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Boca de Lobo

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A Boca de Lobo é um movimento de ativistas que geram contra-narrativas e transformam o veneno das fake news em antídotos a favor da democracia.

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cenário Pedro Barciela @Pedro_Barciela A divulgação do inquérito marca um 4º nocaute do bolsonarismo nas redes sociais em uma semana: horas depois da retirada do sigilo 70% dos comentários entendem que Bolsonaro teve participação ATIVA e pedem sua prisão. Já 27% ainda defendem o ex-presidente. Quais os argumentos? (+) 5:15 PM · 26 de nov de 2024 · 65,9 mil Visualizações Pedro Barciela @Pedro_Barciela · 23 h Apostam no que entendem ser uma falta de provas concretas, atacam a PF e o sistema judicial. Vale ressaltar a aposta em uma abordagem específica: ironias e humor. Piadas como "golpe do táxi" buscam descredibilizar as provas já apresentadas, reforçando o primeiro argumento. (+) Pedro Barciela @Pedro_Barciela · 23 h O tom jocoso permanece restrito ao bolsonarismo, mas busca de alguma maneira tornar viral o descrédito no inquérito por meio do humor. Piadas com Moraes, detalhes que parecem ser uma cena dos Trapalhões podem soar inofensivos, mas atendem essa tentativa bolsonarista. (+) Pedro Barciela @Pedro_Barciela · 23 h De qualquer maneira o bolsonarismo entra em sua terceira semana seguida acuado. O atentado no STF, revelações sobre os kids pretos, o indiciamento e agora a divulgação do inquérito mantém a extrema-direita nas cordas em uma cronologia que tem começo, meio e aparentemente um fim.

O Estado deve reconhecer todas as manifestações religiosas e espirituais como parte da cultura?? Essa pergunta está na enquet
O Estado deve reconhecer todas as manifestações religiosas e espirituais como parte da cultura?? Essa pergunta está na enquete do MINC, dentro da consulta do Plano Nacional de Cultura! Para responder, basta clicar aqui: https://brasilparticipativo.presidencia.gov.br/processes/planocultura ------- Participe do Plano Nacional de Cultura!! - O Ministério da Cultura quer ouvir você para construir o novo Plano Nacional de Cultura, que irá guiar as políticas públicas pelos próximos 10 anos.

alguém manda isso para aquele deputado do PT e para os ministros
alguém manda isso para aquele deputado do PT e para os ministros

🚨 37 ASSINATURAS NOVAS! PEC que pede o FIM DA ESCALA 6X1 dispara em assinaturas de deputados federais e passa de 71 para 108 após mobilização nas redes sociais! Vamos ampliar a nossa força, comente FIM DA ESCALA 6X1! FIM DA ESCALA 6X1 FIM DA ESCALA 6X1 FIM DA ESCALA 6X1 https://x.com/abocadelobo/status/1856033946825269529

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FIM DA ESCALA 6X1 FIM DA ESCALA 6X1 FIM DA ESCALA 6X1 o assunto mais comentado no X hoje! AO ATAQUE!

Então qual o problema? A força de um governo não depende apenas de indicadores econômicos, pois, como disse a saudosa economista Maria da Conceição Tavares, o povo não come PIB. O poder de compra é o ponto. Apesar de ter entrado nos eixos após as altas causadas pela pandemia, os preços nos EUA seguem em um patamar alto. Sim, inflação baixa não significa que os preço caem, apenas que estão subindo menos. Apesar de queda no custo dos combustíveis por lá, os preços em geral estão um quinto mais altos do que há quatro anos. Mesmo com emprego e ganhando mais, a percepção é que cabe menos qualidade de vida no salário. … - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/colunas/leonardo-sakamoto/2024/11/04/kamala-de-2024-avisa-a-lula-de-2026-para-baixar-os-precos-se-quiser-vencer.htm?cmpid=copiaecola

ESPALHE! Para derrotar o bolsonarismo nessas cidades, vote:
ESPALHE! Para derrotar o bolsonarismo nessas cidades, vote:

Recomendo fortemente a leitura do texto que se segue RICK AZEVEDO, MAIS VOTADO DO PSOL NO RIO, REVELOU UM CAMINHO PARA ESQUERDA SE RECUPERAR _Por Rodrigo Luis Veloso, pelo X (@rodrigoluisvelo)_ Em vez de "meu look é político", candidato adotou a pauta principal contra Escala 6x1 no setor de comércio e serviços, e estourou nas urnas, ultrapassando todos os concorrentes. Rick Azevedo não era conhecido de muitos militantes do PSOL quando apresentou sua candidatura. Ele também ficou em uma das últimas faixas de distribuição de recursos do Fundo Eleitoral, inclusive bem atrás dos 6 vereadores que tentavam a reeleição No entanto, o ex-trabalhador balconista de uma farmácia já havia viralizado no Tik Tok e no Instagram falando sobre a sua jornada de trabalho exaustiva e exploratória, com baixa remuneração. Os conteúdos postados por Rick tiveram uma repercussão incendiária junto a outros trabalhadores deste setor de comércio e serviços, que é o que mais emprega no país, e proporcionalmente ainda mais no Rio de Janeiro. A linguagem simples, porém impactante, com que Rick falou sobre a rotina a qual estava submetido proporcionou identificação imediata entre outros que estavam na mesma categoria profissional que ele, nas lojas, nos shoppings. Negro, gay e migrante para o Rio de Janeiro, o candidato fugiu da tendência majoritária na legenda de abordar essas identidades em busca da identificação dos eleitores, e preferiu se declarar em quase todos os vídeos "um trabalhador explorado no balcão". O sucesso de audiência conduziu à criação de grupos de zap que receberam o nome de movimento "Vida Além do Trabalho (VAT)". Que posteriormente ganhou o apoio de milhares de pessoas, entre elas várias que já tinham também muitos seguidores e o ajudaram. Durante a campanha, Rick priorizou locais de concentração de comércios, com muitos trabalhadores em lojas, como o Saara e Madureira - enquanto várias candidaturas do PSOL disputavam o público boêmio do chopinho de Botafogo e do samba da Glória. Ele não fez nenhuma "Trend" no Instagram e abriu mão de danças constrangedoras, piadas, esquetes de humor, ensaios fotográficos e clipes de jingle que seus concorrentes à esquerda quase todos fizeram, com o dinheiro público. Seriedade, compartilhamento de histórias de colegas, e discursos incisivos contra a exploração dele e dos demais trabalhadores neste segmento deram o tom da sua comunicação que atingiu 220 mil seguidores no Instagram. Nas urnas, Rick teve 30 mil votos, com menos de 20% dos recursos de qualquer outro vereador de esquerda eleito na cidade. Ele também é o vereador eleito que teve a campanha mais barata entre todos. E ele foi mais votado que todos vereadores do PSOL que concorreram à reeleição. Sua vitória nestes termos, superando obstáculos de uma distribuição desigual de recursos e sendo o mais votado, demonstrou por onde a esquerda pode avançar para recuperar terreno junto aos trabalhadores mais pobres. 1 - Apresentando a candidatura de trabalhadores de profissões normalmente pouco mencionadas, como é o caso dos trabalhadores de balcão, de shopping, de supermercado, copeiros etc - em vez de apenas profissionais com diploma, como advogados, médicos, jornalistas, professores etc 2 - Viabilizando (estrutura para) candidaturas competitivas de candidatos das categorias profissionais que mais empregam, pois Rick também conseguiu alcançar tantos trabalhadores graças a uma hábil equipe de comunicação que outros candidatos precisariam dispor, da mesma maneira. 3 - Explorando locais para sua campanha e públicos-alvo que a esquerda havia ignorado para se enraizar na representação dos clientes da boemia. Isto é, preferindo dialogar com trabalhadores dos comércios, e não só com seus clientes "descolados". 4 - Adotando uma linguagem sóbria, sem exageros, sem bordões sectários da militância (com diploma), inclusive abrindo mão de demarcar suas identidades de gênero e raça para buscar a identificação com todos os trabalhadores do seu segmento - um público maior. 5 - Apostando em uma causa principal objetiva, material, com claro impac

30 dias para salvar as eleições. O que você vai fazer hoje? Por que essas figuras da extrema direita tem eco na nossa sociedade? Que valores, necessidades e crenças elas mobilizam? O que o campo democrático tem a aportar sobre isso? Essas questões nos movem desde a ascensão do extremismo à política institucional. Ontem, foi o Bolsonaro. Hoje, é Marçal. O Marçal não pode ser o foco dessas eleições, mas o impacto que ele causa nas pessoas deve ser o nosso foco. A Boca de Lobo está pronta para agir. Após o ciclo intenso de 2018-2022, sabemos que a ameaça do extremismo não terminou. Mesmo com Lula eleito, alertamos: a extrema direita continua organizada, tanto em governos estaduais quanto em prefeituras, fortalecida por redes internacionais e pela ausência de regras nas plataformas digitais. Eles são o adversário não só dessa eleição, mas das próximas também. Não basta apenas repetir a campanha de rejeição a Bolsonaro ou reafirmar nosso compromisso com os direitos sociais. Precisamos entender como figuras como Marçal estão ressoando na população. A extrema direita soube tocar em temas que mobilizam: prosperidade em tempos difíceis de precarização, a luta contra o sistema visto como injusto, proteção à família, necessidade de ação do Estado para combater a violência. Agora, o desafio é nosso: como o campo democrático pode responder a essas necessidades e apresentar saída para elas? Daqui até as eleições, vamos reunir pesquisas e análises, fazer curadoria de vídeos e conteúdos produzidos que dialogam com essas preocupações. Faremos algo diferente: ao invés de focar no discurso da extrema direita, vamos destacar o que o campo democrático tem a oferecer. Serão quatro newsletters, cada uma com um grande tema. Vamos mostrar como podemos representar essas crenças e sermos a resposta que o povo precisa. Junte-se a nós nessa jornada para salvar as próximas eleições da extrema direita. E se você conhece alguém que está na linha de frente, militando nas ruas ou nas redes, convide para que se inscreva e receba gratuitamente a news: https://abocadelobo.com.br/

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Memes Haddad e taxa, o PT está certo em dizer que "não precisa se preocupar"?
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Lula está com 70% de aprovação entre os mais pobres por isso: - Salário mínimo: +17% (1212 para 1412) - Bolsa Família: +14% (600 para 680) - Isenção do IR: +48% (1904 para 2824) - Pé de Meia com 200 reais/mês - 2,5 milhões de novos empregos - Menor desemprego em 10 anos - Mais Médicos: +14 mil profissionais - Farmácia Popular: 40 remédios e absorventes gratuitos para o público do Bolsa Família - SAMU: 2 mil novas ambulâncias - Minha Casa Minha Vida: +500 mil casas apenas em 2023 - Novo PAC: milhares de obras

📢 PRECISAMOS DE VOCÊS, ALCATEIA! Queremos conhecer vocês, pessoas comprometidas em construir uma sociedade mais justa e igualitária 😊 Suas respostas são fundamentais para direcionar nossas ações futuras e nos ajudar a desenvolver estratégias eficazes de combate ao discurso de ódio e fortalecimento da democracia. Pedimos que dediquem alguns minutos para completar a pesquisa clicando no link abaixo: 🔗https://forms.gle/rAatLJsAV3MD7AuS9 Agradecemos antecipadamente por seu apoio! Juntos, podemos combater o discurso de ódio! 💪

Contra-ataque no PL do Estupro: Quando o extremismo tenta aprovar uma lei que condena crianças e mulheres estupradas a 20 anos de cadeia por realizarem aborto, a ameaça se torna clara para diversos setores da sociedade, não apenas os de esquerda. Esse projeto de lei gera uma repulsa ampla e pode aproximar mais pessoas do governo democrático. O ativismo digital, o monitoramento das redes sociais e as últimas pesquisas de opinião mostram que a maioria dos brasileiros é contra esse PL. A melhor estratégia para contra-atacar e isolar o extremismo é focar no ataque às vítimas de estupro, nas crianças estupradas e no Congresso reacionário. Dessa forma, a frente democrática formada em 2022 pode recuperar sua coesão e força.

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Bancada evangélica recua e fala em adiar PL do aborto A bancada evangélica na Câmara sentiu o impacto. A reação por parte da sociedade civil foi negativa nas ruas e nas redes à aprovação da urgência para o Projeto de Lei que equipara o aborto ao homicídio, além de impor limite de 22 semanas para o procedimento nos casos já autorizados em lei. Autor do projeto e um dos principais nomes da ala ultraconservadora religiosa, o deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) admite que a votação em plenário deve ficar para o final do ano, após as eleições municipais. O sinal de que a polêmica proposta estava indo para a geladeira foi dado pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), o mesmo que aprovou a urgência em uma votação simbólica de 25 segundos. Na quinta-feira, ele disse que o projeto não tem data para ir ao plenário, será relatado por uma mulher de um “partido de centro” e não avançará sobre os casos de aborto autorizados em lei, diferentemente do que prevê o texto de Cavalcante. “Se todo projeto fosse aprovado de acordo com o texto original, ele não precisava de relator. O que é permitido hoje na lei não será proibido, não acredito em apoio na Casa para isto”, disse. Já o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), alfinetou Lira e disse que o tema, se chegar aos senadores, seguirá o rito normal, sem urgência. (Globo)

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Nós somos maioria! Nada indica que a população brasileira seja a favor de criminalizar e prender crianças estupradas

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📢 PRECISAMOS DE VOCÊS, ALCATEIA! Queremos conhecer vocês, pessoas comprometidas em construir uma sociedade mais justa e igualitária 😊 Suas respostas são fundamentais para direcionar nossas ações futuras e nos ajudar a desenvolver estratégias eficazes de combate ao discurso de ódio e fortalecimento da democracia. Pedimos que dediquem alguns minutos para completar a pesquisa clicando no link abaixo: 🔗https://forms.gle/rAatLJsAV3MD7AuS9 Agradecemos antecipadamente por seu apoio! Juntos, podemos combater o discurso de ódio! 💪