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Seja bem-vindo e bem-vinda ao Canal do Contrapoder! Somos uma ferramenta político-programática que visa auxiliar na criação de um programa socialista para os trabalhadores brasileiros. À luta!

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Protesto em frente às Torres Gêmeas, no Recife. #JusticaParaMiguel

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#Curso Capitalismo e machismo estrutural – a visão de Heleieth Saffioti. A partir da leitura da socióloga Heleieth Saffioti pretende-se trazer o debate sobre as desigualdades de gênero no capitalismo brasileiro. Seu primeiro livro “A mulher na sociedade de classes: mito e realidade” inaugurou o campo de estudos da mulher nas ciências sociais. Suas elaborações são aportes para diversas áreas do conhecimento e da luta feminista. No curso destacaremos a contribuição da autora sobre a leitura da questão de gênero na sociedade brasileira a partir de duas de suas formulações: o patriarcado e o nó de gênero, raça/etnia e classe). O curso será ministrado pela professora: Daniele Motta e terá 4 aulas que serão realizadas nas segundas-feiras (08/06, 15/06 22/06 e 29/06, às 15h30, em nosso canal no YouTube. Inscrições e bibliografia: https://bit.ly/cursomachismoecapitalismo

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entes setores para podermos estar a altura de mudar essa situação de genocídio atualmente em curso que vivemos. Quebrar o isolamento da luta contra o genocídio é urgente e os acontecimentos que reverberam a partir de Minnesota mostram que isso é possível! Que a revolta que começou em Minnesota seja no Brasil uma convocação para todos da urgência e possibilidade real de avançar na luta contra a violência do Estado racista. Precisamos ampliar nossa luta por todos os meios necessários para demonstrar que aqui também não mais toleraremos a violência policial racista. A luta contra a violência do Estado é global e esse é o momento de fortalecermos nossos laços nessa luta! Por George Floyd, Rodrigo Cerqueira, Gabriel Silva Dantas, Juan Oliveira Ferreira e tantos outros. São Paulo, 02/06/2020.

Nota da Rede de Proteção e Resistência ao Genocídio em apoio a revolta contra a violência do Estado nos EUA. Desde o dia 25/05, a partir do assassinato absurdo de George Floyd por um policial em Minnesota nos EUA, protestos contra violência policial racista se espalharam por mais de 145 cidades de todo país. Apesar da forte repressão, eles continuam crescendo a cada dia, de forma que essa já é a maior revolta popular nos EUA desde 1968 quando explodiram motins urbanos em todo o país após o assassinato do Rev. Dr. Martin Luther King Jr. Expressivos protestos de solidariedade contra a violência racista dos Estados também aconteceram nesse último fim de semana por diferentes cidades do mundo, como Rio de Janeiro, São Paulo, Tokyo, Jerusalém, Berlim, Paris, Londres e Toronto. No Brasil a violência racista do Estado e do Capital tem se expressado tanto pela imensa quantidade de pretos, pobres e periféricos deixados morrer na pandemia - sem poder fazer quarentena por não disporem de uma política de renda mínima real e sem acesso a um serviço público de saúde adequado - quanto pela intensificação do genocídio provocado pelas forças policiais. Apenas para citar alguns casos recentes acompanhados e denunciados por essa de Rede de Proteção e Resistência Contra o Genocídio: No 20/05 foi assassinado pela polícia o Rodrigo Cerqueira, 19 anos, enquanto trabalhava como vendedor ambulante. No dia 21/05 foi assassinado o jovem Gabriel Silva Dantas, 15 anos. No 22/05 foi assassinado o jovem Juan Oliveira Ferreira, 16 anos, na sua própria casa por um policial. Em 17/03 Felipe Santos Miranda, 18 anos, que é negro, e Brayam Ferreira dos Santos, 16, foram mortos a tiros. No dia seguinte, 18/03, Igor Bernardo dos Santos, 17, foi também morto a tiros na mesma região. Cauã Alves de Almeida, 16 anos, que levou um tiro no rosto, chegou a ser hospitalizado, mas morreu. Um grupo de policiais militares de São Paulo deixou dois jovens, Ni e Ruan, baleados sem atendimento médico na rua em Osasco. Os dois morreram. Pessoas que presenciaram a ação policial revoltadas com a falta de socorro, começaram a protestar reivindicando que os meninos fossem socorridos, a polícia reprimiu a multidão com muita violência e bombas de gás. E David Nascimento dos Santos, 23 anos, assassinado na noite de sexta-feira (24/4), depois de ser abordado por PMs e colocado numa viatura do 5° Baep (Batalhão de Operações Especiais), moradores da Favela do Areião, no Jaguaré, zona oeste da cidade de São Paulo, sentem medo. Há tambem os casos de Igor, menino de 16 anos morto pela polícia com o tiro na cabeça. O de Kawan, da Vila Alba, adolescente de 16 anos que às nove da manhã foi assassinado com o tiro na cabeça. Igor, Felipe e Kawan assassinados na Cidade Tiradentes. David que foi raptado por policiais e assassinado, quando estava esperando uma entrega em frente de sua casa, no Areião, Jaguaré. E o Adriano Mariano de 17 anos assassinado na Cidade Tiradentes. A dupla Bolsonaro e Dória tem estimulado uma ampliação sistemática da violência policial em São Paulo. Segundo os dados oficiais (obviamente subnotificados) da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, nos primeiros três meses deste ano, a PM matou 255 pessoas, isso é, a cada oito horas e meia um policial militar do Estado de São Paulo mata uma pessoa em ocorrência posteriormente registrada como “morte decorrente de intervenção policial”, é a maior taxa de letalidade da série histórica divulgada pelo Governo Paulista, iniciada em 1996. A Rede faz cotidianamente essa luta contra a violência policial junto às comunidades, mas infelizmente sabemos que a maior parte da chamada “esquerda brasileira” que está empolgada com os acontecimento nos EUA raramente participa dessa luta. Os assassinatos policiais na quebrada se perdem nas estatísticas, as ações de solidariedade com as familiares são raras, os protestos de familiares que ocorrem periodicamente nas periferias são normalmente ignorados pelas principais organizações e partidos políticos. É preciso que no Brasil também haja solidariedade entre difer

Desde as primeiras revoluções que constituíram o capitalismo moderno, de tempos em tempo, ressurge em forma de uma tsunami negra, as vozes dos que foram devorados, dilacerados pelo terror da escravidão: Nós exigimos o nosso pertencimento à humanidade! Em meio à um mundo dividido em dois grandes blocos de influências, se levanta uma dessas tsunamis, no coração do capitalismo pós 2ª Guerra Mundial. Martin Luther King, em 1963, reuni milhares para pacificamente pedirem seu direito à humanidade, ele acreditava na que era possível que os negros fossem incluídos na democracia burguesa. A resposta? Em 1968, King é assassinado. No mesmo momentos em que a notícia chega ao bairros negros, a revolta se alastra e o movimento toma ares bem mais radicais. Em África, os negros decidem que arrancarão também sua humanidade, querem liberdade de seus senhores! Em Cuba, na Argélia, a tsunami se alastra cada vez mais. Mas não foi dessa vez... Em meio ao mandato do primeiro presidente negro dos EUA, os negros se levantam, não pedem, pois aprenderam com seus ancestrais que a nossa humanidade deve ser arrancada, por qualquer meio necessário. Tomam as ruas, queimam delegacias, enfrentam a polícia e, com o mesmo ódio e a mesma força com que os negros haitianos enfrentaram os mais fortes exércitos brancos, eles gritam: As nossas Vidas importam! O capitalismo é uma besta insaciável devoradora de carne negra. Para nós nunca existiu essa tal modernidade, desenvolvimento, iluminação, sempre foi chicote e bala. Não temos mais medo. #tbt #contrapoder #martinlutherkingjr #minneapolisprotests #Riot2020 #vidasnegrasimportam #BlacklivesMaters #GeorgeFloyd

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Londres contra o racismo. Hoje aconteceu uma manifestação histórica contra o racismo e em homenagem à #GeorgeFloyd em Londres. Os atos vem ganhando o mundo: Paris, Amsterdam, Bruxelas, Wellington, Sidney, Curitiba, Rio de Janeiro, Cidade do México, Atenas... Todos contra o Racismo. Foto de: Hannah McKay /Reuters #London #BlacklivesMaters #vidasnegrasimportam #racismonão #Riot2020 #Minneapolis #londonprotest #minneapolisprotests #allpowertothepeople #todopoderaopovo #contrapoder

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#Afinado13: Amara Moira: Corpos que resistem! O Afinado entra no mês do Orgulho LGBT com a escritora, doutora pela Unicamp e professora de Literatura Amara Moira! Travesti e uma das maiores figuras do movimento LGBT brasileiro, Amara conversa conosco sobre a história desta comunidade tão perseguida e as perspectivas para o futuro. Ouça aqui: Site: https://bit.ly/afinado13site Spotify: https://bit.ly/afinado13spotify Deezer: https://bit.ly/afinado13deezer

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Ontem teve um importante ato em Curitiba contra o genocídio da população negra. O ato foi muito grande e duramente reprimido pela polícia. A manifestação vem junto com os importantes atos antifascista e as manifestações americanas pela memória de #GeorgeFloyd. #Vidasnegrasimportam #BlacklivesMaters #contrapoder #minneapolisprotests

Editorial: No meio de uma pandemia letal, com o desemprego em franca escalada, o Brasil chega ao clímax da crise política que se arrasta pelo menos desde as Jornadas de Junho de 2013. O braço de ferro entre Bolsonaro e o STF coloca na ordem do dia a possibilidade iminente de uma ruptura institucional. Como evitar a marcha trágica dos acontecimentos? Este é o tema de nosso editorial da semana. Leia aqui: https://contrapoder.net/editorial/quem-detem-bolsonaro/