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A família e seus direitos

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Workshop na Conferência Nacional de Educação Domiciliar da Ucrânia. As sessões tiveram que ser transferidas às pressas para o
Workshop na Conferência Nacional de Educação Domiciliar da Ucrânia. As sessões tiveram que ser transferidas às pressas para o subsolo devido a um alerta de ataque aéreo. O alerta durou cerca de duas horas, mas nada aconteceu nas próximas. A serenidade do povo ucraniano nessa situação extrema foi o que mais me impressionou: tudo aconteceu de forma organizada e tranquila.

Neste exato momento, eu me encontro em Lviv, na Ucrânia. Alguns disseram que seria loucura vir aqui, mas vou explicar pra vocês o que me trouxe a este país em guerra. Está acontecendo aqui a primeira conferência nacional de educação domiciliar. E eu fui um dos convidados internacionais para palestrar aos ucranianos. Quando eu recebi o convite, mal acreditei, mas em meu coração o aceite já estava feito. O mais surpreendente foi minha esposa ter concordado com isso... O risco não é grande, pois o país é grande e as batalhas estão acontecendo a centenas de quilômetros de distância. Porém, o risco não é zero, pois esta cidade já sofreu ataques de mísseis e drones. Por que eu aceitei o convite? Porque defender a liberdade das famílias é minha missão de vida. E isso não fica só no discurso. Há 15 anos, eu tenho defendido, no Brasil e no mundo, o direito dos pais de escolherem a melhor educação para os filhos, seja em casa, seja na escola de sua preferência. A questão fundamental não é a educação domiciliar, mas o respeito aos direitos dos pais na criação e educação dos filhos. A Ucrânia tem algo de muito especial: é um país lutando por sua liberdade. Mais do que isso, é um país lutando por sua própria existência. A nossa situação no Brasil não é muito diferente. Nós lutamos por nossa liberdade, pelo direito de viver conforme nossos valores. Essa é a identidade que dá sentido à nossa existência. Sim, nós também lutamos por nossa existência, por nossa identidade, por nossa civilização. Isso é mais importante que nossa própria vida, frágil e passageira. Enfim, peço as orações de vocês, tanto pela nossa segurança quanto por este país que tanto sofre. E principalmente para que as famílias aqui possam gozar de liberdade e superar o terrível passado de dominação comunista.

Pessoal, segue a gravação da live de ontem sobre o conselho tutelar: https://www.youtube.com/watch?v=afMdELL2DTQ. É muito importante que essa informação chegue aos novos conselheiros tutelares e às famílias, que devem cobrar desses conselheiros a obediência à lei e aos direitos humanos das crianças e dos pais.

A mente esquerdista não funciona baseada em valores e princípios, mas na divisão dialética do mundo entre amigos (dos "oprimidos") e inimigos (os "opressores"). Para eles, nós somos os inimigos, que devemos ser destruídos ou, ao menos, calados. Para ilustrar isso vejam o seguinte parágrafo da proposta, formulada pelo Fórum Nacional de Educação, para o Plano Nacional de Educação 2024-2034: 641. Especialmente no Brasil pós-pandemia, e pós governo de extrema direita, durante os últimos anos, o que se viu foi a não efetivação de um conjunto de políticas e diretrizes voltadas à garantia da educação inclusiva, e um ataque sistemático à diversidade e a todos os seus movimentos e coletivos, na contramão das suas principais lutas e avanços sociais conquistados. Foram tempos de retrocessos políticos, culturais, econômicos e sociais. No atual contexto histórico e político brasileiro, o Congresso Nacional, as assembleias legislativas, as câmaras municipais e a Distrital estão tomadas por parcelas significativas de grupos conservadores e suas pautas fundamentalistas e excludentes. Os avanços da democracia, do reconhecimento e respeito à diversidade, dos direitos humanos e da justiça social sofrem ataques violentos de forças midiáticas, parlamentares, ruralistas, políticas, jurídicas e conservadoras. Os ataques machistas, racistas, sexistas, misóginos, LGBTQIAPN+fóbicos, xenófobos e capacitistas, passam a ser a norma de projetos e discursos do Congresso Nacional. O judiciário e o legislativo, desde a polarização política instituída no Brasil, no pós-golpe, têm construído posicionamentos, muitas vezes contrários aos direitos humanos, trazendo também a importância da defesa desses princípios na esfera jurídica, auxiliando na fundamentação de argumentos científicos para os julgamentos e denunciando comportamentos não toleráveis no âmbito da prática jurídica. Os direitos humanos são secundarizados da cena pública e política, dando lugar às políticas conservadoras de segurança pública, tais como a construção de novos presídios e o recrudescimento da violência policial, que ganha força. Os movimentos sociais e suas lideranças são criminalizados. Na educação, materializaram-se um conjunto de políticas educacionais de base ultraconservadoras como a educação domiciliar (homeschooling), militarização das escolas, e intervenções do movimento Escola Sem Partido, do agronegócio e retomada da privatização da educação.

A nova ameaça às famílias brasileiras: a Conferência Nacional de Educação A maior virada autoritária da história da educação brasileira (é claro, disfarçada de defesa da democracia) acontecerá muito em breve: é a Conferência Nacional de Educação (Conae), já marcada para janeiro de 2024. Para entender o tamanho do perigo, precisamos saber um pouco do contexto. A Lei n. 13.005, de 2014, promulgada por Dilma Rousseff, criou o Plano Nacional de Educação (PNE) para o decênio 2014-2024. Esse plano foi extremamente ambicioso, com a previsão de vinte metas e mais de uma centena de estratégias. Sua intenção, de submeter a educação brasileira à ideologia no poder nessa época (e que voltou ao poder neste ano), foi frustrada pelo impeachment da presidente à época e da subsequente eleição de Bolsonaro. Aliás, o plano desde o início era impraticável devido à sua extensão. O decênio previsto no atual PNE está chegando ao final e portanto há a necessidade de formulação de um novo plano. Uma das prioridades é garantir que o próximo plano seja mais efetivo que o atual. Para isso, será dada prioridade total para a criação do Sistema Nacional de Educação (SNE), que tem o objetivo formal de integrar as políticas nacionais, estaduais, distritais e municipais de educação; na prática, o SNE dará um golpe mortal na autonomia dos municípios, estados, e Distrito Federal nas políticas educacionais, que passarão a ser totalmente decididas a nível nacional. O PNE 2024-2034 tem, de forma bastante explícita, a marca da ideologia petista na educação. A intenção é garantir que essa ideologia continue dominando a educação brasileira mesmo na (hoje bastante improvável) saído do PT do poder. Vou deixar aqui como exemplo um dos parágrafos da proposta de PNE: "Na mesma linha, se faz urgente a contraposição efetiva do Estado, nas suas diversas esferas federativas, às políticas e propostas ultraconservadoras, garantindo a desmilitarização das escolas, o freio ao avanço de processos e tentativas de descriminalização da educação domiciliar (homeschooling); às intervenções do movimento Escola Sem Partido e dos diversos grupos que desejam promover o agronegócio por meio da educação; aos ataques à liberdade de cátedra e o livre pensamento nas instituições educacionais, retirando do currículo, por exemplo, disciplinas importantíssimas para a formação plena e para a cidadania, como sociologia, filosofia e artes". Não compensa aqui comentar as bisonhas mentiras deste parágrafo (a começar pela declaração de que educação domiciliar seria crime). O ponto é demonstrar o quanto a ideologia socialista e globalista (não faltam menções aos objetivos do desenvolvimento sustentável) está impregnada no documento. Enfim, chama a atenção a velocidade com que todo o processo é conduzido: em apenas três meses, as conferências estaduais, municipais e distrital devem ser realizadas por todo o País. Obviamente, a intenção é impedir que grupos pró-família tenham tempo de ser organizar, dando à esquerda a mais absoluta hegemonia na elaboração do PNE.

Não é hora de oba oba, não é hora de comemoração. Precisamos pensar estrategicamente qual é o próximo passo. Bem, com certeza
Não é hora de oba oba, não é hora de comemoração. Precisamos pensar estrategicamente qual é o próximo passo. Bem, com certeza nós tivemos uma quantidade imensa de candidatos pró-família eleitos para o conselho tutelar. Não basta. O próximo passo é a formação desses novos conselheiros tutelares. Porque se eles entram no sistema para aprender o que todos estão aprendendo, por melhor que sejam intencionados, o trabalho vai ser o mesmo. Então pensando à frente, e cá entre nós, um tanto já exasperado com o amadorismo da nossa direita de rede social irei fazer na terça-feira, dia 24 de Outubro, às 19h uma formação ao vivo. O link para inscrição é: http://www.arkah.com.br/conselhotutelar Compartilhem. Vamos chegar em todo o Brasil.

Não é hora de oba oba, não é hora de comemoração. Precisamos pensar estrategicamente qual é o próximo passo. Bem, com certeza nós tivemos uma quantidade imensa de candidatos pró-família eleitos para o conselho tutelar. Não basta. O próximo passo é a formação desses novos conselheiros tutelares. Porque se eles entram no sistema para aprender o que todos estão aprendendo, por melhor que sejam intencionados, o trabalho vai ser o mesmo. Então pensando à frente, e cá entre nós, um tanto já exasperado com o amadorismo da nossa direita de rede social irei fazer na terça-feira, dia 24 de Outubro, às 19h uma formação ao vivo. O link para inscrição é: http://www.arkah.com.br/conselhotutelar Compartilhem. Vamos chegar em todo o Brasil.

*1° Congresso Internacional Legado Cristão - 26 e 27 de janeiro de 2024* Participe conosco desse momento histórico para o cristianismo no Brasil. *_Uma família, uma nação_* Nossos pilares são educação, família e liberdade. Pra isso, reunimos os maiores nomes nacionais e internacionais para compartilharem conosco sua atuação no mundo para o Legado Cristão, na área em que Deus tem lhe chamado. Acesse no site a nossa programação. Local: Memorial da América Latina - Barra Funda - SP *O encontro é presencial e gratuito* , mas você *precisa garantir a sua vaga efetuando a sua inscrição única para os dois dias de evento*👇 https://www.legadocristao.com.br/ P.S.: A inscrição é individual, tanto para adultos quanto para crianças. Crianças até 10 anos NÃO podem ocupar assento no auditório, devem, portanto, permanecer no colo dos pais. ❗️O ingresso NÃO é pessoal e intransferível. Caso você não possa ir ao evento, pode transferir o seu ingresso para outra pessoa. Não retenha esta bênção! Abençoe outra pessoa que precisa estar no evento 🙏 🤝 *Seja um patrocinador e embaixador do 1° Congresso Legado Cristão* Este Congresso é uma iniciativa da Secretaria do Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo e organizações cristãs engajadas em deixar um Legado Cristão em nossa nação. E você também pode fazer parte disso sendo um *patrocinador e embaixador aqui* 👇 Contato: *Vanessa Motta* +55 12 99710-1986 Preencha os seus dados para ser um patrocinador e embaixador 👇 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdutu-Cj4jQxH5zi1ivFVc1tAiGokykgJH66s-kaPCnPUowFA/viewform 📣 *Teremos também o espaço para os expositores - o LEGADO CONNECT* Uma área de 1.000 m2 reservada para expositores comprometidos com a educação cristã. Neste espaço, circulará aproximadamente 4 mil pessoas. O *Legado Connect* será, portanto, uma oportunidade única para gerar muito networking e divulgar o seu produto para o Estado de São Paulo, a maior vitrine para a América Latina. Contato: *Priscilla Freitas* +55 12 99657-2262 Preencha o formulário e garanta a sua área de exposição 👇 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSc2DWDoOgjLDHn8WS82xqDEOnwg25TbCVurW65REorOhRp0yQ/viewform ✝️ *Acompanhe o nosso instagram* 👇 https://instagram.com/congressolegadocristao?igshid=MzRlODBiNWFlZA==

Eu tenho recebido muitas perguntas sobre microescolas. Bem, estou cada vez convencido que esse modelo escolar é a melhor alternativa para garantir uma educação conforme os valores dos pais. Microescolas são um estágio intermediário entre o sistema escolar e a educação domiciliar, permitindo uma influência decisiva dos pais sobre o processo educacional dos filhos. Não é preciso nem dizer o estado atual da "educação" nas escolas públicas brasileiras; as particulares, na melhor das hipóteses, se tornaram meras "máquinas de aprovação no Enem". As confessionais, quase todas, são apenas propaganda enganosa e desrespeitam a doutrina da própria religião que dizem professar. Por outro lado, têm surgido incontáveis iniciativas em todo o País de leigos criando pequenas e microescolas cristãs ou de pedagogias específicas. Microescolas, por definição, têm no máximo 150 alunos: aliás, no limite podem ter apenas uma sala de aula com alguns poucos alunos. Não há requisitos específicos para a abertura de microescolas. Elas obedecem às mesmas regras de credenciamento das escolas em geral, que são definidas a nível estadual ou municipal. O primeiro passo é abrir uma mantenedora, uma pessoa jurídica responsável pela escola; o formato mais simples é o de associação, que requer a participação formal de cerca de 10 pessoas (na prática, a associação pode ser gerida por uma ou duas pessoas, se for de pequeno porte). Mesmo as microescolas não podem ser abertas do dia para noite. Há alguns passos que devem ser seguidos sempre (posso falar disso em outro post), mas qualquer pessoa, com um capital relativamente pequeno (se tiver um imóvel, basta fazer adaptações; se não, é sempre possível alugar), pode iniciar e conduzir uma microescola. PS: Um profissional de Pedagogia é indispensável na equipe, tanto para fazer o projeto pedagógico quanto para atuar como diretor de ensino.

Audio from Alexandre Magno

Sobre atestados médicos contra vacinas Pergunta: Bom dia, eu e minha esposa estamos desesperados já, fomos indiciados pelo MP por causa da não vacinação de nossos filhos, e eles nos exigiram laudos médicos contra indicando a vacinação,  do PNI, temos 3 filhos e estão com o calendário incompleto. Se há algum.médico que forneça algum laudo por favor nos passem contatos. O MP já nos ameaçou e temos pouco prazo,  de multa e outras coisas mais. Resposta: O atestado médico é a única forma prevista em lei para dispensar a obrigatoriedade de vacinação. Nesse atestado, o médico deve especificar que determinada condição de saúde do paciente implica um risco elevado de efeitos colaterais na aplicação de uma vacina. Exemplo: a pessoa que tem alergia a ovo pode ser dispensada, mediante atestado médico, das vacinas que tenham ovo em sua composição. Não é possível atestado médico genérico contra todas as vacinas, pois a contraindicação é sempre específica a determinada vacina ou grupo de vacinas. Enfim, atestado médico contra vacinação não é simplesmente algo que se adquira por aí (aliás, venda de atestados é crime). É sempre preciso a comprovação, geralmente por meio de exames, da contraindicação.

Hoje fui com a família a uma padaria em Lisboa para o café da manhã (aqui chamam de "pequeno almoço"). De repente, eu percebo que na TV está passando uma série de vídeos de rap/funk. Esse tipo de música por si só já é horrorosa, mas havia "algo a mais": a letra era explicitamente erótica e o vídeo mais ainda. Eu disse à atendente que o conteúdo das músicas (se é que dá pra chamar aquilo de música) era impróprio para crianças. Ela tentou me dispensar dizendo que era "só fechar os ouvidos" (como assim?). Daí eu respondi que a letra as crianças nem entendem, mas o videoclipe era muito explícito: para deixar isso claro, eu fiz uma ridícula imitação dos movimentos explícitos. Ela finalmente entendeu e mesmo mantendo a "música", desligou a TV. Vejam, eu não tenho a menor intenção de falar da dimensão política desse acontecimento. Aliás, falar o tempo todo de política é apenas mais uma forma de alienação e de escapismo dos problemas cotidianos. A minha mensagem é outra: uma das nossas principais missões como pais é proteger os nossos filhos. Muita gente (especialmente mães) focam em proteção física, mas precisamos proteger nossos filhos também de ameaças à sua formação moral e espiritual. Isso significa uma rigorosa seleção do que a criança tem acesso, em casa e fora dela. Não podemos permitir que os locais públicos e tornem hostis às crianças. Aliás, cada vez mais é necessário selecionar quem tem acesso aos nossos filhos (pouco adianta, por exemplo, educar os filhos em casa se eles convivem cotidianamente com outras crianças sem nenhuma base moral e espiritual).

Algo para prestarmos atenção: as universidades norte-americanas tornaram-se centros de doutrinação islâmica. Vários países Ár
Algo para prestarmos atenção: as universidades norte-americanas tornaram-se centros de doutrinação islâmica. Vários países Árabes têm feito doações multimilionárias para essas universidades. O resultado está aí: por todo lado, universitários têm dado apoio incondicional ao terrorismo islâmico. Não se sabe a respeito desse tipo de doação no Brasil, mas há décadas há um consenso nas universidades públicas contra Israel. Aliás, a esquerda no Brasil sempre deixou clara essa postura. É hora de prestarmos atenção: a doutrinação marxista não é a única a entrar nas escolas. E o objetivo é abrir caminho para o islam fazendo os estudantes odiarem os judeus e por tabela os cristãos (não dá para separar o destino de ambos). Precisamos cada vez mais educar nossos filhos na virtude e no amor à verdade para que não se tornem presas fáceis do ódio e da intolerância. E eu estou convicto de que só a educação clássica pode realizar esse trabalho.

Agora é a palestra do presidente da Corte de Justiça da União Europeia, o mais importante órgão judicial da Europa. O tema é educação para a democracia. Mensagem enfática: doutrinação ideológica é inadmissível na Europa e incompatível com os direitos humanos. Enquanto isso, no Brasil, a esquerda quer impor a doutrinação como um "direito do professor": chega a ser bizarro o contraste...

Estou agora em Lisboa, na conferência da Education Law Association, que reúne os maiores especialistas em Direito Educacional do mundo. Quase ninguém ficou sabendo no Brasil porque o encontro é reservado, apenas para convidados. Eu palestras sobre democracia e educação, mas o mais importante é a oportunidade de aprender em primeira mão com os grandes mestres. Seguem alguns pontos muito relevantes da palestra do professor sul-africano Klaus Beiter, talvez o maior especialista mundial em liberdade acadêmica: 1. Liberdade acadêmica não tem nada a ver com liberdade de expressão. Enquanto uma pessoa comum pode falar o que bem entender (pode até mentir), um acadêmico está sujeito a diversas restrições. 2. Só existe liberdade acadêmica para professores universitários que conduzam pesquisas científicas. É a liberdade de pesquisar e de divulgar os resultados de suas pesquisas. 3. Professores de educação básica, por definição, não têm liberdade acadêmica. Da mesma forma, professores universitários que não realizem pesquisas científicas não têm essa liberdade. 4. A liberdade acadêmica não é um direito do professor pesquisador. É um instrumento para a livre pesquisa e divulgação do conhecimento científico. O objetivo

O que o atentado terrorista em Israel tem a ver com as famílias brasileiras Eu confesso: meu conhecimento sobre Oriente Médio é ridiculamente pequeno. Por isso, eu não posso opinar sobre o contexto histórico e geopolítico do conflito. Aliás, quem quiser ter um conhecimento claro e objetivo sobre o assunto, minha sugestão é o canal do meu amigo Victor Metta aqui no Telegram. Eu sei, porém, de uma coisa: o ataque terrorista não foi diretamente contra o Estado de Israel; até onde eu saiba, nenhum soldado, agente público ou mesmo prédio estatal israelense foi atingido. O atentado foi contra pessoas comuns, que estavam vivendo sua vida cotidiana: vários em casa, com a família; outros em um festa (ironia trágica: um festival pela paz). Eles estavam, para usar as palavras de C.S. Lewis, em seus momentos de felicidade ordinária; aliás, muitas das vítimas nem eram israelenses. Não foram apenas os homicídios em massa, mas os atos realizados com requintes de crueldade, os estupros, os sequestros. Algo que não saiu da minha mente foram as dezenas de bebês DEGOLADOS. Entendam: não é questão de dizer ss os "palestinos" ou os israelenses têm razão em suas disputas. Uma pessoa totalmente alheia ao conflito não poderia deixar de repudiar veementemente o terrorismo, que parte de um princípio inaceitável, de que razões políticas poderiam justificar o assassinato e a tortura de pessoas inocentes. Isso é básico em direitos humanos - nenhuma causa, por mais justa que seja, pode ser defendida atingindo civis indefesos. O mais estranho é ter de lembrar hoje em dia que os israelenses são seres humanos como quaisquer outros, que por isso não podem ser sacrificados em nome de um projeto político. A última vez que os judeus foram compreendidos como "menos do que plenamente humanos" foi exatamente durante o holocausto na Segunda Guerra Mundial. Quando políticos e "intelectuais" brasileiros declaram apoio ao Hamas e buscaram justificar os atentados terroristas, o que eles disseram simplesmente foi: pessoas inocentes podem ser assassinadas e torturadas "desde que haja uma boa razão política". Ou, "o que importa não é a vida e a dignidade humana, mas a realização do projeto político". Somente demônios, no sentido exato da palavra, seriam capazes de fazer aquelas atrocidades. Quem aplaude os demônios ou é um deles ou quer se tornar cúmplice deles. Mais ainda, os apoiadores admitem implicitamente que "se houver uma boa razão política", eles mesmos poderiam fazer atrocidades contra inocentes. Curiosamente, são as mesmas pessoas que defendem o aborto. De fato, não há diferença essencial entre matar um bebê que ainda não nasceu e degolar bebês já nascidos. Não importa a sua ideologia, leitor, pois qualquer pessoa de mínimo senso moral repudiara a morte e o sofrimento de inocentes. Demônios atacando em Israel e candidatos a demônios aplaudindo no Brasil. Os primeiros têm sangue inocente nas mãos e os últimos não se importariam de tê-lo no futuro se houver uma "necessidade política". Em um futuro não muito distante, as vítimas podem ser as nossas famílias e de pessoas próximas. Tudo para eles é política; o ser humano e a família são descartáveis conforme o momento. Então, leitor, dá próxima vez que votar, lembrem-se dos bebês degolados: eles estão muito mais próximos do que imaginamos.

Temos perguntas para hoje?😉

Não viva por mentiras Como cidadãos comuns podem resistir à tirania Nestes últimos dias, eu tenho pensado muito em Jupira Rodrigues, de 57 anos, dona de casa, portadora de sérios problemas de saúde. Ela está presa há meses, acusada de tentativa de golpe de estado, e será julgada em breve. Porém, ela já foi condenada pela imprensa como terrorista; hoje, depois de ver terroristas reais em Israel serem glorificados e chamados de “combatentes” por essa mesma imprensa, resolvi escrever talvez a mensagem mais importante da minha vida. Há duas formas de se obter e manter o poder total e absoluto: por meio da violência e da mentira. A violência é eficaz em certa medida, mas tem um custo político muito grande e pode levar à rejeição generalizada do regime. Por isso, ela é utilizada quase sempre de forma pontual, mas o suficiente para gerar medo. Muito mais eficiente é a mentira sistemática, hegemônica e contínua, que está em toda parte e lugar, sendo quase impossível para o cidadão comum identificar e se defender. Porém, este é o ponto essencial: não precisamos resistir politicamente ao regime (aliás, qualquer resistência agora é fútil e muitas vezes perigosa). Precisamos, e devemos, lutar por nossa autonomia moral e espiritual, a nossa capacidade inata de distinguir entre o certo e o errado, de conhecer a verdade. O que eles querem, no final das contas, não é o total poder político e econômico, mas a submissão e o aniquilamento das nossas almas, para que fiquem incapazes de separar a verdade da mentira, o bem do mal. Então, eu proponho um pacto para vocês: um compromisso com a verdade, a única capaz de nos libertar. O que temos de fazer nesse pacto é algo ridiculamente simples, mas de consequências incalculáveis, neste mundo e no próximo. Então, se recuse a participar de mentiras. Vamos resistir da menor forma possível: deixe que exerçam todo o poder que quiserem, mas não através de você. Nunca apoie mentiras de forma consciente: não seja um servo do demônio, o pai da mentira. Lembre-se que a mentira não tem existência real, que é uma espécie de parasita. Quanto mais pessoas se recusarem a serem seus hospedeiros, mais fraca ela ficará. De forma mais concreta: nunca escreva, publique, assine, ou de qualquer forma participe de nada que não corresponda à mais absoluta verdade. Isso inclui de conversas privadas a aulas, exposições, e artigos jornalísticos. Não importa se é você que está falando ou apenas assistindo ou lendo: saia do local onde a mentira impera e deixe de ler e assinar jornais que veiculam mentiras. Nunca minta ou distorça a verdade apenas para fazer amigos e ser bem-quisto por colegas. Se você não se sentir seguro para dizer a verdade, ao menos se recuse a mentir. Essa atitude autêntica e verdadeira já é exercida por incontáveis pessoas. Junte-se a elas de forma consciente. Você não vai “salvar o Brasil”, mas vai contribuir com um pequeno ponto de luz que deixará as trevas um pouco mais fracas, até que o acúmulo desses pontos seja suficiente um dia para dissipá-la e fazer a verdade brilhar novamente. Eu não criei essa ideia, mas me baseei na experiência coletiva de milhões de cidadãos comuns, quase todos cristãos, na União Soviética e nos países por ela dominados. Aliás, minha fonte mais direta foi o exilado russo Alexander Solzhenitsyn, escritor do best-seller “Arquipélago Gulag” (de leitura cada vez mais necessária), e do manifesto “Live not by lies”, de onde eu retirei o título deste post. Então, tudo o que você precisa fazer agora é não participar de mentiras, mesmo que elas tragam benefícios momentâneos. A sua alma e as de sua família dependem disso. Você está disposto? PS: o arquivo em PDF deste post está disponível no primeiro comentário.