ARMILLARY - Notícias e Geopolítica
Independente e cético. Geopolítica, assuntos militares e notícias internacionais. OSINT-like analysis, early warning e leitura de sinais antecipados, com track record consistente. Based in Brazil, global outlook. ⚡️ WE ARE EVERYWHERE ⚡
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📊 Audience metrics and dynamics
Since its creation on невідомо, the project has demonstrated rapid growth, gathering an audience of 13 871 subscribers.
According to the latest data from 03 September, 2026, the channel demonstrates stable activity. Although there has been a change in the number of participants by -237 over the last 30 days and by -6 over the last 24 hours, overall reach remains high.
- Verification status: Not verified
- Engagement rate (ER): The average audience engagement rate is 12.03%. Within the first 24 hours after publication, content typically collects 5.57% reactions from the total number of subscribers.
- Post reach: On average, each post receives 1 671 views. Within the first day, a publication typically gains 773 views.
- Reactions and interaction: The audience actively supports content: the average number of reactions per post is 19.
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📝 Description and content policy
The author describes the resource as a platform for expressing subjective opinions:
“Independente e cético.
Geopolítica, assuntos militares e notícias internacionais.
OSINT-like analysis, early warning e leitura de sinais antecipados, com track record consistente.
Based in Brazil, global outlook.
⚡️ WE ARE EVERYWHERE ⚡”
Thanks to the high frequency of updates (latest data received on 04 September, 2026), the channel maintains relevance and a high level of publication reach. Analytics show that the audience actively interacts with content, making it an important point of influence in the News & Media category.
Data loading in progress...
| Date | Subscriber Growth | Mentions | Channels | |
| 04 September | 0 | |||
| 03 September | 0 | |||
| 02 September | 0 | |||
| 01 September | 0 |
| 2 | E aqui é preciso deixar uma coisa absolutamente clara: desobediência civil não é violência. Não é barbárie. Não é destruição gratuita.
É retirar legitimidade de estruturas que perderam o direito moral de exigi-la.
É parar de colaborar com aquilo que se considera profundamente injusto.
É fazer com que uma sociedade compreenda que nenhum poder se sustenta indefinidamente sem algum grau de consentimento daqueles que estão submetidos a ele.
Porque, no fim, que poder é esse que só consegue sobreviver quando ninguém questiona?
Que República é essa que precisa silenciar seus críticos para preservar sua própria legitimidade?
Que democracia é essa que exige obediência enquanto abandona os princípios que deveriam justificar essa obediência?
Insistir no jogo viciado não é prudência. É cumplicidade com a própria irrelevância.
E qualquer tentativa de vender reformas cosméticas como solução definitiva — reformas do Judiciário, mudanças pontuais na legislação ou rearranjos políticos — neste cenário corre o risco de não passar de mais uma operação de preservação do próprio sistema.
São bombeiros tentando apagar o incêndio para salvar o monstro, não para destruí-lo.
Trocam-se peças. Trocam-se discursos. Trocam-se ministros. Trocam-se governos.
E a máquina permanece.
Foi exatamente essa a lição que deveria ter sido aprendida com a Lava Jato.
Durante algum tempo, muitos acreditaram que finalmente o sistema seria enfrentado. Mas o monstro se reorganizou. Reagiu. Absorveu o impacto. Recuperou seus mecanismos de defesa e voltou ainda mais fortalecido.
E nós assistimos.
Atônitos.
Divididos.
Desorganizados.
Calados.
Essa é a parte que não podemos repetir.
O Brasil não precisa de mais um ciclo de ilusões. Não precisa de mais uma promessa de que, desta vez, algumas mudanças superficiais finalmente consertarão tudo.
Não consertarão.
O que está diante de nós é maior do que um governo. Maior do que um partido. Maior do que uma eleição.
É uma estrutura de poder.
E estruturas de poder não desaparecem porque alguém lhes pede educadamente que desapareçam.
Desta vez, precisamos de coragem civil. Precisamos de lucidez. Precisamos de organização. Precisamos abandonar a ingenuidade de acreditar que aqueles que se beneficiam da estrutura serão espontaneamente responsáveis por destruí-la.
E, acima de tudo, precisamos construir uma forma de organização política que não tenha como finalidade conquistar o Estado para benefício de uma nova casta, mas devolver o Estado à sua única razão legítima de existir: servir à nação.
Porque o Brasil não precisa trocar de senhores.
Precisa deixar de ter senhores. | 541 |
| 3 | O arranjo que nos governa esgotou-se em todos os sentidos. Não há mais volta. Não há mais remendo. Não há mais reforma capaz de ressuscitar aquilo que já morreu por dentro.
Não falo de um episódio isolado de nossa história. Não falo de um governo específico, de um partido específico ou de uma única crise. Falo de um Estado que nasceu deformado, cresceu deformado e se consolidou como a própria engrenagem da opressão. Um Estado que, incapaz de se regenerar e corrigir seus erros, parte agora para uma espécie de autofagia seletiva: sacrifica algumas de suas próprias peças para simular renovação, enquanto criminaliza aqueles que ousam dizer, em voz alta, aquilo que todos já enxergam.
E o que todos enxergam?
Instituições ocas. Instituições que nunca representaram o povo, que já não representam sequer aqueles que deveriam servi-las e que, cada vez mais, existem apenas para preservar a si mesmas. Instituições que transformaram a legalidade em verniz, a Constituição em decoração inútil e a autoridade em instrumento de autopreservação.
Que espécie de contrato social ainda existe quando o cidadão deixa de confiar nas instituições que deveriam protegê-lo? Que espécie de República é essa quando as regras são aplicadas seletivamente, quando o poder se protege com o próprio poder e quando a liberdade passa a ser tratada como concessão daqueles que governam?
A Constituição perdeu sua eficácia real. O contrato social foi rompido. E fingir que não foi é apenas prolongar a mentira.
A chamada Nova República jamais teve pais fundadores. Teve padrastos.
Homens que assumiram a tutela do país sem a grandeza necessária para reconstruí-lo; sem a elevação moral necessária para limitar o próprio poder; sem a responsabilidade histórica necessária para compreender que uma República não se constrói para servir aos seus governantes, mas para submetê-los às regras que protegem os governados.
O resultado está diante de nós.
Corrupção institucionalizada. Privilégios transformados em rotina. Poder concentrado. Responsabilidades diluídas. E um cidadão permanentemente obrigado a assistir, impotente, ao espetáculo de sua própria submissão.
E por que alguém deveria se surpreender?
O fruto não cai longe da árvore.
A própria estrutura do Estado brasileiro foi moldada para permitir exatamente isso. Aqueles que construíram o sistema compreenderam muito bem como fazê-lo funcionar em benefício próprio. Criaram mecanismos de proteção, acomodaram interesses, distribuíram privilégios e ergueram estruturas suficientemente complexas para que ninguém pudesse facilmente responsabilizar ninguém.
Não foi acidente. Não foi acaso. Não foi incompetência.
Foi método.
E, dentro desse mecanismo, existem hoje peças fundamentais — Lula, Gonet, Alexandre de Moraes, Alcolumbre, Andrei Rodrigues et caterva — que sustentam partes essenciais do aparato.
Não são o sistema inteiro. Evidentemente, não são.
Mas são engrenagens relevantes de uma máquina muito maior: uma máquina que se alimenta de poder, protege seus operadores e reage violentamente quando alguém ameaça interromper seu funcionamento.
Por isso, a remoção dessas figuras é urgente e inadiável.
Mas seria ingenuidade acreditar que basta substituí-las.
Não basta trocar os operadores se a máquina continua intacta.
Não basta mudar os nomes se os mecanismos permanecem.
Não basta substituir rostos se as estruturas continuam de pé.
É preciso ir além. É preciso desmontar os instrumentos utilizados para perpetuar esse estado de coisas. É preciso remover as barreiras que impedem a responsabilização, destruir os mecanismos de autoproteção e reconstruir as instituições sobre bases que efetivamente submetam o poder à lei.
Porque, se a própria estrutura impede a justiça, quem ainda pode honestamente afirmar que basta esperar que a justiça seja feita?
Diante desse cenário, a alternativa verdadeiramente menos traumática é a desobediência civil: a recusa serena, consciente, organizada e persistente em continuar legitimando aquilo que se tornou, na prática, irreformável por dentro. | 517 |
| 4 | 🇧🇷👮 — O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, iniciou um processo e determinou que os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça, o Procurador-Geral da República (PGR) Paulo Gonet e o diretor da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, apresentem esclarecimentos em 5 dias úteis. Ele coletará as informações para decidir se levará o caso ao Plenário.
➡️ Fachin quer saber se a Polícia Federal violou a Lei Orgânica do Poder Judiciário e se credenciais institucionais foram utilizadas para acessar um documento privado, com a possível divulgação de informações confidenciais a uma pessoa investigada. | 615 |
| 5 | 🇧🇷⚖️💥 — URGENTE: André Mendonça reage e solicita ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, que Alexandre de Moraes seja removido imediatamente do Supremo Tribunal Federal (STF) e julgado por abuso de poder, com a possibilidade de prisão imediata. | 608 |
| 6 | 🇧🇷🏛⚖️ — O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, defendeu o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, após ter, supostamente, dito a assessores que só aceitaria um processo de impeachment se fosse contra André Mendonça:
“Todos se esqueceram de que pediram à mesma pessoa (Vorcaro) 130 milhões de reais para fazer um filme. E agora, a única pessoa a ser culpada é o ministro Alexandre de Moraes. Mas eu vou prestar contas de tudo o que quero dizer.” | 1 103 |
| 7 | 🇧🇷⚖️👨⚖️ — A fotografia mostra os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) sorrindo após a sessão de hoje. O momento ocorre em meio à maior crise da história do Tribunal. Na imagem, aparecem Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Edson Fachin. Todos eles são aliados do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). | 1 076 |
| 8 | 🇧🇷⚖️💥 — O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, afirma que a Corte examinará fatos revelados no processo principal e anunciará as "medidas adequadas e necessárias" "nos próximos dias".
"A alta autoridade do cargo não confere privilégios, mas impõe deveres, limites e responsabilidades", disse ele.
➡️ Segundo pessoas próximas a ele, Fachin posicionou-se ao lado de André Mendonça para confrontar Alexandre de Moraes no plenário. | 1 033 |
| 9 | Bom dia a todos! | 1 271 |
| 10 | Republicano, em resposta, comenta:
– O Exército está apenas 137 anos atrasado. | 1 310 |
| 11 | 🇧🇷 — Fontes em Brasília comentaram, de forma anônima, que uma conversa informal entre dois membros de alto escalão do Exército e da Marinha brasileiros teve a seguinte declaração simples e um acordo imediato:
"A República está em declínio." | 1 108 |
| 12 | 🇧🇷⚖️ — O ministro André Mendonça do Supremo Tribunal Federal (STF) irá rejeitar o pedido do Procurador-Geral Paulo Gonet para arquivar o relatório sobre a relação entre Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro, e pretende levar o caso para o Plenário do Supremo Tribunal na próxima semana, com a data e hora já agendadas com sua própria assessoria. | 989 |
| 13 | 🇧🇷⁉️📝⚖️ — O Procurador-Geral Paulo Gonet solicitou o anulação do relatório da Polícia Federal (PF) que detalha mensagens envolvendo Daniel Vorcaro, Alexandre de Moraes e o próprio Paulo Gonet.
👮 Gonet questiona a ordem do Ministro da Justiça André Mendonça para que a PF identificasse e realizasse uma análise mais aprofundada das mensagens relacionadas a Moraes.
➡️ Segundo o Procurador-Geral, a ordem teria extrapolado os limites da autoridade do relator, pois foi emitida sem um pedido do Ministério Público ou da própria Polícia Federal.
⚠️ Gonet também apareceu nas conversas, enviando mensagens de apoio a Vorcaro, que está sendo investigado no caso. | 964 |
| 14 | 🇧🇷⚖️ — O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu hoje a criação de um código de conduta para juízes.
➡️ Mendonça defendeu o código de conduta durante um seminário realizado no Supremo Tribunal Federal, com o tema "Poder Judiciário e Inteligência Artificial".
➡️ O ministro afirmou que a adoção de um código é "uma forma de preservar a relação de confiança" nos tribunais. "Sempre que houver uma quebra efetiva dessa relação de confiança, a questão deve ser devidamente abordada", disse ele. | 888 |
| 15 | #OPINIÃO
O pedido de nulidade — recém-divulgado pela PGR — formulado por Paulo Gonet contra o relatório da Polícia Federal que expõe a relação entre Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro não é um ato técnico isolado.
É mais um elo na engrenagem que tenta blindar a rede de interesses por trás do escândalo do Banco Master, a maior fraude bancária da história recente do país, com prejuízos estimados em dezenas de bilhões de reais.
O próprio relatório da PF, cujo sigilo foi retirado pelo ministro André Mendonça, revela que Gonet manteve contato explícito e informal com o banqueiro investigado, intermediado pelo advogado Ciro Soares.
Em mensagens, o procurador-geral disse sentir saudade de Vorcaro (“Já estou com saudade de você”), chamou-o de “máquina”, aceitou convites para viagens e degustações de whisky Macallan e charutos em Londres, e chegou a perguntar se o próprio filho poderia participar.
Vorcaro retribuiu o carinho e também expressou saudade. No mesmo material, o banqueiro cita Gonet e o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, em conversas com o contato identificado como Moraes, pedindo que ambos fossem acionados para “reverter” investigações e evitar operações contra o Master — inclusive perguntando se deveria “estar fora” do país dois dias antes de sua prisão.
Enquanto isso, Gonet, que já havia arquivado pedidos de investigação contra Moraes e o contrato milionário (cerca de R$ 130 milhões) do escritório da esposa do ministro com o banco, agora tenta anular o próprio relatório que o coloca no centro das conversas.
A PGR e Moraes, ocupando posições centrais em instituições de Estado, atuam de forma a sabotar o sistema processual e acusatório: protegem-se mutuamente, questionam a legitimidade de apurações que os alcançam e transformam a máquina pública em escudo.
Diante de evidências tão claras de proximidade indevida, de tentativas de interferência e de proteção recíproca, não há mais espaço para manobras procedimentais.
É necessária a imediata decretação de prisão preventiva de Paulo Gonet e de Alexandre de Moraes. | 958 |
| 16 | Ainda que Moraes negue qualquer envolvimento ou ação, há evidências claras e inequívocas de prevaricação. Isso, por si só, basta para justificar sua imediata destituição do cargo. | 988 |
| 17 | 👀🇧🇷 | 1 011 |
| 18 | 🇧🇷🐯⚖️ — O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a candidatura de Renan Santos (Partido Mission) à Presidência da República.
O candidato recuperou o acesso aos perfis de mídia social que haviam sido suspensos. | 921 |
| 19 | No text... | 994 |
| 20 | setembro-vai-entrar-o-grosso-lula.mp3 | 1 020 |
