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Padre Françoá Costa

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Seja bem vindo ao meu canal no Telegram!! Aqui compartilharemos todas as novidades e conteúdo publicados, como reflexões e homilias, incluindo novidades sobre o COTe e Cursos do Padre. Meu canal no YT: https://youtube.com/channel/UCql-t8o08DanMKQkNmaheo

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Áudio de Paty

📚 *Chegou o dia de estudar* A aula 1 do Seminário Online de Teologia será hoje às 20h32 pelo horário de Brasília. Você é o nosso convidado especial para participar. _Já separou seu tempo?_ _Pegou uma caneta e um caderno para anotar tudo?_ O tema será: "Qual a relação entre as duas árvores do Gênesis e os meus estudos?" Acesse o link abaixo e aproveite para ativar a notificação da aula: 🔗 https://youtube.com/live/hpy2xHpfg-g

Esperamos que você esteja bem. 👀 Amanhã começa nosso *Seminário Online de Teologia*. A primeira aula vai acontecer no YouTube, às _20h32_ ao vivo. Recomendamos que você *ative o despertador para às 20h32* para se preparar para a aula. ❗❗ O padre Françoá falará sobre a relação das árvores do Gênesis com os estudos e sobre as ciências terrenas e as ciências eternas. Toque no link abaixo e ative o lembrete: 👉 https://youtube.com/live/hpy2xHpfg-g

Sábado da 34ª semana do Tempo Comum - 02/12/2023 - Lc 21,34-36 Não queremos ser burros O problema do muito comer e da embriaguez é que causam estupidez na alma. Exatamente: a alma fica estulta, burra, idiotizada. Juntamente com a gula e a embriaguez, Santo Tomás de Aquino afirma que a luxúria junta-se àqueles vícios para causar a estupidez na alma. Logo após estudar o dom da sabedoria, Santo Tomás estuda a estultícia, que se opõe à sabedoria (S. Th. II-II, 46). O Aquinatense afirma: “a estultícia, quando é pecado, nasce do embotamento do senso espiritual, que o torna inapto para julgar as coisas espirituais. Ora, o sentido do homem chafurda-se nas coisas terrenas, sobretudo pela luxúria, que versa sobre os mais intensos prazeres, que absorvem soberanamente a alma. Por onde, a estultícia, que é pecado, nasce principalmente da luxúria” (S. Th. II-II, 46, 3c). Interessante que Santo Tomás de Aquino afirma que “ser burro” é pecado, apesar de ser engraçado não é menos dramático, pois o Doutor Angélico está falando daquela falta de sabedoria que todo cristão deveria ter, mas que, infelizmente, por vezes a perde por causa da gula, da embriaguez e da luxuria. Desta maneira, cheio de estultícia não consegue mais perceber os sinais do Reino de Deus, nem a fé, nem a glória. Livre-nos Deus da burrice! Pe. Françoá Costa Instagram: @padrefcosta

Sexta-feira da 34ª semana do Tempo Comum - 01/12/2023 - Lc 21,29-33 Dom da ciência Jesus Cristo é muito observador e nos convida a não perdermos a capacidade de admiração que ele nos deu: “Vede a figueira e as árvores todas. Quando brotam, olhando-as, sabeis que o verão já está próximo” (Lc 21,30). Que saibamos reconhecer os sinais que Deus nos envia na natureza, entre as pessoas, nos acontecimentos e nas palavras. O Senhor nos fala através das circunstâncias do nosso existir cotidiano. É preciso ter sensibilidade de alma para dar-se conta do agir de Deus e suas manifestações silenciosamente gritantes em nosso mundo. Você sabia que alguns santos foram especialmente agraciados por Deus com o dom da ciência? São Francisco de Assis certa vez abraçou-se com uma árvore e, vendo tal cena, lhe perguntaram porque fazia aquilo; ele respondeu: - é a irmã árvore. O dom da ciência é aquela dádiva de Deus que nos faz vê-lo na criação, a pessoa agraciada com o dom da ciência tem como que um sexto sentido, uma percepção sobrenatural da presença de Deus nas coisas mais simples e nas mais complexas da criação: tudo lhe fala de Deus! Essas pessoas costumam ser contemplativas e profundas, não gostam de falar demasiado, suas conversas são edificantes, seu trato costuma ser amável e discreto. Peçamos também para nós um reforço no dom da ciência, o mesmo que nos foi dado no batismo e na confirmação. Pe. Françoá Costa Instagram: @padrefcosta

Faltam 4 dias para a primeira aula do Seminário Online de Teologia Esse é um convite para reforçar que o Seminário Online de Teologia está se aproximando. Esse é um tema muito importante para ser abordado e o padre Françoá conta com a sua participação no evento. ➡ Lembrando que quem está cadastrado, terá a apostila de estudos encaminhado por e-mail (15 dias após a última aula). Faça o seu cadastro gratuitamente no link abaixo: 👉 https://tinyurl.com/4pkh5hxb

Quinta-feira da 34ª semana do Tempo Comum - 30/11/2023 -  Mt 4,18-22 Festa de Santo André, Apóstolo Vocação santa Era uma jornada costumeira, ordinária; um dia normal como todos os outros. Lá estavam os dois irmãos exercendo a sua profissão quando, inesperadamente, escutaram as seguintes palavras: “Vinde após de mim e vos farei pescadores de homens” (Mt 4,19). Pedro e André, os irmãos pescadores, “abandonaram as suas redes e o seguiram” (Mt 4,20). Quem os chamou? Jesus de Nazaré. Impressiona a docilidade de Pedro e de André à vocação. Os dois irmãos passariam mais ou menos três anos na escola de Jesus para aprender a pescar homens para Deus. Pescar peixes não parece ser fácil, pescar homens parece mais difícil. No entanto, acompanhando a Jesus, se aprende constantemente. Faz algum tempo, Deus também nos chamou, a cada um pelo nosso nome. Você se lembra daquele momento tão entranhável no qual você percebeu que Deus o chamava a segui-lo buscando de verdade a santidade e o bem de todas as pessoas? Graças a Deus, respondemos positivamente ao Senhor! Talvez tenha sido na infância, talvez na adolescência, talvez ainda na juventude… Sempre é tempo de vocação (= chamado), Deus continua chamando-nos nas circunstâncias mais normais e cotidianas da nossa vida: no nosso trabalho, na nossa família, entre os nossos amigos. O que é a vocação senão essa percepção da realidade que Deus quer para nós, isto é, que sejamos discípulos para evangelizar. Duas palavrinhas resumem a nossa vocação: santidade, apostolado. Desde toda a eternidade, Deus pensou em nós, chamou-nos e capacitou-nos para que sejamos santos, para que sejamos apóstolos. Santo André interceda por nós para que sejamos sempre fiéis a nossa vocação comum, a santidade, e à nossa vocação específica: santidade no matrimônio ou santidade no sacerdócio ou santidade na vida religiosa. Pe. Françoá Costa Instagram: @padrefcosta

Quarta-feira da 34ª semana do Tempo Comum - 29/11/2023 - Lc 21,12-19 Fervor em meio às perseguições Esperam-nos perseguições, cadeias e mortes (Lc 21,121-13). Jesus avisou. Sinceramente, abrindo o coração, por vezes penso que perseguições são, desde algum ponto de visto, boas para o cristianismo. Basta ver o fervor dos cristãos em tempos de perseguição e a frieza espiritual com a qual nos deparamos nos cristãos de hoje no mundo ocidental: burgueses, pouco orantes, nada penitentes, discutidores da doutrina da salvação, imorais, desavergonhados, promotores de ideologias diabólicas, favoráveis à matança de criancinhas no ventre de suas mães, sem coração, falsos misericordiosos etc. Mas, padre, o senhor está exagerando? Será que estou exagerando ou você mesmo é que está com problema na sua visão espiritual, necessitado daquele colírio que o Espírito Santo recomendava aos cristãos de Laodicéia, tíbios como os de hoje: “Aconselho-te a comprares de mim (...) colírio para que unjas os olhos e possas enxergar” (Ap 3,18). Certamente há cristãos que pensam que veem, que fazem excelentes análises, mas estão muito equivocados, porque não veem com a luz da fé nem com são iluminados pelo fogo da caridade. Espero que não sejam necessárias as perseguições para levantar cristãos adormecidos, mas para a Igreja sempre foi um bem viver em meio às perseguições. Deus cuide de nós. Pe. Françoá Costa Instagram: @padrefcosta

Um convite especial para você Padre Françoá convida a todos que desejam aprimorar os estudos e conhecer melhor a Teologia. Nos dias 04, 05 e 06 de dezembro, teremos 3 aulas fantásticas no Seminário Online de Teologia sobre "A Ciência Sagrada". Toque no link abaixo, faça sua inscrição gratuita e receba todas as informações: 👉 https://tinyurl.com/4pkh5hxb Aguardamos sua participação!

Terça-feira da 34ª semana do Tempo Comum - 28/11/2023 - Lc 21,5-11 Deus ama a beleza As pessoas estavam admiradas pela beleza do Templo (Lc 21,5). Jesus não reclama nem da admiração delas nem da ornamentação primorosa do Templo, mas aproveita o êxtase estético das pessoas quanto à beleza de uma obra de arte para falar da arte de Deus para avisar-nos da consumação desses tempos que são os últimos. Já que Jesus não reclamou da beleza do Templo, aproveitemos para promovê-la. Muitas pessoas reclamam porque as igrejas católicas são tão bonitas e são ricamente adornadas. Em seguida, falam que se deveria dar esse dinheiro aos pobres. Exatamente.  Pensam que para o culto a Deus não é preciso tanto luxo, tanta riqueza. Ainda bem que, diante desses pensamentos tão tacanhos ficaram registrados os atos de generosidade daquela mulher que derramou aos pés do Novo Templo, Jesus, um perfume caríssimo e foi elogiada, apesar de Judas reclamar que se poderia ter vendido aquele perfume e ajudar os pobres com aquele dinheiro. Estou até pensando naquelas pessoas que seriam capazes de dizer que esta passagem nem existe na Bíblia e que eu estou inventando. Para estes, aconselho a leitura de Jo 12,1-11 e a meditação repousada sobre este texto maravilhoso. O Templo deve ser belo porque Deus é belo, porque a alma em graça é bela, porque Deus ama a beleza! Pe. Françoá Costa Instagram: @padrefcosta

Segunda-feira da 34ª semana do Tempo Comum - 27/11/2023 - Lc 21,1-4 Dar dinheiro ao Templo Os ricos eram muito pobres porque não eram generosos, apesar de que davam aquilo que lhes sobrava… e não devia ser pouco! Mas a pobre viúva era muito rica, pois era muito generosa: ela “ofereceu tudo o que possuía para viver” (Lc 21,4). Ou seja, ela era muito generosa e, na verdade, colocava diante de Deus, sua própria vida através das possibilidades que tinha para continuar viva.  Eu já conheci, na minha vida, algum rico generoso, porém poucos. Contudo, conheço constantemente pobres generosos. Quiçá por isso Jesus tenha uma preferência pelos pobres, ainda que não exclusiva. Esta generosidade das viúvas e das pessoas pobres se pode ver, por exemplo, no ambiente das paróquias: curiosamente, as paróquias que têm mais gente, mais doações e mais dizimistas são aquelas paróquias situadas em bairros mais pobres. É, portanto, muito possível que uma paróquia de periferia tenha, no montante, mais dinheiro que uma paróquia da região mais nobre da cidade, por um motivo muito simples: os pobres são mais generosos. Minha exortação no dia de hoje é que você se examine sobre a sua generosidade em enfiar a mão no bolso e ajudar a sua igreja, em oferecer “ofertas no Tesouro do Templo” (Lc 21,1): você faz a Igreja acontecer no que se refere à parte econômica? Pe. Françoá Costa Instagram: @padrefcosta

Pois bem, chegamos ao estado confessional católico, ou seja, todos são católicos, todas as famílias são católicas, são os católicos que governam, legislam e julgam. Certamente, os católicos desta sociedade deverão entender que, se ainda houver alguém que não se dobrou perante a verdade cristã, essa pessoa não poderá ser forçada nem ser morta, pois a fé não se impõe pela força nem pela ameaça da vida. Precisamente aqui estaria o campo da liberdade tão defendida hoje. Não se trata de uma liberdade de religião, pois, de fato, o erro não tem direito. As pessoas têm direitos e, neste caso, não devem ser coagidas a abraçar a fé católica, mesmo em um estado confessional. A partir do que acabei de expor, penso que é possível compreender que uma única conversão tem consequências grandiosas. Mais ainda, a coerência cristã levará o mundo à Verdade, que é o próprio Jesus Cristo. Se os cristãos, porém, não forem verdadeiramente católicos, não acontecerá o fenômeno do estado confessional como causa final, ou, caso aconteça, será um estado confessional muito imperfeito. A bem da verdade, tudo o que há neste mundo é muito imperfeito, mas não podemos deixar de procurar fazer o melhor dentro das nossas próprias limitações. Para dizer “Viva Cristo Rei!” temos que procurar que Cristo reine de verdade, em nossas vidas e na sociedade. Se eu aceito a fé cristã, tenho que aceitar, ao mesmo tempo, a evangelização, a conversão de famílias inteiras, a moralização dos costumes, a cristianização das leis, enfim… o estado confessional vai vir necessariamente, mais cedo ou mais tarde. Quando não se aceita a fé católica em toda a sua santa integridade, não se percebe a importância do proselitismo retamente entendido, questionam-se as conversões, defende-se a laicidade do estado sem muitas distinções, confunde-se a liberdade com a revolução. Certamente esses católicos não aceitam o estado confessional como causa final. Pelo contrário, questionarão até mesmo os direitos de Deus na sociedade em nome da laicidade do estado e da defesa de uma mal-entendida liberdade das pessoas. Alguns, inclusive, se sentirão orgulhosos de não “ferirem” culturas ao não batizarem os pagãos. Desde quando o batismo é algo anticultural? Deus abençoe o Brasil e Viva Cristo Rei! Pe. Françoá Costa Instagram: @padrefcosta

Domingo: solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo, 26/11/2023 Ez 34,11-12.15-17; Sl 22/23; 1 Cor 15,20-26.28; Mt 25,31-46 Rumo ao domínio de Cristo sobre todas as coisas A Igreja, ao celebrar a Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo, desde o ano 1925, não identifica nunca o poder real de Cristo com um poder temporal. Aquilo que o Senhor Jesus disse a Pilatos é uma sentença a ter em conta à hora de considerar a festa de hoje: “o meu reino não é deste mundo. Se o meu Reino fosse deste mundo, os meus súditos certamente teriam pelejado para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas o meu reino não é deste mundo” (Jo 18,36). O Papa que instituiu a festa de Cristo Rei, Pio XI, também deixava isso bem claro ao afirmar que a realeza de Cristo “é principalmente interna e respeita sobretudo a ordem espiritual” (Carta Encíclica “Quas Primas”, 11-12-1925, nº 12). Contudo, um reinado espiritual não exclui a potestade judiciária, legislativa e executiva do Rei Jesus. Todas as coisas, também as temporais, lhe estão submissas. Segue-se, portanto, que a legítima autonomia das realidades criadas não significa independência dessas mesmas coisas com respeito ao seu Criador, mas que a realidade criada tem leis ínsitas ao seu mesmo ser e que devem ser respeitadas. Estas leis naturais têm a Deus por autor e mostram que tudo lhe está submisso. É um erro gravíssimo tentar retirar a Deus da sociedade dos homens, pois um mundo sem Deus não é habitável, se estraga e se condena. Não nos esqueçamos de que teremos que prestar contas a Deus da administração que fizemos dos bens que ele nos deu para que os trabalhássemos e os colocássemos a serviço dos outros, conforme aquela parábola dos talentos (Mt 25,14-30), que se encontra no mesmo capítulo do juízo universal (Mt 25,31-46), lido nas Missas de hoje. Dar de comer, dar de beber, praticar a hospitalidade, visitar os enfermos, entre outras obras de misericórdia, tudo isso é uma clara manifestação de que estamos fazendo frutificar os dons que Deus nos concedeu e, consequentemente, de que estamos fazendo efetivo o reinado de Cristo neste mundo. Somos ovelhas do Pastor e devemos seguir a orientação dele em cada momento. Tudo é de Deus. Mas ele quis que nós fôssemos seus administradores. Façamos a nossa tarefa, qualquer que seja, com competência, profissionalidade, amor a Deus e para o bem dos irmãos, oferecendo-lhe tudo o que somos e temos. Desta maneira não será difícil fazer que Cristo reine nas nossas inteligências, nas nossas vontades, nas nossas ações, em primeiro lugar. Em um segundo momento, Cristo também reinará, através de nós, no nosso trabalho, na nossa família, entre os nossos amigos e conhecidos. Neste sentido, o apostolado é uma clara manifestação de que realmente desejamos que Cristo reine: quem ama a Deus sempre está a procura de que alguém também o ame. Através de nós, Jesus tem que reinar no Brasil e no mundo. Os primeiros cristãos tinham diante de si um império poderoso que aprovava muitas coisas vergonhosamente imorais. Eles não fizeram protestos públicos contra essas coisas, como hoje se faz, mas a coerência que eles tinham para com a verdade e, portanto, com Jesus Cristo, fazia toda a diferença. Explico-me melhor: por mais que ser a favor do estado confessional ou contra seja opinável, é preciso entender que, desde o início do cristianismo, aconteceu um fenômeno que ia desembocar necessariamente no estado confessional católico. Pensem comigo: uma pessoa convertia-se à Igreja e, pouco tempo depois, toda a família desta pessoa também; ao mesmo tempo acontecia a mesma coisa com outra família, com outra, com outra… Acaso uma sociedade que tenha várias famílias católicas – e que, com o passar do tempo, terá todas as famílias católicas – não tomará conta de tudo e influenciará em todos os ambientes com a coerência cristã? Algo típico do cristianismo é, precisamente, esta coerência lógica. Por conseguinte, Jesus Cristo e suas doutrinas começaram a dominar tudo no executivo, no legislativo e no judiciário.

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