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Português com Sérgio Rosa

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A Gramatica para Concursos - Fernando Pestana.pdf

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A Gramatica para Concursos - Fernando Pestana.pdf
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Moderna Gramatica Portuguesa - Evanildo Bechara.pdf
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A IA deve ser entendida como uma facilitadora para as atividades editoriais, e ser utilizada como os softwares de apoio no nosso dia a dia de trabalho. Ela precisa ser parte auxiliadora do processo editorial, e não o processo editorial em si. Realmente queremos renunciar à sensibilidade artística dos ilustradores para terceirizar esse serviço às ferramentas de IA? O quão nocivo seria quebrar o contrato implícito entre o autor e seu público, que espera as ler algo produzido por ele, e não por uma inteligência artificial? Não existe uma solução fácil e nem definitiva quando tratamos do avanço da tecnologia de IA nas práticas editoriais. Assim como muitas das tecnologias disruptivas anteriores, ela vem consolidando seu espaço, e seu papel na otimização dessas práticas é inegável. Diante desse cenário, cabe a nós, como profissionais e cidadãos interessados, estabelecer os limites éticos de sua boa utilização, sempre tendo como norte a importância da sensibilidade artística e intelectual humana na produção de conteúdo. Compartilhe:LinkedInFacebookXTeamsWhatsAppCopy Link
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CONTINUAÇÃO DO TEXTO
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Inteligência Artificial no Mercado Editorial: Possibilidades e desafios éticos Gabriel Cunha Leal de Araujo O uso da IA Generativa, e suas repercussões têm sido acompanhados nas mais diversas esferas, devido principalmente a facilidade que ela traz para produção de conteúdo e operacionalização das atividades de maneira automatizada. Um dos mercados mais impactados por essas novidades é o mercado editorial. Como veremos abaixo, a IA apesar de trazer várias facilidades ao trabalho, também coloca a nossa frente novos desafios e requer de seus profissionais, um olhar crítico e aprofundado sobre as inequalidades que ela pode produzir se utilizada de forma incorreta. O mercado editorial, e aqui pretendo me referir a ele em todas as suas possíveis ramificações, não só relacionado aos grandes conglomerados editoriais de livros tradicionais, mas também à editoração cientifica e de conteúdo num geral, tem se beneficiado da utilização das IAG’s nas diversas atribuições que fazem parte do seu rol de atividades. Desde a geração automática de conteúdo, passando pela revisão gramatical e até a própria criação de ilustrações para publicação. Algumas dessas tarefas, como a revisão gramatical, podem ser entediantes e dispendiosas, e a utilização de IA pode favorecer o trabalho e facilitar a rotina. Escrever um artigo científico e verificar se a normalização está de acordo com o solicitado pela revista é um empenho muitas vezes mais técnico do que intelectual. Para quem já se esforçou intelectual e criativamente para a elaboração de ideias e de conteúdo, ter que se preocupar com a normalização pode ser muitas vezes frustrante. Nesse contexto, as ferramentas de IA são um importante auxílio para o autor e revisores. Esse horizonte de utilização ainda pode ser ampliado se pensarmos nessas ferramentas como auxiliadoras no processo de tradução ou na geração de resumos, que podem ser avaliados posteriormente por um profissional qualificado. Porém, as possibilidades que a IA traz para o trabalho editorial são bem maiores do que as que falamos até aqui. Esse horizonte ampliado de utilizações, se for usado indiscriminadamente, pode muitas vezes esbarrar em uma área cinzenta onde o que é ético ou não fica confuso. Quando utilizamos a ferramenta não para correção, mas para geração de conteúdo, é correto atribuir uma autoria que na verdade não existe? É esperado que não saibamos as fontes exatas do que colocamos para publicação? É bom senso que consideremos como abstração intelectual um resultado proveniente de uma ferramenta estatística sofisticada de prospecção de palavras que imitam o linguajar humano? Até que ponto podemos considerar uma ferramenta algorítmica como fonte de informação e de autonomia cientifica, criativa e intelectual? Esses questionamentos, apesar de importantes, não abarcam nem a metade dos problemas que podemos ter com as IA’s. Essas ferramentas também apresentam (em seu atual estado da arte) diversas questões complexas sobre sua construção. Os modelos de aprendizado profundo de máquina (Deep Learning) possuem um enorme custo energético, e os recursos computacionais utilizados para treinar esses modelos produzem uma grande pegada de carbono. Além disso, questões intrínsecas da sua construção, como a opacidade algorítmica por trás dessas ferramentas e os próprios dados utilizados para alimentar e fomentar o aprendizado de máquina levantam questões relacionadas a privacidade e a problemas relacionados ao treinamento por dados enviesados e com potencial desinformativo.
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O bullying, também chamado de intimidação sistemática, é “todo ato de violência física ou psicológica, intencional e repetitivo que ocorre sem motivação evidente, praticado por indivíduo ou grupo, contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimidá-la ou agredi-la, causando dor e angústia à vítima, em uma relação de desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas”, conforme definido pela Lei nº 13.185/2015, que instituiu o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (Bullying).
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SOBRE O FERIADO DO 25 DE MARÇO O Ceará celebra os 141anos da abolição da escravidão no estado nesta terça-feira (25/3/2025) A Data Magna do Ceará foi instituída como feriado estadual no dia 6 de dezembro de 2011, por lei publicada no Diário Oficial do Estado (DOE). A iniciativa por celebrar a data partiu do então deputado Lula Morais (PCdoB/CE). Um dos grandes personagens da abolição da escravidão no Ceará foi Francisco José do Nascimento, o Dragão do Mar. A Data Magna do Ceará, que celebra o marco histórico do fim da escravidão no Ceará – a primeira província brasileira a libertar os escravos, no dia 25 de março de 1884. O estado se antecipou em quatro anos à abolição da escravatura em todo o Brasil, que aconteceu somente em 13 de maio de 1888, com a assinatura da Lei Áurea. Apesar da libertação dos escravos no Ceará ser comemorada no dia 25 de março, alguns historiadores consideram que o início da abolição ocorreu no dia 1º de janeiro de 1883, um ano antes, na Vila do Acarape, atual município de Redenção, cidade que fica aproximadamente 55 km de Fortaleza, em um ato realizado em frente à igreja Matriz, marcado pela entrega das cartas de alforria para 116 escravos daquela região. O ato contou a participação de alguns abolicionistas, entre eles, José do Patrocínio que também era jornalista e escritor, além de participar ativamente dos movimentos para libertação dos escravos." (Brasil de Fato)
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👆👆👆👆REDAÇÃO NOTA 1000 ENEM
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REDAÇÃO NOTA 1000 ENEM Em 2024, os candidatos tiveram de escrever sobre: "Desafios para a valorização da herança africana no Brasil"; ⚠️Observação: as transcrições abaixo foram fiéis aos textos dos alunos, incluindo possíveis erros de português. ✏️ Danilo Oliveira Batista, de São Luís (MA) O "ciclo do ouro" – ocorrido no Brasil no século XVIII – acarretou o aumento do número de escravos provenientes do continente africano no país, trazidos com graves diferenças culturais entre si, sem que fossem levados em consideração os aspectos regionais e sociais de suas origens, ocasionando uma homogeneização forçada de indivíduos. Atualmente, de forma análoga à História Colonial Brasileira, ainda há uma forte tendência à padronização cultural da África, desprezando sua pluralidade e seu legado. Assim, dois grandes desafios para a valorização da herança africana no Brasil devem ser debelados: as políticas públicas ineficazes e as falhas educacionais. Diante do cenário exposto, as políticas públicas ineficazes possibilitam a desvalorização do legado africano no país, uma vez que elas impedem o estabelecimento concreto de uma revisão histórica pautada em mais oportunidades, proteção e visibilidade para pessoas pretas. Consoante o sociólogo Émile Durkheim, uma sociedade sem regras claras, sem valores e sem limites encontra-se em estado de anomia social. Nesse sentido sociológico, esse estado anômico pode ser observado na hodierna realidade brasileira, na medida em que as políticas públicas ineficientes permitem o desprezo e o desrespeito com as religiões de matriz africana, a desassistência em áreas quilombolas e a ausência de representatividade em propagandas, por exemplo. Com base nisso, uma mudança urgente e pragmática deve ser realizada, visando à transformação dessa conjuntura, de modo a não só valorizar a herança africana no país, como também a protegê-la. Ademais, as falhas educacionais também constituem-se como importantes fatores que aprofundam o descaso com o legado africano no Brasil. Segundo o filósofo Inmanuel Kant, "o homem é aquilo que a educação faz dele". Sob esse prisma filosófico, essas falhas educacionais solidificam mentalidades alienadas na população, potencializando preconceitos e ratificando equívocos concernentes à cultura africana no país. Nesse viés, a própria formação do cidadão brasileiro - no que tange à África e sua herança - é maculada por noções desprovidas de veracidade e etnocêntricas, corroborando a desvalorização da pluralidade e das "raízes africanas", presentes em campos variados, como a gastronomia, a dança e a religião, representados respectivamente, pelo acarajé, pelo tambor de crioula e pelo candomblé. Então, torna-se imperiosa a correção imediata dessas falhas, no sentido de debelar erros e ampliar visões africanas positivas. Infere-se, portanto, que as políticas públicas ineficazes e as falhas educacionais configuram-se como os dois desafios para a valorização da herança africana no Brasil. Nessa ótica, o Governo Federal - órgão máximo responsável pela ordem social - deve ampliar as políticas públicas existentes, tornando-as mais eficazes, por intermédio de uma aliança com o Governo Estadual e o Governo Municipal, com a finalidade de aumentar a proteção, as oportunidades e a representatividade das pessoas pretas. O Governo Federal também deve corrigir as falhas educacionais, por meio da Mídia — grande divulgadora de informações — e da Escola, a fim de mitigar equívocos, ocasionando a valorização do legado africano. Logo, o país possuíra uma estrutura melhor para "dialogar" com a herança da África, longe da padronização impositiva ocorrida durante o "ciclo do ouro" no século XVIII.
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Os adjetivos compostos surdo(a/s)-mudo(a/s), pele(s)-vermelha(s) e claro(a/s)-escuro(a/s) são exceções. Variam ambos os elementos. São invariáveis sempre: azul-marinho, azul-celeste, furta-cor, ultravioleta, sem-sal, sem-terra, verde-musgo, cor-de-rosa, zero-quilômetro
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A REVERSÃO DO TRABALHO REMOTO Gigantes das tecnologias digitais, como Apple, Google e Meta, além de bancos, seguradoras, agências de turismo e outras organizações, estão decididas a levar de volta sua força de trabalho para os ambientes convencionais de trabalho presencial. Há muitos sinais de reocupação dos escritórios e limitação do trabalho remoto a apenas um dia da semana no chamado sistema híbrido. Vários fatores explicam essa reversão. Em primeiro lugar, estão sendo reconsiderados os ganhos de produtividade do trabalho remoto encontrados nas primeiras avaliações. Com base em uma metodologia mais robusta, estudos recentes estão revelando que aqueles ganhos eram ilusórios. Quando se analisa com cuidado a relação entre a produção por hora trabalhada remotamente e a qualidade do trabalho realizado, os resultados decepcionam. Em segundo lugar, está ficando cada vez mais claro que o trabalho remoto, realizado de forma isolada e sem interação social, empobrece o capital humano das empresas pela falta do feedback imediato e repetido que ocorre nas relações presenciais. Depreciar o seu capital humano é o último desejo das empresas, que, em vista das transformações tecnológicas, precisam de pessoas que pensem bem e rápido para propor inovações no trabalho e que se ajustem rapidamente aos desafios crescentes dos negócios modernos. Em terceiro lugar, pesquisas recentes têm mostrado que a falta do contato face a face de forma continuada é um sério inibidor da criatividade. As teleconferências por meio de plataformas virtuais não geram as boas ideias que, normalmente, emergem nas reuniões presenciais, em que todos se observam mutuamente e aproveitam o ambiente de interação social para somar, corrigir e inovar. Finalmente, os pesquisadores descobriram o óbvio, ou seja, que os seres humanos não vivem só de produtividade, mas valorizam momentos felizes e agradáveis, que raramente ocorrem na solidão do trabalho remoto ou nos contatos fortuitos das reuniões virtuais. José Pastore. A reversão do trabalho remoto. Internet:<correiobraziliense.com.br> (com adaptações).
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A IMPORTÂNCIA DA INFORMAÇÃO ESTATÍSTICA PARA AS POLÍTICAS SOCIAIS NO BRASIL O Brasil seria diferente do que é hoje se não fossem as informações produzidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e por outras instituições do Sistema Estatístico Nacional. Com todas as iniquidades sociais que ainda persistem no país, o quadro seria seguramente pior caso não houvesse informações estatísticas levantadas há mais de 80 anos. Não há como não reconhecer que parte das conquistas republicanas de universalização da educação básica e do acesso à água, redução da pobreza, promoção do desenvolvimento regional, ampliação da cobertura do emprego formal e da previdência pelo vasto território brasileiro deve-se à disponibilidade de informação estatística de boa qualidade e cobertura levantada pelo IBGE e por outras instituições, como o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais, os departamentos de estatísticas e pesquisas dos ministérios e órgãos subnacionais de planejamento e estatística. É claro que a efetividade das políticas sociais depende de uma série extensa defatores, mas a informação estatística cumpre papel instrumental relevante em todas as fases de implementação de um programa público. Políticas sociais seestruturam como sistemas complexos, articulando programas de natureza universal com ações redistributivas em várias áreas setoriais, e são operadas por agentesem diferentes níveis federativos de governo. Para que tais políticas e programas sociais consigam cumprir seus objetivos específicos e contribuir paraa maior efetividade social da ação pública, é necessário produzir informação e estudos de diferentes naturezas, valendo-se de uma combinação plural demetodologias. Paulo de Martino Jannuzzi. A importância da informação estatística para as políticas sociais no Brasil: breve reflexão sobre a experiência do passado para considerar no presente. Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).
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SUA REDAÇÃO: A reversão do trabalho remoto Gigantes das tecnologias digitais, como Apple, Google e Meta, além de bancos, seguradoras, agências de turismo e outras organizações, estão decididas a levar de volta sua força de trabalho para os ambientes convencionais de trabalho presencial. Há muitos sinais de reocupação dos escritórios e limitação do trabalho remoto a apenas um dia da semana no chamado sistema híbrido. Vários fatores explicam essa reversão. Em primeiro lugar, estão sendo reconsiderados os ganhos de produtividade do trabalho remoto encontrados nas primeiras avaliações. Com base em uma metodologia mais robusta, estudos recentes estão revelando que aqueles ganhos eram ilusórios. Quando se analisa com cuidado a relação entre a produção por hora trabalhada remotamente e a qualidade do trabalho realizado, os resultados decepcionam. Em segundo lugar, está ficando cada vez mais claro que o trabalho remoto, realizado de forma isolada e sem interação social, empobrece o capital humano das empresas pela falta do feedback imediato e repetido que ocorre nas relações presenciais. Depreciar o seu capital humano é o último desejo das empresas, que, em vista das transformações tecnológicas, precisam de pessoas que pensem bem e rápido para propor inovações no trabalho e que se ajustem rapidamente aos desafios crescentes dos negócios modernos. Em terceiro lugar, pesquisas recentes têm mostrado que a falta do contato face a face de forma continuada é um sério inibidor da criatividade. As teleconferências por meio de plataformas virtuais não geram as boas ideias que, normalmente, emergem nas reuniões presenciais, em que todos se observam mutuamente e aproveitam o ambiente de interação social para somar, corrigir e inovar. Finalmente, os pesquisadores descobriram o óbvio, ou seja, que os seres humanos não vivem só de produtividade, mas valorizam momentos felizes e agradáveis, que raramente ocorrem na solidão do trabalho remoto ou nos contatos fortuitos das reuniões virtuais. José Pastore. A reversão do trabalho remoto. Internet: <correiobraziliense.com.br> (com adaptações).
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PALADINO - indivíduo destemido e cavalheiresco; indivíduo sempre pronto a defender os oprimidos e a lutar por causas justas VERNÁCULO - diz-se de linguagem correta, sem estrangeirismos na pronúncia, vocabulário ou construções sintáticas; castiço
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BADULAQUE - ornamento barato; penduricalho, pingente coisa miúda e de pouco valor, móvel de má qualidade
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PLEITO - debate, discussão, conversa, confronto, disputa TAMPOUCO - muito menos, nem, sequer, também não BRANDIR - mover, sacudir, erguer ESTREMUNHADO(SONOLENTO) - estremunhar - despertar ou fazer despertar (alguém) subitamente Exs.: o barulho dos trovões o estremunhou levantou, estremunhando(-se) ainda cheio de sono estontear(-se), aturdir(-se), desorientar(-se) ATÔNITO - abismado, admirado, assombrado, bestificado, boquiaberto, chocado, espantado CHIRU - que ou quem é caboclo ou índio que ou aquele que tem pele morena, traços acaboclados
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