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Cristian Derosa

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O livro digital A doutrina do cisma: as ideias por trás da ruptura já está disponível para a venda fora do Observatório. A br
O livro digital A doutrina do cisma: as ideias por trás da ruptura já está disponível para a venda fora do Observatório. A breve obra explora de forma direta as tendências que influenciaram o tradicionalismo ao longo do tempo e a ligação dessa tendência na crise atual da Igreja. O e-book custa apenas R$ 12,90 e pode ser adquirido e baixado imediatamente. COMPRAR E LER AGORA

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22 de julho Santa Maria Madalena Embora fosse apenas uma pecadora famosa de sua cidade, Maria Madalena teve uma participação importantíssima na missão de Jesus. Ela foi perdoada publicamente e foi ainda a escolhida para ser a primeira testemunha da Ressurreição. Seu nome aparece onze vezes nos evangelhos, apesar de não termos certeza de que se trata sempre da mesma pessoa, pois os evangelhos falam de três Marias Madalena em situações diferentes. Madalena ouvira falar de Jesus, pois a fama de seus milagres corria entre o povo. Assim, no dia em que Jesus participava de um banquete na casa de Simão, o fariseu, Maria Madalena resolveu fazer uma confissão pública de arrependimento, porque o seu pecado era público, como diz a Sagrada Escritura. Em outra passagem, lemos que Jesus a perdoou diante da multidão dos fariseus que queriam apedrejá-la. A partir desse dia, tornou-se uma das mais fiéis seguidoras do Messias. Ela estava ao lado de Maria na da crucificação do Senhor e, na madrugada da Páscoa, era tanta a saudade que sentia de Jesus que foi chorar à porta do sepulcro. De repente, ouviu a Voz chamar seu nome. Assim, as profecias se cumpriram diante de seus olhos. Jesus tinha ressuscitado! Depois disto, segundo uma antiga tradição grega, Maria Madalena teria ido viver em Éfeso, onde morreu. Nesta cidade tinham ido morar também João, o discípulo amado, e Maria, Mãe de Jesus. A liturgia bizantina a celebra como a "Apóstola dos Apóstolos".

Ainda esta semana, o ebook A doutrina do cisma será aberto à venda dos não assinantes do Observatório. Aguardem!

Não é só a grande mídia, assumidamente de esquerda, que silenciou e silencia sobre a perseguição aos Arautos. Há também setores da direita que não querem se meter nisso, pois os Arautos representam uma retidão que para alguns é insuportável ao ponto de produzir atitude cínica e crítica. Porque uma parte dos pretensos intelectuais se habituou a um culto idolatrico das próprias imperfeições como se fossem preciosidades da sua sagrada individualidade.

O primeiro episódio do documentário dos Arautos do Evangelho já pode ser assistido. Com quase 50 minutos de duração, o filme traz depoimentos inéditos de pessoas ligadas à instituição, advogados e juristas, jornalistas e autoridades eclesiásticas e religiosos, para refutar as acusações feitas por um grupo de desafetos que esteve por trás da série da HBO, no ano passado. Ao trazer à tona o resultado de investigações, sentenças e decisões judiciais ignorados pela mídia, os Arautos comparam a questão com o famoso caso da Escola Base, recordado já nos primeiros minutos do filme. Para quem não lembra, vale a pena retornar a esse iconico escândalo midiatico famoso por ser o maior erro jornalístico da historia do Brasil. Assista o primeiro episódio aqui.

O e-book sairá nesta semana apenas para os assinantes do Observatório. Assine agora.
O e-book sairá nesta semana apenas para os assinantes do Observatório. Assine agora.

Muito além de procurar polemizar com tradicionalistas, uma análise das ideias por trás do cisma da FSSPX nos dá uma visão ampla sobre um fenômeno que vai muito além do evento do dia 1 de julho e suas consequências. Foi objeto de nossa série de artigos o igualitarismo por trás do cisma e outras ramificações que integram um determinado conjunto de ideias. Elas fazem parte de um outro joio que cresceu por longo tempo dentro e fora da Igreja. Além, portanto, das polêmicas do dia, apresentarei um conjunto de reflexões que partiram da série de artigos para trazer no formato E-Book, conforme temos feito. O material estará disponível, como sempre, aos assinantes do Observatório, mas também poderá contar com uma versão para o substack e para a venda individual.

Hoje celebramos a memória de Santo Elias, o grande profeta! Presente na Transfiguração de Jesus Cristo, reatador da aliança d
Hoje celebramos a memória de Santo Elias, o grande profeta! Presente na Transfiguração de Jesus Cristo, reatador da aliança de Deus com o povo hebreu, adversário e destruidor do culto pagão de Baal, primeiro devoto de Nossa Senhora, o profeta Elias foi arrebatado vivo num carro de fogo. Onde se encontra? Voltará? Quando? Eis questões candentes a respeito de um dos mais extraordinários personagens da História. Conheça mais sobre este grande santo: https://templariodemaria.com/santo-do-dia-20-de-julho-santo-elias/ Templário de Maria | templariodemaira.com

Atenção: para os assinantes do Observatório, um relatório com as últimas séries de artigos e textos novos será disponibilizada por e-mail em um formato newsletter. Os temas tratados pelo Instituto no substack, além de posts deste canal, serão inseridos de maneira sistemática como estrutura para facilitar o acompanhamento de nossos estudos. Assine.

Arautos do Evangelho preparam documentário de resposta a série da HBO organizada por desafetos.

A ideia de que qualquer tentativa de expandir a fé católica para além da esfera puramente espiritual seria um tipo de "milenarismo" é uma negação de toda a história da Igreja. No entanto, tendo abandonado esse ideal para agradar o ideal moderno de secularização, os católicos deixaram esse objetivo legítimo nas mãos de protestantes para que construam na Terra, não o reinado de Cristo, mas precisamente o seu oposto. Se fosse verdade que qualquer interferência da fé na política seria milenarismo, então o descobrimento do Brasil teria sido o maior empreendimento milenarista da história. Na verdade, todas as mazelas fruto da natureza decaída do homem passam a servir de argumento para esse ideal tíbio de reduzir a fé ao horizonte do subjetivo. O milenarismo aparece principalmente quando revestido de ideias não católicas, pois são inúmeras as profecias e visões místicas de santos sobre um período de ressurgimento da fé católica no mundo, como o próprio Triunfo do Imaculado Coração, que difere-se bastante do Dia do Juízo, que será o fim dos tempos. Os Últimos Tempos, ao contrário, é o período em que vivemos, através do qual temos obrigação grave de fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para amplificar e dilatar o Reino de Cristo na Terra. Mas, diferente do ideal modernista e protestante, não procuramos fazer isso por esforços meramente humanos, por um Estado moderno ou regime teocrático, monárquico ou qualquer meio de fácil sedução no mundo, mas mediante ação indireta da graça pelas mãos dos apóstolos compostos pelo maior número de santos formados entre as fileiras dos batizados no seio da Santa Igreja. Esta solução é mais complexa, exige santidade, virtude e vida radical na graça. Pra isso, será determinante antes de qualquer coisa a ampliação do nome de Nosso Senhor através daquela que serviu de canal humano para a Encarnação: Maria Santíssima. Sem ela e a Igreja Católica, nada feito, nada dura um segundo sem evoluir para um mau fruto.

Um grande erro da maioria dos católicos conservadores é interpretarem a Doutrina Social da Igreja como uma negação do Reinado de Cristo no mundo, ou seja, uma forma de catolicismo subjetivo e de "foro íntimo", restrito ao horizonte espiritual, alheio ao mundo. Essa ideia vem de uma confusão até bastante compreensível: acontece que para o católico a atuação no mundo se dá pela intermediação da graça. Isso quer dizer um foco primordial na vida sobrenatural, nos sacramentos, mas a verdadeira busca pelas virtudes impõe uma atuação intransigente perante o mundo. Como a grande maioria dos católicos, no Brasil, nem mesmo frequenta a missa dominincal, vivem em pecado mortal, inimizade objetiva com Deus, carecendo da graça santificante e, por isso, facilmente enganados por confusões como esta. O Pai Nosso nos ordena pedir: "venha a nós o Vosso Reino, seja feita a Vossa Vontade, assim na Terra como no Céu". Ou seja, o que fazem os evangélicos da teologia do domínio é o que deveriam, com todo o direito divino, fazer os católicos, mas não em uma conduta relativista nem grupal e sim como uma verdadeira consequência da vida na graça. O resultado da vida em estado de graça não é uma esperteza estratégica ou perspicácia humana, mas uma intransigência que atrai para si o ódio dos mais mundanos, a oposição dos poderosos e a ira dos orgulhosos. Mas isso poucos católicos entendem como uma condição necessária à santificação ou mesmo à salvação. O livro que ensina isso é tão conhecido e comentado quanto pouco lido por católicoss e levado mortalmente a sério: chama-se A alma de todo apostolado, de Jean Baptiste Chautard. Esse livro foi livro de cabeceira do Papa Pio X, entre outros.

Dominionismo e teologia da libertação Comentário em relação ao texto acima: é fato conhecido que a teologia da liberação desanimou grande parte dos católicos conservadores incentivando-os a se alinhar às fileiras heréticas da política protestante. Independente do erro dos teólogos e de parte do clero, o alinhamento de católicos ao protestantismo, ainda que aparentemente restrito à esfera político-partidária e eleitoral, não deixa de trazer danos espirituais ao país no seu conjunto. O Brasil tem uma matriz fundacional católica e foi praticamente fundado pela Igreja em vários sentidos. Ainda assim, muitos dizem fazer campanha para protestantes sob alegação de amor à pátria.

Masculinismo de gênero Depois da degradação masculina pelo emasculamento, uma nova tendência que busca contrapor-se a esse processo está criando um tipo masculino igualmente icônico: os masculinistas se julgam o antídoto à cultura woke, mas são produto dela como reflexão identitária e proposta de gênero. Se o homem sensível das décadas anteriores criou problemas sociais e morais evidentes, o novo tipo parece aproximar-se mais da caricatura construída pelos ideólogos de gênero, em relação à "masculinidade tóxica", numa profunda preocupação com a aparência e identificação grupal. Eles se julgam fortes e independentes, mas o seu movimento tem servido de aproximações com o neopaganismo, espiritualismo caótico e até o islã.

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17 de julho Beato Inácio de Azevedo e companheiros mártires Inácio de Azevedo nasceu no Porto, Portugal, no seio de uma família ilustre, em 1526 ou 1527. Entrou na Companhia de Jesus em 1548 e foi ordenado sacerdote em 1553. Teve como provincial São Francisco de Borja, que em 1565 o enviou ao Brasil como visitador. Em 1570, o padre Inácio de Azevedo foi enviado novamente, com mais trinta e nove companheiros, como superior da maior expedição missionária jamais enviada a terras ultramarinas. O destino era novamente o Brasil. A expedição partiu de Lisboa em 5 de junho de 1570. Era composta por padres, irmãos e coadjutores da Companhia de Jesus e repartia-se por três naus. O maior grupo (quarenta) ia na nau “Santiago” e era chefiada pelo padre Inácio de Azevedo. Ao passar no mar das Canárias, a nau foi atacada por corsários calvinistas. O padre Inácio incitou os irmãos à coragem do martírio e ele mesmo enfrentou os bandidos ostentando sobre o peito uma imagem de Nossa Senhora, que lhe fora oferecida pelo Papa São Pio V. Inácio de Azevedo foi atingido, à cutilada, na cabeça, e, semimorto, pôde ainda encorajar outros a enfrentar o martírio. Os piratas atiraram-no ao mar, o mesmo sucedendo a todos os outros trinta e nove companheiros. O padre Inácio de Azevedo e seus companheiros mártires foram beatificados por Pio IX em 1854.

Nova série de artigos em três partes já disponível: O perigoso igualitarismo cismático da FSSPX: A série explora a concepção correta da tradição católica e oferece uma viagem pelas inovações do termo ao longo do século XX e XXI, culminando na influência das agendas identitárias nessa concepção de tradicionalismo e suas raízes espirituais. https://estudosnacionais.substack.com/s/series