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Cada um de nós contribui, da forma que pode, na intenção de fazer a verdade chegar onde as narrativas constroem um ambiente que mostra uma pseudo realidade.
Se puder, inscreva-se no canal deste jovem e incentive-o.
Precisamos de todos.
https://youtu.be/vCcW64DMTgE
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2/2) A questão é, tomamos a ciência como um todo ou apenas as partes que corroboram determinadas intenções?
Não estou falando contra vacinas, ao contrário, estou questionando quais as razões para ignorarmos que sua utilização propõe algo que, também ocorre de forma natural no organismo.
Não ocorre igual em todas as pessoas, é fato.
Mas negar que ocorra ou negar que infectados que venceram a COVID-19 não desenvolveram memória imunológica não depõe contra a própria vacina, uma vez que esta também propõe levar uma informação do vírus ao organismo para que este o memorize?
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1/2) A vacina propõe apresentar ao organismo uma amostra menos letal do vírus e assim permite que este saiba como defender-se quando infectado de fato.
Quem já testou positivo para COVID-19 não teria, naturalmente, a informação do vírus em seu organismo?
A pergunta acima toma como ponto de partida
a vacinação e o sistema imunológico - "memória imunológica".
Mesmo havendo consenso quanto a redução da chamada "memória imunológica" ela existe, sendo, inclusive cientificamente, um dos objetivos de qualquer vacina.
Reconhecer a capacidade do organismo de construir memória imunológica não é um negacionismo?
Não é sobre ciência, ou melhor dizendo, não fala-se tanto no uso da ciência como arma na defesa da vida?
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Claro que a estrada não estabelece uma linha reta. No mapa estou apenas ilustrando que por meio dela a China terá acesso a toda a região ao Sul da Ásia. Quais as dificuldades teria para empregar milhares de soldados na região?
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8/8) Aqui está o ponto que vocês deveriam explorar:
A estrada do Caracórum, também permitirá às forças militares terrestres da China um acesso maciço[se necessário] por terra ao Oriente Médio e a confrontar às forças do Ocidente (OTAN, EUA, ISRAEL) em confronto direto, muito próximo das portas da Europa, via Estreito de Dardanelos pela Turquia, sem o uso da qual a China não teria um acesso direto e rápido ao sub-continente indiano e ao Oriente Médio bem como à parte sul do Cáucaso e do Mar Cáspio.
Estas informações nunca foram consideradas sob a perspectiva escatológica.
Mas elas estão à disposição de todos que tiverem a coragem necessária para lançar um novo olhar que considere, na atual conjuntura geopolítica, onde e se deixamos passar algo despercebido.
Tais informações não afirmam nada, mas podem nos ajudar a compreender fatos os quais julgávamos estabelecidos.
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7/8) Segundo informações disponíveis, a melhor época para transitar pela estrada do Caracórum é a primavera e o início do outono naquela região.
No inverno as fortes tempestades de neve podem cortar a estrada por períodos de tempo prolongados, e em julho e agosto as chuvas de monção provocam às vezes avalanches de barro que bloqueiam a estrada durante horas.
O posto de fronteira entre China e Paquistão só está aberto entre 1 de maio e 15 de outubro de cada ano.⤵️
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6/8) Os oito picos são:
K2, na fronteira entre China e Paquistão - o segundo mais alto do mundo, com 8611 metros.
Nanga Parbat, Paquistão - 9.º mais alto do mundo com 8125 metros.
Gasherbrum I - no limite entre China e Paquistão e o 11.º mais alto do mundo com 8080 metros.
Broad Peak, no limite entre China e Paquistão - 12.º mais alto do mundo com 8047 metros.
Gasherbrum II-IV, Paquistão - os 13.º e 17.º mais altos do mundo com 8035 e 7.932 metros.
Masherbrum (K1), Paquistão - 22.º mais alto do mundo com 7.821 metros.
Muztagh Ata, China - 7546 metros.
Kongur Tagh, China - 7719 metros.⤵️
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5/7) A estrada do Caracórum serve como via de comunicação para a maioria dos picos das áreas do norte do Paquistão e vários picos de Xinjiang na China.
As regiões incluem alguns dos glaciares de maior extensão do mundo, como o Glaciar Baltoro.
Por esta estrada pode-se aceder de uma ou outra forma aos oito picos por onde passa, dos quais cinco possuem mais de 8000 metros e estão no Paquistão.⤵️
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4/8) A estrada atravessa a zona da região de Caxemira, em eterna disputa entre a Índia e o Paquistão, o que a converteu em ponto de vital importância estratégica e militar.
A estrada do Caracórum foi inaugurada oficialmente no mês de agosto de 1982 no seu trecho no Paquistão e em 1986 no da China, após mais de vinte anos de trabalhos.
Trata-se de um projeto conjunto entre o governo do Paquistão e o da China.⤵️
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3/8) A estrada do Caracórum, também conhecida pela abreviatura em inglês KKH (Karakoram Highway), une as cidades de Kashgar na China, à capital paquistanesa, Islamabad.
Com um percurso de 1300 km, dos quais 400 estão em território chinês, segue parte da antiga Rota da Seda.⤵️
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2/8) A estrada do Caracórum, também chamada de N-35 ou Estrada Nacional N-35, é a estrada pavimentada internacional que alcança maior altitude.
A estrada do Caracórum liga a República Popular da China(N35 Karakoram Hwy) ao Paquistão(G314 National Rd) através das montanhas do Caracórum - por isso o nome.⤵️
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1/8) Você já ouviu falar ou leu algo sobre a Estrada do Caracórum?
Vamos caminhar um pouco⤵️
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41/41) Isto poderia explicar gigantes de determinados setores atuando fortemente em áreas para as quais não possuem nenhuma competência científica, inclusive ao ponto de impor censura contra profissionais da saúde e até contra um órgão da importância e capacidade que tem o Ministério da Saúde?
Há conflitos de interesse?
Não há como respondermos tais questionamentos.
Um ponto que merece nossa atenção e tem potencial para nos fornecer algumas resposta, sem sombra de dúvidas, repousa no universo de possibilidades que há em nosso DNA.
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40/41) Não espere juízo de valor, pois eu lido com fatos e não com teorias.
Recomendo, caso tenham interesse no tema, pesquisar, estudar buscando saber mais sobre o universo de possibilidades que há em nosso DNA.⤵️
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39/41) Desde 1994 até os dias atuais, quanto evoluiu tais descobertas?
Certamente quando pensamos em DNA, não raro, estamos longe de compreender até onde a ciência foi capaz de chegar.
Transcrevi aqui apenas os artigos conforme publicações científicas e jornalísticas.⤵️
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38/41) Aqui, desenvolvemos a criptografia de origami de DNA (DOC) que explora o dobramento de um arcabouço viral M13 em padrões de braile auto-montados em escala nanométrica para comunicação segura, que pode criar uma chave com um tamanho de mais de 700 bits.
A endereçabilidade em nanoescala intrínseca do origami de DNA permite, adicionalmente, a esteganografia baseada na ligação de proteínas, o que protege ainda mais a confidencialidade da mensagem no DOC.
A integridade de uma mensagem transmitida pode ser garantida pelo estabelecimento de ligações específicas entre vários origamis de DNA que transportam partes da mensagem.
Fim do resumo < ⤵️
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37/41) Resumo do trabalho:
Início do resumo >
A criptografia biomolecular que explora interações biomoleculares específicas para criptografia de dados representa uma abordagem única para a segurança da informação.
No entanto, a construção de protocolos baseados em reações biomoleculares para garantir a confidencialidade, integridade e disponibilidade (CIA) das informações permanece um desafio.⤵️
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36/41) Para isto recorreremos a um artigo publicado pela revista Nature.
Artigo número: 5469 no portal da Nature em 29 de novembro de 2019 sob o título:
DNA origami cryptography for secure communication(Criptografia de origami de DNA para comunicação segura).
Assinam a publicação:
Yinan Zhang, Fei Wang, Jie Chao, Mo Xie, Huajie Liu, Muchen Pan, Enzo Kopperger, Xiaoguo Liu, Qian Li, Jiye Shi, Lihua Wang, Jun Hu, Lianhui Wang, Friedrich C. Simmel & Chunhai Fan.
https://nature.com/articles/s41467-019-13517-3 ⤵️
