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A família e seus direitos

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频道 A família e seus direitos 葡萄牙语 语言赛道中的 是活跃参与者。目前社区聚集了 11 315 名订阅者,在 家庭与儿童 类别中位列第 1 310,并在 葡萄牙 地区排名第 256

📊 受众指标与增长动态

невідомо 创建以来,项目保持高速增长,吸引了 11 315 名订阅者。

根据 02 十二月, 2024 的最新数据,频道保持稳定运转。过去 30 天订阅人数变化为 0,过去 24 小时变化为 0,整体触达仍然可观。

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  • 互动率 (ER): 平均受众互动率为 0%。内容发布后 24 小时内通常能获得 N/A% 的反应,占订阅者总量。
  • 帖子覆盖: 每篇帖子平均可获得 0 次浏览,首日通常累积 0 次浏览。
  • 互动与反馈: 受众积极参与,单帖平均反应数为 0

📝 描述与内容策略

作者将该频道定位为表达主观观点的平台:
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凭借高频更新(最新数据采集于 03 十二月, 2024),频道始终保持新鲜度与高覆盖。分析显示受众积极互动,使其成为 家庭与儿童 类别中的关键影响点。

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Como vocês já devem saber, minha maior influência intelectual foi Olavo de Carvalho. Neste vídeo, ele respondeu a algumas questões que eu fiz sobre a melhor forma de estudar: https://youtu.be/I18-BHiMzGs.

Oi pessoal, vamos fazer algumas lives onde o Dr. Alexandre vai ter um convidado especial para conversar sobre temas super importantes para a nossa comunidade. A primeira será esta semana e gostaria de pedir a ajuda de vocês para definir a data.
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PORQUE EU APOIO AS FAMÍLIAS (E UM CONVITE À REFLEXÃO) Eu tive uma educação privilegiada. Fui criado no interior de Minas, em uma família estável e amorosa. Meus pais são cristãos devotos e me ensinaram uma fé viva, que ia bem além das paredes da igreja. Isso parece bem banal, mas havia duas coisas muito incomuns. Primeiro, meu pai, nascido e criado na miséria rural, com apenas o ensino médio, tinha uma paixão pela leitura e chegou a ter, provavelmente, a maior biblioteca da cidade em nossa casa. Segundo, minha mãe (que Deus a tenha), também nascida e criada na miséria rural, era apenas uma técnica em enfermagem que depois se tornou dona de casa. Porém, ela tinha um dom: as pessoas vinham para conversar com ela sobre suas dores, físicas e emocionais, e depois sentiam-se melhores, até curadas mesmo. Quando ela faleceu, a nossa igreja ficou lotada e incontáveis desconhecidos me abraçaram chorando e me dizendo o quanto ela os ajudou. Enfim, fui educado no amor ao conhecimento e no amor ao próximo. Todos os dias eu me levanto decidido a aprender, ensinar e ajudar o próximo. Não conto isso como vantagem, pois não vejo mérito em mim, mas na educação que eu recebi. Na verdade, não é que eu tenha escolhido fazer isso. Sinto que não tenho opção. Ou faço algo de mais ou me sinto um inútil, indigno da educação que recebi. No fundo, tudo o que eu faço é para honrar pai e mãe. Esse é o meu testemunho do poder da educação. E deixo para vocês a reflexão: estamos realmente educando nossos filhos para o amor ao conhecimento (ou seja, à verdade)? Estamos realmente educando nossos filhos para o amor ao próximo (ou seja, para a caridade)? Estamos honrando a herança que recebemos de nossos pais?

Um adendo sobre faltas escolares: em alguns Estados, como Minas Gerais, se o aluno conseguir "abonar as faltas" (com um atestado médico, por exemplo) que excedem o limite legal de 25%, é possível ser aprovado mesmo tendo faltado à aula todos os dias do ano.

https://jornalnoroeste.com.br/noticia/educacao/rs-desobriga-frequencia-minima-para-aprovacao-em-escolas-estaduais No Rio Grande do Sul, já é oficial: o aluno da rede pública pode ser aprovado ("passar de ano") mesmo sem ter frequentado nenhuma aula. Isso vai contra a LDB, que exige frequência mínima de 75% da carga horária, mas quem se importa? O importante é produzir belas estatísticas. Desconheço previsão semelhante em outros lugares, mas já tive diversas notícias de aceitação desse tipo de situação em vários outros estados.

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Prezados, por problemas técnicos insuperáveis a live tira-dúvidas para os inscritos na masterclass será adiada. Em breve, informarei nova data. Sinto muito.

Pergunta: Quando o conselho tutelar for conversar com nossos filhos, a conversa é na presença dos pais? Sendo na presença dos pais ou não, caso o CT pergunte se "o papai ou a mamãe bate em você [criança]?" e a criança responder "sim" (mesmo ela sabendo que é apenas a palmadinha educativa)... O que o CT pode ou vai fazer? Qual a melhor orientação à criança em relação à palmada e a justiça? Resposta: Em regra, o depoimento da criança deve ser feito na presença dis pais. Na verdade, nenhum terceiro deve se comunicar com a criança sem a expressa concordância dos pais. Porém, quando há denúncia de violência por parte dos pais, eles devem ser retirados do recinto para que a criança fique a vontade para falar. Atenção: qualquer menção a palmada pode dar a entender uma situação de violência. Esses critérios básicos servem para o depoimento de crianças e adolescentes para quaisquer autoridades.

Prezados, aqui é o Lilo da equipe do Dr. Alexandre Magno. A live para as pessoas que fizeram a Masterclass será amanhã, dia 27, às 18h. Acabamos de enviar para o email de todos que fizeram a Masterclass o link de acesso e algumas informações adicionais. Caso alguém não tenha recebido, peço a gentileza de informar por aqui.

COMO SERIA UM MÉDICO PRÓ-FAMÍLIA? Ontem tive uma excelente conversa com médico, conterrâneo meu (do interior de Minas), motivada pelo meu post sobre a descrença nos médicos. Refletindo sobre essa conversa, vou resumir aqui como seria a conduta de um "médico pró-família": 1. Ele respeita a sua própria autonomia médica, agindo de acordo com sua consciência e os fatos apresentados pelo paciente. Ele não cede a pressões externas, dos colegas, da mídia ou da indústria farmacêutica. 2. Ele respeita a autonomia do paciente e oferece todas as alternativas viáveis para que o paciente possa escolher. O médico não sonega nem distorce informações para o paciente. 3. Por causa disso, ele respeita o consentimento esclarecido do paciente, dando a ele informações objetivas e acessíveis. Ele tem paciência para responder as perguntas do paciente e não o pressiona para tomar determinada decisão. 4. Ele não depende de exames, mas se fia principalmente na conversa com o paciente, onde ele vai buscar o diagnóstico e as causas do problema de saúde. Ele trata o paciente como pessoa e não apenas como um conjunto de sintomas. 5. Ele vê os remédios apenas como um dos recursos para melhorar o estado de saúde do paciente e só os receitas quando for demonstrado fora de dúvidas a sua necessidade. 6. Quanto à saúde das crianças e adolescentes, ele se vê como um auxiliar, um especialista a serviço dos pais, que são os responsáveis por decidir a respeito da saúde dos filhos. Então, eu gostaria de ver nos comentários breves relatos de experiências positivas das famílias, com médicos que agiram exemplarmente se acordo com uns dessas atitudes que acabei de enumerar.

Tenho ótimas notícias a dar às famílias no Rio de Janeiro (encontro dia 12 de fevereiro, confirmado) e em São Paulo (encontro dia 15 de fevereiro, ainda a ser confirmado). Vamos restaurar nosso País família a família!

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Prezados, eu tenho o prazer de anunciar que está confirmado o nosso encontro com as famílias no Rio de Janeiro. Será no dia 12 de fevereiro, a partir das 9h30, na Rua do Carmo, n. 7, Centro. Falaremos sobre a proteção da liberdade familiar em tempos de repressão. Espero vocês lá!😊

Como deixei de acreditar em médicos (com raras e louváveis exceções) Sou pai de três crianças pequenas (duas gêmeas de 7 anos e um menino de 4 anos). Eu e minha esposa sempre nos preocupamos e cuidamos da saúde deles. Por várias vezes, levei meus filhos a médicos e até mesmo em emergências quando achava necessário. Com o passar do tempo, fui percebendo alguns padrões. Os médicos, especialmente os mais jovens, em geral não têm a mínima noção do real estado de saúde dos pacientes. Eles se tornaram extremamente dependentes de exames clínicos e do "manualzinho dos remédios", onde tem uma gigantesca lista de doenças e os respectivos remédios (mais de uma vez, vi o médico consultando esse manual na minha frente, pois não tinha noção do que fazer). Por várias vezes, o médico só conseguia dizer: "é uma virose". Pior ainda era quando apenas diziam o que não estava acostumado, tentando ir por eliminação. Já vi médico plantonista prescrever exatamente os mesmos remédios para doenças totalmente diversas. Tudo isso não passaria de uma insatisfação com o médico X ou Y, se não fossem os meus estudos. Com a filosofia (pra ser mais exato, com Olavo de Carvalho), aprendi que medicina não é uma ciência, mas uma técnica para melhorar o estado de saúde das pessoas. Aprendi também que essa técnica é muitas vezes falha, aliás, mortalmente falha: muitas vezes, as pessoas morrem do tratamento, não da doença (esse fenômeno é conhecido por iatrogenia). Em especial, o período da pandemia foi muito instrutivo. Ficou clara a captura da medicina por interesses corporativos e ideológicos e pela primeira vez vi médicos sendo censurados nas redes sociais. Pouquíssimos tiveram a coragem e a integridade de testemunhar o que viu e falar o que pensa. Nesse período, comecei a pesquisar sobre vacinas em geral e pela primeira vez tive conhecimento dos riscos, especialmente da presença de metais pesados. Estranhamento, nenhum pediatra se deu ao trabalho de me informar a respeito, apenas conferia se a caderneta de vacinação estava em dia. Na verdade, pouquíssimos médicos se dão ao trabalho de conversar pra valer com os pacientes. O direito básico ao consentimento informado é em geral ignorado. A culpa, porém, não é de cada médico, mas de um sistema de saúde que de fato não funciona para proteger a saúde. Existem exceções? Sim, sem dúvidas. Geralmente, são médicos com décadas de experiência, com tempo e boa vontade para conversar com os pacientes. Eles são afetuosos e demonstram que se importam com a pessoa que está na frente deles e não apenas com os sintomas. De qualquer forma, como princípio de ação, quanto menos remédios, melhor; quanto menos consultas médicas, melhor; quanto menos exames, melhor. A medicina continua tendo seu lugar e sua importância, mas, pra valer, a saúde é cuidada pela família, com hábitos saudáveis e equilibrados.

Temos perguntas para hoje?

Pergunta: Dr Alexandre, boa noite! Tenho uma pergunta. Quais seriam os documentos, leis, decretos etc, que nos dão base para um diálogo com um conselheiro tutelar, em caso de visitas? Que nos dão base para demonstrar que não estamos fora da lei, apesar de não ter uma regulamentação ainda. Resposta: Sinceramente, os conselheiros tutelares não vão entender ou aceitar qualquer explicação jurídica. A função deles é verificar situações de fato. Assim, preocupe-se apenas em explicar o que é educação domiciliar (quase todos desconhecem o assunto) e esteja pronto para mostrar os registros que comprovem a realização de atividades educacionais. Não tenha receio de mostrar seus filhos, pois muitos conselheiros tutelares vão esperarando encontrar situações de abuso. E sempre que possível exija que seus filhos sejam ouvidos.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PRÓXIMOS ENCONTROS COM AS FAMÍLIAS Prezados, eu estarei com as famílias no Rio de Janeiro no dia 12 de fevereiro, domingo. Peço que os organizadores locais do encontro entrem em contato comigo urgente pelo e-mail alexandremfernandesmoreira@gmail.com. Vou tentar abrir outra disponibilidade para outro encontro no dia 14 de fevereiro, terça-feira. Infelizmente, não poderei me encontrar com as famílias em Salvador. A única data viável para mim coincide com o início do Carnaval na cidade. Ainda dá pra ir de 14 a 15 de fevereiro em uma cidade sem Carnaval antecipado (sugestões?). Enfim, de 15 a 16 de fevereiro eu estarei em São Paulo. Precisamos muito conversar pessoalmente. Há muitas coisas importantes que não posso falar por aqui.

EDUCAÇÃO DOMICILIAR EM FAMÍLIAS DE DUPLA NACIONALIDADE Pergunta: Boa noite, gostaria de saber se uma família com cidadania italiana (na Itália, o HS é permitido) poderia fazer homeschooling no Brasil. Obrigada. Resposta: Formalmente, isso não faz diferença. O que importa não é a nacionalidade das crianças e dos pais, mas o local onde a educação está acontecendo. Assim, pessoas com dupla nacionalidade e mesmo estrangeiros que estão em território nacional são regidos pela lei educacional do Brasil, da mesma forma que os brasileiros. Dito isso, eu percebi na minha experiência que pessoas com dupla nacionalidade e estrangeiros geralmente não são incomodados, não há nem denúncia ao Conselho Tutelar. A razão disso pode ser a percepção (incorreta, como vimos) de que a lei não se aplicaria a eles. De qualquer forma, fica a dica: sempre que possível deixem evidente a situação de dupla nacionalidade pois isso pode diminuir o risco de futuros problemas.

ATENÇÃO ADVOGADOS QUE DEFENDEM FAMÍLIAS EDUCADORAS Bom dia, pessoal. Ex-alunos meus estão fazendo uma pesquisa que é crucial para a defesa jurídica das famílias educadoras. O objetivo dessa pesquisa é saber exatamente o que tem acontecido nos processos e denúncias contra as famílias. Será um meio também para fazermos um banco de dados de melhores práticas para a defesa das famílias. Então, se você é advogado e já defendeu alguma família educadora, por favor preencha este formulário aqui (demora menos de cinco minutos): https://forms.gle/CF8DcaYcadxcqviD9. Atenção: não queremos dados de famílias específicas, mas apenas fazer um mapeamento geral da situação.

Pessoal, Minha missão, há 15 anos, é apoiar e proteger as famílias. No início, foram apenas as famílias educadoras; agora, são todas as famílias. Para isso comecei a qualificar profissionais pró-família por meio de Mentoria em Direitos dos Pais. Muitos têm me perguntado sobre a próxima turma. Bem, eu precisei abrir duas turmas ao mesmo tempo por conta da demanda das comunidades do Classical Conversations. Por serem turmas exclusivas, eu não fiz a divulgação aqui. A próxima turma aberta da Mentoria em Direito dos Pais terá início em março. As inscrições serão abertas hoje por meio deste link: https://forms.gle/sLptdPuSGyoG6iBp7. Ao se inscrever no link abaixo, alguém de meu time irá entrar em contato para agendar uma conversa com os pré-selecionados (temos alguns critérios - localização, motivação e profissão). A turma, como sempre, será exclusiva para 12 alunos. Não é possível aumentar esse número, já que o atendimento na mentoria é individualizado e eu não tenho condições de orientar um número maior de pessoas. A equipe me pediu pra avisar que as 6 primeiras pessoas que forem selecionadas e concluírem sua inscrição ainda em janeiro terão um desconto no valor da mentoria. Vamos reconstruir nosso País família a família, protegendo nossa liberdade e ajudando o próximo. Que Deus nos abençoe!