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PDF Espiritas - Ocultismo - Auto Ajuda

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SEJAM BEM VINDOS Assuntos: Espiritismo, Auto Ajuda, Umbanda, Candomble, Misticismo, Ocultismo, Budismo, Terapias Holisticas, Bruxaria entre outros

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As formas da alegria - Ingrid Fetell Lee.pdf3.50 MB

As formas da alegria: O surpreendente poder dos objetos - Ingrid Fetell Lee E se o que está ao nosso redor for nossa fonte mais acessível e renovável de alegria? As formas da alegria revela como podemos intensificar o surpreendente poder do nosso ambiente para viver vidas mais plenas, saudáveis e cheias de alegria. Depois de saber que seu trabalho de faculdade transmitia alegria, a então estudante de design Ingrid Fetell Lee decidiu investigar como os objetos simples que usara para compor a obra — um abajur, uma xícara, um banquinho — podiam despertar esse sentimento. Ela se especializou no estudo das formas e cores em sua relação com as sensações que provocam, em especial as de bem-estar, e compartilha aqui suas descobertas. Lee revela: a alegria não está escondida, precisando ser encontrada, ela está ao nosso redor, o tempo todo, esperando ser notada. Janelas com flores, um café de esquina charmoso, fogos de artifício, um simples arco-íris... Todos esses elementos são capazes de causar deleite a quase todas as pessoas e representam uma ou mais das dez estéticas da alegria descritas pela autora: energia, abundância, liberdade, harmonia, diversão, surpresa, transcendência, magia, celebração e renovação. Este livro vai ajudá-lo a descobrir com quais estéticas você se identifica mais, como incorporá-las no seu cotidiano e como aumentar seu bem-estar e melhorar sua saúde mental com mudanças simples nos espaços que você ocupa. Afinal, não se trata da procura de alegria em recantos escondidos do mundo, mas de encontrá-la onde quer que você esteja. "Este livro tem o poder de mudar tudo! Com profundidade, sagacidade e conhecimento, Ingrid Fetell Lee ensina como criar ambientes externos que despertam sua alegria interna." — Susan Cain, autora de O poder dos quietos

Niksen - Olga Mecking.pdf2.41 MB

Niksen - Olga Mecking Neste livro prático e espirituoso, Olga Mecking nos dá dicas de como não fazer nada nas áreas mais importantes da vida. Apoiada nas opiniões dos maiores especialistas do mundo em felicidade e produtividade, a jornalista examina a ciência subjacente ao niksen e como a prática de fazer menos pode muitas vezes render muito mais. Para todos nós, no entanto, que sentimos a necessidade de sermos membros produtivos e contribuintes da sociedade, praticar a ociosidade acaba sendo um obstáculo embora esteja cientificamente provado que, mesmo quando estamos inativos, nossos cérebros continuam processando informações. Mecking afirma, porém, que essa vontade constante de trabalhar é capaz de nos levar à diminuição do bem-estar mental e, paradoxalmente, a ser menos produtivos. Perfeito para quem se sente oprimido ou esgotado, Niksen mostra que fazer uma pausa em todas as nossas ocupações nos concede o direito extremamente benéfico de não fazer nada. Em cada capítulo, Mecking aborda um aspecto dessa filosofia baseada em várias disciplinas, como sociologia, biologia, história e psicologia, servindo-se de histórias interessantes que ilustram os efeitos positivos do niksen em nossas vidas, nos tornando mais criativos e relaxados... no bom sentido!

A educação e o significado da Vida - Jiddu Krishnamurti.pdf3.21 MB

A educação e o significado da Vida - Jiddu Krishnamurti Quem viaja pelo mundo pode notar a extraordinária semelhança da natureza humana, seja na Índia, seja na América, na Europa ou na Austrália. Isto se verifica principalmente nos colégios e nas universidades. Estamos como que fabricando, segundo um modelo, um tipo de ser humano cujo principal interesse é procurar a segurança, tornar-se uma pessoa importante, ou viver deleitavelmente e com o mínimo possível de reflexão. A educação convencional dificulta extremamente o pensar independente. A padronização do homem conduz à mediocridade. Ser diferente do grupo ou resistir ao ambiente não é fácil, e não raro é arriscado, porque adoramos o bom êxito. O esforço empregado para obter sucesso, que é o desejo de recompensa, seja na esfera material, seja na chamada esfera espiritual, a busca de segurança interior ou exterior, o desejo de conforto — tudo isso representa um modo de agir que abafa o descontentamento, estingue a espontaneidade, gera o temor e este impede a compreensão inteligente da vida. Com o avançar da idade, a mente e o coração vão se embotando cada vez mais. Procurando o conforto encontramos, em geral, um cantinho sossegado na vida, onde podemos viver com o mínimo de conflito possível, e não ousamos mais dar um passo sequer para sair deste isolamento. Este medo à vida, este medo à luta e à experiência nova, mata em nós o espírito de aventura; por causa de nossa criação e educação, temos medo de ser diferentes do nosso próximo, tememos pensar em desacordo com o padrão social vigente, num falso respeito à autoridade e à tradição.

O que estás a fazer com a tua Vida - Jiddu Krishnamurti.pdf7.91 KB

O que estás a fazer com a tua Vida - Jiddu Krishnamurti Um dos melhores professores de filosofia do mundo, Krishnamurti, oferece a sua sabedoria em muitos dos obstáculos da vida, desde relacionamento e amor até ansiedade e solidão. Responde a perguntas como «Qual é o significado da vida?» e «Como viver a vida ao máximo?» para revelar a melhor forma de seres verdadeiro contigo. Numa obra lida por milhões de pessoas com vidas distintas, Krishnamurti defende que não há um caminho, uma autoridade divinal ou um guia que devamos seguir. No fim, é a nossa responsabilidade a decidir e a implementar como vivemos a vida.

Sobre relacionamentos - Jiddu Krishnamurti.PDF3.66 MB

Sobre relacionamentos - Jiddu Krishnamurti Em 1950, Krishnamurti disse: “Se nos preocuparmos.com a nossa própria vida, se entendermos o nosso relacionamento com os outros, cria­remos uma nova sociedade; caso contrário, perpetuaremos a atual desor­dem e confusão.” Apresentando uma base de longo alcance para a resolução de muitas das crises mundiais, Sobre Relacionamentos reúne os ensinamentos mais essenciais para o relacionamento do indivíduo com as outras pessoas, com a sociedade e com a própria vida.Neste livro, o renomado mestre torna claro que o modo como lida­mos com as nossas crises pessoais e os nossos relacionamentos tem um significado mais amplo, global, que nos conecta com os problemas de to­das as pessoas. Não se pode acabar com as causas da guerra, por exem­plo, se deixamos de ver a necessidade de um verdadeiro respeito dentro da família e em relação a todas as outras pessoas.

Sobre o medo - Jiddu Krishnamurti.pdf2.48 MB

Sobre o medo - Jiddu Krishnamurti Trecho: "O medo é um dos maiores problemas da vida. A mente tomada pelo medo vive em confusão, em conflito e, portanto, acaba sendo violenta, distorcida e agressiva. Ela não ousa sair dos próprios padrões de pensamento, e isso gera hipocrisia. Escalar a montanha mais alta, inventar todo tipo de deuses, nada disso adianta: enquanto não nos libertarmos do medo permaneceremos na escuridão.Vivendo numa sociedade corrompida e estúpida e receben­do uma educação competitiva que engendra o medo, estamos sobrecarregados com medos de diversos tipos, e o medo é uma coisa horrível e que deforma, distorce e obscurece os nossos dias. Existe o medo físico, mas esse é uma reação que herdamos dos animais. E com os medos psicológicos que estamos preocu­pados, pois se compreendermos os medos psicológicos, de raízes profundas, poderemos lidar com os medos animais, ao passo que, se nos ocuparmos primeiro com os medos animais, isso jamais nos ajudará a compreender os medos psicológicos. O medo é sempre medo de alguma coisa; não existe medo abstrato, ele está sempre relacionado com alguma coisa. Você conhece seus medos? Medo de perder o emprego, de não ter dinheiro ou comida suficiente, ou do que os vizinhos ou o público pensarão a seu respeito, de ser desprezado ou ridicularizado; medo da dor e da doença, da dominação, de nunca saber o que é o amor ou de não ser amado, de perder a sua esposa ou os seus filhos, da morte; de viver num mundo que lembra a morte, da incrível monotonia, de não viver de acordo com a imagem que os outros construíram de você, de perder a sua fé. Todos esses e os inúmeros outros medos - porventura você sabe quais são os seus medos? E o que é que geralmente você faz em relação a eles? Você foge, não é mesmo? Ou inventa idéias e imagens para encobri-los. Mas fugir do medo só faz aumentá-lo."

Percepção Criadora - Jiddu Krishnamurti.pdf8.03 MB

Percepção Criadora - Jiddu Krishnamurti Afinal, por que estais aqui? Alguns, por certo, aqui estão por mera curiosidade; desses não nos ocuparemos. Outros, porém, devem estar seriamente interessados; e se estais interessados, qual a intenção que vos sustenta o interesse? É a intenção de compreender o que estou dizendo e, em caso de incompreensão, pedir a outro que explique o que eu disse, fazendo assim com que surja o “processo” da exploração? Ou estais a escutar-me com o fim de descobrir se o que digo é verdadeiro em si, e não porque eu o digo ou porque outro vo-lo explica? Positivamente, os problemas de que tratamos aqui são problemas vossos, e se puderdes vê-los e compreendê-los diretamente, por vós mesmos, eles serão resolvidos. Ao examinardes o que digo, estais exercendo a razão, não é verdade? A razão, entretanto, nos conduz apenas até um certo ponto, e não mais além. Devemos obviamente exercer a razão, a capacidade de pensar nas coisas do princípio ao fim, sem pararmos no meio do caminho. Mas, quando a razão alcançou os seus limites e não pode ir mais longe, então a mente já não é o instrumento da razão, da astúcia, do cálculo, do ataque e da defesa, desde que o próprio centro de onde procedem todos os nossos pensamentos e todos os nossos conflitos deixou de existir O autoconhecimento, portanto, não é um processo que se aprende em leituras, ou a respeito do qual se pode especular: ele tem de ser descoberto por cada um de nós, momento a momento, o que faz com que a mente se torne altamente vigilante. Sem autoconhecimento não pode existir o eterno. Quando não conhecemos a nós mesmos, o eterno se transforma em simples palavra, um símbolo, uma especulação, um dogma, uma crença, uma ilusão em que a mente pode refugiar-se.