Senso Incomum ⚓️ by Flavio Morgenstern
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ara meus alunos no meu Clube de Leitura, sempre alerto que literatura não é nem fantasia inconsequente nem historicismo realista. É algo muito superior: é a grande imaginação humana lidando com os limites da existência, a grandiosidade da vida que nem sempre percebemos em nosso cotidiano, nas conversas comezinhas e na banalidade de nossas preocupações apressadas. É exatamente por isso que A Odisseia é tão importante – e, com seus ciclopes, bruxas e sereias, é capaz de nos falar muito mais sobre nossas vidas em 2026 do que as notícias de hoje.
Podemos fazer um breve exercício. Um dos problemas fundamentais do mundo atual circunda os jovens – principalmente os do sexo masculino. São eles que parecem perdidos, sem rumo, torrando seu tempo em passatempos sem futuro. Mesmo quando são talentosos, sentimos neles apenas um infinito desperdício de suas faculdades.
Observando a mesma ferida aberta pelo prisma da revolução sexual, os jovens do sexo masculino demoram cada vez mais a assumir seus papéis sociais de homens – provedores, protetores, capazes de compreender a alma e o corpo femininos. É exatamente essa adolescência tardia, sem um código de conduta como o da cavalaria medieval, que é o combustível de ideologias ruins, como o feminismo.
Continue lendo o artigo completo de Flavio Morgenstern na Gazeta do Povo:
https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/flavio-morgenstern/a-odisseia-acontece-neste-momento-em-nossas-vidas/
| 2 | Então, o filme da Odisséia do Nolan... Flavio Morgenstern comenta agora na SensoLive! Mande seus comentários pelo LivePix!
https://youtube.com/live/FSzbCd8Sm2Y?feature=share | 741 |
| 3 | Quando o professor Olavo de Carvalho começou a ter um grande público direto, principalmente graças às redes sociais, muitas pessoas passaram a repetir um dos seus ensinamentos: que a batalha é cultural. Que o nosso dever, além de religioso e moral, era um resgate da alta cultura e um trabalho com os símbolos e a psicologia social transmitidos pela cultura de massa.
Que era preciso purificar a linguagem, buscar referências em grandes pensadores (inclusive os de esquerda e demais discordantes) para entender o que outras pessoas refletiram sobre determinado assunto antes de nós. Afinal, a política partidária, a “politização” das massas, era um reflexo imperfeito do que alguns pensadores definiram, muitas vezes a portas fechadas, e nem sempre com muita inteligência e virtude envolvidas.
Observando o que ocorreu com aquele movimento “de direita” surgido por volta de 2015 (época da Lava Jato, das tentativas de desmontar o petrolão, das denúncias de corrupção contra o PT, de fazer o povo perceber que estatais inchadas e o pagamento de propina para o centrão, em contratos forjados de consultoria com dinheiro de fundos de pensão, eram um projeto ditatorial etc. etc.), parece que o ensinamento do professor foi tomado pelo avesso.
Hoje, aquilo que é chamado de “direita” é discussão de partido, deputado, comissão, militância e agitação eleitoral 25 horas por dia. Ou melhor, isso quando o assunto é elevado. No mais das vezes, a “discussão” é apenas fofoca, tramoia, quem curtiu o quê, de que pessoa tal deputado não gosta, quem deve ficar com vaga no Senado em qual estado, quem uma vez votou em um candidato diferente, quem está em grupo de WhatsApp com conversa vazada, quem mandou mensagem privada para quem.
Continue lendo o artigo de Flavio Morgenstern na Gazeta do Povo.
https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/flavio-morgenstern/o-que-aconteceu-com-a-direita-que-lutaria-pela-cultura/ | 789 |
| 4 | Entre nacionalismos, rivalidades e polêmicas, futebol foi sempre usado como soft power
A história é consabida: Guerra das Malvinas em 1982, gol da “mão de Deus” de Maradona em 1986, a maior rivalidade da Copa além daquela com o Brasil, Margaret Thatcher, vitória militar, derrota no futebol. Quando Inglaterra e Argentina se enfrentam, todos relembram da Guerra das Malvinas, especialmente a torcida da Argentina. Enquanto isso, a outra parcela de seres humanos que não nasceram na Argentina aproveitam o ensejo para demonstrar o quanto desprezam argentinos – nem sempre precisando conhecê-los.
Jorge Luiz Borges, escritor argentino neto de britânicos e que falava inglês em casa, caracterizou o conflito como “uma briga inútil de dois carecas brigando por um pente”. Apenas os próprios argentinos podem ter alguma lembrança positiva de uma das guerras mais sem noção já travadas no planeta.
Mas a história começa bem antes e termina bem depois. Porque Copas do Mundo, parafraseando Clausewitz, tem um pouco de “continuação da guerra por outros meios”. Quando Maradona fez o “gol do século”, esta rivalidade já tinha 20 anos.
Olimpíadas ou Copas do Mundo sempre – sempre, desde a Antiguidade, a Batalha de Maratona e a Trégua Sagrada (Ekecheiria) – foram uma continuidade de disputas que resvalavam para o conflito militar. O que a modernidade trouxe foram novas formas de soft power impensáveis antes, mas para o mesmo tipo de dinâmica: uma glória substituta, uma imagem auto-justificada perante inimigos, um triunfo ou vanglória usado por tiranos para legitimar seu poder.
Leia o artigo completo de Flavio Morgenstern na newsletter do Senso Incomum:
https://sensoincomum.ghost.io/a-copa-e-a-continuacao-da-guerra-por-outros-meios/ | 912 |
| 5 | Criar um Clube de Leitura era um antigo desejo meu: reunir pessoas interessadas em conhecer e conversar sobre grandes obras, apenas pelo conhecimento. Coisa que nem a faculdade permite. Acredito que todos deveriam fazer parte de um clube de leitura.
Mas criar o Clube de Leitura da Formação Senso Incomum foi muito melhor do que o maior dos meus otimismos (que são bem escassos fora do âmbito cultural). Se tenho alguma ESPERANÇA coletiva, ela vem de ver médicos, advogados, programadores, produtores rurais e pessoas de áreas que poderiam ter uma carreira inteira longe dos livros dedicando suas noites de quarta a se reunir e ler livros complexos, extraindo sentidos, discutindo, tirando dúvidas e preservando nosso passado como a herança cultural que é.
Obrigado a todos vocês, amigos! Fiquei muito feliz e emocionado com o presente! E olhem só: saímos de um Arquipélago na Sibéria para outro, com destino em Ítaca... Obrigado pela companhia literária por estes anos! Vocês são simplesmente incríveis!!! 📚🫶❤️🏛️⚓ | 770 |
| 6 | O Silvio Grimaldo descobriu que nosso Clube de Leitura é baixo orçamento.
https://x.com/silviogrimaldo/status/2078935980028104734 | 938 |
| 7 | O Galvão Bueno narrando final de Copa do Mundo, faz uma pausa e diz que, segundo Homero, Odisseu passou 10 anos na Guerra de Tróia e, por ter ofendido os deuses (Poseidon, no caso), demorou mais 10 anos para voltar para casa. E você aí discutindo fofoca. Fala mais, Galvão! | 943 |
| 8 | Um convite para "A Odisseia": Um ticket para nosso Clube de Leitura em Ítaca
Inscreva-se na newsletter e aproveite o melhor do clássico dos clássicos da literatura em nosso Clube de Leitura
Vamos observar rapidamente a situação que testemunhamos n'A Odisséia. Um homem que foi para a Guerra e, duas décadas depois, ainda não retornou. Seu filho, que era um bebê quando ele partiu, agora tem 20 anos, e precisa cuidar de seu lar - agora, dominado por pretendentes de sua mãe. Penélope, a mãe desolada, tem um misto de esperança no retorno de seu marido guerreiro, e de desolação assumindo que está perdendo o controle sobre seu palácio. Odisseu, preso por uma feiticeira, tem de enfrentar ciclopes, piratas, sereias, naufrágios e a fúria do deus dos mares, que faz de tudo para atrapalhar seu destino.
Parece com algo da nossa vida, perdidos entre boletos e relatórios?
Veja um pouco mais de perto. Nossa sociedade, hoje, tem como marca fundamental o pai ausente. As grandes guerras, além de toda a carnificina, deixaram este triste legado familiar: lares desfeitos por pais que nunca retornaram. Enquanto isso, jovens que foram criados sem uma figura masculina de segurança e aprendizado vêem-se forçados a assumirem a posição de pater familias sem nenhum conhecimento herdado para tal.
A adolescência tardia, conseqüência infranqueável desta situação, fica patente tanto em um jovem de 20 anos que ainda não assumiu seu papel social de homem, quanto em "pretendentes" que invadem sua casa e gastam seus bens, querendo consumir também sua própria mãe. Lembra em algo uma Europa dominada por gangues de refugiados em social care, 3 mil anos depois?
Para aproveitar melhor A Odisséia, inscreva-se em nossa newsletter pelo link abaixo. Basta inscrever-se e aproveitar o primeiro encontro do Clube de Leitura da Formação Senso Incomum pelo link disponível aos inscritos. Aproveite, que não é um presente de grego, pelo link abaixo:
https://sensoincomum.ghost.io/um-convite-para-a-odisseia-um-ticket-para-nosso-clube-de-leitura-em-itaca/ | 1 256 |
| 9 | Você já fez parte de um Clube de Leitura? Resolvemos dar um presente para você.
Clube de Leitura não é resumo de livro nem corrida de páginas. Também não é aulinha chata de colegial. É um espaço para falar de grandes idéias.
Clube de Leitura não é exatamente uma aula. Nem exige ter formação na área. Reunimos pessoas interessadas em fugir do ruído uma vez por semana para pensar nas maiores idéias da humanidade.
E para quem quer conhecer um Clube de Leitura, temos um convite: inscreva-se no novo site do Senso Incomum, e você terá acesso ao primeiro encontro do Clube de Leitura.
Venha descobrir como é ler A Odisséia com Flavio Morgenstern.
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E nos encontramos quarta-feira, às 20h. | 1 129 |
| 10 | A reportagem “The end of reading is here”, de Rose Horowitch, na revista The Atlantic, varreu o mundo das letras nesta semana. A autora revela que a quantidade de pessoas que leem por prazer na América diminuiu em 43% entre 2004 e 2023. Americanos podem até devorar sentenças, mas não conseguem mais pensar profundamente sobre um texto que seja mais longo do que um post de Instagram. Cerca de 30% dos adultos americanos são incapazes de fazer uma paráfrase ou extrair inferências de um texto com mais de uma página. Em 2017, esse número permanecia abaixo dos 20%.
Os dados são ainda mais alarmantes entre os jovens. No equivalente ao nosso colegial, os jovens que leem foram minguando nas últimas décadas. Entre 1984 e 2025, a quantidade de jovens de 13 anos que alegaram raramente ou nunca ler por diversão passou de 8% para 29%. Quanto menor a idade do jovem, mais ele tende a encarar a leitura como algo ultrapassado e supérfluo – muitas vezes sem nem entender como a prática da leitura pode ser associada a alguma forma de lazer.
Se os americanos precisam enfrentar o vício em celular, os brasileiros precisam enfrentar o vício em celular, o paulofreirismo e um sistema educacional inspirado no fascismo italiano que valoriza qualquer forma de pensamento, exceto o abstrato, lento e profundo. É preciso olhar com cobrança para o Vale do Silício (provavelmente pesquisando pelo… celular) no caso de um país razoavelmente livre como os Estados Unidos, mas também é preciso notar outros fenômenos mais descarados no caso de um país autoritário como o Brasil.
Continue lendo o artigo de Flavio Morgenstern na Gazeta do Povo:
https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/flavio-morgenstern/ditadores-amam-pessoas-em-redes-sociais-o-dia-inteiro/ | 1 952 |
| 11 | Por que o Oriente Médio não fica no Oriente?
A história da região revela como o mundo hoje foi criado – por poucos poderosos
Abu Bark al-Baghdadi, o então líder do Estado Islâmico e um dos terroristas mais procurados do mundo, declarou, em um discurso de julho de 2014, na Grande Mesquita de al-Nuri, em Mosul, que o avanço do Estado Islâmico “não iria encerrar até colocarmos o último prego no caixão da conspiração Sykes-Picot”, como o principal objetivo do grupo, que pretendia reiniciar um califado islâmico na região. Do que raios este desgraçado estava falando?
A declaração não era nada enigmática para boa parte do Oriente Médio: al-Baghdadi, que ornava uma recompensa de US$ 25 milhões pela sua cabeça, queria reconfigurar, ou destruir, as divisões artificiais do Oriente Médio, impostas pelo Reino Unido e pela França num acordo secreto celebrado no meio da Primeira Guerra Mundial: o tratado Sykes-Picot, celebrado entre os diplomatas Mark Sykes, da Grã-Bretanha, e François Georges-Picot, da França. O Estado Islâmico reforçou a mensagem contra o acordo com o vídeo “The End of Sykes-Picot” em 2014, que mostrava tratores nivelando trechos da fronteira entre o Iraque e a Síria.
Mas o que foi a “conspiração” Sykes-Picot? Para a BBC, é o “acordo secreto que está na raiz de conflitos do Oriente Médio”. Para a DW, o acordo está “na origem do caos”. A New Yorker descreveu “como a maldição de Sykes-Picot ainda assombra o Oriente Médio”. A Al Jazeera explica “por que os árabes se ressentem de Sykes-Picot”. O Independent declara que “a Grã-Bretanha e a França estabeleceram as bases para o reino de terror do Estado Islâmico”. Já o Express o chama apenas de “linhas de sangue na areia”. Talvez seja importante conhecermos o que dois diplomatas na Primeira Guerra Mundial fizeram com uma das regiões mais instáveis do planeta – e onde sempre se pode esperar o risco de uma Terceira Guerra.
Continue lendo o artigo na nova newsletter do Senso Incomum👇
https://sensoincomum.ghost.io/por-que-o-oriente-medio-nao-fica-no-oriente/ | 1 057 |
| 12 | O novo site do Senso Incomum está no ar! Inscreva-se e divulgue - para ficar mais inteligente e perder amigos.
https://sensoincomum.ghost.io/ | 1 059 |
| 13 | Começando a LivePix com Rafael Nogueira!
https://www.youtube.com/live/wkLSWBvA4Js?feature=share | 1 267 |
| 14 | O site do Senso Incomum volta ao ar amanhã. Fique ligado. | 1 181 |
| 15 | Pedi pro ChatGPT analisar um artigo meu. Estou com sentimentos mistos. | 1 476 |
| 16 | ⚓️ Aviso aos navegantes! Nosso novo site estréia ainda nessa semana. "A Odisséia", no Clube de Leitura, se inicia na semana que vem! Já se inscreveu na Cursology?! | 1 447 |
| 17 | A seleção francesa escalada para 2026 é composta pelos goleiros Rice Samba, nascido no Congo, e Mike Maigan, nascido na Guiana Francesa. A mãe do zagueiro Malo Gusto veio de Martinica, no Caribe, tal como a mãe de Warren Zaïre-Emery. O pai de Dayot Upamecano veio de Guinea-Bissau, e sua mãe, do Senegal. Jules Koundé tem cidadania de Benim, enquanto o pai de William Saliba veio do Líbano, e sua mãe, de Camarões – tal como os pais de Aurélien Tchouaméni. Os irmãos Théo Hernadez e Lucas Hernandez, de família espanhola, parecem os mais naturalmente franceses na defesa.}
Maxence Lacroix tem pais de Guadalupe, no Caribe (tal como Marcus Thuram), e de Madagascar. Manu Koné tem nacionalidade da Costa do Marfim, tal como Désiré Doué. Michael Olise nasceu em Londres, de pai nigeriano e mãe argelina, com o maior número de cidadanias da seleção (atua na seleção da França por ter jogado em categorias de base francesas). N'Golo Kanté tem ascendência malinesa, e Maghnes Akliouche, argelina. Adrien Rabiot é francês com ascendência francesa e joga no Paris Saint-Germain – praticamente um estrangeiro no time.
Rayan Cherki também é estranhamente francês. Desses com cara de francês.
Ousmane Dembélé, muçulmano praticante, tem pai do Mali e mãe da Mauritânia, com origens também senegalesas. Dembélé, campeão de multas por disciplina, foi visto em julho de 2021 fazendo comentários racistas contra técnicos japoneses em um hotel. Enquanto os técnicos pareciam tentar consertar a televisão do quarto, Dembélé disparou: “Todas essas caras feias, só para você poder jogar PES; não têm vergonha?”. Ainda emendou com um “Que p… de língua é essa?”, antes de dar um zoom no rosto de um dos técnicos enquanto ria e perguntava: “Vocês são tecnologicamente avançados no seu país ou não?”
Continue lendo o artigo de Flavio Morgenstern na Gazeta do Povo:
https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/flavio-morgenstern/quantos-franceses-jogam-na-selecao-da-franca/ | 1 704 |
| 18 | Vamos falar da Odisséia com Silvio Grimaldo!
https://youtube.com/live/gjYnZa2NbAg?feature=share | 1 514 |
| 19 | A SensoLive de hoje traz ninguém menos do que @silviogrimaldo para falar de... não, nada de burocratas perdidos em Brasília, e sim do maior clássico da literatura ocidental, A Odisseia de Homero! E por que devemos lê-lo antes que o Christopher Nolan chegue e escangalhe tudo até a última ponta!
Mas, claro, também podemos falar da desgraça que foi ignorar a estante e falar de noticiário nos últimos anos...
Mande sua pergunta ou comentário pelo LivePix! livepix.gg/sensoincomum! | 1 377 |
| 20 | Muita gente pergunta o que é um Clube de Leitura. Alguns acreditam que é resumo de livro, "aulinha" chata ou maratona para bater meta de leitura.
Na verdade, um clube de leitura é um lugar para aprender a ler devagar. Extrair o máximo do texto. Voltar aos trechos importantes. Pesquisar. Discutir. Fazer perguntas. Entender o contexto histórico, filosófico, literário e religioso de cada obra.
Porque os grandes livros conversam entre si.
No Clube de Leitura da Formação Senso Incomum, já passamos por Thomas Mann (A Montanha Mágica), Turguêniev (Pais e Filhos), Edgar Allan Poe (O Corvo) e Soljenítsin (Arquipélago Gulag).
Agora começaremos aquela que talvez seja a maior aventura da literatura: A Odisséia.
Inscreva-se e vamos descobrir a métis de Odisseu, compreender seu nostos, redescobrir a xenia e entender por que praticamente toda a literatura ocidental continua dialogando com Homero — de Virgílio e Dante até Tolkien e C. S. Lewis.
Os grandes lêem os grandes.
Formação Senso Incomum:
cursology.com.br | 1 314 |
