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O QUE É UM ASSASSINATO SOCIAL?
Quando um indivíduo causa a outro um dano físico de tamanha gravidade que lhe causa a morte, chamamos esse ato de homicídio culposo; se o agressor sabe, de antemão, que o dano será mortal, sua ação se designa por homicídio doloso (um assassinato). Quando a sociedade** coloca centenas de proletários numa situação tal que ficam obrigatoriamente expostos à morte prematura, antinatural, morte tão violenta quanto a provocada por uma espada ou por uma arma de fogo; quando ela priva milhares de indivíduos do necessário à existência, pondo-os numa situação em que lhes é impossível subreviver; quando ela os constrange, pela força da lei, a permanecer nessa situação até que a morte (sua consequência inevitável) sobrevenha; quando ela sabe, e está farta de saber, que os indivíduos haverão de sucumbir nessa situação e, apesar disso, a mantém, então o que ela comete é assassinato. Assassinato idêntico ao perpetrado por um indivíduo, apenas mais dissimulado e pérfido, um assassinato contra o qual ninguém pode defender-se, porque não parece ser um assassinato: o assassino é todo mundo e ninguém, a morte da vítima parece natural, o crime não se processa por ação, mas por omissão – entretanto não deixa de ser um assassinato.
ENGELS, Friedrich. A situação da classe trabalhadora na Inglaterra, 1845.
** Sociedade ou sistema político e econômico.
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| 2 | "Não há passagem para o álcool em uma vida saudável"
Pôster soviético antialcoolismo.
O álcool e as drogas em geral (lícitas ou ilícitas) sempre foram combatidas pelos comunistas: os "novos homens e mulheres soviéticos", os homens e mulheres socialistas, os operários e operárias conscientes tem como parte de suas virtudes a produtividade, a racionalidade, a disciplina e o autocontrole!
Trabalhadores debilitados, embriagados, doentes, viciados etc. não constroem o socialismo, não podem ajudar uns aos outros, não são capazes de elevar suas próprias condições de vida, geram sofrimento e dificuldades para si mesmos e para seus camaradas!
O vício é produto das velhas ordens sociais, da pré-história humana, da degeneração e decadência das classes dominantes! É um instrumento de dominação e de domesticação dos proletários!
@SovietMemes @SovietGroup | 85 |
| 3 | “Marx (ao escultor): — Bem, sabe, você me distorceu na escultura tanto quanto Kautsky na política”.
Caricatura soviética de autoria de Mikhail Cheremnykh. 1933.
O monólogo compara as distorções estéticas da escultura com as interpretações políticas revisionistas de Karl Kautsky. Lenin em várias obras critica e combate as distorções revisionistas de Kautsky. Nesse aspecto, um dos textos mais conhecidos de Lenin sobre Kautsky é o livro: “A Revolução Proletária e o renegado Kautsky” de 1918.
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| 4 | UM POUCO SOBRE O MITO DO HOLODOMOR E A COLETIVIZAÇÃO
(Segunda parte de duas)
Ademais, houveram diversas crises, ou cataclismos de fome no decorrer da história russa, isso é um fato rotineiro em toda história humana, a revolução francesa que o diga, nascestes de diversas crises agrárias somadas a má gestão feudal e sua crise financeira. Na história da Rússia, foram mais de 100 crises sofridas de fome em seus mais de 1000 anos de existência histórica registrada, e não houve exceção em nenhuma, todas resultaram de desastres naturais que aniquilaram as plantações e reduziram drasticamente a produção agrária durante esses anos de fome. Como demonstra o trabalho historiográfico de Mark Tauger, doutor especializado nas crises agrárias da Rússia e também um especialista na geologia, agronomia, as fomes durante o período citado, não fugiram a essa lógica. Sobre as rebeliões camponesas, Tauger também desmistifica a ideia de levante massivo, como Zemskov o fez nos anos 1990. Houve levantes reais, mas foram minoritários. Em massa a política de Stalin e do partido foram aceitas, até mesmo pela grande burguesia agrária, boa parte das forças rurais entenderam a importância essencial de erradicar com as crises de fome, como propunha a coletivização: “E no auge da crise, os camponeses demonstraram repetidamente sua capacidade de colocar de lado suas objeções, de superar a adversidade, mesmo com grande custo, e de produzir colheitas que acabaram com a fome.” (TAUGER, M. Stalin, Soviet Agriculture and Collectivization), e como de fato ela o cumpriu. Alguns relatos de pessoas que viveram nesta época também corroboram essa tese. O relato do cidadão Aleksander Zinoviev:
“Quando ia regularmente à minha aldeia, e também mais tarde, perguntei muitas vezes à minha mãe e a outros kolkhozianos se aceitariam retomar uma exploração individual caso lhes fosse dada essa possibilidade. Todos sempre me responderam com uma recusa categórica. [...] Esta transformação extremamente rápida da sociedade rural forneceu ao novo sistema um apoio colossal nas grandes massas da população.”
O professor de história Mark Tauger afirma que a safra de 1932 foi 30-40% menor do que a média e que a fome foi “o resultado de um fracasso da crise dos grãos”, não “uma política de nacionalidade”, “bem-sucedida”, contra ucranianos ou outros grupos étnicos”. No artigo de 1991 “The 1932 Harvest and the Famine of 1933”, escreve:
“Publicações no lado oeste do mundo e até soviéticas inferiram a fome de 1933 na União Soviética “originada pelo homem” ou “artificial”. [....] Os apoiadores dessa corrente afirmam, valendo-se de estatísticas oficiais soviéticas, que a safra de grãos de 1932, sobretudo na Ucrânia, não foi deficientemente escassa e levou alimentos aos soviéticos. [....] Arquivos inéditos demonstraram: a colheita de 1932 foi significativamente ínfima ao contrário da suposição geral e, por isso, necessitam de uma revisão da interpretação do genocídio. O enfraquecimento da safra de 1932 acentuou o agravar da severa escassez de alimentos geral na União Soviética que se inicia ainda em 1931 e, embora o governo tenha reduzido essencialmente as exportações de grãos para tentar evitar o problema, fome se tornou não só provável, mas inevitável, em 1933. [....] Deste modo, em relação a Ucrânia, a área oficial semeada (18,1 milhões de hectares) foi diminuída pela fração da área semeada efetivamente colhida (93. 8%) para uma área colhida bem menor de 17 milhões de hectares e multiplicada pelo rendimento médio (aproximadamente 5 centners) fornecendo uma colheita total de 8,5 milhões de toneladas, ou um pouco menos de 60% dos 14,6 milhões de toneladas oficiais. [....].”
TAUGER, Mark (1991). ”The 1932 Harvest and the Famine of 1933”. <https://drive.google.com/file/d/1-NKqW-8MGv12_jL3JXSBSWITNvQxL7ns/view?usp=drivesdk>
SCARMELOTO, Klaus. A Atualidade de Stalin. In: Ciências Revolucionárias, 1 edição, maio de 2021, pág. 30-31.
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| 5 | UM POUCO SOBRE O MITO DO HOLODOMOR E A COLETIVIZAÇÃO
(Primeira parte de duas)
As farsas inerentes à política de coletivização constituem parte das armas preferidas da burguesia na guerra híbrida contra a União Soviética. É importante analisar as engrenagens de uma das mentiras mais “conhecidas” e revindicadas, a do holocausto cometido por Stálin contra os ucranianos. Esta calúnia, brilhantemente elaborada, deve-se ao “intelecto” de A. Hitler. No seu principal complexo de mentiras, o Mein Kampf, escrito em 1926, já havia revindicado a Ucrânia como acessório do “lebensraum” [espaço vital] alemão. A propaganda empreendida pelos nazistas no período de 1934-1935, sobre o “genocídio” bolchevique na Ucrânia, visava forjar o sentimento antissoviético para fazer da ucrânia uma colônia alemã. Mas, a pergunta central que permanece é: por que esta mentira permaneceu, mesmo após a queda do Nazismo? Simples: os liberais se apossaram dela e ela se tornou uma arma, sobretudo, estadunidense.
“Os artigos na imprensa de Hearst sobre os milhões de mortos de fome na Ucrânia que tinha sido “provocada pelos comunistas” eram detalhados e terríveis. A imprensa de Hearst utilizou tudo ao seu alcance para fazer da mentira realidade, provocando a opinião pública nos países capitalistas a voltar-se fortemente contra a União Soviética. Assim se originou o primeiro grande mito dos milhões de mortos na União Soviética. Na vaga de protestos contra a fome “provocada pelos comunistas” que se seguiu na imprensa ocidental ninguém quiz escutar os desmentidos da União Soviética, sendo o completo desmascaramento das mentiras da imprensa de Hearst em 1934, adiado até 1987! Durante mais de 50 anos e na base destas calúnias, várias gerações de pessoas em todo o mundo foram levadas a formar uma visão negativa do socialismo e da União Soviética."
SOUSA, Mario. Mentiras Sobre a História da URSS. 1998. Disponível em: <https://www.novacultura.info/post/2025/02/06/mentiras-sobre-a-historia-da-uniao-sovietica>
As menores baixas datadas ainda nos anos 30
“vêm de jornalistas americanos colocados em Moscou e conhecidos pelo seu rigor profissional, Ralph Barnes, do New York Herald Tribune, e Walter Duranty, do New York Times. O primeiro fala de um milhão, o segundo de dois milhões de mortos pela fome”
MARTENS, Ludo. Stalin Um Novo Olhar. 1994. Disponível em: <https://www.marxists.org/portugues/martens/1994/olhar/index.htm>
SCARMELOTO, Klaus. A Atualidade de Stalin. In: Ciências Revolucionárias, 1 edição, maio de 2021, pág. 29-30.
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☭ Toque aqui para conhecer novos chats ☭ | 322 |
| 6 | @SovietMemes @SovietGroup | 76 |
| 7 | CONHEÇA AS CANDIDATURAS DA UNIDADE POPULAR (UP) EM TODO O BRASIL
Encontre quem representa as lutas do povo na sua cidade e no seu estado. Mulheres, trabalhadores, estudantes, pessoas negras e quem mais for linha de frente pelos seus direitos.
122 candidaturas em 20 estados
https://unidadepopular.org.br/eleicoes
#Eleições #Poderpopular #Socialismo #Unidadepopular
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☭ Toque aqui para conhecer novos chats ☭ | 570 |
| 8 | O Terrorismo Econômico e o Movimento Operário
J. V. Stálin
30 de Março de 1908
A luta dos operários não teve sempre e por toda a parte a mesma forma.
Houve tempo em que os operários, lutando contra os patrões, quebravam as máquinas, incendiavam as oficinas. A máquina: eis a origem da miséria! A oficina: eis o lugar da opressão! Quebremo-las, pois, incendiemo-las! — diziam então os operários.
Era a época dos conflitos espontâneos, anárquicos, da revolta cega.
Conhecemos também outros casos em que os operários, perdida a confiança na eficácia dos incêndios e das destruições, passaram a “formas de luta mais violentas”, ao assassínio dos diretores, administradores, dirigentes, etc. Não se podem destruir todas as máquinas e oficinas, diziam então os operários, e além do mais isso não é vantajoso para nós, mas se pode sempre cortar as unhas dos administradores, incutindo-lhes terror: batamo-los, pois, assustemo-los!
Era a época dos conflitos terroristas individuais, nascidos da luta econômica.
O movimento operário condenou francamente ambas as formas de luta, relegando-as ao passado.
E é compreensível. Não há dúvida de que, na realidade, a oficina é o lugar onde se exploram os operários, e a máquina dá mão forte à burguesia para ampliar essa exploração, mas isso ainda não significa que a máquina e a oficina sejam de per si a origem da miséria. Pelo contrário, justamente a oficina e justamente a máquina dão ao proletariado a possibilidade de romper as cadeias da escravidão, de destruir a miséria, de dar cabo de qualquer opressão; é necessário somente que se transformem, de propriedade privada de capitalistas isolados, em propriedade social do povo.
Por outro lado, que seria da vida, se nos metêssemos realmente a destruir e incendiar as máquinas, as oficinas, as ferrovias? A vida tornar-se-ia um deserto pavoroso, e os operários seriam os primeiros a privarem-se de um pedaço de pão!...
É claro que não devemos destruir as máquinas e as oficinas, mas apoderar-nos delas, quando for possível, se verdadeiramente aspirarmos à supressão da miséria.
Eis por que o movimento operário não aprova os conflitos anárquicos, a revolta cega. (fonte).
@SovietMemes @SovietGroup | 219 |
| 9 | 11% PARA DIRIGIR A REVOLUÇÃO!
Os camaradas que afirmam que a ditadura do proletariado é impossível porque o proletariado constitui uma minoria da população entendem de forma mecânica o que é a força da maioria. Afinal, os soviets são apenas 20 milhões de indivíduos organizados, mas, graças à sua organização, lideram toda a população. Toda a população seguirá a força organizada capaz de romper as correntes da ruína econômica.
STALIN. I.V. Discursos na Conferência Extraordinária de Petrogrado do POSDR(b), 16-20 de julho de 1917. Disponível em: <https://www.marxists.org/portugues/stalin/1917/07/20.htm>
* Em 1917, a população total do Império Russo era estimada em cerca de 170 a 180 milhões de habitantes. Stalin nos fala em seu discurso que desse total, 20 milhões (11,11% da população) estavam organizados como vanguarda para dirigir a revolução de 1917.
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☭ Toque aqui para conhecer novos chats ☭ | 255 |
| 10 | O IMPERIALISMO É A FORMA MAIS PROSTITUÍDA E VIL DO PODER ESTATAL DA BURGUESIA
O Império foi aclamado por todo o mundo como o salvador da sociedade. Sob sua égide, a sociedade burguesa, liberta de preocupações políticas, atingiu um desenvolvimento inesperado até para ela mesma. Sua indústria e comércio assumiram proporções colossais; a especulação financeira celebrou orgias cosmopolitas; a miséria das massas contrastava com a descarada ostentação de um luxo pomposo, prostibular e vil. O poder estatal, que aparentemente pairava acima da sociedade, era, na verdade, o seu maior escândalo e a incubadora de todas as suas corrupções. Sua podridão e a podridão da sociedade que ele salvara foram desnudadas pela baioneta da Prússia, ela mesma avidamente inclinada a transferir a sede suprema desse regime de Paris para Berlim. O imperialismo é a forma mais prostituída e, ao mesmo tempo, a forma acabada do poder estatal que a sociedade burguesa nascente havia começado a criar como meio de sua própria emancipação do feudalismo, e que a sociedade burguesa madura acabou transformando em meio para a escravização do trabalho pelo capital.
MARX, Karl. A Guerra Civil na França. Junho de 1871, pág. 56. Editora Boitempo, abril de 2011. Disponível em: <https://www.marxists.org/portugues/marx/1871/guerra_civil/index.htm>
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☭ Toque aqui para conhecer novos chats ☭ | 825 |
| 11 | A essência do ensinamento de Marx sobre o Estado só é compreendida por aqueles que entendem que a ditadura de uma classe é necessária não apenas para qualquer sociedade de classes em geral, não apenas para o proletariado que derrubou a burguesia, mas também para um período histórico inteiro, que separa o capitalismo da "sociedade sem classes", do comunismo. As formas dos Estados burgueses são extremamente diversas, mas sua essência é uma: todos esses Estados são, de uma forma ou de outra, mas, em última análise, inevitavelmente, a ditadura da burguesia. A transição do capitalismo para o comunismo, naturalmente, não pode deixar de gerar uma enorme variedade e diversidade de formas políticas, mas a essência será inevitavelmente a mesma: a ditadura do proletariado.
V.I. LENIN. O Estado e a Revolução. 1918.
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☭ Toque aqui para conhecer novos chats ☭ | 284 |
| 12 | A Convenção Nacional da Unidade Popular pelo Socialismo (UP), que aconteceu em São Paulo, ontem (26/7/2026), na Universidade Zumbi dos Palmares, oficializou a candidatura de Samara Martins (dentista do SUS do Estado do Rio Grande do Norte) e Raquel Brício (guarda portuária do Estado do Pará) à Presidência da República.
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☭ Toque aqui para conhecer novos chats ☭ | 845 |
| 13 | Sobre o lumpemproletariado.
Camarada Ian Neves está mandando muito bem com esses vídeos.
@SovietMemes @SovietGroup | 238 |
| 14 | A NAKBA PALESTINA: A CATÁSTROFE DE UM POVO E A LUTA PELO DIREITO DE EXISTIR
Todos os anos, no dia 15 de maio, os palestinos lembram e denunciam a Nakba (“catástrofe”, em árabe), marco de um processo contínuo de limpeza étnica, colonização e apartheid promovido pelo Estado de Israel e que se arrasta por quase oito décadas. Em todo o território palestino, o povo sai às ruas em protesto, levando as chaves de suas antigas casas, que representam a esperança e o direito dos palestinos de retornarem às suas terras e viverem em paz.
Jornal A Verdade, 13/5/2026.
https://averdade.org.br/2026/05/a-nakba-palestina/
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☭ Toque aqui para conhecer novos chats ☭ | 302 |
| 15 | No text... | 679 |
| 16 | Amanhã é dia de Brigada!!! ✊🏾🚩
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☭ Toque aqui para conhecer novos chats ☭ | 262 |
| 17 | Aeeee, saiu, porra!!!! Finalmente!!! Bora todo mundo assistir!!!
https://www.youtube.com/watch?v=ocHvPU27E4A | 230 |
| 18 | AS GUERRAS ENTRE OS PAÍSES CAPITALISTAS— IMPERIALISTAS É INEVITÁVEL
Alguns camaradas afirmam que, devido ao surgimento de novas condições internacionais após a Segunda Guerra Mundial, as guerras entre os países capitalistas deixaram de ser inevitáveis. Esses camaradas consideram que as contradições entre o campo do socialismo e o campo do capitalismo são mais fortes do que as contradições entre os países capitalistas; que os Estados Unidos dominam os demais países capitalistas o suficiente para não permitir que eles lutem entre si e se enfraqueçam mutuamente; que os homens mais inteligentes do capitalismo aprenderam o suficiente com a experiência das duas guerras mundiais — guerras que causaram sérios prejuízos a todo o mundo capitalista — para não se permitirem arrastar novamente os países capitalistas a uma guerra entre si; e que, em virtude de tudo isso, as guerras entre os países capitalistas deixaram de ser inevitáveis.
Esses camaradas estão equivocados. Eles veem os fenômenos externos, que aparecem na superfície, mas não percebem as forças de fundo que, embora por enquanto ajam de forma imperceptível, serão, em última análise, as que determinarão o desenrolar dos acontecimentos.
I.V. Stalin. Problemas Econômicos do Socialismo na União Soviética Cáp. VI — A Inevitalidade das Guerras entre os Países Capitalistas. 1952. Disponível em: <https://www.marxists.org/portugues/stalin/1952/problemas/index.htm>
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☭ Toque aqui para conhecer novos chats ☭ | 363 |
| 19 | CAPITALISMO É BARBÁRIE!
No capitalismo quando se tenta negociar com o patrão acaba desse jeito!
A herança secular da escravidão, o preconceito racial e a luta de classes que existe, representado pelo desprezo pelos trabalhadores pobres aparece nas monstruosidades e na barbárie que a burguesia e seus seguidores comentem contra a população mais vulnerável.
Para a burguesia, a vida da classe trabalhadora e dos seus filhos é insignificante, porque para a classe dominante os trabalhadores servem somente como animais de carga explorados e força de enriquecimento para quem já é muito rico.
Que este caso sirva de exemplo para todo trabalhador que segue defendendo os direitos do patrão!
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| 20 | A ESCRAVIDÃO ECONÔMICA DO CAPITALISMO!
Na verdade, o trabalhador pertence ao capital antes mesmo de se vender a ele. Sua escravidão econômica é tanto provocada quanto ocultada pela venda periódica de si mesmo, pela mudança de patrão e pela oscilação do preço de mercado da força de trabalho. A produção capitalista, portanto, sob sua aparência de um processo contínuo e interligado, de um processo de reprodução, produz não apenas mercadorias, não apenas mais-valia, mas também produz e reproduz a relação capitalista; de um lado, o capitalista; do outro, o trabalhador assalariado.
Karl Marx. O Capital, Livro I. 1867.
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