Coluna da Morte
Kanalga Telegram’da o‘tish
A Coluna da Morte é uma ação inspirada no legado de nossos heróis nacionais, almejamos tornar o Brasil, brasileiro novamente. Elevar nossa juventude nos pilares físico, intelectual e espiritual. Contato (email): colunadamorte@proton.me
Ko'proq ko'rsatish209
Obunachilar
Ma'lumot yo'q24 soatlar
Ma'lumot yo'q7 kun
+630 kun
Postlar arxiv
Nossos militantes se reúnem na capital carioca para atividades comemorativas ao 7 de Setembro, é o primeiro dia da Pátria que o movimento atravessa, sob a guarda do perpétuo defensor do Brasil discutimos acerca da data, da doutrina do movimento e nossas próximas expansões, em breve haverá novidades. Nós, por fim, nos comprometemos a lutar por uma nova independência, terminar a obra inconclusa de Dom Pedro I.
⚡️ Independência ou Morte. 1822 - Ad Infinitum. ⚡️
+3
#Militância: Continuando nossa expansão pelas minas colamos material de propaganda em São João Del Rei, cidade histórica em Minas Gerais.
📢 Junte-se ao nacionalismo militante, envie-nos um e-mail: colunadamorte@proton.me.
+3
📍São Paulo (SP).
#Militância: Nossa militância enfim alcança a terra da garoa, em São Paulo nosso novo núcleo inicia a colagem de material de propaganda e se organiza para dar início às primeiras reuniões.
📢 Você, paulista e nacionalista, se organize com o nacionalismo militante, se una à Coluna, envie-nos um e-mail: colunadamorte@proton.me
+2
📍Vitória (ES).
#Militância: Prosseguindo nossa modesta campanha de colar nossos materiais por mais estados, alcançamos o Espírito Santo, onde militantes já deixaram a nossa marca na capital capixaba.
📢 Faça parte de uma comunidade nacionalista que existe fora da Internet, envie-nos um e-mail: colunadamorte@proton.me
+3
📍Ouro Preto (MG).
#Militância: Militantes de nosso grupo, prosseguindo com o processo de expansão geográfica de nossas atividades, colam material de propaganda em Ouro Preto, inspirados pelas obras de Aleijadinho continuamos a conhecer nosso Brasil profundo.
📢 Junte-se ao nacionalismo militante, envie-nos um e-mail: colunadamorte@proton.me.
+2
📍 Rio de Janeiro (RJ), Forte de Copacabana.
#Homenagem: Nossos militantes se reúnem para homenagear, e discutir, o Tenentismo e sua data magna: o 5 de Julho. O Levante Paulista, que nos legou a Coluna da Morte, completou seu centenário esse ano, como sempre esquecido, e o martírio dos 18 do Forte completou 102 anos. Nossos membros na capital carioca visitaram o Forte de Copacabana e visitamos suas exposições, inspirados pelo exemplo de nossos anteriores debatemos o movimento deles, o nosso e a Nação.
"À Pátria tudo se deve dar. À Pátria nada se deve pedir, nem mesmo compreensão." - Siqueira Campos.
⚡️Glória aos nossos heróis ⚡️
📢 Junte-se ao nacionalismo militante, envie-nos um e-mail: colunadamorte@proton.me.
+2
#Militância: Aproveitando o momento de um festival em Petrópolis, cidade da região Serrana do Rio de Janeiro, nossos militantes distribuem material de propaganda.
📢 Junte-se ao nacionalismo militante, envie-nos um e-mail: colunadamorte@proton.me.
+3
#Militância: Começam as colagens do nosso novo modelo de adesivo de propaganda.
⚡️ Famílias fortes, Nações fortes ⚡️
📢 Saia da imobilidade, milite pelo seu país: colunadamorte@proton.me
+2
#Treinamento: Nossos militantes cariocas se reuniram para dar início aos treinos de boxe da Coluna. Aproveitando o momento fizemos a distribuição de figurinhas, incluindo um modelo novo, para a distribuição que futuramente divulgaremos no canal.
⚡️Independência ou Morte⚡️
📢 Junte-se ao nacionalismo militante, envie-nos um email:colunadamorte@proton.me
+2
#Homenagem: Nossos militantes depositam duas rosas no túmulo do Engenheiro André Rebouças, importante figura na campanha abolicionista, em lembrança da assinatura da lei áurea no 13 de Maio, data magna na história de nosso país.
A homenagem foi simples, tivemos dificuldades de toda ordem, não conseguimos estender a homenagem à Princesa Isabel, que era nossa intenção, e o clima nos presenteou com uma chuva intensa, chegamos ao túmulo deste herói encharcados, mas apesar de tudo fizemos e fizemos de coração.
⚡️Independência ou Morte⚡️
📢 Resgate a memória de nossos heróis ao nosso lado, nos envie um email: colunadamorte@proton.me
📍Manaus (AM).
"Amazonas de bravos que doam
Sem orgulho, nem falsa nobreza
Os que sonham, teu canto de lenda
Os que lutam, mais vida e riqueza!"
- Trecho do Hino amazonense.
A Coluna recebe com muito gosto a iniciativa de simpatizantes em formar um grupo militante e dar início ao ativismo nacionalista na capital amazonense. Aos amazonenses "de bravos que doam" criaremos justas expectativas ao sucesso dessa nova empreitada.
⚡️ Independência ou Morte ⚡️
📢 Junte-se ao nacionalismo militante, envie-nos um e-mail: colunadamorte@proton.me.
+3
📍Rio de Janeiro (RJ).
Nossos militantes se reúnem no Palácio do Catete, abrigo de tantas memórias da Nação. Entre conversas e debates tratamos do legado de Portugal, oportunamente neste dia que se comemora o descobrimento do Brasil, e, como não poderia ser diferente, reconhecemos e damos o devido valor à obra desta nossa pátria avó, a qual será melhor homenageada em textos futuro mais aprofundados. Não nos arrependemos da nossa história.
⚡️ Viva o descobrimento do Brasil. ⚡️
📢 Faça parte de uma comunidade nacionalista que existe fora da Internet, envie-nos um e-mail: colunadamorte@proton.me
+2
📍 Manhumirim (MG) - Iúna (ES).
⚡️ Retornamos ⚡️
Imprevistos ocorrem em grupos iniciantes e com pouca estrutura, mas durante esse hiato não deixamos de nos reunir, realizamos uma confraternização em um roteiro praticamente turístico, entre Minas Gerais e Espírito Santo tivemos contato com a natureza e com a história de nosso país.
📢 Se una com seus iguais! envie-nos um e-mail: colunadamorte@proton.me
Para a Coluna da Morte, idealizada em um 7 de Setembro e iniciando atividades em meados de Outubro, o ano foi curto, mas nossa missão foi cumprida: iniciamos a nossa marcha.
Um feliz, e revolucionário, 2024.
⚡️ Independência ou Morte. ⚡️
Apesar da importância da data, não fora preparada uma publicação à altura, entretanto para não permitir que se passe em branco, desejamos a todos um Feliz Natal.
🎨 Fulvio Pennacchi: Natividade com reis magos, 1944, óleo sobre tela.
+3
#Militância: Propaganda no bairro da Vila Isabel, zona Norte do Rio de Janeiro.
📢 Junte-se ao nacionalismo militante, envie-nos um e-mail: colunadamorte@proton.me.
📍Maricá (RJ).
Mesmo abaixo de mau tempo nossos militantes se reuniram para praticar atividades físicas.
📢 Junte-se aos seus, envie-nos um e-mail: colunadamorte@proton.me
Referências:
¹Jornal. «O Combate». São Paulo: Edição 04404, Ano 1927.
²CABANAS, João. A Coluna da Morte. São Paulo: Editora Unesp, 2014.
³ARAÚJO, J. S. de. «A “Missão Militar Brasileira à França” nos Combates da Frente Ocidental (1918)».
⁴Assunção Filho, Francisco Moacir (2021). «João Cabanas – um dos pioneiros da guerra psicológica no Brasil…»(PDF).
⁵FERREIRA, Marieta de Moraes; PINTO, Surama Conde Sá. «A Crise dos anos 20 e a Revolução de Trinta»(PDF).
"Ao povo brasileiro, representado dignamente pelos que fizeram a Coluna da Morte, a mais sincera admiração, o mais fervoroso reconhecimento e gratidão”.
— João Cabanas.
Em anexo: João Cabanas (ao centro) e Gregório Fortunato, o "Anjo Negro", chefe da Guarda de Getúlio Vargas.
Manifestação popular no obelisco da Avenida Rio Branco, Rio de Janeiro, em comemoração à revolução de 1930. Cabanas está de terno e chapéu na mão ao lado esquerdo.
“(...) Portou-se (Cabanas) com bravura nos combates para a conquista da cidade (de São Paulo) e durante os dias trágicos de sua defesa. Por isso mesmo, quando Isidoro me pediu um oficial audacioso para enfrentar a concentração que o governo federal, sob o comando do General Martins Pereira, organizava na zona de Eleutério (interior de São Paulo com Minas Gerais), ameaçando a Mogiana e Campinas (linhas de trêm), retirei Cabanas das trincheiras do Brás, apesar de ferido, e com um braço na tipoia, lutava heroicamente, enviando-o para aquele setor".– Miguel Costa⁴. Compulsoriamente retirado do comando do seu setor por conta de uma bala que atravessa seu antebraço, fazendo-o perder sangue e ter vertigens, tão mal se recuperou e foi designado para o interior paulista, mas não sem antes insistir com o Estado Maior por uma ofensiva, mesmo em desvantagem numérica, contra o General Potiguara. No comando de 95 homens, “batizados com o pomposo nome de batalhão”², lá a fama da “Coluna da Morte” se fez. Enfrentando o general Martins Pereira que, possuindo por volta de 3 mil soldados, entre tropas regulares e jagunços de “coronéis” locais, Cabanas brilhantemente os combate através de ardis, enviando telegramas aos adversários inflando seus números, ornamentando com artilharia falsa, “ameaçador e terrível, um canhão 155, fabricado pelos meus soldados nos arsenais da estação de Mogi Mirim com a melhor peroba do solo paulista”², e metralhadoras os vagões de trens que utilizava para se transportar, se consagrando como pioneiro da guerra psicológica no Brasil⁴. Debandando com sucesso a tropa do General Martins Pereira, após a conquista da cidade de Espírito Santo do Pinhal, Cabanas declara em seu livro:
"A disposição moral do punhado de bravos que eu comandava era tal, que nenhum soldado tinha sequer a esperança de sair com vida da revolução. Espontaneamente cada um renunciou a vida em benefício da causa que defendia, pedindo sempre ser colocado nos postos de maiores sacrifícios. É por isso que depois da tomada de Pinhal os soldados começaram a chamar de "Coluna da Morte" o batalhão que organizei e que estava sob meu comando"².Quando as forças revolucionárias se retiram de São Paulo, por conta do fogo indiscriminado da artilharia governista, a “Coluna da Morte”, cujo nome ia escrito a giz na locomotiva de trem que os levava, assume a retaguarda revolucionária até a campanha do Paraná, chegando a combater o General Cândido Rondon. Em determinado momento, Cabanas se depara com Júlio Allica, argentino que mantinha o domínio de um vasto latifúndio voltado para a extração de erva-mate, que mantinha trabalhadores em condição análoga a escravidão, deportando o mesmo e aceitando os voluntários da plantação em sua coluna². Desta informação final só perpassa a situação que os tenentes, acostumados em sua maioria a vida urbana, iriam encontrar as mazelas nacionais na sua jornada pelo interior, reforçando suas posições políticas.
“O grande mal a ser combatido eram as oligarquias, já que segundo os tenentes, elas haviam transformado o país em “vinte feudos” cujos senhores eram escolhidos pela política dominante”.– Marieta de Moraes Ferreira⁵. Cabanas não continua com a Coluna Miguel Costa-Prestes, se exilando na Argentina e retornando ao Brasil somente em 1927, continuaria envolvido em política e na preservação da memória dos tenentes, hoje esquecida. Entretanto fez da sua participação do conflito um ode a bravura, servindo-nos, ao melhor modo soreliano, de mito motriz que nos empurra à ação, esperando um dia fazer de um punhado de jovens idealistas, novos tenentistas a regenerar nossa pátria.
