,” disseram os analistas.The post Por que a Vibra está abrindo postos como nunca appeared first on Brazil Journal. https://ift.tt/RbNU7aV

++‘Lutando pela sobrevivência’: empresas canadenses sofrem com impacto de tarifas dos EUA. Saiba mais: https://t.co/lM0dMGA5KC https://t.co/KmMHiA5SZ7 (Bloomberg Línea)

++Brasil perde mercado automotivo na Argentina com avanço de carros chineses, diz Anfavea. Saiba mais: https://t.co/0xfmHQSoWE https://t.co/1nM1ftZRUv (Bloomberg Línea)

++Venezuelanos se dividem sobre acordo de petróleo com Trump, segundo pesquisa. Saiba mais: https://t.co/h6jXCEccvz https://t.co/mRQHewUMWH (Bloomberg Línea)

🇧🇷📰 A OpenAI pode estar fazendo história na matemática (Brazil Journal) A OpenAI acaba de anunciar que uma inteligência artificial pode ter resolvido um dos sete Problemas do Milênio – alguns dos problemas matemáticos mais difíceis ainda em aberto.Se a demonstração resistir ao escrutínio da comunidade matemática, este será apenas o segundo problema resolvido desde que a lista foi criada em 2000 – e o primeiro cuja solução terá sido encontrada essencialmente por máquinas.O problema é conhecido de qualquer estudante de engenharia.As equações de Navier-Stokes descrevem o movimento dos fluidos: a água num cano, o ar em torno de uma asa, o sangue numa artéria, as correntes atmosféricas.Elas existem desde o século XIX e funcionam extraordinariamente bem. O que ninguém sabia era se, em certas condições, poderiam produzir uma singularidade – um ponto em que a velocidade do fluido cresce sem limite em tempo finito.Em bom português: ninguém sabia se Navier-Stokes poderia explodir.A resposta encontrada pela OpenAI parece ser: sim.O sistema construiu uma configuração em que um fluido inicialmente regular desenvolve um vórtice cada vez mais fino e veloz, até que a velocidade diverge. Se a prova estiver correta, isso basta para resolver uma das formulações oficiais do problema.Mas talvez a solução seja menos importante que a maneira como ela foi encontrada.A OpenAI não simplesmente abriu o ChatGPT e pediu: “resolva Navier-Stokes”. Montou algo mais parecido com um instituto de pesquisa artificial.Cerca de 10 mil agentes de AI trabalharam em paralelo, explorando caminhos diferentes, escrevendo código, testando hipóteses e compartilhando resultados.Parte deles foi desviada para um problema relacionado: as equações de Euler. O avanço obtido ali ajudou a orientar o esforço principal. O Codex (o coding agent da OpenAI) foi usado para consolidar os resultados mais promissores dos diferentes grupos e redistribuí-los aos demais agentes.Ao fim de cerca de 88 horas, o sistema chegou à demonstração. Foram 2,7 milhões de mensagens e, só nesse esforço, aproximadamente 130 bilhões de tokens foram usados.A OpenAI não revelou quanto isso custou. Mas há uma forma interessante de colocar o número em perspectiva: se esses mesmos 130 bilhões de tokens fossem comprados pelo preço de tabela do novo GPT-6 Astra, custariam US$ 6,5 milhões. A comparação é apenas ilustrativa; o modelo usado na pesquisa é interno e, segundo a própria OpenAI, significativamente mais avançado que o Astra.Depois, a demonstração foi formalizada e verificada em Lean, uma linguagem usada para conferir provas matemáticas passo a passo.É difícil olhar para isso e continuar pensando em inteligência artificial apenas como um software que responde perguntas.O que começa a surgir é uma nova forma de produzir conhecimento.Imagine milhares de pesquisadores trabalhando simultaneamente, tentando abordagens diferentes, abandonando rapidamente as que não funcionam e compartilhando qualquer avanço útil ao resto do grupo.Agora retire a necessidade de contratar, organizar, (ou sequer encontrar) esses milhares de pesquisadores.Há ressalvas, naturalmente.A prova ainda precisa ser examinada por matemáticos independentes. O Clay Mathematics Institute só reconhece oficialmente uma solução depois de um longo processo de publicação, revisão e aceitação pela comunidade.E há uma polêmica paralela.Os matemáticos Tristan Buckmaster, da NYU, e Levent Alpöge, da Anthropic, trabalhavam em questões próximas e usavam o Codex durante a pesquisa. Buckmaster levantou então a hipótese de que o novo modelo pudesse ter tido acesso às sessões privadas em que ambos desenvolviam seus trabalhos, ou ter sido treinado com esse material.Na internet, a pergunta rapidamente virou uma acusação: a de que a OpenAI teria usado os registros privados do Codex para chegar à solução.A OpenAI afirma que nem seus pesquisadores nem seus agentes tiveram acesso ao trabalho da dupla antes de sua publicação, e que nenhum dado específico desses usuários foi consultado. A empresa diz apenas não poder…

++iPhone dobrável de mais de US$ 2.000 levou uma década para sair do papel na Apple. Saiba mais: https://t.co/KaD4klDUSY https://t.co/sBRtvn8qiY (Bloomberg Línea)

++Chanceler alemão promete medidas após vitória da extrema direita: ‘profundamente chocado’. Leia a matéria na íntegra: https://t.co/fFYBBk8py8 O partido de extrema direita Alternativa para a Alemanha (AfD) obteve, neste domingo (6), seu melhor resultado de todos os tempos em uma eleição estadual, em meio ao crescente descontentamento da população com a classe política, desferindo um forte golpe contra o chanceler Friedrich Merz. A AfD obteve 44,5% dos votos no estado de Saxônia-Anhalt, no leste do país, bem à frente da União Democrata Cristã (CDU), que há muito tempo governa a região, com 18,5%, de acordo com as primeiras projeções divulgadas pela ARD. (Bloomberg Línea)

🗓 Pregão do dia 08/set/2026 #fechamento (por Filipe Villegas) 📊 Fechamento: 🇧🇷 Ibovespa: +1,20% (187.367 pontos) 💵 Dólar Futuro: -0,83% (R$ 5,0841) 📈 Maiores altas do Ibovespa: --MRV ON (#MRVE3) / R$ 5,81 / +4,68% --Siderúrgica Nacional ON (#CSNA3) / R$ 6,62 / +4,09% --Cemig PN (#CMIG4) / R$ 11,70 / +3,91% --YDUQS ON (#YDUQ3) / R$ 9,95 / +3,22% --Fleury ON (#FLRY3) / R$ 20,78 / +3,02% 📉 Maiores baixas do Ibovespa: --Arezzo ON (#AZZA3) / R$ 17,05 / -3,62% --Vivara ON (#VIVA3) / R$ 22,80 / -1,43% --Porto Seguro ON (#PSSA3) / R$ 51,15 / -0,99% --Hapvida ON (#HAPV3) / R$ 7,19 / -0,96% --Usiminas PNA (#USIM5) / R$ 7,56 / -0,92% 🔼 Maiores Contribuições de alta: PETR4, PETR3, ITUB4, AXIA3 e BBDC4. 🔁 Mais Negociadas (Vol. Financeiro) do Ibovespa: --Petrobras PN (#PETR4) / R$ 1,65 bilhão --Vale ON (#VALE3) / R$ 1,41 bilhão --Sabesp ON (#SBSP3) / R$ 1,40 bilhão --Axia Energia ON (#AXIA3) / R$ 1,04 bilhão --Banco BTG Pactual UNT (#BPAC11) / R$ 1,01 bilhão @filipevillegas | CNPI-P | Genial Investimentos 📢 Quer mais análises exclusivas? Assine o VIP: https://t.me/infoacaovipbot

++Bank of America eleva ações brasileiras por espaço para cortes de juros. Saiba mais: https://t.co/momwgoPuNl https://t.co/ccpATjueKy (Bloomberg Línea)

++Investidores conservadores levam pressão sobre políticas de saúde trans à Nike. Saiba mais: https://t.co/kJgi9ihSDv https://t.co/MnuAbYWd45 (Bloomberg Línea)

++Índice encerrou a terça-feira (8) aos 187.367 pontos, no maior patamar desde maio, após pesquisa BTG Pactual/Nexus apontar Flávio Bolsonaro à frente de Lula em eventual segundo turno https://t.co/qi4WhAAMNx (Bloomberg Línea)

🇧🇷📰 Quanto vale a Foz do Amazonas para a Petrobras? As contas do Scotiabank (Brazil Journal) Eleições? Para a Petrobras, as definições sobre a exploração da Foz do Amazonas serão bem mais importantes do que o resultado das urnas neste ano. Esta é a visão dos analistas do ScotiaBank, Jorge Gabrich e Pedro Nascimento, que se debruçaram sobre as perspectivas para essa nova fronteira da indústria de óleo e gás do País num relatório recente.Além do potencial para gerar bilhões de dólares em valor com suas reservas estimadas, a região é vista como fundamental para manter os níveis de produção da Petrobras para além de 2032, a partir de quando seus campos atuais sofrerão um declínio relevante.Só em sua porção noroeste, uma de suas três subdivisões, onde uma primeira perfuração confirmou a descoberta de Morpho, a Bacia da Foz do Amazonas poderia receber cinco navios-plataforma, que extrairiam um total de 4,73 bilhões de barris ao longo do programa exploratório, estimaram os analistas. O pico de produção nessa área poderia ser atingido em 2038 com 842 mil barris por dia de óleo, ou 899 mil bpd incluindo gás. A título de comparação: os números se aproximam dos campos de Búzios e Tupi, os maiores da Petrobras, no pré-sal, que produzem na faixa de 1 milhão de barris por dia cada. E essa é uma pequena parte de um potencial bem maior. A Bacia da Foz do Amazonas é subdividida em três áreas: noroeste, cone do Amazonas e sudeste. E ela é apenas a primeira a ser explorada na chamada Margem Equatorial. A região entre as costas do Amapá e do Rio Grande do Norte ainda contempla as Bacias do Pará-Maranhão, de Barreirinhas, do Ceará e Potiguar. Em termos de retornos, só essa primeira porção noroeste da Foz do Amazonas poderia gerar um valor presente líquido (NPV) de US$ 15,9 bilhões, considerando um Brent médio de US$ 70 por barril.Isso equivale a cerca de 14% do valuation da Petrobras, adicionando R$ 6,65 por ação em valor à companhia, disseram os analistas.Com um Brent a US$ 80, o valor presente líquido subiria para US$ 20,3 bilhões.O cálculo do time do ScotiaBank levou em conta um capex estimado em impressionantes US$ 36 bilhões, com um pico de desembolsos de US$ 4 bilhões em 2034 e o primeiro óleo em 2033.Embora as datas pareçam distantes, a decisão de investimento para que isso possa se tornar realidade precisa acontecer anos antes, já no próximo Governo.Ainda assim, a disputa presidencial não é considerada um tema preocupante porque a Petrobras precisará explorar essas reservas “qualquer que seja o resultado das eleições,” disseram os analistas no relatório.“É por isso que o plano (de negócios da Petrobras) para entre 2027 e 2031 e as subsequentes sinalizações sobre contratações (de equipamentos para a Foz do Amazonas) dirão bem mais (sobre o futuro da companhia) do que a eleição em si.”Hoje, segundo o time do ScotiaBank, o valor da ação da Petrobras implica que o mercado está precificando ZERO da potencial nova fronteira de produção.O  banco canadense tem um preço-alvo para a ação da Petrobras de R$ 54,68.Colocando na conta 40% de chances de sucesso na exploração somente da primeira porção da Foz do Amazonas, o ScotiaBank vê um preço-alvo “sob risco” de R$ 57,34 – um upside de 22% frente ao valor por ação no dia em que o relatório foi escrito.“O principal risco é de que a descoberta verificada não chegue a um desenvolvimento comercial na escala que modelamos. Recursos menores, ou menor recuperação, e atrasos em aprovações ou no primeiro óleo poderiam reduzir a capacidade do programa de prolongar o platô de produção,” disseram os analistas. A Petrobras e especialistas avaliam que a região da Margem Equatorial tem potencial geológico semelhante ao de grandes descobertas de petróleo nas vizinhas Guiana, Guiana Francesa e Suriname.Na Guiana, a exploração da margem equatorial local levou a produção a sair de menos de 100 mil barris no começo da década para 900 mil atualmente, com projeções de que possa atingir 1,7 milhões em 2030. Essa oferta está puxando o PIB do país, que tem crescido em …

++Agro é tech: um em cada seis agricultores no mundo já usa IA generativa, diz McKinsey. Saiba mais: https://t.co/Pq4dqzXYRI https://t.co/nVPhaCkER0 (Bloomberg Línea)

🇧🇷📰 IRB: novas regras estimulam mercado de seguros e resseguros (Brazil Journal) O Senado aprovou na semana passada dois projetos de lei com potencial transformacional para o mercado de seguros e resseguros do País – em particular para os negócios do IRB.    Algumas mudanças de regras já eram esperadas, mas uma delas, referente ao agronegócio, não estava no radar do mercado: o Projeto de Lei 2.951/2024 coloca o subsídio ao seguro agro como uma despesa obrigatória, prevista no Orçamento. “No crédito agrícola, o juro é subsidiado, mas o seguro não. Não temos nem 3% da área plantada segurada”, o CEO do IRB, Marcos Falcão, disse ao Brazil Journal.Segundo o executivo, o seguro agro no mundo é um “seguro de PIB”.01 30 Marcos Falcao ok“Os governos, preocupados com a economia das regiões agrícolas, concedem seguro subsidiado para garantir que o produtor, em caso de quebra de safra, não perca o custo que investiu na terra, que é mais ou menos 70% do valor da safra,” disse. No IRB, o seguro rural representou 16% dos prêmios ganhos nos últimos 12 meses no Brasil.As outras mudanças – no Projeto de Lei 3.540/2026 – prevêem a redução de 15% para 9% da alíquota de CSLL das resseguradoras locais a partir de janeiro de 2027, e o fim do adicional de 10% de IR a partir de 2030. Essas medidas corrigem uma distorção tributária que vinha penalizando a indústria de resseguro local. Para os grandes grupos, era mais vantajoso fazer seguro no Brasil e o resseguro em suas próprias resseguradoras externas, levando os prêmios de resseguro e os impostos para fora. “O governo está trazendo a tributação brasileira para níveis internacionais, preocupado com a competitividade das empresas locais,” disse Falcão. “Isso vai incentivar a poupança interna, a abertura de resseguradoras locais, o aumento de volumes de operações, além de atrair os melhores profissionais.”O segundo projeto de lei também extingue, a partir de janeiro de 2027, o limite de 30% anual para a compensação de prejuízos fiscais e bases negativas de CSLL não utilizados integralmente em até três anos, incluindo o estoque já existente. Segundo Eduardo Rosman, que cobre o IRB no BTG, este último ponto é particularmente relevante para a empresa, “considerando seu estoque de aproximadamente R$ 2,3 bilhões em créditos tributários ao final do 2T26.”“No total, o projeto reduz gradualmente a alíquota tributária combinada de 40% atualmente para 34% em 2027, chegando a 24% a partir de 2030, além de acelerar a monetização dos ativos fiscais diferidos do IRB”, Rosman disse num relatório a clientes. A análise preliminar do BTG sugere que as medidas  podem aumentar o valor de mercado do IRB em mais de 20%.“Já tínhamos uma visão construtiva sobre a tese de investimento do IRB antes dos novos acontecimentos, que reforçam ainda mais essa visão.”Rosman recomenda “compra”, com preço-alvo de R$ 75 para o papel.  A ação do IRB negocia hoje a R$ 62,12. A empresa vale R$ 5 bilhões na Bolsa.Para Falcão, as medidas não impactam apenas o IRB: “Os incentivos para as resseguradoras irem embora do Brasil foram estancados. Isso vai criar uma animação no setor e vamos ouvir de novo aquela história do hub do resseguro no País,” disse o CEO. The post IRB: novas regras estimulam mercado de seguros e resseguros appeared first on Brazil Journal. https://ift.tt/6TFK4V3