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Sinopse: Volta para casa
Autor: Harlan Coben
"Em Volta para casa, Harlan Coben combina um drama familiar com uma trama ardilosa. Seus fãs não vão conseguir largar o livro." – Publishers Weekly "O sucesso de Coben se deve à sua habilidade em retratar pessoas comuns tomando atitudes extremas diante de circunstâncias fora de seu controle." – The New York Times "Os fãs da série vão adorar rever Myron, Win, Esperanza e outros personagens conhecidos. Esse é um livro destinado ao sucesso." – Booklist "Um extraordinário suspense familiar. Coben conduz a narrativa com agilidade e, enquanto emprega suas reviravoltas habituais, faz cada movimento parecer real. O profundo Volta para casa é um de seus melhores e mais impressionantes livros." – Sun Sentinel "Coben cria mais uma história cheia de suspense e reviravoltas. Fãs antigos e novos se sentirão como se bons amigos tivessem voltado para casa." – Associated Press "Ler o espetacular Volta para casa é como encontrar com um velho amigo que não vemos há anos. Com estrutura e estilo brilhantes, é tudo o que uma grande história deve ser." – Providence Journal "Mestre do suspense." – Charlotte Observer Dez anos atrás, dois meninos de 6 anos foram sequestrados enquanto brincavam na casa de um deles, uma mansão em um bairro elegante de Nova Jersey. Mas, após o pedido de resgate, as famílias nunca mais tiveram notícias dos sequestradores nem de seus filhos. Agora, Myron Bolitar e seu amigo Win acreditam ter localizado um deles, o adolescente Patrick, e farão de tudo para resgatá-lo e obter as respostas pelas quais todos anseiam: O que aconteceu no dia em que foram raptados? Onde ele esteve durante todo esse tempo? E, o mais importante, onde está Rhys, seu amigo ainda desaparecido? Após cinco anos sem escrever nenhum livro da série Myron Bolitar, Harlan Coben brinda os leitores com Volta para casa , um suspense explosivo, como só o seu talento pode criar. Um thriller profundamente comovente sobre amizade, família e o verdadeiro significado da palavra lar.
Um grande xamã e porta-voz dos Yanomami oferece neste livro um relato excepcional, ao mesmo tempo testemunho autobiográfico, manifesto xamânico e libelo contra a destruição da floresta Amazônica.
Publicada originalmente em francês em 2010, na prestigiosa coleção Terre Humaine, esta história traz as meditações do xamã a respeito do contato predador com o homem branco, ameaça constante para seu povo desde os anos 1960. A queda do céu foi escrito a partir de suas palavras contadas a um etnólogo com quem nutre uma longa amizade - foram mais de trinta anos de convivência entre os signatários e quarenta anos de contato entre Bruce Albert, o etnólogo-escritor, e o povo de Davi Kopenawa, o xamã-narrador.
A vocação de xamã desde a primeira infância, fruto de um saber cosmológico adquirido graças ao uso de potentes alucinógenos, é o primeiro dos três pilares que estruturam este livro. O segundo é o relato do avanço dos brancos pela floresta e seu cortejo de epidemias, violência e destruição. Por fim, os autores trazem a odisseia do líder indígena para denunciar a destruição de seu povo.
Recheada de visões xamânicas e meditações etnográficas sobre os brancos, esta obra não é apenas uma porta de entrada para um universo complexo e revelador. É uma ferramenta crítica poderosa para questionar a noção de progresso e desenvolvimento defendida por aqueles que os Yanomami - com intuição profética e precisão sociológica - chamam de "povo da mercadoria".
Dois ensaios de referência fundamental para os estudos de gênero e sexualidade são reunidos e publicados neste volume. “O tráfico de mulheres” foi publicado em 1975, sob o impacto da tradução de Lévi-Strauss e da crescente presença do marxismo e da psicanálise no meio acadêmico estadunidense, num período em que as ciências humanas afirmavam que a desigualdade não era natural (mas social), e a antropologia se questionava sobre a universalidade da opressão das mulheres. Revendo e problematizando autores canônicos – Marx e Engels, Lévi-Strauss, Freud e Lacan – Rubin utiliza pela primeira vez o termo gênero num texto de teoria antropológica, afirmando a existência de um sistema de sexo-gênero, associado à própria passagem da natureza para a cultura. Ela critica e questiona a heterossexualidade implícita no raciocínio desses autores – como a presença de um tabu anterior ao do incesto, o da homossexualidade na teoria de Lévi-Strauss. Numa linguagem acessível para não antropólogos, Rubin argumenta que gênero e sexualidade devem ser pensados em interação, sugerindo que é o próprio arranjo do parentesco que produz socialmente o gênero, uma vez que por meio do casamento e da divisão sexual do trabalho se institui a diferença entre homens e mulheres. A desigualdade socialentre homens e mulheres aparece em estreita conexão com o controle da sexualidade feminina e a instituição do ideal heterossexual. Marco da reflexão sobre sexualidade, em “Pensando o sexo”, a autora argumenta que a sexualidade constitui uma categoria de desigualdade em si – em certa medida um eixo de hierarquia descolado do gênero. De modo provocativo, o texto problematiza as categorias classificatórias e expõe algumas formas regulatórias da sexualidade, como o direito e a medicina. Em diálogo com Foucault, revisões históricas como a de Jeffrey Weeks, além da evidente inspiração nas análises antropológicas que descrevem a diversidade cultural com relação à sexualidade, Rubin criticou a moralidade sexual subjacente às teorias e aos movimentos sociais com a mesma veemência com que tratou o status quo da teoria antropológica. Estes ensaios constituem os dois textos mais influentes de uma autora que se afirma militante feminista e pelos direitos das minorias sexuais. São textos fundamentais para entender o debate contemporâneo sobre gênero e sexualidade.
Sobre a Autora
Formou-se na Universidade de Michigan, onde fez um curso especial de Women Studies [Estudos sobre a Mulher], de 1969 a 1972, quando terminou o B.A. Com uma tese sobre a literatura e a história do lesbianismo, com uma abordagem que articulava psicanálise e parentesco. Ingressou em seguida na pós-graduação no departamento de antropologia, onde também começou a lecionar, recebendo o M.A. Em 1974. No ano seguinte publicou o artigo que a tornou conhecida, “Traffic in Women” [“Tráfico de mulheres”]. Em 1978, mudou-se para São Francisco para realizar uma pesquisa sobre comunidades gay leather [couro], tornando-se PhD em antropologia pela Universidade de Michigan em 1994, com uma tese sobre o tema. Sua pesquisa foi pioneira no campo de estudos sobre sexo e gênero na antropologia. Ainda em 1978, fundou com Patrick Califia e outros militantes o primeiro grupo lésbico sadomasoquista que se tem notícia, o Samois. Como ativista pró-sexo, exerceu grande influência nos debates sobre gênero e sexualidade desde então. Desde 2003 é professora do departamento de antropologia da Universidade de Michigan.
