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37/74) Foi ele quem estabeleceu, pela primeira vez na histĂłria, um Estado unificado chinĂȘs. Entre as medidas adotadas por Huang para garantir a unidade do impĂ©rio estavam: adoção de um Ășnico sistema de pesos e medidas, de escrita e de moeda em todo o ImpĂ©rio. Para vigiar os outros nobres, Huang ordenou que os antigos governantes dos principados se mudassem para a capital. Esses nobres foram obrigados a entregar suas armas, que foram fundidas e transformadas em estĂĄtuas e sinos. Huang tambĂ©m promoveu a realização de concursos pĂșblicos para o preenchimento de cargos.—

36/74) Dinastia Qin, 221-207 a.C. Usando de extrema força, o rei de Qin saiu vencedor da guerra que marcou o final da dinasti
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36/74) Dinastia Qin, 221-207 a.C. Usando de extrema força, o rei de Qin saiu vencedor da guerra que marcou o final da dinastia Zhou conquistando um territĂłrio apĂłs o outro e os incorporando ao seu reino. Por volta do ano 221 a.C. ele jĂĄ havia conquistado quase toda a China. Esse rei assumiu o tĂ­tulo de Qin Shi Huang Di, que significa "primeiro rei/imperador de Qin". Ao concentrar o poder em suas mĂŁos, Qin Shi Huang Di (Di = Imperador) se tornou o fundador do ImpĂ©rio ChinĂȘs.—

35/74) Agora precisamos olhar o outro lado nesta relação diplomĂĄtica e comercial que Roma havia estabelecido com a China e saber um pouco mais sobre quem estaria liderando e expandindo o poder da China. Enquanto o Roma se preparava para ser o palco dos eventos que marcariam o surgimento do cristianismo, do outro lado, o ImpĂ©rio ChinĂȘs das dinastias Qin e Han se fortalecia. Precisamos lançar um olhar mais apurado sobre alguns detalhes destas duas dinastias(Quin e Han).—

34/74) Alguns estudiosos sustentaram a tese de que em 122 EC, o imperador romano Adriano, teria ordenado a construção do grande muro de pedra no norte da provĂ­ncia da BritĂąnia influenciado pelos relatos de viajantes sobre a Grande Muralha da China. Tais relatos teriam sido sua fonte inspiradora(Stevens, 1955: 397-399, Breeze, Dobson, 1976: 32. Cf. Campbell, 1989: 371-376). AtĂ© aqui deverĂĄ ser suficiente para, ao menos, sabermos que houve uma estratĂ©gia de aproximação entre China e Roma conforme a histĂłria registrou. Tal estratĂ©gia tinha um objetivo primĂĄrio - Estabelecer as bases para a criação e domĂ­nio das "Rotas da Seda".—

33/74) A partir do primeiro sĂ©culo EC, fontes de ambos os impĂ©rios antigos registrariam um crescente intercĂąmbio comercial e diplomĂĄtico, bem como um interesse significativo em relatos escritos sobre o outro e aumentando significativamente o fluxo de comĂ©rcio. O crescimento mais importante para a estratĂ©gia da China ocorreu no nĂșmero de emissĂĄrios e informaçÔes compartilhada entre os dois impĂ©rios (romano e chinĂȘs).—

32/74) Resultados da aproximação com Roma. A tomada do Egito por Roma nĂŁo sĂł uniu politicamente toda a bacia do MediterrĂąneo, como estabeleceu a rota marĂ­tima atravĂ©s do Mar Vermelho e no Oceano Índico como uma alternativa econĂŽmica e, assim, incluindo-a no sistema de comĂ©rcio das “Rotas da Seda” (Speidel, 2015). As rotas comerciais que ligavam o Oceano AtlĂąntico ao PacĂ­fico foram um dos resultados da uniĂŁo polĂ­tica que surgiu com a vitĂłria de Roma sobre o Egito.—

31/74) Um livro recente sobre geografia na Antiguidade ClĂĄssica, um erudito afirmou que “os romanos chegaram atĂ© a China, estabelecendo contatos com [a população] local”. Os romanos, segundo nos dizem, “negociavam com os chineses e tinham contatos recĂ­procos com a corte jĂĄ no tempo de Augusto” (Dueck, 2012: 62).—

30/74) Como este feito foi alcançado? Tudo começou com um projeto de intercĂąmbio comercial e diplomĂĄtico. Como principais potĂȘncias mundiais, o Imperium Romanum e o antigo ImpĂ©rio ChinĂȘs das dinastias Qin e Han existiam contemporaneamente. Tal coexistĂȘncia teria durado desde meados do sĂ©culo II a.C atĂ© a primeira metade do sĂ©culo III d.C. Entre eles, calcula-se que controlavam metade da população mundial (Scheidel, 2015: 5).—

29/74) Enquanto aconteciam as sucessÔes conforme demonstrado na eståtua e na visão do profeta Daniel, após as conquistas de A
29/74) Enquanto aconteciam as sucessĂ”es conforme demonstrado na estĂĄtua e na visĂŁo do profeta Daniel, apĂłs as conquistas de Alexandre, mais de 100 anos depois, ocorre a unificação da China em 221 AEC sob o seu primeiro imperador Qin Shi Huang(guarde este nome). Neste perĂ­odo que Qin estabeleceu as bases que permitiram o sucesso inigualĂĄvel do antigo comĂ©rcio de longa distĂąncia que se desenvolveu ao longo da rede de rotas que ficaram conhecidas como as “Rotas da Seda” (Hill,2015; Liu,2010; Graf,2017; Olbrycht,2013; Nickel,2013).—

28/74) Agora vamos avançar um pouco no tempo, nĂŁo muito em relação ao perĂ­odo visto atĂ© aqui. O DragĂŁo, as relaçÔes comerciais e a primeira rota da seda. 334-326 AEC, Alexandre, o Grande, havia conquistado os paĂ­ses entre o MediterrĂąneo oriental e o Punjabi.—

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27/74) EntĂŁo sabemos que hĂĄ uma representação para os reinos e as sucessĂ”es assim como hĂĄ uma revelação sobre o Ășltimo reino que nĂŁo foi conquistado, bem como a sua aparĂȘncia diferente de todos os outros animais e sem equivalente no reino animal segundo a criação das espĂ©cies. Isto encerra este ponto e nos possibilita seguir para a resposta a nossa pergunta com a qual iniciamos esta thread: VocĂȘ jĂĄ se perguntou porquĂȘ Wuhan? PorquĂȘ a China?—

26/74) Lembre-se, a forma como foi abordado visa tĂŁo somente mostrar o mundo sob a perspectiva das Sagradas Escrituras e com isto reafirmar o controle absoluto do criador sobre os eventos. Ainda que tais eventos fossem bizarros, cruĂ©is, inimaginĂĄveis sob todos os aspectos, o criador nunca perderĂĄ o controle. HĂĄ um tempo para tudo enquanto somos provados segundo nossas escolhas. Isto nĂŁo significa que Ele nĂŁo interviria, mas que seria no Seu tempo. As revelaçÔes nos foram deixadas para nĂŁo perdemos a fĂ© e a esperança de que somos sua criação e como tal sempre devemos lançamos sobre Ele as nossas expectativas quanto ao livramento e a vitĂłria.—

25/74) Este pequeno chifre cresce e o profeta percebe que possuĂ­a olhos e boca de homem e falava com arrogĂąncia proferindo blasfĂȘmias. Este chifre pequeno que se engrandeceu muito estĂĄ associado ao 4Âș animal, ainda que esteja entre sua expressĂŁo na forma dos dez chifres. Em Daniel 7: 23 lemos: "EntĂŁo ele [o anjo] disse: O quarto animal serĂĄ um quarto reino na terra, o qual serĂĄ diferente de todos os reinos; e devorarĂĄ toda a terra, e a pisarĂĄ aos pĂ©s, e a farĂĄ em pedaços.". NĂŁo se precipite nas conclusĂ”es, pois nĂŁo Ă© tĂŁo simples quanto abordado aqui.—

24/74) Outro ponto importante Ă© o fato deste reino de aparĂȘncia bizarra nĂŁo ter sido conquistado dando a entender que seu poder teria sido transferido aos seus dez chifres que o manteria vivo e invisĂ­vel por meio destas naçÔes. AlĂ©m dos dez chifres, em sua visĂŁo (Daniel 7:8-11) o profeta vĂȘ mais um chifre que surgiu entre aqueles dez arrancando com isso trĂȘs para dar lugar a este que começou pequeno mas, se engrandeceu muito, com um aspecto bastante assustador.—

23/74) Na forma apresentada na revelaçao dada ao profeta Daniel, o 4Âș animal nĂŁo possui um aspecto que possa ser vinculado com algum dos animais criados pelo Eterno. Este reino que nĂŁo seria constituĂ­do segundo o que as escrituras dizem "Ele[O Eterno] muda as Ă©pocas e as estaçÔes; destrona reis e os estabelece." Daniel 2:21 Um detalhe que pode explicar sua aprĂȘncia nĂŁo ter conexĂŁo com nenhum animal conforme a criação.—

22/74) As naçÔes sĂŁo: 1Âș Anglos(Inglaterra) 2Âș Burgundos(Suíça) 3Âș Francos(França) 4Âș Germanos(Alemanha) 5Âș HĂ©rulos(Sul da ItĂĄlia) 6Âș Lombardos(Norte da ItĂĄlia) 7Âș Ostrogodos(Áustria) 8Âș Suevos(Portugal) 9Âș VĂąndalos(Sul da Espanha) 10Âș Visigodos(Norte da Espanha).—

21/74) NĂŁo hĂĄ uma forma representativa no reino animal que descreva este reino segundo o que o Eterno havia criado, por isso o profeta o revela sua aparĂȘncia como terrĂ­vel e espantosa alĂ©m de muito violento. Com seus dentes de ferro despedaçava e devorava suas vĂ­timas. Este reino teria seu poder concentrado em dez outros poderes, por isso os dez chifres. Outro ponto a destacar Ă© que diferente dos demais este reino nĂŁo foi conquistado cedendo seu lugar para um outro reino. Mas O peofeta Daniel na 1ÂȘ imagem faz menção especial aos 10 dedos dos pĂ©s da estĂĄtua, e aqui na 2ÂȘ como 10 chifres que na histĂłria representam as 10 naçÔes que originaram a Europa:—

20/74) O quarto e Ășltimo Animal possuĂ­a uma forma terrĂ­vel e espantosa, com dentes de ferro e 10 chifres (Daniel 7:7). NĂŁo ha
20/74) O quarto e Ășltimo Animal possuĂ­a uma forma terrĂ­vel e espantosa, com dentes de ferro e 10 chifres (Daniel 7:7). NĂŁo havia, no reino animal, conforme a criação, nenhum animal que o representasse. Como se fosse difĂ­cil descrevĂȘ-lo ou o seu domĂ­nio. Roma (~168 aC a 476 d.C)—

19/74) 1Âș Apesar de muito mais rĂĄpido um leopardo tende a perder o fĂŽlego mais rapidamente, o que explica tanto a rapidez com que Alexandre conquistava os reinos, bem como a curta duração do impĂ©rio Grego. 2Âș Sua rapidez estava relacionada ao fato de possuir 4 asas. Estas 4 asas era exatamente o que dava sustentação e coesĂŁo militar ao impĂ©rio - seus quatro generais(Seleuco, Cassandro, LisĂ­maco e Ptolomeu). ApĂłs a morte de Alexandre Magno estes repartiriam entre si o reino.—