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Sanar | Residência Médica

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Temos a metodologia + equipe certa para que você a conquiste a aprovação.🤘💚 → Se tem prova, a gente aprova! #ConfiaQueDá IG: sanar.residenciamedica

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📈 Analytical overview of Telegram channel Sanar | Residência Médica

Channel Sanar | Residência Médica (@sanarmed2021) in the Portuguese language segment is an active participant. Currently, the community unites 10 084 subscribers, ranking 2 500 in the Medicine category and 6 123 in the Brazil region.

📊 Audience metrics and dynamics

Since its creation on невідомо, the project has demonstrated rapid growth, gathering an audience of 10 084 subscribers.

According to the latest data from 26 January, 2025, the channel demonstrates stable activity. Although there has been a change in the number of participants by 27 over the last 30 days and by 0 over the last 24 hours, overall reach remains high.

  • Verification status: Not verified
  • Engagement rate (ER): The average audience engagement rate is 0%. Within the first 24 hours after publication, content typically collects N/A% reactions from the total number of subscribers.
  • Post reach: On average, each post receives 0 views. Within the first day, a publication typically gains 0 views.
  • Reactions and interaction: The audience actively supports content: the average number of reactions per post is 0.

📝 Description and content policy

The author describes the resource as a platform for expressing subjective opinions:
Temos a metodologia + equipe certa para que você a conquiste a aprovação.🤘💚 → Se tem prova, a gente aprova! #ConfiaQueDá IG: sanar.residenciamedica

Thanks to the high frequency of updates (latest data received on 27 January, 2025), the channel maintains relevance and a high level of publication reach. Analytics show that the audience actively interacts with content, making it an important point of influence in the Medicine category.

10 084
Subscribers
No data24 hours
-77 days
+2730 days
Posts Archive
📝 Comentário: A doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), a mais frequente das afecções esofágicas, é uma condição comum e crônica. A maioria dos pacientes com DRGE necessita de tratamento médico durante toda a vida, e alguns deles apresentam complicações graves, como úlcera, estenose esofágica e esôfago de Barret. O tratamento cirúrgico é indicado para pacientes com complicações da DRGE ou com tratamento clínico ineficaz. Atualmente, a fundoplicatura gástrica é o procedimento cirúrgico disponível mais efetivo para o tratamento da DRGE. Dentre as opções cirúrgicas existentes, a técnica de Nissen representa o procedimento “padrão-ouro” no tratamento desta afecção. Entretanto, apesar de ser bastante utilizada, a cirurgia de Nissen não é livre de complicações pós-operatórias. Dentre estas, podem ser citadas disfagia, distensão gástrica, incapacidade para eructar e vomitar, dor epigástrica e flatulência. Após a fundoplicatura de Nissen, a disfagia é uma queixa frequente, sendo mais comum durante os primeiros meses pós-operatórios, com tendência a desaparecer no decorrer do período. Alguns estudos relatam, como possíveis causas, alterações secundárias ao edema pós-operatório na região manipulada, embora seu mecanismo não esteja definido Nível de dificuldade: Moderado

O refluxo gastroesofagiano pode ser tratado por diferentes técnicas cirúrgicas. As fundoplicaturas com diversas variações tem sido utilizadas com sucesso. A fundoplicatura considerada como padrão no tratamento desta afecção é denominada técnica de:
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Questão de cirurgia chegando! 🔪💀

Boa tarde Temos um super convite para vocês Topa bater um papo com a gente sobre sua experiência com o sanarmed.com? Caso tenha interesse em participar, preencha esse formulário com os seus dados: https://forms.gle/oqBdb2va6ukB9fCV7 Caso seja selecionado, entraremos em contato por e-mail pra marcar um papo de 30 minutos, via Google Meet, no melhor horário/dia para você. Quem for selecionado da entrevista e participar do papo, ganhará um voucher para usar no Ifood

📝 Comentário: A ciclotímia é um transtorno crônico de humor onde o paciente apresenta com diversos episódios de sintomas de hipomania, não necessariamente cumprindo critério diagnóstico para estabelecer o quadro, e diversos episódios depressivos sem cumprir critério diagnóstico para depressão maior. Apesar de ser um quadro mais brando que o transtorno bipolar tipo II, é caracterizado pela duração prolongada. Para que o diagnóstico de ciclotimia seja fechado, os sintomas devem estar presentes por pelo menos 2 anos e não estão ausentes por mais de 2 meses consecutivos. Alternativa A: INCORRETA. O transtorno distímico é caracterizado por sintomas de depressão com duração prolongada, devendo estar presente por ao menos 2 anos sem períodos de remissão por mais de 2 meses. Apesar dos sintomas depressivos, hipomania não faz parte do quadro clínico do transtorno distímico. Alternativa B: CORRETA. Sintomas de hipomania e depressão menor por períodos prolongados de tempo caracterizam um diagnóstico de ciclotimia. Alternativa C: INCORRETA. O transtorno de humor bipolar tipo I é caracterizado pela presença de episódios de mania, não de hipomania. Alternativa D: INCORRETA. No transtorno de humor bipolar tipo II, apesar de episódios de hipomania serem observados, o diagnóstico necessita de pelo menos um episódio de depressão maior, não de depressão menor. Nível de dificuldade: Moderado

Assinale o diagnóstico que corretamente se relaciona com a descrição sintomatológica apresentada.
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Pacientes com esse transtorno se caracterizam por ter um distúrbio do humor crônico e flutuante, com muitos períodos de hipomania e de depressão menor. Apresentam dificuldades conjugais devido à natureza imprevisível de suas mudanças de humor e a irritabilidade acentuada. Também é comum, nesses pacientes, o abuso de álcool e outras substâncias.

Questão de psiquiatria chegando! 🧠

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Tratamento da dissecção 🫀🫀 1º controle da dor, geralmente precisa de mofina 2º controle da frequência cardíaca, para ficar em torno de 55-60, você pode usar beta bloqueador com metoprolol e esmolol. 3º: se o controle da frequência não controlar a pressão junto, você vai ter que usar um vasodilatador como Nipride a nitroglicerina alvo de PA 12 por 8 em 30 minutos 4º é chamar a cirurgia cardíaca

📝 Comentário: O câncer de bexiga é o 9º câncer mais frequente no mundo, com incidência estimada anual de 330.000 casos novos por ano em homens e 99.000 em mulheres. Segundo o INCA, o tipo histológico mais comum é o carcinoma urotelial ou carcinoma de células transicionais, que corresponde a 90% dos casos. Nível de dificuldade: Moderado

Qual a neoplasia de bexiga corresponde à 90% dos casos segundo o INCA?
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Segunda com questão chegando para vocês!

Do nascimento à adolescência, o crescimento físico é expressivo, porém sempre mantendo as proporções dos segmentos corporais. A afirmativa acima é:
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❓❔V ou F chegando para vocês!

📝 Comentário: A metformina, hipoglicemiante mais difundido em nosso meio, deve ser suspenta quando a creatinina sérica supera 1,5 mg/ dL em homens (1,4 mg/ dL em mulheres) ou a TFG torne-se inferior a 30. Alternativa A: Incorreto. Iniciamos cinco anos após o diagnóstico o rastreamento de lesões de órgão alvo do diabetes melito... tipo 1! Por ocasião do diagnóstico do tipo 2, realizamos o rastreamento de imediato. Alternativa B: Incorreto. Diabéticos (principalmente tipo 1) podem evoluir com osteopenia diabética, que tende a ter PIORA com glitazonas. Alternativa C: Correto! As gliflozinas a cada dia mostram-se mais poderosas no contexto da "diabesidade"". Alternativa D: Incorreto. Função renal normal! Pode perfeitamente bem utilizar hipoglicemiantes orais. Basta o cuidado com a osteopenia. Nível de dificuldade: Moderado

Qual a alternativa correta?
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Sobre o caso, marque a assertiva correta: A) A paciente deve receber orientações de avaliação e prevenção do pé diabético nesta consulta. A triagem para as demais lesões de órgão-alvo (doença renal do diabético e retinopatia deve iniciar 5 anos após o diagnóstico. B) Devido ao quadro de osteopenia e controle pressórico adequado, as terapias que incluam glitazonas (tiazolidinedionas devem ser priorizadas. C) Devido ao contexto da “diabesidade” (diabetes + obesidade, as terapias que incluam gliflozinas (inibidores do SGLT2 e/ou análogos GLP-1 mostram-se muito pertinentes para o caso em questão. D) A paciente tem contraindicações ao uso de antidiabéticos orais. Neste caso, a prioridade é a suspensão da metformina XR e a introdução da insulina degludeca.

Ana Maria, 56 anos, professora do ensino médio, vem à consulta queixando-se de ganho de peso e “glicemia alterada”, associados ao período de isolamento social imposto pela pandemia. Nega aumento da sede ou alterações urinárias. Apresentava, previamente a essa visita, o diagnóstico de “pré-diabetes”, e está em uso regular de metformina XR 500 mg/dia há 2 anos. Faz uso de cálcio+vitamina D3 500mg+1000 UI para osteopenia. Ao exame, apresenta-se em bom estado geral, com índice de massa corpórea de 32 kg/m², presença de acantose nigricans, pressão arterial de 122x90 mmHg e circunferência abdominal de 94 cm. Trouxe os seguintes exames: glicemia de jejum: 180 mg/d, hemoglobina glicada: 8,2%, peptidio C: 3,2 ng/ml (referência: 1,1-4,4), ureia: 32 mg/dl e creatinina 0,8 mg/dl.

📝 Comentário: Paciente com quadro evidente de pneumonia (tosse + mal estar agudos + crepitações à ausculta) com achados inflamatórios (SIRS: FC > 90bpm, FR > 20 ipm) e sinal importante de disfunção hemodinâmica devido a hipotensão (PAS ≤ 90mmHg). Este cenário denomina-se: sepse de foco pulmonar. Devemos prosseguir o escore CRB65 (pois não temos resultado de ureia) para estratificação da gravidade do paciente, apenas de forma didática, pois seguindo protocolos de sepse, esse paciente já teria indicação de internação pelo qSOFA. No CRB65, ele pontua apenas na idade, mas este critério isolado não indica internação. Sendo assim, o ideal é seguir internação por comorbidades (provável DPOC, ex-etilista, HAS), tendência a hipoxemia, além da indicação pelo critério de sepse. As alternativas não estão bem feitas, mas vamos avaliá-las uma a uma: Alternativa A: Correta. Temos uma infecção pulmonar, melhor denominada de sepse pulmonar. Concluímos que por isso deve ser internado em enfermaria e, portanto, receber um beta-lactâmico associado a uma macrolídeo. Alternativa B: Incorreta. Aqui, temos a denominação correta, a indicação de internação, porém o uso isolado de um beta-lactâmico com inibidor de beta-lactamase só deveria ser realizado se tivéssemos um exame excluindo a presença de Legionella. Como não temos, precisaríamos associar um macrolídeo. Alternativa C: Incorreta. Internação em UTI não é necessária, tanto pelos escores de sepse como de pneumonia.  Alternativa D: Incorreta. Idem a anterior, sem indicação de UTI. Nível de dificuldade: Moderado