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Homines

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Os contos de fadas não dizem que os dragões existem. As crianças já sabem que os dragões existem. Os contos de fadas dizem às crianças que os dragões podem ser mortos.

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Redescobrindo a Inteligência Nacional - Uma Introdução à Melhor Intelectualidade Brasileira do Século XX. Nessa publicação, f
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Redescobrindo a Inteligência Nacional - Uma Introdução à Melhor Intelectualidade Brasileira do Século XX. Nessa publicação, faço uma exposição sobre as gerações anteriores de autores nacionais, traçando uma linha de desenvolvimento e demonstrando a existência de um ciclo intelectual no século. O livro busca um resgate do pensamento nacional, de uma historiografia brasileira, da nossa antropologia e das correntes nacionalistas e tradicionalistas. É a ressureição do nosso legado nacional contra a revolução antinacional que tomou conta do Brasil no último século. São mais de 50 autores apresentados e discutidos. Vamos redescobrir a nossa mais elevada filosofia, encontrando nossos verdadeiros historiadores, nossos pensadores nacionais, nossa geopolítica e nossos folcloristas. Uma obra de síntese, história do Brasil e combate do espírito contra as forças corruptoras de nossa vocação profunda. Link para compra: https://www.orleanismo.com.br/product-page/redescobrindo-a-intelig%C3%AAncia-nacional

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Kate Price - Andalusia.mp314.60 MB

«Quem não se desnortear em situações de fortuna tão vária, tem a cabeça no lugar. Ele não se comportará como um borralheiro,
«Quem não se desnortear em situações de fortuna tão vária, tem a cabeça no lugar. Ele não se comportará como um borralheiro, não irá enveredar por falsos caminhos e achará facilmente seu lugar no mundo. A opinião desonesta em relação ao próximo conduz às chamas do inferno e destrói a reputação, como chuva de granizo. Sua credibilidade possui cauda tão curta que na floresta não seria capaz de rechaçar o terceiro ataque das moscas. Estas palavras sobre a necessidade de distinguir as coisas não são destinadas unicamente aos homens. Para as mulheres estabeleço os seguintes objetivos: Aquela que quiser ouvir meu conselho deve analisar objetivamente a quem pode dispensar encômios e consideração e a quem pode entregar depois seu amor e sua reputação a fim de que mais tarde não venha a lamentar sua pureza e fidelidade. Que Deus inspire as mulheres honradas, a fim de que possam achar em todos os atos de sua vida a medida justa! O pudor é a coroa de todas as virtudes. Não lhes posso desejar fortuna maior!» Parzival, Wolfram Von Eschenbach.

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Jordi Savall - Codex Las Huelgas I. Iocundare plebs fidelis.mp315.84 MB

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Jordi Savall - Codex Las Huelgas I. Iocundare plebs fidelis.mp315.84 MB

«No Mundo Superior, o inferno uma vez se rebelou contra o Céu. Mas neste mundo o Céu é quem está se rebelando contra o infern
«No Mundo Superior, o inferno uma vez se rebelou contra o Céu. Mas neste mundo o Céu é quem está se rebelando contra o inferno.» G.K. Chesterton.

«No Mundo Superior, o inferno uma vez se rebelou contra o Céu. Mas neste mundo o Céu é quem está se rebelando contra o infern
«No Mundo Superior, o inferno uma vez se rebelou contra o Céu. Mas neste mundo o Céu é quem está se rebelando contra o inferno.» G.K. Chesterton.

Escreveu assombrado Séneca a Lucilio sobre o martirio dos cristãos: «O ferro, as chamas, as correntes; e a multidão de animais ferozes que se saciam de entranhas humanas; as prisões, as cruzes, os potros, o gancho, o pau cravado no tronco da vitima que sai pela cabeça, os membros esquartejados, a túnica embebida e tecida de materiais inflamáveis [...]. Entre essas dores, alguns nem gemeram; mais ainda, não suplicaram; mais ainda, nada responderam; mais ainda, sorriram, e sorriram de coração.»

Louvai ao senhor todas as nações: louvai-o todos os povos! Porque está confirmada sobre nós a Sua Misericórdia: e a verdade d
Louvai ao senhor todas as nações: louvai-o todos os povos! Porque está confirmada sobre nós a Sua Misericórdia: e a verdade do Senhor permanece eternamente. Salmo 117.

«Barbara Traill era uma menina que tinha muito de menino. O mesmo é comumente dito de todas as heroínas modernas. E se não fo
«Barbara Traill era uma menina que tinha muito de menino. O mesmo é comumente dito de todas as heroínas modernas. E se não fosse dito sobre ela, ela seria uma heroína moderna enganosa. Mas, infelizmente, os romancistas que chamam suas heroínas de masculinizadas obviamente não sabem nada de concreto sobre os meninos. A garota que eles descrevem, seja ela apresentada a nós como uma jovem turbulenta ou como uma tola atrevida, é, por alguma razão, em todos os seus atos, totalmente contrária a um menino. Ela é sublimemente sincera, ligeiramente superficial, uniformemente jovial, totalmente extrovertida; em uma palavra: ela é tudo que um menino não é. Mas Bárbara era realmente muito parecida com um menino. Ou seja, ela era um tanto tímida, sombriamente imaginativa, propícia a amizades intelectuais e, ao mesmo tempo, com um cérebro impressionável, propensa à morbidez e, segundo todos os relatos, incapaz de reservas. Ela tinha aquela sensação de não se encaixar que constrange tantos meninos; o sentimento de que a virtude é elevada demais para ser vista ou declarada e a tendência de esconder emoções subdesenvolvidas sob convenções. [...]» Os contos de Chesterton geralmente são sempre prescientes, proféticos, porque muitas vezes são acompanhados por críticas às bestas que enfrentamos nos dias atuais, com respostas para perguntas que fazemos hoje.

Hoje trago para vocês mais um conto de Chesterton, que narra as desventuras de Barbara Traill em terras egípcias, que carrega uma excelente crítica às ideias modernas mas adaptada para um público mais adolescente. Este PDF também traz as histórias de O Charlatão Honesto, O Ladrão Absorvido e O Traidor Leal, com o inconveniente de ser em Espanhol, devido que poucas pessoas falantes da lingua portuguesa traduziram as obras do Chesterton. Mas caso alguém encontrar alguma tradução, ou traduzir estas obras fantásticas, posso postar elas aqui.

«Ouvimos falar muito hoje em dia sobre os perigos da inocência, muito que é falso e pouco que é verdade. Mas os argumentos sã
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«Ouvimos falar muito hoje em dia sobre os perigos da inocência, muito que é falso e pouco que é verdade. Mas os argumentos são quase exclusivamente aplicados à inocência sexual. E há muito a ser dito sobre os perigos da inocência política. Que a virtude mais necessária e mais nobre do patriotismo é muitas vezes levada ao desespero e à destruição, totalmente em vão e prematuramente, pela tolice de educar as classes abastadas em falso otimismo sobre os antecedentes e a segurança do país. Mulheres jovens como Barbara Traill geralmente nunca ouviram uma palavra sobre o outro lado da história, como seria contada por um irlandês, um indiano e até um canadense francês. E é culpa de seus pais e de seus livros didáticos se eles freqüentemente saltam do estúpido britânico para o igualmente estúpido bolchevismo.» O Assassino Moderado, G.K. Chesterton.

«A democracia não é um princípio universalizável e obrigatório como os princípios da lógica e da aritmética elementar. É o resultado não raro fortuito e incontrolável da convergência de fatores heterogêneos e incontroláveis. Exigi-la em princípio absoluto e indiscutível é o caminho mais curto e mais infalível para a ditadura.» Olavo de Carvalho.

«A democracia não é um princípio universalizável e obrigatório como os princípios da lógica e da aritmética elementar. É o re
«A democracia não é um princípio universalizável e obrigatório como os princípios da lógica e da aritmética elementar. É o resultado não raro fortuito e incontrolável da convergência de fatores heterogêneos e incontroláveis. Exigi-la em princípio absoluto e indiscutível é o caminho mais curto e mais infalível para a ditadura.» Olavo de Carvalho.

«Estamos ainda no tempo pascal e gostaria de vos convidar hoje a meditar sobre uma das aparições mais interessantes de Cristo ressuscitado. São João fala-nos dela (Jó. 20, 19-31). Quando o Senhor apareceu aos discípulos na noite de Domingo de Páscoa, Tomé não estava com eles. Quando se juntou ao grupo, não quis acreditar no que os outros lhe diziam e fez condições: colocou os dedos nos buracos das mãos e na ferida deixada pela lança no seu lado. Na semana seguinte, Jesus ressuscitado apareceu de novo e convidou Tomé a fazer o que ele tinha pedido para acreditar na sua ressurreição. Então o apóstolo exclama: "Meu Senhor e meu Deus!" Esta é a primeira confissão explícita da divindade de Jesus por um membro da primeira comunidade cristã. Uma confissão que Jesus aceita, mas sem deixar de censurar o apóstolo pela sua falta de fé, lembrando-lhe que precisava de ver para acreditar e que aqueles que acreditam sem ter visto serão abençoados. É precisamente esta a lição desta aparição de Cristo ressuscitado: não podemos esperar que Cristo apareça a cada um de nós para acreditar na sua ressurreição, mas deve bastar o testemunho daqueles que o viram e tocaram, testemunho certificado na sua autenticidade pelo facto de todos eles terem dado a vida no meio da tortura precisamente porque confessaram essa ressurreição. Mas há também outra lição: nós, pela nossa fé e confiança em Deus e pelo nosso comportamento, devemos ser o corpo místico de Cristo ressuscitado que ajuda os incrédulos a acreditar. Temos de ser capazes de testemunhar que é o Senhor que nos dá a força para aceitar os problemas da vida sem desesperar, para cumprir os nossos deveres, para sermos austeros e generosos, para sermos fiéis às nossas promessas sacerdotais e matrimoniais, para suportarmos a doença e a morte sem nos afundarmos. Quando nos virem sorrir em vez de gritar, acariciar em vez de ser violentos, talvez alguém se surpreenda e faça perguntas, e então poderemos testemunhar que é o Senhor que nos torna capazes e que Ele está vivo precisamente porque nos dá a força para agir assim. As feridas que a dor deixa no nosso corpo e na nossa alma, mas que por Cristo suportamos sem desespero, serão o equivalente às que os pregos deixaram no corpo do Cristo da Sexta-feira Santa e que ainda eram visíveis no Cristo da Páscoa. Que Deus nos ajude a alcançar este objetivo.» Pb. Santiago Martín.

«O brasileiro tem a obrigação de conhecer sua literatura, o mais poderoso e o mais fino instrumento de expressão da nacionali
«O brasileiro tem a obrigação de conhecer sua literatura, o mais poderoso e o mais fino instrumento de expressão da nacionalidade. Mas o ensino secundário, que abusa das obras literárias para fins de estudo da língua, não dá a orientação necessária.» Otto Maria Carpeaux.

1. Cavalheiros de Sidhe. 2. Tristão e Isolda. 3. Os tres magos. 4. Ventos do Mar. John Duncan, 1907.
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1. Cavalheiros de Sidhe. 2. Tristão e Isolda. 3. Os tres magos. 4. Ventos do Mar. John Duncan, 1907.

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