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Seja bem-vindo e bem-vinda ao Canal do Contrapoder! Somos uma ferramenta político-programática que visa auxiliar na criação de um programa socialista para os trabalhadores brasileiros. À luta!

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Galera! 2021 acabou e vamos tirar uns dias para recuperar o fôlego. Se cuidem, usem máscara, se vacinem, bebam bastante água.
Galera! 2021 acabou e vamos tirar uns dias para recuperar o fôlego. Se cuidem, usem máscara, se vacinem, bebam bastante água. Não marquem bobeira. Voltamos no final do mês!

Neste dia, em 1898, nasceu Luís Carlos Prestes, o Cavaleiro da Esperança. "O mal do 'intelectual' brasileiro é esse, é que el
Neste dia, em 1898, nasceu Luís Carlos Prestes, o Cavaleiro da Esperança. "O mal do 'intelectual' brasileiro é esse, é que ele idealiza um socialismo, um socialismo tirado da caixola dele e como esse socialismo não coincide com o socialismo real, então ele combate o socialismo real O socialismo real surgiu de um país capitalista e não se muda a sociedade da noite pro dia A cabeça dos homens é a última coisa que muda" Prestes

A proibição não funciona e ainda provoca violência e corrupção. Por que então é tão difícil acabar com a Guerra às Drogas? Po
A proibição não funciona e ainda provoca violência e corrupção. Por que então é tão difícil acabar com a Guerra às Drogas? Porque a Guerra às Drogas é na verdade um instrumento para a Guerra aos Pobres, uma extraordinária operação ideológica que transforma luta de classes em combate ao crime em defesa da saúde e ainda constrói um mercado ilegal que seduz jovens em todo mundo. A Guerra aos Pobres disfarçada de Guerra às Drogas é um instrumento de contrarrevolução preventivo, ideal para barris de pólvora como o Brasil.

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Neste dia, em que comemoramos a rebelião dos Povos – Revolução Haitiana (1804); Revolução Cubana(1959); Levante Zapatista em Chiapas (1994); Revolução de Rojava (2014) – é dia de renovar votos pela construção de um novo mundo. Separamos uma carta do Gramsci à sua companheira e seus filhos, como mensagem para esse ano que virá. A carta foi publicada em forma de livro pela editora Boitempo, com uma bela edição. Desejamos a todos os trabalhadores, não aos burgueses, um ano de muitas vitórias e conquistas. “Querida Giulia, gostaria de contar uma história de minha cidadezinha que me parece interessante. Vou resumi-la para você, que depois vai lhes contar, a ele e a Giuliano. Um menino dorme. Há um jarro de leite pronto para quando ele acordar. Um rato bebe o leite. O menino, sem ter o leite, grita, assim como grita a mãe. O rato, desesperado, bate a cabeça contra a parede, mas percebe que não adianta nada e corre até a cabra para conseguir algum leite. A cabra lhe dará o leite se tiver capim para comer. O rato vai até o campo em busca de capim, e o campo, seco, quer água. O rato vai até a fonte. A fonte foi arruinada pela guerra e a água vaza: a fonte quer que o mestre pedreiro a conserte. O rato vai ao mestre pedreiro: este quer pedras. O rato vai à montanha, que foi desmatada pelos especuladores e mostra por toda parte suas entranhas sem terra. O rato conta toda a história e promete que o menino, uma vez crescido, há de replantar pinheiros, carvalhos, castanheiras, etc. Assim, a montanha dá as pedras etc., e o menino recebe tanto leite que até se banha com ele etc. Cresce, planta as árvores e tudo muda; desaparecem as entranhas da montanha sob o novo húmus, a precipitação atmosférica volta a ser regular porque as árvores retêm os vapores e impedem que as torrentes devastem a planície etc. Em suma, o rato concebe uma verdadeira piatilietka1. É uma história típica de uma região devastada pelo desmatamento. Querida Giulia, não deixe de contar esta história e depois me comunique as reações dos meninos. Abraços carinhosos, Antonio Mais solidariedade entre os trabalhadores, mais fogo nos bancos, no Capital e neste governo de merda.

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Danilo, presente! Acordamos hoje com a triste notícia da partida de Danilo Carneiro, o Nilo do Araguaia. Danilo não foi só um ex-guerrilheiro, foi sindicalista eletricitário, rompeu com o PCdoB no fim dos 70 e começou a atuar no PRC. Nos últimos anos reivindicava-se militante do Grupo Torura nunca Mais do Rio de Janeiro. Tive a honra de viver muitos anos com a sua presença. Era um ávido professor, falava pelos cotovelos, sempre ensinando e sempre muito paciente com perguntas, era impossível não gostar de ouvir ele falando. Lembro uma vez que o entrevistei e falei: Danilo, o vídeo vai ter 3 minutos, falou por 30, mas parece que foram 10. Danilo me ensinou coisas que não se aprende facilmente: Na escola aprendemos que a guerrilha era pela democracia, coisa que a esquerda ainda acredita, ele me falou: Você acha que eu ia perder tudo que perdi, pela democracia burguesa? Lutei pelo socialismo! Falava sobre a importância da organização e da paciência histórica. “Marinho (como me chamava, mesmo com anos eu corrigindo), nenhuma organização é perfeita. Todas precisam ser construídas." Me falou muito e lembro de chorar litros quando ouvi o que fizeram com ele quando ele foi capturado. Para se ter uma ideia: “eu estava sendo arrastado, amarrado, atrás de um jipe. o Jipe atolou, usaram minha cabeça para desatolar o jipe, lembro de sentir a roda girando na minha cabeça”. Esse é um dos relatos, mas isso na emoção de um senhor franzino, de setenta e muitos anos que tinha enormes problemas de saúde por conta do que sofreu nas mãos dos Estado Burguês. Por fim, Danilo me ensinou o conceito de retaguarda, que na verdade é que cada um tem seu papel. Ele falava, já não tenho mais idade para ser a vanguarda revolucionária, estou mais para rede de apoio. Ele gostaria que fosse lembrado que ele brigou com o Lula porque o grupo do Lula entregou uma greve grande de eletricitários nos anos 80, no RJ. Ele ia em todas as manifestações de rua que podia em Florianópolis. Era uma referência na UFSC, em especial dentro do IELA. Danilo nos deixou aos 80 anos - exatamente no dia da Revolução Cubana, da Revolução Haitiana e do Levante Zapatista - junto com um vazio que podemos tentar traduzir como a perda de um dos nossos nossos verdadeiros heróis. Danilo foi um daqueles que dedicou sua vida pela liberdade da nossa classe. Danilo, Presente! Marino Mondek

#Compilado #MAISLIDAS Fizemos um compilado dos textos mais lidos em nosso site no ano de 2021. Confira: https://bit.ly/maislidas_2021

Neste dia, em 1987, ocorreu em Marabá - PA, o Massacre de São Bonifácio, ou "Massacre da Ponte" ou "Chacina da Ponte". 79 trabalhadores, expulsos de Serra Pelada foram brutalmente assassinados pela polícia militar do PA (governado por Hélio Gueiros PMDB - a falsa oposição à ditadura) e pelo exército brasileiro ao protestarem contra o fechamento de Serra Pelada. Os números oficiais são de 3 mortos e mais de 70 desaparecidos. O massacre inaugurou uma nova técnica de repressão à protestos, o ataque em pinça. Enquanto o exército atacava por um lado da ponte, a PM atirava de outro. A maioria dos desaparecidos se jogou de mais de 70 metros e caiu no rio Tocantins, que está na baixa e com os pedregulhos a mostra nesta época do ano. Dois destaques sobre este massacre: 1 - a falta total de reparação sobre o projeto burguês da ditadura sobre Serra Pelada. O garimpo na região foi um projeto de colonização e extermínio de populações indígenas e tradicionais após a guerrilha do Araguaia. 2 - o atual projeto de extermínio de lideranças políticas na região norte não é algo novo, começou com a descoberta do Brasil e o Estado brasileiro continua, ineterruptamente, executando. Dias depois, um sobrevivente denunciou o massacre na TV e foi sumariamente executado. Foto de serra Pelada, pois não há registros do evento.

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#Editorial O Golpe, Lula e Alckmin Em nosso último editorial do ano: Uma análise sobre a relação e as intenções entre os integrantes da possível chapa Lula e Alckmin. “Quando se ganha com a direita, é a direita que ganha”. Leia: https://bit.ly/ultimoedi_2021

#Livro Allan Kenji Semana passada fizemos o lançamento do livro "O Capital financeiro no ensino superior brasileiro (1990-2018)" de Allan Kenji Seki. Segue esta importante obra sobre a realidade da financeirização da educação superior brasileira Acesse: https://bit.ly/livro_allankenjidl

Festa da vitória de @gabrielboric agora em Santiago. Há esperança para um novo Chile! Foto: @droneandrebel2.0
Festa da vitória de @gabrielboric agora em Santiago. Há esperança para um novo Chile! Foto: @droneandrebel2.0

Nosso colunista Bernardo Correa com o presidente Boric. Foto tirada no Estallido social, em 2019. Parabéns Boric. A esperança
Nosso colunista Bernardo Correa com o presidente Boric. Foto tirada no Estallido social, em 2019. Parabéns Boric. A esperança de uma vida melhor ao povo chileno está em suas mãos. Esperamos que o Chile seja, de fato, a tumba do neoliberalismo e do capitalismo. #VivaChile

#Arquivo Hélio Ázara A foto do anuncio da compra do Cruzeiro pelo ex-jogador Ronaldo é exatamente o descrito no texto de novembro de Hélio Ázara. "Uma questão que fica é a seguinte: poderia um time de massas no Brasil se tornar pacificamente um negócio de tipo capitalista? Ter um preço? Ter um dono?" Leia Clubes como mercadoria… aqui: https://bit.ly/chelio_1121

Que tal concorrer à um exemplar do livro “Do sul ao norte: uma introdução a Gramsci”, de Luciana Aliaga? Sortearemos entre nosso apoiadores em nosso financiamento coletivo no Cartarse um exemplar do livro da professora Luciana. Livro publicado pela editora Lutas Anticapital. Link para nossa catarse: https://www.catarse.me/contrapoderbr

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Boa noite! ✊🏽 📚 Estamos ao vivo com lançamento do livro “O Capital financeiro no ensino superior brasileiro (1990-2018)”, de Allan Kenji Seki. 🎥 Acompanhe: Youtube: https://bit.ly/l_allankenji21yt Facebook: https://bit.ly/l_allankenj21_fb

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Nesta quinta, 16/12, às 19h, faremos o lançamento do livro “O Capital financeiro no ensino superior brasileiro (1990-2018)”, de Allan Kenji Seki. O evento contará com a presença do autor, do prof. Lalo Minto e da profa. Olinda Evangelista. Programe-se: https://bit.ly/l_allankenji21yt

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