uz
Feedback
Contrapoder

Contrapoder

Kanalga Telegram’da o‘tish

Seja bem-vindo e bem-vinda ao Canal do Contrapoder! Somos uma ferramenta político-programática que visa auxiliar na criação de um programa socialista para os trabalhadores brasileiros. À luta!

Ko'proq ko'rsatish
1 016
Obunachilar
+124 soatlar
-27 kunlar
-630 kunlar
Postlar arxiv
#Artigo Pedro Eduardo Graça Aranha "O governo de Luiz Inácio Lula da Silva, que retornou ao poder com a promessa de preservar o meio ambiente e combater a devastação promovida pelo governo anterior, vê-se agora em uma situação de contradições e escolhas que podem levar a um cenário de ecocídio." Leia: https://contrapoder.net/artigo/o-ecocidio-e-a-contradicao-no-governo-lula-entre-exploracao-e-colapso-climatico/

photo content
+1

Neste dia, em 1954, nasceu, em Belém do Pará, Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira, o Dr. Sócrates: o craque que transformou chuteiras em armas de luta. Médico, jogador e socialista, Sócrates foi muito mais que um ídolo do futebol: foi um intelectual da bola, que enxergava o esporte como ferramenta de transformação. Líder da Democracia Corinthiana (1982-1984), movimento que levou assembleias e votação direta aos vestiários, ele provou que o "jogo coletivo" não era só tática esportiva — era princípio político. "Ganhar ou perder, mas sempre com democracia", dizia, enquanto o Corinthians se tornava trincheira contra a ditadura militar e pelo direito de escolher, dentro e fora dos campos. Sua luta não parou nas quatro linhas: apoiou as Diretas Já, denunciou a desigualdade social e pregou que "pão e circo" não bastam. "Quero morrer num domingo, com o Corinthians campeão e o povo nas ruas", brincava, mas sabia: a verdadeira vitória seria ver as torcidas unidas contra a exploração, não apenas pelo placar. Dr. Sócrates completaria 71 anos hoje. E seu legado segue de pé, de punho erguido: um socialista que não separou dribles de manifestos, nem estádios de praças públicas. Lembremos Sócrates: nenhuma passeata vence sozinha, nenhum gol se faz sem solidariedade de classe.

Charge de Mauro Iasi
Charge de Mauro Iasi

Assista agora: https://youtu.be/ZekqNJg58uM O documentário traz uma análise crítica sobre os impactos da Reforma do Ensino Médio de 2017, destacando como ela tem intensificado as desigualdades educacionais no Brasil, especialmente para os jovens das camadas mais pobres e periféricas. Com depoimentos de estudantes, professores e especialistas renomados, como Gaudêncio Frigotto (UERJ), Daniel Cara (USP), Rodrigo Pereira (UFBA) e Marise Ramos (UERJ), o filme expõe as contradições da reforma e os desafios enfrentados pela educação pública. Além da análise, o documentário também faz um forte chamado à resistência. Na Bahia, o Programa (IN)FORMA propôs o PL 25.595/2024, um projeto de lei que visa reverter os danos causados pela reforma, ampliando a carga horária da formação geral básica e valorizando disciplinas fundamentais como Filosofia, Sociologia e Artes. O documentário é uma produção do Programa de Extensão (IN)FORMA, um coletivo da Faculdade de Educação da UFBA que atua com comunicação popular e divulgação científica crítica sobre as políticas educacionais contemporâneas. O programa também se dedica a ampliar o debate público sobre a educação no Brasil, promovendo ações em escolas e comunidades, além de criar materiais que gerem discussões sobre o futuro da educação pública no país.

#Artigo Bifo "Democracia liberal colapsa. Nos EUA e Europa, coração do colonialismo, demência senil da oligarquia branca quer liquidar a política e levar o planeta à catástrofe. A resistência, agora, é multiplicar pontos de refúgio, sob a ética da frugalidade." Leia: https://contrapoder.net/artigo/para-sobreviver-a-avalanche/

#Coluna Mario Maestri: "A China é, sim, capitalista, e pra lá de imperialista. Sua realidade nacional e ação internacional não deixam lugar a dúvidas. Para aqueles, é claro, que não se negam a reconhecer a realidade gritante. Apesar disto, comunicadores, intelectuais e assemelhados, que se dizem de esquerda e mesmo marxistas, defendem apaixonadamente que a República Popular da China seria socialista, em sabor chinês, e que jamais foi imperialista. Seria o novo socialismo do século 21." Leia: https://contrapoder.net/colunas/a-china-e-sim-capitalista-e-imperialista/

#Coluna Michel Goulart da Silva "O Partido dos Trabalhadores (PT) foi construindo a partir de importantes lutas dos trabalhadores no final da década de 1970. Em sua fundação, o PT era o símbolo da independência de classe dos trabalhadores, ainda que marcado por contradições." Leia: https://contrapoder.net/colunas/os-45-anos-do-pt/

Neste dia, em 13 de fevereiro de 1925, nasceu em Sapé (PB) Elizabeth Teixeira: a camponesa que virou símbolo da luta pela terra. Filha de pequenos proprietários, enfrentou o racismo ao casar-se com João Pedro Teixeira, trabalhador rural e negro, líder das Ligas Camponesas. Juntos, desafiaram o latifúndio na Paraíba, organizando trabalhadores sem terra em defesa da reforma agrária. Em 1962, após o assassinato de João Pedro por pistoleiros a mando dos grandes proprietários, Elizabeth assumiu a liderança das Ligas, enfrentando prisões, ameaças e a dor de ver sua filha Marluce, desesperada, tirar a própria vida ao acreditar que a mãe também fora morta. Com o golpe militar de 1964, a perseguição se tornou insuportável: Elizabeth entrou na clandestinidade, adotou o nome Marta Maria Costa e refugiou-se no Rio Grande do Norte. Por 17 anos, viveu sob falsa identidade, até ser reencontrada em 1981 pelo cineasta Eduardo Coutinho, que retomou as filmagens de “Cabra Marcado para Morrer” — documentário que expôs ao mundo a brutalidade contra os camponeses e a força inquebrantável de Elizabeth. Viva Elizabeth Teixeira! Que seu centenário fortaleça a rebeldia de quem luta por um Brasil sem latifúndio, sem fome e sem exploração! "Enquanto houver a fome e a miséria atingindo a classe trabalhadora, tem que haver luta dos camponeses, dos operários, das mulheres, dos estudantes e de todos aqueles que são oprimidos e explorados"

photo content

#Coluna Silvia Adoue "Lembrei de Egídio porque perdemos um outro companheiro guardião das sementes: Valdir do Nascimento de Jesus, que invasores mataram na “Comuna Olga Benário”, onde Valdir vivia, na noite de 10 de janeiro. Mataram também Gleison Barbosa de Carvalho e feriram 3 assentadas e 3 assentados que, com eles, faziam vigília para enfrentar as ameaças de invasão do assentamento." Leia: https://contrapoder.net/colunas/egidio-valdir-e-todos-os-guardioes-das-sementes/

Hoje é aniversário do nosso camarada Mauro Iasi! São 65 anos de lutas, sonhos e poesias. Mauro é professor, escritor, poeta,
Hoje é aniversário do nosso camarada Mauro Iasi! São 65 anos de lutas, sonhos e poesias. Mauro é professor, escritor, poeta, cartunista e, acima de tudo, um comunista! Vida longa!

photo content

Neste dia, em 1898, em Augsburg, Alemanha, nasceu Bertolt Brecht. Brescht emergiu de um mundo em ebulição. Filho de uma burguesia industrial, cedo rejeitou os valores de sua classe, trocando o conforto pelo luta política. A carnificina da Primeira Guerra Mundial, testemunhada como enfermeiro, moldou sua visão: a arte não poderia ser mero entretenimento, mas arma de transformação. Estudou Marx, abraçou o materialismo dialético e tornou-se um dos pilares do teatro épico, gênero que desnudava as contradições do capitalismo com ironia cortante e poesia insurgente. Exilado em 1933, perseguido pelos nazistas, Brecht percorreu Europa e EUA como um “homem sem pátria”, mas jamais sem causa. Escreveu obras-primas como “Mãe Coragem e Seus Filhos” e “A Vida de Galileu”, onde questionava a neutralidade da ciência e a ética em tempos de barbárie. Seu teatro não queria plateias passivas: o efeito de distanciamento quebrava a ilusão cênica para provocar a reflexão crítica. “Não aceitem o mundo como ele é!”, bradava. Após a guerra, fundou o Berliner Ensemble na Alemanha Oriental, defendendo uma cultura socialista que não se vendesse ao pragmatismo nem ao dogmatismo. Brecht morreu em 1956, mas a potência de seus versos e ideias permanece. “Nada deve parecer impossível de mudar” resume seu legado: a arte revolucionária não decora a realidade — incendeia-a. Honrar Brecht é manter viva a chama da rebeldia que transforma palcos em trincheiras e espectadores em combatentes. "Nada deve parecer impossível de mudar"

O meme é repetido? Sim! Mas a necessidade segue a mesma! Já fez o pix pro Contrapoder hoje? Colabore com sua revista socialis
O meme é repetido? Sim! Mas a necessidade segue a mesma! Já fez o pix pro Contrapoder hoje? Colabore com sua revista socialista: cada contribuição afia nossas análises, amplia a crítica e financia a ruptura anticapitalista. 📲 Chave Pix: 11 95177-1614 (Marino Mondek, editor do Contrapoder) 💸 Nem 10 reais são pouco. Tudo vira ferramenta para derrubar o sistema! Apoie o Contrapoder: Sua grana não mantém a chama – ela incendeia o socialismo. ✊ Financiamento coletivo é luta de classe!

DIA DO PIX DO CONTRAPODER Nossa revista socialista não se faz sozinha – e muito menos de graça. Para seguir produzindo anális
DIA DO PIX DO CONTRAPODER Nossa revista socialista não se faz sozinha – e muito menos de graça. Para seguir produzindo análises, fortalecendo o debate crítico e construindo um espaço de luta rumo ao socialismo, precisamos da sua ajuda. A luta coletiva exige financiamento coletivo! Se cada um contribuir, garantimos que o Contrapoder siga ativo, fortalecendo a consciência de classe e enfrentando a hegemonia capitalista. Apoie o Contrapoder! Sua contribuição mantém viva a chama do socialismo. 📲 Chave Pix: 11 95177-1614 (conta do nosso editor Marino Mondek) Juntos, organizados e financiados, seguimos na luta!

Neste dia, em 1932, nascia em Havana Camilo Cienfuegos, filho de uma costureira e de um alfaiate anarquista. A Cuba pré-revolucionária, marcada pelo imperialismo e pela desigualdade, roubou-lhe o sonho de ser escultor, obrigando-o a trabalhar desde jovem para sobreviver. Nos anos 1950, migrou aos EUA, onde testemunhou a exploração dos migrantes e fortaleceu sua revolta anticapitalista. Encontrou Fidel Castro em 1955, integrando-se ao grupo que preparava a expedição do Granma. Com coragem estratégica e carisma popular, tornou-se um dos líderes militares mais queridos da Revolução. Sua atuação em batalhas como Yaguajay e Santa Clara foi decisiva, sempre ao lado dos soldados, recusando hierarquias. Após 1959, assumiu a chefia do Exército Rebelde e defendeu a Reforma Agrária com mão firme, combatendo traições e articulando justiça social. Morreu aos 27 anos, em um acidente aéreo, mas seu legado resiste: “Vas bien, Fidel” sintetiza sua lealdade ao projeto socialista. Hoje, seu chapéu alado e sorriso estão estampados em murais e bandeiras, lembrando que a verdadeira liderança emerge das lutas coletivas. Camilo não foi um herói por acaso — foi fruto de um povo que o escolheu para simbolizar esperança e o socialismo. #CamiloCienfuegos #CamiloVive

photo content

#Artigo Milton Temer "Vem nos impor apoio incondicional a um governo que marcha célere para um social-liberalismo, num transformismo regressivo incessante, em nome de um anódino combate à ameaça fascista." Leia: https://contrapoder.net/artigo/a-crise-do-psol