Contrapoder
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Seja bem-vindo e bem-vinda ao Canal do Contrapoder! Somos uma ferramenta político-programática que visa auxiliar na criação de um programa socialista para os trabalhadores brasileiros. À luta!
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Pela memória de Vanessa dos Santos Silva (criança), Nelsi Ferreira, Enio Rocha Borges, José Marcondes da Silva, Ercílio Oliveira Campos, Odilon Feliciano, Ari Pinheiro Santos e Alcino Correia da Silva, assassinados pelo Estado e pela burguesia agrária de Corumbiara; pelos 20 trabalhadores desaparecidos, os 350 lavradores gravemente feridos e os 200 presos.
Por justiça no campo, lembramos que, neste dia, em 1995, houve um dos mais brutais crimes brasileiros, o Massacre de Corumbiara.
Até hoje, 28 anos depois e com algumas tentativas de retomada daquela terra, a propriedade continua sendo um latifúndio improdutivo.
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Neste dia, em 1879, nasceu Emiliano Zapata, general-chefe do Ejército Libertador del Sur e um dos líderes populares, ao lado de Pancho Villa, da revolução mexicana.
Zapata organizou os camponeses e indígenas na luta por terra e liberdade, contra os conservadores no poder e contra os liberais que faziam a contrarrevolução.
Foi assassinado em uma emboscada realizada pelo Estado mexicano. Morreu em pé e nunca viveu de joelhos.
"Se não há justiça para o povo, que não haja paz para o governo"
Viva Zapata!
Reforma, Libertad, Justicia y Ley
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Está em curso uma “CPI do MST” que beira o burlesco da maioria de seus membros. Deputados tentam fazer uma caricatura “perniciosa” para o MST. Os argumentos estão fora do mundo real, uma banalização grotesca com acusações de “assassinos, bandidos, comunistas”, dentre outras.
Leia: https://bit.ly/cantoniojulio_0823
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78 anos do bombardeio sobre Hiroshima.
Nos dias 6 e 9 de agosto de 1945 ocorreu um dos maiores crimes contra a humanidade: os bombardeios com armas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki. Morreram, instantemente, aproximadamente 70 mil pessoas em Hiroshima e 40 mil em Nagasaki. Estima-se em mais de 200 mil as vidas perdidas nos meses seguintes e que até 350 mil pessoas tenham morrido em consequência de problemas causados ao longo dos anos. Só em Hiroshima, a leitura oficial da cidade, realizada em 2005, é que 242.437 pessoas tenham morrido em decorrência da bomba atômica.
Calcula-se que morreram menos de 20 mil militares em Hiroshima e 1.500 em Nagasaki. A maioria dos mortos era de civis, trabalhadores.
O governo americano justificou o uso da bomba como necessário para a rendição imediata do Japão, e que isso salvaria milhares de vidas, o que é altamente questionável. Muitos historiadores, em especial japoneses, apontam que a declaração de guerra dos soviéticos e o ataque do exército vermelho na região da Manchúria haviam feito o imperador japonês repensar os termos de rendição, que já estavam sendo debatidos.. Além disso, com a queda da Alemanha, o governo japonês sabia que a derrota era uma questão de tempo.
Muitos pesquisadores apontam que os Estados Unidos sabiam que morreriam milhares de civis japoneses, mas atacaram por dois motivos centrais: 1 - Obrigar a rendição do Japão ao governo norte-americano e não ao Soviético. 2 - Demonstrar o poderio militar para impressionar a União Soviética, o que lhes deu uma vantagem no início do que viria a ser a Guerra Fria.
Condenamos veementemente a posição pró-nazismo do Japão na guerra, mas quem morreu foram inocentes. Solidarizamo-nos com as milhares e milhares de vidas assassinadas pelo projeto imperialista ianque.
É muito comum em filmes, em especial de Hollywood, os Estados Unidos e as forças armadas americanas aparecerem como salvadores. Mas seus crimes são grotescos em diversos momentos. Foi assim no Japão, no Vietnã, com o lançamento indiscriminado de Napalm, e nas mais diversas guerras e intervenções que eles realizaram desde então.
O objetivo do imperialismo é o controle e subjugação econômica, e para isso vale tudo.
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Dia de Burkina Faso.
Em 4 de agosto de 1983, um dia antes do aniversário de 23 anos da independência da "República do Alto Volta", Thomas Sankara é libertado da sua prisão pelo exército revolucionário, liderado pelo então capitão Compaoré, e é empossado presidente. Um ano depois muda o nome do país para Burkina Faso, que quer dizer “terra das pessoas íntegras”.
Como em todas as revoluções, é muito difícil falar delas sem falar de suas lideranças. É assim em Cuba, com Fidel, na Alemanha, com Rosa, na Rússia, com Lenin. Em Burkina, o símbolo da revolução é Sankara. Sua vida e governo são marcados pela ideia de libertação dos povos burkinenses das garras do imperialismo.
As conquistas da revolução são inúmeras e em diversas áreas: saúde, educação, direito das mulheres, reforma agrária, combate à corrupção, estatização de serviços, organização sindical, luta ambiental... Das revoluções nacionais africanas, a de Burkina ainda teve o triunfo de ser uma das mais democráticas. Foram criados organismos de democracia direta que enfraqueciam a centralidade do Estado e davam poder aos Comitês de Defesa da Revolução. Dentre as responsabilidades dos CDR's, estava a defesa das conquistas revolucionárias e a proposta de construção de uma nova cultura e sociabilidade. Os CDR’s eram autônomos e mantidos com parte dos impostos que eles mesmos eram responsáveis por coletar. É como se uma associação de bairro tivesse a vinculação de receita para suas atividades e autonomia para cobrar mais de quem tem mais e menos de quem tem menos.
As contradições na construção de uma revolução são sempre imensas. Já dizia Fidel: "Uma revolução não é um mar de rosas. É uma luta de morte entre o futuro e o passado." A revolução e a contrarrevolução caminham juntas, e as forças reacionárias partem não só de setores externos, mas também de fatores internos do processo de luta para a construção de uma nova humanidade. Assim foi em Burkina.
A revolução termina em um golpe - apoiado pela França, Costa do Marfim, Líbia e Estados Unidos e liderado por Compaoré, o mesmo que ajudou na luta de libertação. A justificativa do novo presidente golpistas foi que Sankara estava entregando o país ao colonialismo novamente. A contrarrevolução privatizou e liberalizou muitas das conquistas de 83, retirou os direitos conquistados pelas mulheres e pelas minorias do país.
Hoje, a realidade do povo burkenense é triste. É um dos países mais pobres e com piores indicadores sociais do mundo. Os liberais dirão que falta desenvolver o capitalismo em terras africanas, que estas são regiões atrasadas do mundo, mas isso é pura falácia burguesa. O desenvolvimento capitalista é pleno e seu objetivo é uma periferia miserável para poder maximizar o lucro para o centro do capital.
Os rumos de uma revolução são sempre incertos, mas com certeza a realidade de Burkina Faso seria muito mais alegre para seu povo com a continuidade da revolução de 83.
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#Coluna Mario Maestri
Estamos repostando a coluna do professor Mario Maestri: "O Partido Comunista Grego Atravessando o Rubicão".
O texto continua extremamente relevante, fazendo uma análise das últimas resoluções do Partido Comunista Grego, partido de enorme prestigio no movimento comunista internacional. Além disso, o artigo aborda o combate ao revisionismo histórico e traz debates sobre o modelo de Partido Comunista em diferentes partes do mundo.
Leia: https://bit.ly/cmaestri_0321
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“Nem tudo que se enfrenta pode ser modificado, mas nada pode ser modificado até que seja enfrentado.”
Neste dia, em 1924, nasceu o escritor, dramaturgo, poeta e crítico radical James Baldwin.
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#Coluna Sergio Granja
"Em dado momento vem a dona da casa oferecer-lhe uma tigelinha de jabuticabas. O Sartre pôs-se a comê-las. Mas, coisa curiosa. Ele as comia com certo tédio (não estava longe de achá-las também cretinas, também imbecis). Até que, na vigésima jabuticaba, para um momento e faz, com certa irritação, a pergunta: – ‘E os negros? Onde estão os negros?’.”"
Leia: https://bit.ly/cgranja_0823
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#Coluna Mauro Iasi
"Utilizemos Terry Eagleton para entender como certas afirmações que se escondem na justificativa da 'pós-verdade' são, de fato, mentiras. Mas mais do que isso: mentiras com a intenção de legitimar alguma posição de poder."
Leia: https://bit.ly/cmauro_0723
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#Coluna Luiz Carlos Checchia
"Daí que Sete Dias em Maio não é apenas um ótimo filme, e como tal deve ser encarado – é também um sólido estudo sobre sedições, conspirações e golpes. E sendo assim, nos ajuda a pensar a história presente para além do lusco-fusco imediatista e superficial das disputas entre partidos e políticos de ocasião."
Leia: https://bit.ly/cluiz_0723
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Neste dia, em 1804, nascia em Nuremberg, na Baviera, atual Alemanha, o filósofo Ludwig Andreas Feuerbach. Feuerbach foi uma das maiores influências da filosofia alemã nas décadas de 1840 e 1850, e um dos principais críticos da filosofia da religião de Hegel. Suas obras mais importantes são "Lições sobre a essência da religião" e "A essência do cristianismo".
Feuerbach fazia parte do grupo de hegelianos de esquerda que se afastaram da filosofia predominante nas universidades alemãs. Sua obra teve um papel central no pensamento crítico de Marx, especialmente em sua juventude. Embora Marx tenha se distanciado de Feuerbach posteriormente, a influência desse filósofo no pensamento marxista não pode ser ignorada.
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Como esta carta está ficando muito longa, deixo para a próxima o relato acerca do problema do P.D.C., bem como acerca dos projetos de minha autoria, em andamento na Câmara. Por hoje, basta dizer-lhe que é falso o noticiário dos jornais, no sentido do nosso ingresso no P.T.B.. Estamos em luta com o Diretório Nacional, mas continuaremos no Partido, até se esgotarem todas as possibilidades de colocá-lo a serviço do povo brasileiro e fazê-lo fiel à mensagem democrata-cristã.
Um abraço
Plínio Sampaio
Deputado Federal
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Infelizmente nem todos os cristãos lutam por essas teses. Muitos chegam até a se juntar às forças contrárias ao povo, enganados que estão pela propaganda maciça dos reacionários.
Precisamente por causa dessa omissão dos cristãos, homens de várias ideologias, marxistas, socialistas, comunistas, democratas sinceros lutam hoje, nas mais diversas entidades, C.G.T., UNE, Contag, F.M.P., F.P.N., por um programa comum de reformas, uma vez que os partidos fracassaram na tarefa de realizá-las.
Pergunto eu, então: porque não podemos nós, os cristãos, somar nossas forças nessa luta, atuando dentro dessas entidades, para vencer o inimigo comum: o capitalismo interno e internacional? Evidentemente, não se trata de uma fusão. Nem de uma aliança com os comunistas, mas da nossa presença em organismos representativos de grandes parcelas do povo e que, hoje, constituem a vanguarda popular do país, embora não se negue que nelas atue também uma minoria comunista. Não abrimos mão dos nossos princípios. Admitimos apenas uma convivência episódica com o objetivo de vencer um obstáculo imediato. Convivência esta que só existirá na medida e enquanto forem absolutamente respeitados os princípios cristãos. Afinal, Inglaterra e U.S.A. não se uniram à Rússia para combater o nazismo? Na Itália, o P.D.C. não se aliou ao Partido Socialista? A França não acaba de restabelecer relações com a China comunista? Nesse momento, a tarefa dos cristãos não é a de perder tempo num anti-comunismo estéril e histérico, mas a de lutar contra os trustes, os monopólios, os latifundiários, aceitando a colaboração de todos os que quiserem ajudar nessa luta.
Para os que nos acusarem de inocente úteis, temos uma resposta: estamos conscientes de que a nossa posição de convivência, hoje, nos obriga a redobrar esforços para não sermos tragados amanhã.
Mas, êste esforço é precisamente a pregação da verdade, a luta contra as injustiças, a doutrinação acerca da mensagem cristã, a organização das nossas forças, a nossa sinceridade na defesa dos interesses do povo. Comunismo não se combate com cadeia, nem com a campanha histérica do Mac ou do sr. Lacerda. Comunismo se combate, eliminando as injustiças sociais, que são o seu fermento. Se agirmos dessa forma, porque haveremos de crer que o povo, no fim, seguirá a eles e não a nós? Não acreditamos então na força das nossas ideias, no poder que elas tem de convencer?
Devo dizer que esta posição não é apenas minha. Muitos cristãos da mais alta autoridade a esposam. Outra não é a palavra de João XXIII na Pacem in Terris:
"Os encontros nos vários setores da ordem temporal, entre católicos e pessoas que não tem fé em Cristo ou têm-na de modo errôneo, podem ser para estes ocisão ou estímulo para chegarem à verdade". n. 158
Para não citar autoridades eclesiásticas, julgo suficiente lembrar o nome do Dr. Alceu Amoroso Lima. Quem lê os artigos deste líder católico verificará a concordância dele com posições que tenho assumido.
Penso que é de meu dever arrostar estas lutas e estas incompreensões. Não fui eleito para me acomodar, mas para exercer o meu mandato plenamente, votando de acordo com a minha consciência. E me diz que este é o caminho certo para o Brasil.
Os meus companheiros, aqueles que não acreditam nessas calúnias, os que estão solidários comigo podem me ajudar muito nesta luta. Comuniquem-me imediatamente suas dúvidas acerca das minhas posições (responderei com o maior prazer). Procurem estudar e conhecer melhor a realidade do país. Organizem grupos de brasileiros, afinados com o sentimento da reforma, que se disponham a uma campanha de esclarecimento e de luta pela concretização delas.
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Hoje, Plínio de Arruda Sampaio completaria 93 anos. Sua trajetória é repleta de momentos memoráveis, desde sua atuação como relator e um dos principais articuladores do projeto de reforma agrária no Governo de Jango, até sua atuação como deputado constituinte e suas marcantes candidaturas ao governo do estado de São Paulo (1990 e 2006) e à presidência da república em 2010.
Há um fato pouco conhecido sobre Plínio: ele foi um dos responsáveis por receber e garantir dignidade, trabalho e moradia aos exilados brasileiros em terras chilenas. Ele e sua família fugiram do Chile pouco antes do golpe que resultou na morte de Allende e ceifou a vida de dezenas de milhares de pessoas.
Neste dia, queremos compartilhar uma carta escrita por Plínio em março de 1963, dias antes do golpe civil-militar, destinada a um apoiador em Sorocaba. Essa carta possui uma atualidade única e nos faz refletir sobre os desafios que ainda enfrentamos na busca por uma sociedade mais justa e igualitária. Plínio de Arruda Sampaio deixou um legado inspirador e sua memória permanece viva como exemplo de compromisso e luta pelos ideais em que acreditava.
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Março de 1964
Prezado companheiro
Certa imprensa tem insistido em me chamar de “totalitário”, “inocente útil” do comunismo, extremista etc…
Visitando bairros e cidades, notei que até alguns companheiros meus foram abalados por essa propaganda.
Vamos, hoje, esclarecer este problema.
Montou-se neste país uma indústria rendosa: a indústria do anti-comunismo. Os grandes milionários, as grandes empresas nacionais e estrangeiras, os latifundiários, enfim, todos aqueles que auferem proferem da situação de miséria do povo uniram-se contra os que se levantam para reparar essa injustiça. Montaram uma enorme máquina publicitária e descobriram que o melhor meio de defender seus privilégios é acusar todos os que querem combatê-los de comunistas, porque sabem que o povo brasileiro repudia o comunismo.
Usando esse expediente, o grupinho mínimo de privilegiados consegue a adesão de um grande número de pessoas, bem intencionadas, trabalhadoras, honestas, vítimas também do capitalismo, mas que não conhecem a realidade nacional e não percebem que estão sendo usadas como biombo por êsses exploradores. Desta forma, eles conseguem manter a situação atual, ruinosa para a grande maioria do povo, mas benéfica para êles.
Controlando os grandes meios de divulgação (rádio, imprensa e TV) essa minoria mente, esconde fatos, inventa-os, calunia, difama e não permite que o povo tome conhecimento da verdadeira situação do país, da exploração que sofre, dos responsáveis reais pela miséria, pelas favelas, pelo analfabetismo, pela brutal carestia da vida.
Quem levanta a voz contra êles, quem ousa denunciá-los, quem apresenta projetos de lei visando limitar seus fabulosos lucros e distribuir sua imensa riqueza, é logo taxado de comunista. E tanto repetem esta acusação nos jornais, rádios e TV, que muitos acreditam.
Eu, porém, não temo o arreganho dessa gente. Todos sabem que sou cristão e que, embora não faça praça disso para conseguir votos, como alguns velhacos o fazem, tôda minha vida pública tem se pautado na defesa dos princípios sociais cristãos. Ora, nada mais distante do capitalismo imperialista e ateu do que a concepção cristã de vida. Segundo esta, todo homem é um ser espiritual, dotado de uma dignidade sobrenatural, que lhe vem da filiação divina. Logo é inadmissível, para quem compreende o homem como filho de Deus, a permanência de uma ordem social na qual milhões de homens vivem em situação degradante, sem possibilidade de acesso sequer àquele mínimo de bens materiais indispensáveis à existência digna. O cristianismo não tem, portanto, nenhum compromisso com a atual estrutura capitalista da sociedade brasileira. Daí porque os cristãos autênticos estão ao lado das reformas de base. São elas que podem libertar nosso país do domínio econômico das nações mais ricas e libertar o povo das dificuldades que o esmagam.
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⚠️ É hoje!
📺 Ao vivo: Correndo contra o tempo: o colapso ambiental
Convite especial do Eduardo Sá Barreto, nosso colunista e debatedor, para o nosso debate "Correndo contra o tempo: o colapso ambiental", que vai rolar na terça, 25/07, às 19h.
Link para o youtube:
https://bit.ly/aovivo_colapsoambiental
Contamos com sua presença!
Não conseguiremos fazer a transmissão simultânea no facebook.
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