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Samuel Benini Multiverso da Bíblia & MetafisicaMente Oficial

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A glória de Deus está nas coisas encobertas; mas a honra dos reis, está em descobri-las. Provérbios 25:2

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O poder que vem do Alto transforma fraqueza em força, medo em coragem e impossibilidade em propósito. Quando Deus envia, Ele também concede a autoridade e os recursos necessários para cumprir aquilo que determinou. Quem foi escolhido por Deus não caminha sozinho: carrega consigo a força daquele que o enviou.

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Gente que vídeo maravilhoso esse, eu nunca tinha percebido esse detalhe do mar de bronze no Templo de Salomão. A cosmologia da terra já estava representada nele. Não deixe de ver esse vídeo, o canal tem muito conteúdo bom 🙏🙏🙏
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https://youtu.be/clmbF465E1c?is=aQlsJ7mRBWWpenwS
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A pergunta fundamental desta experiência não é: “Quem você conseguiu ser neste mundo?” A pergunta é: “A quem você escolheu pertencer quando recebeu a liberdade de escolher?” Quando o corpo retornar ao pó e o espírito voltar a Deus, toda máscara cairá. A matéria terá cumprido seu propósito. A prova terá terminado. A verdadeira identidade será revelada. Então compreenderemos plenamente aquilo que agora enxergamos apenas parcialmente: “Porque, agora, vemos como em espelho, obscuramente; então, veremos face a face. Agora, conheço em parte; então, conhecerei como também sou conhecido.” 1 Coríntios 13:12. Nossa história é maior do que algumas décadas de existência biológica. O mundo é o campo. A carne é a veste. A vida é a prova. O Evangelho é o chamado para casa. Cristo veio para despertar, reunir e conduzir de volta ao Pai aqueles que reconhecem sua voz: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem.” João 10:27. Aquele que tem ouvidos, ouça.
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Essa realidade também aparece em Gênesis 6: “...vendo os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas, tomaram para si mulheres...” Gênesis 6:2. E: “Ora, naquele tempo havia gigantes na terra...” Gênesis 6:4. Judas menciona seres espirituais que abandonaram sua condição: “...a anjos, os que não guardaram o seu estado original, mas abandonaram o seu próprio domicílio...” Judas 6. 2 Pedro também afirma: “Deus não poupou anjos quando pecaram...” 2 Pedro 2:4. A Bíblia apresenta uma rebelião celestial que alcança a realidade terrestre. A relação entre Elias e João Batista também revela que a identidade espiritual é maior do que a existência biológica presente. Jesus disse: “E, se o quereis reconhecer, ele mesmo é Elias, que estava para vir.” Mateus 11:14. E também: “Elias já veio, e não o reconheceram...” Mateus 17:12. Os discípulos entenderam que Ele lhes falava de João Batista. Lucas registra que João viria “no espírito e poder de Elias”. Lucas 1:17. Isso mostra continuidade espiritual de missão, identidade e propósito além da simples aparência física. Cristo entrou no sistema para destruir as obras do diabo. João declara: “Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo.” 1 João 3:8. Hebreus diz que Cristo participou de carne e sangue “...para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo.” Hebreus 2:14. Na cruz aconteceu algo cósmico. Paulo escreve: “...despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz.” Colossenses 2:15. Cristo venceu aquilo que mantinha os filhos presos. Nossa batalha não é contra carne e sangue. Paulo afirma: “Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes.” Efésios 6:12. A guerra visível possui uma dimensão invisível. A matéria não explica tudo. A biologia não explica tudo. Nossa história terrestre é apenas uma parte de uma história muito maior. Existe um sentido profundo em que compartilhamos a mesma origem criacional em Deus e a mesma condição humana. Atos declara: “...de um só fez toda a raça humana para habitar sobre toda a face da terra...” Atos 17:26. E Paulo prossegue: “Pois nele vivemos, e nos movemos, e existimos... Porque dele também somos geração.” Atos 17:28. Ao mesmo tempo, as Escrituras distinguem filiação espiritual, fidelidade e rebelião. Por isso, compartilhar a mesma origem não significa que todas as escolhas e alinhamentos espirituais sejam equivalentes. Estamos juntos no campo. Trigo e joio crescem juntos. Somente Deus conhece perfeitamente os corações. O grande teste é lembrar quem somos e escolher a quem pertencemos. Nossa maior prisão é acreditar que somos apenas aquilo que vemos no espelho: um nome, um corpo, uma profissão, uma nacionalidade, algumas décadas de memória, carne, sangue e carbono. Mas Paulo escreveu: “...não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, e as que se não veem são eternas.” 2 Coríntios 4:18. Nossa carne é temporária. Nossa existência diante de Deus possui dimensão eterna. Jesus veio até nós e nos chamou de irmãos. Há uma família nos céus e na terra. Há uma assembleia celestial. Há incontáveis anjos. Há nomes arrolados nos céus. Há espíritos dos justos aperfeiçoados. Há corpos terrestres e corpos celestiais. Há uma “medida de homem, isto é, de anjo”. Há uma guerra espiritual. Há um acusador. Há irmãos sendo acusados. Há seres celestiais celebrando quando alguém retorna. Há trigo. Há joio. Há uma colheita. E existe um Rei que entrou em carne e sangue para resgatar seus irmãos. “Pois a nossa pátria está nos céus.” Filipenses 3:20. Somos peregrinos nesta condição. Estamos temporariamente vestidos de matéria. Este mundo é o campo. A carne é a veste temporária. A vida é a prova. O Evangelho é o chamado para casa. Cristo veio buscar, reunir e conduzir ao Pai aqueles que reconhecem a voz do verdadeiro Pastor.
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Deus pergunta a Jó: “Onde estavas tu, quando eu lançava os fundamentos da terra?” Jó 38:4. Logo depois, menciona os filhos de Deus celebrando. Jeremias recebe outra declaração extraordinária: “Antes que eu te formasse no ventre materno, eu te conheci, e, antes que saísses da madre, te consagrei...” Jeremias 1:5. Jeremias era conhecido por Deus antes de sua formação no ventre. Paulo também declara: “...assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo...” Efésios 1:4. Nossa história diante de Deus antecede nossa existência biológica. O nascimento na carne não representa o início de nossa história espiritual, mas nossa entrada nesta experiência terrestre. A terra é um lugar de prova. Deuteronômio declara: “...pois o SENHOR, vosso Deus, vos prova, para saber se amais o SENHOR, vosso Deus, de todo o vosso coração e de toda a vossa alma.” Deuteronômio 13:3. A experiência na matéria é o ambiente em que aquilo que está dentro do ser se manifesta por meio das escolhas. Aqui escolhemos. Aqui demonstramos fidelidade. Aqui revelamos a quem pertencemos. Deus declarou: “Os céus e a terra tomo, hoje, por testemunhas contra ti, que te propus a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida...” Deuteronômio 30:19. A experiência terrestre envolve decisão, fidelidade, identidade, amor e obediência. Jesus revelou que há trigo e joio no campo do mundo. “O que semeia a boa semente é o Filho do Homem; o campo é o mundo; a boa semente são os filhos do reino; o joio são os filhos do maligno.” Mateus 13:37–38. E acrescenta: “O inimigo que o semeou é o diabo.” Mateus 13:39. Jesus fala de semente, filhos e semeadura. Essa linguagem retorna ao princípio: “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente.” Gênesis 3:15. Desde Gênesis existe um conflito entre duas sementes. A Escritura identifica Caim: “Caim era do Maligno e assassinou a seu irmão.” 1 João 3:12. Jesus também declarou: “Vós sois do diabo, que é vosso pai...” João 8:44. O conflito espiritual iniciado antes de nossa história visível manifesta-se dentro da história humana. O campo é o mundo. A boa semente são os filhos do Reino. O joio são os filhos do maligno. Na parábola, trigo e joio permanecem juntos até a colheita: “Deixai-os crescer juntos até à colheita...” Mateus 13:30. Isso explica por que algumas pessoas são profundamente tocadas pelo arrependimento enquanto outras persistem deliberadamente no mal. O julgamento definitivo pertence a Deus, porque somente Ele conhece perfeitamente a origem, a intenção e o interior de cada ser. Jesus advertiu: “...a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada.” Mateus 12:31. Hebreus também descreve aqueles que experimentaram realidades espirituais e depois apostataram: “...e caíram, sim, é impossível outra vez renová-los para arrependimento...” Hebreus 6:4–6. Existe diferença entre quem está perdido e pode ser encontrado e aquele que deliberadamente se entrega de forma definitiva à rebelião. Apocalipse 12 menciona a terça parte das estrelas arrastada pelo Dragão. Há, portanto, posições diferentes diante do conflito celestial: os que permaneceram fiéis a Deus, os que foram arrastados para a condição de prova e os que conscientemente se alinharam à rebelião. Nossa existência aqui é o lugar onde a escolha se manifesta. Por isso Jesus afirma: “Quem não é por mim é contra mim.” Mateus 12:30. E Apocalipse declara: “Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente... Assim, porque és morno... estou a ponto de vomitar-te da minha boca.” Apocalipse 3:15–16. A neutralidade finalmente desaparece. Cada ser revela sua verdadeira lealdade. Gênesis 3:15 estabelece uma guerra entre duas sementes. Gênesis 4 apresenta imediatamente Caim e Abel. 1 João identifica Caim como sendo “do Maligno”. Jesus fala dos “filhos do maligno”. A parábola do joio utiliza novamente linguagem de semeadura. A história humana contém a manifestação terrestre de uma guerra espiritual anterior.
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Jesus entrou em nossa condição de carne e sangue. Hebreus declara: “Visto, pois, que os filhos têm participação comum de carne e sangue, destes também ele, igualmente, participou...” Hebreus 2:14. Os filhos participam de carne e sangue. Cristo também participou dessa condição. E o texto continua: “Pois ele, evidentemente, não socorre anjos, mas socorre a descendência de Abraão.” Hebreus 2:16. Logo depois: “Por isso mesmo, convinha que, em todas as coisas, se tornasse semelhante aos irmãos...” Hebreus 2:17. Jesus nos chama de irmãos. Hebreus 2:11 também declara: “Pois, tanto o que santifica como os que são santificados, todos vêm de um só. Por isso, é que ele não se envergonha de lhes chamar irmãos.” Cristo entrou em nossa condição. O Verbo tornou-se carne. João 1:14. Aquele que estava com Deus entrou no mundo material. Filipenses descreve esse movimento: “...a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens.” Filipenses 2:7. Nossa pátria está nos céus. Paulo não diz simplesmente que esperamos visitar o céu. Ele escreve: “Pois a nossa pátria está nos céus...” Filipenses 3:20. Hebreus fala daqueles que confessaram “...que eram estrangeiros e peregrinos sobre a terra.” Hebreus 11:13. E continua: “Mas, agora, aspiram a uma pátria superior, isto é, celestial.” Hebreus 11:16. Pedro também chama os seguidores de Cristo de “peregrinos e forasteiros”. 1 Pedro 2:11. Existe algo profundamente transitório na experiência terrestre. Estamos aqui, mas não pertencemos definitivamente a esta condição. Hebreus 12 apresenta uma assembleia celestial impressionante: “Mas tendes chegado ao monte Sião e à cidade do Deus vivo, a Jerusalém celestial, e a incontáveis hostes de anjos, e à universal assembleia e igreja dos primogênitos arrolados nos céus...” Hebreus 12:22–23. Jerusalém celestial. Incontáveis anjos. Assembleia celestial. Primogênitos arrolados nos céus. Deus, Juiz de todos. Espíritos dos justos aperfeiçoados. O cenário bíblico é muito maior do que simplesmente humanos aqui e anjos lá. Existe uma assembleia celestial. Existe um povo arrolado nos céus. Há alegria no céu quando um de nós retorna. Jesus declarou: “Assim, digo-vos, há júbilo diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.” Lucas 15:10. A parábola mostra a razão dessa alegria: uma ovelha estava perdida e foi encontrada. O filho estava distante e voltou para casa. “Porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado.” Lucas 15:24. Arrependimento é retorno. É lembrar a quem pertencemos. É voltar para casa. Apocalipse 12 apresenta a linguagem dos “nossos irmãos”. Depois da guerra celestial envolvendo Miguel, seus anjos, o Dragão e seus anjos, uma voz proclama: “Agora, veio a salvação, o poder, o reino do nosso Deus e a autoridade do seu Cristo, pois foi expulso o acusador de nossos irmãos, o mesmo que os acusa de dia e de noite, diante do nosso Deus.” Apocalipse 12:10. A voz celestial refere-se aos perseguidos na terra como “nossos irmãos”. Céu e terra aparecem novamente ligados por parentesco e pertencimento. A guerra começou antes de nós. Apocalipse descreve: “Houve peleja no céu. Miguel e os seus anjos pelejaram contra o dragão. Também pelejaram o dragão e seus anjos.” Apocalipse 12:7. E anteriormente: “A sua cauda arrastava a terça parte das estrelas do céu, as quais lançou para a terra.” Apocalipse 12:4. As estrelas representam seres celestiais, linguagem compatível com outras passagens bíblicas. Jó descreve a fundação da terra dizendo: “...quando as estrelas da alva, juntas, alegremente cantavam, e rejubilavam todos os filhos de Deus?” Jó 38:7. Os filhos de Deus já estavam presentes quando os fundamentos da terra foram estabelecidos. Eles contemplaram, cantaram e se alegraram. Portanto, a história celestial antecede a história humana terrestre. Nós entramos em uma história que já estava em andamento.
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SOMOS SERES CELESTIAIS EM UMA EXPERIÊNCIA DE CARNE E SANGUE? A família celestial, a prova na matéria e o retorno à nossa verdadeira pátria Existe uma pergunta muito mais profunda do que simplesmente: “De onde veio o homem?” A pergunta é: quem éramos antes de estarmos aqui? Nossa existência não começou apenas no nascimento biológico. Este corpo de carne, sangue e carbono é a condição temporária por meio da qual seres pertencentes à família celestial experimentam este mundo material. Quando reunimos determinadas passagens das Escrituras, percebemos que céu e terra não aparecem como realidades completamente desconectadas, mas como partes de uma mesma família governada pelo Pai. Paulo escreve: “Por esta causa, me ponho de joelhos diante do Pai, de quem toma o nome toda família, tanto no céu como sobre a terra.” Efésios 3:14–15. Existe, portanto, uma família nos céus e uma família na terra. A humanidade não deve ser compreendida apenas pela composição química do corpo. O corpo pertence à terra. “Então, formou o SENHOR Deus ao homem do pó da terra...” Gênesis 2:7. Mas aquilo que dá vida ao corpo procede de Deus: “...e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente.” Gênesis 2:7. E quando termina nossa experiência terrestre, “...o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu.” Eclesiastes 12:7. O pó retorna ao pó. O espírito retorna a Deus. Essa distinção é fundamental. Carne e sangue não são nossa condição final. Paulo declara: “Isto afirmo, irmãos, que carne e sangue não podem herdar o reino de Deus...” 1 Coríntios 15:50. Nossa condição biológica não é nossa condição definitiva. Existe o corpo natural e existe o corpo espiritual: “Semeia-se corpo natural, ressuscita corpo espiritual. Se há corpo natural, há também corpo espiritual.” 1 Coríntios 15:44. O homem terrestre carrega a imagem do terrestre, mas está destinado a carregar a imagem celestial: “E, assim como trouxemos a imagem do que é terreno, devemos trazer também a imagem do celestial.” 1 Coríntios 15:49. Paulo ainda fala de diferentes tipos de corpos: “Também há corpos celestiais e corpos terrestres...” 1 Coríntios 15:40. Nossa experiência atual está condicionada à matéria, mas a realidade espiritual é maior do que aquilo que nossos sentidos biológicos conseguem perceber. Apocalipse apresenta ainda uma expressão extraordinária quando descreve a Nova Jerusalém: “Também mediu o seu muro, e era de cento e quarenta e quatro côvados, segundo a medida de homem, isto é, de anjo.” Apocalipse 21:17. A Escritura coloca, na mesma expressão, homem e anjo: “medida de homem, isto é, de anjo”. Existe uma correspondência entre a esfera humana e a esfera angelical. Homem e anjo não aparecem como realidades absolutamente sem relação entre si. O próprio texto celestial utiliza uma medida identificada como sendo de homem e de anjo. Isso se harmoniza com o restante das Escrituras: há uma família no céu e na terra, há corpos terrestres e corpos celestiais, há filhos de Deus, há anjos, há espíritos dos justos aperfeiçoados, há primogênitos arrolados nos céus, há uma assembleia celestial e há Cristo chamando os redimidos de irmãos. Existe uma realidade invisível ao nosso redor. Quando o servo de Eliseu ficou aterrorizado diante do exército inimigo, Eliseu respondeu: “Não temas, porque mais são os que estão conosco do que os que estão com eles.” Então orou: “SENHOR, peço-te que lhe abras os olhos para que veja.” E o texto diz: “O SENHOR abriu os olhos do moço, e ele viu que o monte estava cheio de cavalos e carros de fogo, em redor de Eliseu.” 2 Reis 6:16–17. Eles já estavam ali. O jovem apenas não conseguia vê-los. Hebreus também afirma: “Não são todos eles espíritos ministradores, enviados para serviço a favor dos que hão de herdar a salvação?” Hebreus 1:14. Existe atividade celestial acontecendo simultaneamente à experiência humana.
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