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Caverna do Iniciado

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Aeterna victrix

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Puritanism: the haunting fear that somebody, somewhere, might be having a good time. — H.L. Mencken

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A brevieadade da vida Ă© motivo dela ser preciosa. NĂŁo desperdice sua vida, tenha amor por vocĂȘ. Viva. Um dia o ser Ășnico se d
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A brevieadade da vida Ă© motivo dela ser preciosa. NĂŁo desperdice sua vida, tenha amor por vocĂȘ. Viva. Um dia o ser Ășnico se dividiu e aqui estamos nĂłs. Por que ele escolheu essa experiĂȘncia? NĂŁo sei dizer, mas provavelmente foi para ver o que Ele poderia ser.

A aproximação com as forças universais mudam vocĂȘ, seja a beleza, a força, raiva, fraqueza, tristeza, piedade, caridade ou eg
A aproximação com as forças universais mudam vocĂȘ, seja a beleza, a força, raiva, fraqueza, tristeza, piedade, caridade ou egoĂ­smo. É necessĂĄrio se aproximar delas para entender como elas se manifestam no mundo concreto, mas Ă© ainda mais importante entender que elas se unem a vocĂȘ, mediante o tempo e a intensidade do contato. NĂŁo carregue o que vocĂȘ nĂŁo quer, e escolha melhor as associaçÔes. Mesmo nas imposiçÔes da vida, temos escolha. Escolha sempre o melhor para vocĂȘ e para as pessoas que vocĂȘ vocĂȘ ama. O que mudaria no universo, de toda a existĂȘncia que Ă©, que foi e serĂĄ qualquer escolha humana? Provavelmente nada. Mas para nĂłs, nossas escolhas sĂŁo o universo, Ă© por elas que ele se manifesta. O mistĂ©rio da existĂȘncia encontra-se na prĂłpria pergunta. Existe beleza nisso, por mais estranho que possa parecer.

Now tell me do you see Life's so hard on a nigga when you livin' like a G
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Now tell me do you see Life's so hard on a nigga when you livin' like a G

Tenha força, lembre-se que uma parte do todo passa por vocĂȘ, uma parte do todo Ă© vocĂȘ. Tudo Ă© vĂĄlido, tudo Ă© permitido, mas n
Tenha força, lembre-se que uma parte do todo passa por vocĂȘ, uma parte do todo Ă© vocĂȘ. Tudo Ă© vĂĄlido, tudo Ă© permitido, mas nem tudo convĂ©m e tudo tem consequĂȘncias.

Tudo nessa vida Ă© emprestado, a qualquer momento tudo pode ser tirado de nĂłs.

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O MANUAL DE CAMPO DO PSICONAUTA 📚 Biblioteca online de livros ocultos, magia e espiritualidade! @livrosocultismo

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O MANUAL DE CAMPO DO PSICONAUTA Sinopse 📚 O Manual de Campo do Psiconauta Ă© um fantĂĄstico livro para começar a compreender a
O MANUAL DE CAMPO DO PSICONAUTA Sinopse 📚 O Manual de Campo do Psiconauta Ă© um fantĂĄstico livro para começar a compreender a Magia do Caos, tem uma linguagem simples e objetiva, Ă© focado em prĂĄticas e tem ilustraçÔes maravilhosas do bluefluke. Com esse manual vocĂȘ aprenderĂĄ a base de como a crença funciona e como usĂĄ-la a seu favor, ferramentas para controle de sonhos (sonhos lĂșcidos), tĂ©cnicas de descondicionamento mental, gnosis, meditação, invocação, abertura de terceiro olho, formas de divinação, sigilização, proteção, rituais e muito mais. Mesmo que vocĂȘ jĂĄ conheça Magia do Caos compensa lĂȘ-lo sĂł para contemplar essa obra de arte. @livrosocultismo

A vida depois de 2 semanas de retenção seminal.
A vida depois de 2 semanas de retenção seminal.

Texto que postei hoje em um grupo do WhatsApp: *O desenvolvimento da palavra, conceito e figura de LĂșcifer:* *ORIGEM DA PALAVRA:* Latim (tendo como paralelo grego a palavra Phƍsphoros, que significa exatamente a mesma coisa: Portador da Luz). *COMO UMA FIGURA:* Originalmente, LĂșcifer (e tambĂ©m o seu equivalente grego Phƍsphoros) era um termo usado para o planeta VĂȘnus, e tambĂ©m para a personificação do planeta VĂȘnus como um "deus" (deificação do astro), *mas planetas e astros nĂŁo sĂŁo deuses.* Vale mencionar que os gregos achavam que o VĂȘnus matutino e o VĂȘnus vespertino eram dois astros diferentes, que eles personificaram em dois "deuses" diferentes, que eram irmĂŁos: EĂłsforo e Hesperos (da mesma forma que no panteĂŁo de Ugarite, que tinha Shahar como VĂȘnus matutino e Shalem como VĂȘnus vespertino, ambos irmĂŁos). Phƍsphoros como uma personificação deificada de VĂȘnus, era filho da "deusa" Eos, que era a personificação deificada da aurora, mas a aurora (alva, alvorada) *nĂŁo Ă© uma deusa.* CĂ­cero (106–43 a.C.), VirgĂ­lio (70–19 a.C.), OvĂ­dio (43 a.C. – 17/18 d.C.) usaram o termo Lucifer em seus escritos para se referir ao planeta VĂȘnus — sĂ©culos antes da Vulgata (que traduziu Helel Ben Shahar como "LĂșcifer"). CÍCERO (106–43 a.C.) Obra: De Natura Deorum (Sobre a Natureza dos Deuses), Livro 2, § 20: - *“Stella Veneris, quae ÎŠÏ‰ÏƒÏ†ÏŒÏÎżÏ‚ Graece, Latine dicitur Lucifer..."* ("A estrela de VĂȘnus, que em grego se chama Phƍsphoros, em latim se diz Lucifer...") Se trata um uso puramente astronĂŽmico ou astrolĂłgico, sem qualquer conotação moral ou demonĂ­aca. VIRGÍLIO (70–19 a.C.) Obra: Georgica (As GeĂłrgicas), Livro 3, verso 324 - *“Luciferi primo cum sidere frigida rura / carpamus
”* ("Com a primeira estrela de LĂșcifer, que nos guia, vamos Ă s frias terras...") Lucifer aqui Ă© o planeta VĂȘnus, que surge antes do sol. AtĂ© aqui o que tĂ­nhamos era LĂșcifer como o planeta VĂȘnus ou como uma personificação deificada do planeta VĂȘnus, *mas astros nĂŁo sĂŁo deuses.* *DESENVOLVIMENTO POSTERIOR:* *Dianus Lucifero:* Dianus Lucifero Ă© posterior ao LĂșcifer planeta VĂȘnus, mas anterior Ă  versĂŁo cristĂŁ de LĂșcifer. Dianus Lucifero Ă© um antigo deus sincrĂ©tico das Bruxas Italianas. IrmĂŁo, filho e consorte da Deusa Diana, Ă© o Senhor da Luz e do Esplendor. Dianus Lucifero Ă© dotado de trĂȘs aspectos: O CornĂ­fero: Senhor das Florestas Selvagens e Deus da Fertilidade, da Sexualidade, da Vida e da Morte. Associado aos Faunos, porĂ©m Faunos sĂŁo homens-bode enquanto Dianus Ă© um Deus Gamo (Cervo). O Encapuzado: Senhor dos Campos e das PlantaçÔes; Rei da Colheita e Senhor da Flora; Rex Nemorensis; semelhante ao Greenman dos celtas. O AnciĂŁo: Senhor da Sabedoria e GuardiĂŁo dos SantuĂĄrios. O culto da Stregheria a Dianus Lucifero Ă© considerado intimamente ligado aos antigos mistĂ©rios do deus etrusco Tagni e aos deuses greco-romanos como PĂŁ, Baco, DionĂ­sio e Apolo. *LÚCIFER CRISTÃO:* Depois de SĂŁo JerĂŽnimo traduzir Helel Ben Shahar (termo para o rei da BabilĂŽnia) como "LĂșcifer" na Vulgata, foi desenvolvida na teologia cristĂŁ o mito de que "LĂșcifer" era o nome de "SatanĂĄs" antes de sua "queda", segundo esse mito, a "queda de LĂșcifer" ocorreu porque ele teria tentado "usurpar o trono de Deus" e por isso "caiu do cĂ©u", um mito teolĂłgico que curiosamente faz eco com o planeta VĂȘnus, que ascende ao cĂ©u antes do Sol, brilhando intensamente, pra depois desaparecer do cĂ©u com o nascer do Sol. *LÚCIFER SIMBÓLICO:* Esse LĂșcifer nĂŁo Ă© um deus literal, mas somente um sĂ­mbolo ou arquĂ©tipo de Iluminação. Nesse caso, o uso da palavra LĂșcifer ocorre por causa do seu significado etimolĂłgico (Portador da Luz). *LÚCIFER COMO ENERGIA* Alguns vĂȘem LĂșcifer como uma "energia". *LÚCIFER "GNÓSTICO"/ADVERSÁRIO DO DEMIURGO:* Presente em correntes como a MLO e outras que colocam LĂșcifer como o AdversĂĄrio do Demiurgo em uma abordagem considerada gnĂłstica.

"É vĂŁ e vergonhosa a vida do homem que, vivendo neste mundo de ação, tenta abster-se da ação. Quem, gozando o fruto da ação do mundo ativo, nĂŁo coopera, mas vive em ociosidade. Aquele que, aproveitando a volta da roda, em cada instante de sua vida, nĂŁo quer pĂŽr a mĂŁo Ă  roda para ajudar a movĂȘ-la, Ă© um parasita e um ladrĂŁo que toma, sem dar coisa alguma em troca." Bhagavad Gita

A macumbaria dos arquétipos é o futuro dos estudos esotéricos do século 21, junto com a tecnomagia.