Um Sábado Qualquer
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Feliz em anunciar que dia 12, próxima segunda-feira, começa a campanha de financiamento coletivo do meu novo livro “Um Sábado Qualquer – As melhores pelo autor!” É para glorificar de pé!!! Das mais de 2 mil tiras já criadas nestes 13 anos de publicações, selecionei as que eu mais gostava, além de atualizá-las e redesenhá-las.
Conto muito com o apoio de vocês neste projeto. Anote na agenda, dia 12 de junho, segunda-feira, divulgarei o link para apoio
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Na época da pandemia, via pessoas colocando suas intuições à frente de pesquisas científicas. Foi o caso da vacina, por exemplo. Senti uma grande necessidade de ter de esclarecer como o método científico funciona, pois existe um grande desconhecimento da população sobre o tema.
Uma das coisas mais importantes que você precisa entender é que o método científico está acima daquilo que você vê, ouve, sente, intui, desconfia, e da opinião de seus amigos. Explico neste quadrinho.
Um vídeo que me ajudou a desenvolver este conteúdo foi a aula do Emilio Garcia, do canal Blablalogia, sobre o método científico, que está na grade do curso sobre pseudociência do Instituto Ponto Azul (IPA). Recomendo.
Se você quiser se imunizar e aprender mais sobre ciência, sugiro seguir influenciadores científicos nas redes... E me sigam também!
Espero ter ajudado a trazer esclarecimento. Compartilhe e utilize este quadrinho para alcançarmos mais pessoas que precisam conhecê-lo.
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É muito mais fácil você dar um jeito de encaixar as evidências dentro da sua crença, distorcendo o que cabe e ignorando o que não cabe, do que ter que rever todo o seu alicerce existencial.
Imagino quão difícil deva ser.
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Existe um motivo para o meu “limite do humor” avançar mais na fé cristã do que nas fés de minorias. Explico: Um cristão sofreu no Brasil por ter nascido cristão? Apanhou do pai por ter sido cristão? Foi discriminado e agredido verbal e fisicamente por ser cristão? Sofreu preconceito da sociedade por ser cristão? Não. Toda piada possui um alvo, seja algo ou alguém. A pergunta que eu sempre faço é: “O quanto de sofrimento existe nesse alvo?” Se existe muito sofrimento, prefiro não fazer piada com o tema. Se não existe sofrimento, ou ele é mínimo ou localizado, então me dou mais liberdade em fazer piada com o tema. Por isso que eu me sinto mais confortável em fazer piadas com o cristianismo do que com o candomblé, por exemplo. Se um advogado se sentir ofendido pela piada de advogado que fiz, irei ignorar, pois não existiu sofrimento no fato de ele ser um advogado. Esse é o meu limite do humor.
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Acidentes de trabalho… agradeço a preocupação de quem estava assistindo a Live.
