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41/74) Foi na época dos Han que os chineses descobriram que outros povos viviam a oeste de suas fronteiras, souberam inclusive da existência de um certo Império romano. Isso ocorreu quando o imperador Wu Han enviou no ano 138 a.C. uma missão diplomática à Ásia Central, com o objetivo de estabelecer uma aliança com os turcos para combater os hunos. Também foi Wu Han quem introduziu o ano da coroação do imperador como um título abençoado e como referência nos registros históricos chineses, por exemplo, lê-se “o primeiro ano do período de reinado de Jianyuan”, quando ele tinha 17 anos. Após ascender ao trono, o Imperador Wu Han implementou uma série de medidas para consolidar a força do governo central. Eliminando ameaças ao projeto de um governo central - Dividir para Conquistar.⤵️

40/74) A dinastia Han, 206 a.C. - 220 d.C. A continuação dos projetos da dinastia Quin. O Imperador Wu da Dinastia Han, també
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40/74) A dinastia Han, 206 a.C. - 220 d.C. A continuação dos projetos da dinastia Quin. O Imperador Wu da Dinastia Han, também conhecido como Wu Han, o Grande, ou Ti Wu, reinou de 141 a 87 a.C. como um governante corajoso e enérgico e recebeu a maior reverência na Dinastia Han dos historiadores tradicionais chineses. Uma das características dessa dinastia foi a política de presentes, que consistia em conceder presentes caros aos seus vizinhos da Ásia central. Tratava-se de uma estratégia para comprar aliados.⤵️

39/74) Uma dessas obras foi a construção da famosa Grande Muralha, cujo primeiro trecho começou a ser construído durante o se
39/74) Uma dessas obras foi a construção da famosa Grande Muralha, cujo primeiro trecho começou a ser construído durante o seu reinado. Com a morte do imperador Huang, teve início uma grande crise política na china. Aproveitando-se dessa crise, um líder chamado Liu Che tomou o poder e inaugurou a dinastia Han.⤵️

38/74) A intenção do imperador era selecionar os candidatos mais qualificados para ocupar os cargos públicos. Tratava-se de um sistema inovador para a época, pois os candidatos eram escolhidos com base no mérito e não na origem social ou por "apadrinhamento". Por isso, costuma-se dizer que foi na China que surgiu a ideia de meritocracia. Os funcionários que ocupavam esses cargos públicos se encarregavam de tarefas como cobrar e arrecadar impostos, administrar os recursos etc. Outra medida adotada por Huang foi o recrutamento de camponeses para trabalharem na construção de obras públicas.⤵️

37/74) Foi ele quem estabeleceu, pela primeira vez na história, um Estado unificado chinês. Entre as medidas adotadas por Huang para garantir a unidade do império estavam: adoção de um único sistema de pesos e medidas, de escrita e de moeda em todo o Império. Para vigiar os outros nobres, Huang ordenou que os antigos governantes dos principados se mudassem para a capital. Esses nobres foram obrigados a entregar suas armas, que foram fundidas e transformadas em estátuas e sinos. Huang também promoveu a realização de concursos públicos para o preenchimento de cargos.⤵️

36/74) Dinastia Qin, 221-207 a.C. Usando de extrema força, o rei de Qin saiu vencedor da guerra que marcou o final da dinasti
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36/74) Dinastia Qin, 221-207 a.C. Usando de extrema força, o rei de Qin saiu vencedor da guerra que marcou o final da dinastia Zhou conquistando um território após o outro e os incorporando ao seu reino. Por volta do ano 221 a.C. ele já havia conquistado quase toda a China. Esse rei assumiu o título de Qin Shi Huang Di, que significa "primeiro rei/imperador de Qin". Ao concentrar o poder em suas mãos, Qin Shi Huang Di (Di = Imperador) se tornou o fundador do Império Chinês.⤵️

35/74) Agora precisamos olhar o outro lado nesta relação diplomática e comercial que Roma havia estabelecido com a China e saber um pouco mais sobre quem estaria liderando e expandindo o poder da China. Enquanto o Roma se preparava para ser o palco dos eventos que marcariam o surgimento do cristianismo, do outro lado, o Império Chinês das dinastias Qin e Han se fortalecia. Precisamos lançar um olhar mais apurado sobre alguns detalhes destas duas dinastias(Quin e Han).⤵️

34/74) Alguns estudiosos sustentaram a tese de que em 122 EC, o imperador romano Adriano, teria ordenado a construção do grande muro de pedra no norte da província da Britânia influenciado pelos relatos de viajantes sobre a Grande Muralha da China. Tais relatos teriam sido sua fonte inspiradora(Stevens, 1955: 397-399, Breeze, Dobson, 1976: 32. Cf. Campbell, 1989: 371-376). Até aqui deverá ser suficiente para, ao menos, sabermos que houve uma estratégia de aproximação entre China e Roma conforme a história registrou. Tal estratégia tinha um objetivo primário - Estabelecer as bases para a criação e domínio das "Rotas da Seda".⤵️

33/74) A partir do primeiro século EC, fontes de ambos os impérios antigos registrariam um crescente intercâmbio comercial e diplomático, bem como um interesse significativo em relatos escritos sobre o outro e aumentando significativamente o fluxo de comércio. O crescimento mais importante para a estratégia da China ocorreu no número de emissários e informações compartilhada entre os dois impérios (romano e chinês).⤵️

32/74) Resultados da aproximação com Roma. A tomada do Egito por Roma não só uniu politicamente toda a bacia do Mediterrâneo, como estabeleceu a rota marítima através do Mar Vermelho e no Oceano Índico como uma alternativa econômica e, assim, incluindo-a no sistema de comércio das “Rotas da Seda” (Speidel, 2015). As rotas comerciais que ligavam o Oceano Atlântico ao Pacífico foram um dos resultados da união política que surgiu com a vitória de Roma sobre o Egito.⤵️

31/74) Um livro recente sobre geografia na Antiguidade Clássica, um erudito afirmou que “os romanos chegaram até a China, estabelecendo contatos com [a população] local”. Os romanos, segundo nos dizem, “negociavam com os chineses e tinham contatos recíprocos com a corte já no tempo de Augusto” (Dueck, 2012: 62).⤵️

30/74) Como este feito foi alcançado? Tudo começou com um projeto de intercâmbio comercial e diplomático. Como principais potências mundiais, o Imperium Romanum e o antigo Império Chinês das dinastias Qin e Han existiam contemporaneamente. Tal coexistência teria durado desde meados do século II a.C até a primeira metade do século III d.C. Entre eles, calcula-se que controlavam metade da população mundial (Scheidel, 2015: 5).⤵️

29/74) Enquanto aconteciam as sucessões conforme demonstrado na estátua e na visão do profeta Daniel, após as conquistas de A
29/74) Enquanto aconteciam as sucessões conforme demonstrado na estátua e na visão do profeta Daniel, após as conquistas de Alexandre, mais de 100 anos depois, ocorre a unificação da China em 221 AEC sob o seu primeiro imperador Qin Shi Huang(guarde este nome). Neste período que Qin estabeleceu as bases que permitiram o sucesso inigualável do antigo comércio de longa distância que se desenvolveu ao longo da rede de rotas que ficaram conhecidas como as “Rotas da Seda” (Hill,2015; Liu,2010; Graf,2017; Olbrycht,2013; Nickel,2013).⤵️

28/74) Agora vamos avançar um pouco no tempo, não muito em relação ao período visto até aqui. O Dragão, as relações comerciais e a primeira rota da seda. 334-326 AEC, Alexandre, o Grande, havia conquistado os países entre o Mediterrâneo oriental e o Punjabi.⤵️

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27/74) Então sabemos que há uma representação para os reinos e as sucessões assim como há uma revelação sobre o último reino que não foi conquistado, bem como a sua aparência diferente de todos os outros animais e sem equivalente no reino animal segundo a criação das espécies. Isto encerra este ponto e nos possibilita seguir para a resposta a nossa pergunta com a qual iniciamos esta thread: Você já se perguntou porquê Wuhan? Porquê a China?⤵️

26/74) Lembre-se, a forma como foi abordado visa tão somente mostrar o mundo sob a perspectiva das Sagradas Escrituras e com isto reafirmar o controle absoluto do criador sobre os eventos. Ainda que tais eventos fossem bizarros, cruéis, inimagináveis sob todos os aspectos, o criador nunca perderá o controle. Há um tempo para tudo enquanto somos provados segundo nossas escolhas. Isto não significa que Ele não interviria, mas que seria no Seu tempo. As revelações nos foram deixadas para não perdemos a fé e a esperança de que somos sua criação e como tal sempre devemos lançamos sobre Ele as nossas expectativas quanto ao livramento e a vitória.⤵️

25/74) Este pequeno chifre cresce e o profeta percebe que possuía olhos e boca de homem e falava com arrogância proferindo blasfêmias. Este chifre pequeno que se engrandeceu muito está associado ao 4º animal, ainda que esteja entre sua expressão na forma dos dez chifres. Em Daniel 7: 23 lemos: "Então ele [o anjo] disse: O quarto animal será um quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços.". Não se precipite nas conclusões, pois não é tão simples quanto abordado aqui.⤵️

24/74) Outro ponto importante é o fato deste reino de aparência bizarra não ter sido conquistado dando a entender que seu poder teria sido transferido aos seus dez chifres que o manteria vivo e invisível por meio destas nações. Além dos dez chifres, em sua visão (Daniel 7:8-11) o profeta vê mais um chifre que surgiu entre aqueles dez arrancando com isso três para dar lugar a este que começou pequeno mas, se engrandeceu muito, com um aspecto bastante assustador.⤵️

23/74) Na forma apresentada na revelaçao dada ao profeta Daniel, o 4º animal não possui um aspecto que possa ser vinculado com algum dos animais criados pelo Eterno. Este reino que não seria constituído segundo o que as escrituras dizem "Ele[O Eterno] muda as épocas e as estações; destrona reis e os estabelece." Daniel 2:21 Um detalhe que pode explicar sua aprência não ter conexão com nenhum animal conforme a criação.⤵️