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Puritanism: the haunting fear that somebody, somewhere, might be having a good time.
â H.L. Mencken
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A brevieadade da vida Ă© motivo dela ser preciosa. NĂŁo desperdice sua vida, tenha amor por vocĂȘ. Viva.
Um dia o ser Ășnico se dividiu e aqui estamos nĂłs. Por que ele escolheu essa experiĂȘncia? NĂŁo sei dizer, mas provavelmente foi para ver o que Ele poderia ser.
A aproximação com as forças universais mudam vocĂȘ, seja a beleza, a força, raiva, fraqueza, tristeza, piedade, caridade ou egoĂsmo.
Ă necessĂĄrio se aproximar delas para entender como elas se manifestam no mundo concreto, mas Ă© ainda mais importante entender que elas se unem a vocĂȘ, mediante o tempo e a intensidade do contato.
NĂŁo carregue o que vocĂȘ nĂŁo quer, e escolha melhor as associaçÔes. Mesmo nas imposiçÔes da vida, temos escolha. Escolha sempre o melhor para vocĂȘ e para as pessoas que vocĂȘ vocĂȘ ama.
O que mudaria no universo, de toda a existĂȘncia que Ă©, que foi e serĂĄ qualquer escolha humana? Provavelmente nada.
Mas para nĂłs, nossas escolhas sĂŁo o universo, Ă© por elas que ele se manifesta.
O mistĂ©rio da existĂȘncia encontra-se na prĂłpria pergunta.
Existe beleza nisso, por mais estranho que possa parecer.
Tenha força, lembre-se que uma parte do todo passa por vocĂȘ, uma parte do todo Ă© vocĂȘ.
Tudo Ă© vĂĄlido, tudo Ă© permitido, mas nem tudo convĂ©m e tudo tem consequĂȘncias.
Tudo nessa vida Ă© emprestado, a qualquer momento tudo pode ser tirado de nĂłs.
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O MANUAL DE CAMPO DO PSICONAUTA
đ Biblioteca online de livros ocultos, magia e espiritualidade!
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O MANUAL DE CAMPO DO PSICONAUTA
Sinopse đ
O Manual de Campo do Psiconauta é um fantåstico livro para começar a compreender a Magia do Caos, tem uma linguagem simples e objetiva, é focado em pråticas e tem ilustraçÔes maravilhosas do bluefluke.
Com esse manual vocĂȘ aprenderĂĄ a base de como a crença funciona e como usĂĄ-la a seu favor, ferramentas para controle de sonhos (sonhos lĂșcidos), tĂ©cnicas de descondicionamento mental, gnosis, meditação, invocação, abertura de terceiro olho, formas de divinação, sigilização, proteção, rituais e muito mais. Mesmo que vocĂȘ jĂĄ conheça Magia do Caos compensa lĂȘ-lo sĂł para contemplar essa obra de arte.
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Texto que postei hoje em um grupo do WhatsApp:
*O desenvolvimento da palavra, conceito e figura de LĂșcifer:*
*ORIGEM DA PALAVRA:*
Latim (tendo como paralelo grego a palavra PhĆsphoros, que significa exatamente a mesma coisa: Portador da Luz).
*COMO UMA FIGURA:*
Originalmente, LĂșcifer (e tambĂ©m o seu equivalente grego PhĆsphoros) era um termo usado para o planeta VĂȘnus, e tambĂ©m para a personificação do planeta VĂȘnus como um "deus" (deificação do astro), *mas planetas e astros nĂŁo sĂŁo deuses.* Vale mencionar que os gregos achavam que o VĂȘnus matutino e o VĂȘnus vespertino eram dois astros diferentes, que eles personificaram em dois "deuses" diferentes, que eram irmĂŁos: EĂłsforo e Hesperos (da mesma forma que no panteĂŁo de Ugarite, que tinha Shahar como VĂȘnus matutino e Shalem como VĂȘnus vespertino, ambos irmĂŁos).
PhĆsphoros como uma personificação deificada de VĂȘnus, era filho da "deusa" Eos, que era a personificação deificada da aurora, mas a aurora (alva, alvorada) *nĂŁo Ă© uma deusa.*
CĂcero (106â43 a.C.), VirgĂlio (70â19 a.C.), OvĂdio (43 a.C. â 17/18 d.C.) usaram o termo Lucifer em seus escritos para se referir ao planeta VĂȘnus â sĂ©culos antes da Vulgata (que traduziu Helel Ben Shahar como "LĂșcifer").
CĂCERO (106â43 a.C.)
Obra: De Natura Deorum (Sobre a Natureza dos Deuses), Livro 2, § 20:
- *âStella Veneris, quae ΊÏÏÏÏÏÎżÏ Graece, Latine dicitur Lucifer..."*
("A estrela de VĂȘnus, que em grego se chama PhĆsphoros, em latim se diz Lucifer...")
Se trata um uso puramente astronĂŽmico ou astrolĂłgico, sem qualquer conotação moral ou demonĂaca.
VIRGĂLIO (70â19 a.C.)
Obra: Georgica (As GeĂłrgicas), Livro 3, verso 324
- *âLuciferi primo cum sidere frigida rura / carpamusâŠâ*
("Com a primeira estrela de LĂșcifer, que nos guia, vamos Ă s frias terras...")
Lucifer aqui Ă© o planeta VĂȘnus, que surge antes do sol.
AtĂ© aqui o que tĂnhamos era LĂșcifer como o planeta VĂȘnus ou como uma personificação deificada do planeta VĂȘnus, *mas astros nĂŁo sĂŁo deuses.*
*DESENVOLVIMENTO POSTERIOR:*
*Dianus Lucifero:*
Dianus Lucifero Ă© posterior ao LĂșcifer planeta VĂȘnus, mas anterior Ă versĂŁo cristĂŁ de LĂșcifer.
Dianus Lucifero é um antigo deus sincrético das Bruxas Italianas. Irmão, filho e consorte da Deusa Diana, é o Senhor da Luz e do Esplendor.
Dianus Lucifero Ă© dotado de trĂȘs aspectos:
O CornĂfero: Senhor das Florestas Selvagens e Deus da Fertilidade, da Sexualidade, da Vida e da Morte. Associado aos Faunos, porĂ©m Faunos sĂŁo homens-bode enquanto Dianus Ă© um Deus Gamo (Cervo).
O Encapuzado: Senhor dos Campos e das PlantaçÔes; Rei da Colheita e Senhor da Flora; Rex Nemorensis; semelhante ao Greenman dos celtas.
O AnciĂŁo: Senhor da Sabedoria e GuardiĂŁo dos SantuĂĄrios.
O culto da Stregheria a Dianus Lucifero Ă© considerado intimamente ligado aos antigos mistĂ©rios do deus etrusco Tagni e aos deuses greco-romanos como PĂŁ, Baco, DionĂsio e Apolo.
*LĂCIFER CRISTĂO:*
Depois de SĂŁo JerĂŽnimo traduzir Helel Ben Shahar (termo para o rei da BabilĂŽnia) como "LĂșcifer" na Vulgata, foi desenvolvida na teologia cristĂŁ o mito de que "LĂșcifer" era o nome de "SatanĂĄs" antes de sua "queda", segundo esse mito, a "queda de LĂșcifer" ocorreu porque ele teria tentado "usurpar o trono de Deus" e por isso "caiu do cĂ©u", um mito teolĂłgico que curiosamente faz eco com o planeta VĂȘnus, que ascende ao cĂ©u antes do Sol, brilhando intensamente, pra depois desaparecer do cĂ©u com o nascer do Sol.
*LĂCIFER SIMBĂLICO:*
Esse LĂșcifer nĂŁo Ă© um deus literal, mas somente um sĂmbolo ou arquĂ©tipo de Iluminação. Nesse caso, o uso da palavra LĂșcifer ocorre por causa do seu significado etimolĂłgico (Portador da Luz).
*LĂCIFER COMO ENERGIA*
Alguns vĂȘem LĂșcifer como uma "energia".
*LĂCIFER "GNĂSTICO"/ADVERSĂRIO DO DEMIURGO:*
Presente em correntes como a MLO e outras que colocam LĂșcifer como o AdversĂĄrio do Demiurgo em uma abordagem considerada gnĂłstica.
"Ă vĂŁ e vergonhosa a vida do homem que, vivendo neste mundo de ação, tenta abster-se da ação. Quem, gozando o fruto da ação do mundo ativo, nĂŁo coopera, mas vive em ociosidade. Aquele que, aproveitando a volta da roda, em cada instante de sua vida, nĂŁo quer pĂŽr a mĂŁo Ă roda para ajudar a movĂȘ-la, Ă© um parasita e um ladrĂŁo que toma, sem dar coisa alguma em troca." Bhagavad Gita
A macumbaria dos arquétipos é o futuro dos estudos esotéricos do século 21, junto com a tecnomagia.
