CONTRA-CORRENTE - informação para um combate cultural
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Canal de combate cultural nacionalista e identitário para melhor enfrentar a guerra política. Contactos: geral@editoracontracorrente.pt 930673766
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Homens, partidos e regimes políticos definem-se tanto pelos valores que proclamam como pelos inimigos que constroem.
A relação histórica das democracias liberais, mormente do seu sector esquerdista, com o crime organizado remete-nos para o vetusto, mas muito acertado, dito popular: «Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és.»
O sucesso obtido com os volumes I e II de Vozes Fascistas leva-nos a dar continuidade a esta singular colecção, que permite ao leitor ler, pela primeira vez em português, textos de personalidades ligadas aos movimentos nacionalistas do século XX e que, comummente, passaram a ser designadas por fascistas.
Esta colecção oferece também a possibilidade de conhecer melhor a história dos referidos movimentos e personalidades, sem o filtro da correcção política ou os delírios das interpretações marxistas.
O volume III está na calha, sairá em Outubro e será, garantidamente, um extraordinário objecto de estudo para académicos e meros entusiastas deste fenómeno histórico.
Há cerca de um ano, o ódio do bem ceifava a vida de Charlie Kirk. Não o mataram por ser fascista. Chamaram-lhe fascista para o poder matar.
Este é o expediente do chamado antifascismo: um terrorismo travestido de humanitarismo, que começa por excluir da condição humana aqueles de quem discorda, para depois tornar mais fácil eliminá-los. Primeiro, desumaniza-se o alvo. Depois, legitima-se a violência.
Ao longo de quinze capítulos afiados como lâminas, desmontam-se os mitos de uma educação moderna e expõe-se a falência das instituições que deveriam proteger a infância; revelando-se a pressão ideológica que invade as escolas, ecrãs e até o lar.
Este não é um livro para sensibilidades frágeis.
É um manifesto para pais que não têm medo de nadar contra a corrente e que sabem que, se não educarem com firmeza hoje, serão esmagados pela própria sociedade amanhã.
Pedidos através do email: geral@editoracontracorrente.pt ou pelo telefone: 930 673 766.
Esta fotografia foi tirada em Barcelona.
Amanhã, Lisboa irá ser o palco para a exibição desta lona gigante e que expressa a vontade milhões de europeus em recuperar a sua terra, a sua civilização, o seu modo de vida anterior à invasão e colonização do nosso continente.
Amanhã será um dia histórico para a resistência europeia. Não faltes!
No próximo sábado, dia 5, Lisboa vai conhecer a exibição da lona gigante pela Remigração que o movimento Save Europe Act tem estado a exibir em muitas cidades europeias. Chegou a vez da nossa capital.
A CML foi informada do evento e, desse modo, haverá presença policial para garantir a segurança de todas as pessoas.
Assim, é imperiosa uma presença numérica significativa. Quem ficar no sofá perde o direito a queixar-se da invasão e colonização que sofre a nossa terra!
Até sábado.
Não se trata de um ataque avulso e, confesso, tentei evitá-lo. Não foi possível. O Raposo, exemplar acabado da desvirilização que tomou de assalto os canais televisivos, entrega-se a uma incessante busca de validação social, logrando, contudo, apenas - o que, convenhamos, não é de somenos - provocar a mais veemente regurgitação intelectiva.
Vítor Luís Rodrigues (09.09.1956 - 27-08-2026)
É com profunda tristeza no coração que informamos da morte do nosso querido camarada Vítor Luís, o qual enfrentava há alguns meses uma dura batalha pela vida. Nacionalista de cepa, esteve sempre ligado à área nacional desde tenra idade, chegando a conhecer a prisão de Caxias após o 25A, local que partilhou com tantos outros nacionalistas "fascistas" ali detidos.
Colaborou em inúmeros projectos políticos e culturais, como foi o Movimento Nacionalista, Edições do Templo, PNR, Movimento de Oposição Nacional, Contra-Corrente, entre tantos outros. No caso da nossa editora, enaltecemos o seu trabalho gráfico nas revistas "Plus Ultra", "Linha Dura", e em algumas outras obras, com destaque para a soberba capa do nosso "Mein Kampf".
Vítor Luís: PRESENTE!
É com profunda tristeza no coração que informamos da morte do nosso querido camarada Vítor Luís, o qual enfrentava há alguns meses uma dura batalha pela vida.
Nacionalista de cepa, esteve sempre ligado à área nacional desde tenra idade, chegando a conhecer a prisão de Caxias após o 25A, local que partilhou com tantos outros nacionalistas "fascistas" ali detidos. Colaborou em inúmeros projectos políticos e culturais, como foi o Movimento Nacionalista, Edições do Templo, PNR, Movimento de Oposição Nacional, Contra-Corrente, entre tantos outros. Participou num sem número de inciativas políticas: ajudou, aconselhou, organizou,... estando sempre PRESENTE!
Incansável na luta pelo ideal nacionalista, partiu hoje para outras lutas, permanecendo, porém, entre nós o seu formidável exemplo de militante, de homem completo, que actuava como homem de pensamento e pensava como homem de acção.
Vítor Luís Rodrigues (09.09.1956 - 27-08-2026)
Os livros que publicamos com o selo Contra-Corrente têm por fito informar, esclarecer, normalizar temas tabu ou votados a uma condenação fabricada pelo pensamento (ainda) hegemónico.
Nesta ligação podem ler a muito acertada recensão do Filipe Carvalho a um livro de bolso dedicado à Grande Substituição em curso e sentida por todas as pessoas, a despeito de ser negada pelos meios de comunicação mentirosos.
Se ainda não adquiriram este livro, informamos que ainda restam alguns exemplares.
Não é o único. Apesar da menor dimensão do retrato, desde há muito que temos em exposição na loja a representação gráfica de um outro grande nome.
No jantar patriótico realizado em Lisboa, no passado 28 de Maio, um jovem ofereceu à Contra-Corrente um quadro de um grande estadista. Esse quadro está já exposto na nossa loja, à vista de quem nos visitar.
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Estamos em plena época estival, porém, a actividade editorial da Contra-Corrente não mete férias e dentro em breve iremos lançar dois livros que, estamos seguros, serão do vosso máximo interesse. Deixamo-vos com as respectivas capas, sendo que os interessados podem desde já entrar em contacto para reservar os exemplares:
E-mail: geral@editoracontracorrente.pt
Telefone: 930 673 766
Ainda sobre o que se passou em Ceuta e a manipuladora e miserabilista cobertura "jornalística", convido-vos a ler este artigo que publiquei hoje, no qual ponho em evidência o malabarismo lexical dos média e a sua clara intenção de intoxicar as mentes com um nojento coitadismo travestido de humanitarismo.
Que ninguém se deixe enganar: o verdadeiro humanismo começa em casa, para com os nossos. O resto não passa de instrumentalização e de sinalização de virtudes por parte de membros da elite instalada.
A invasão programada de Ceuta por milhares de alógenos (mais de 70 mil), levou para as ruas de várias cidades espanholas largos milhares de nacionalistas da Falange Espanhola de la JONS, Núcleo Nacional, bem como Carlistas e ainda os nacional-comunistas do partido Frente Obrero, conforme se observa nesta fotografia tirada em Madrid, frente à embaixada de Marrocos. À semelhança do que se passa na Alemanha, com Sarah Wagenknecht e ao seu partido Bündnis Sahra Wagenknecht (BSW), começam a surgir partidos que misturam ideias de esquerda na economia com posições nacionalistas sobre a imigração. Isto é prova viva de que atingimos um ponto limite face à imigração, isto é, a colonização da Europa por alógenos.
Concorde-se com o estilo ou não, agrade a estratégia ou não, Afonso Gonçalves é hoje um nome que perpassa a área nacionalista e Identitária, na medida em que é amplamente conhecido pelos inimigos da portugalidade ao mesmo tempo que é facilmente reconhecido pelo cidadão comum.
Filipe Carvalho tomou a iniciativa de entrevistar o activista Identitário numa entrevista que convidamos a ler.
16 dias a acumular escândalos.
16 dias sem respostas.
Uma vergonhosa cronologia exposta por João Martins sobre a desastrosa carreira política de uma das mais sinistras figuras da história recente portuguesa.
Este texto, que demora 5 minutos a ler, merece toda a vossa atenção. Face à crise existencial que enfrentamos, há que perceber que de nada vale a guetização ideológica, mesmo que revestida de paradigma do purismo. É mandatório que nos esforcemos para ser uma força política transformadora.
No DextraVox uma muito positiva recensão à extraordinária obra de Guillaume Faye «Porque Lutamos».
Se ainda não adquiriu esta magnum opus do pensamento identitário, não deve hesitar em contactar-nos visto que restam muito poucas unidades disponíveis.
