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Movimento Identitário Paulista

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Centro de estudo, unidade e organização a favor da identidade paulista. Chat do Telegram e contato: https://t.me/ColunaSP (Não temos e nem possuímos mais redes sociais oficiais e ligadas formalmente ao movimento.) ⚔🇾🇪🇾🇪🇾🇪⚔

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🇾🇪⚒FAÇA SUA PARTE⚒🇾🇪 Reaja contra toda a escória alienígena a nós em oposição, e construamos uma nossa própria e paulistâ
🇾🇪⚒FAÇA SUA PARTE⚒🇾🇪 Reaja contra toda a escória alienígena a nós em oposição, e construamos uma nossa própria e paulistânica posição contra a equivalência e igualdade entre, com e perante as hordas degeneradas e degenerativas contaminantes dentre os restos de emboabas e suas terras nos puxando e, puxando todos, para baixo, com sua mente de cativeiro servil aos doces de tiranos da democracia, sejam quais forem e quando. Sentinela vigilante de nossas terras paulistas, avante! Retomemos nosso mundo e seu posto no mesmo, ontem, hoje e sempre! Faça sua parte. 🤩 Movimento Identitário Paulista 🤩

DESTRUA A DEGENERAÇÃO! Três palavras pedindo o verbo, não permita a escória, o mal e todo esse tipo de parasita. @Identidade3
DESTRUA A DEGENERAÇÃO! Três palavras pedindo o verbo, não permita a escória, o mal e todo esse tipo de parasita. @Identidade32

A QUADRILHA COMUNISTA DO BRASIL SEGUE VIVA Paulista! Enquanto você não se mobilizar, se expressar e agir... Você e o restante
A QUADRILHA COMUNISTA DO BRASIL SEGUE VIVA Paulista! Enquanto você não se mobilizar, se expressar e agir... Você e o restante dos Paulistas de bem continuarão sendo assaltados, denegridos e vilipendiados pelos mesmos parasitas comunistas de sempre. https://x.com/tvisaopaulista

PRESERVE, SALVE E MULTIPLIQUE O sangue, ancestralidade, estirpe, cultura, tradição, história, legado, valor. O povo, clã e família, comunidade, o credo, feito dos antepassados e a moral e honra que ficou. Preservado e em muito nas hinterlândias e confins de nossos territórios, deve existir, deve permanecer e deve ir além de tudo nesse caótico e babélico mundo moderno na qual impera hoje nossos algozes e o inimigo do povo com suas múltiplas faces, mas o amanhecer virá quando em união tivermos vontade e irmos adiante. Salvemos São Paulo em toda sua gigantesca epopéia no tempo e no destino sua vital importância na existência, pela glória passada e um triunfo futuro. Defenda São Paulo! Movimento Identitário Paulista

Brazilia Delenda Est Rejeite a República Federativa do Brasil, abrace sua real nação sanguínea, histórica, cultural. NON DVCOR DVCO. @Identidade32

A HISTÓRIA SE REPETE! Coincidentemente ambos dos piores tiranos que a América Latina presencia/ou se autoentitulavam “Pai dos
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A HISTÓRIA SE REPETE! Coincidentemente ambos dos piores tiranos que a América Latina presencia/ou se autoentitulavam “Pai dos Pobres” no puro intuito de sempre controlar a grande massa de necessitados.

TIRANIA Essa citação de Platão sugere que, em uma democracia que é controlada por líderes demagógicos que manipulam as paixõe
TIRANIA Essa citação de Platão sugere que, em uma democracia que é controlada por líderes demagógicos que manipulam as paixões das pessoas, pode-se chegar a um estado tirânico em que a liberdade e a justiça são suprimidas em nome do interesse pessoal desses líderes. Pão e Circo é um ato TIRANICO e degenerativo. Fomos avisados... @Identidade32

Antes 🇧🇷🐀 / Depois 🇾🇪🛡 Before 🇧🇷🐀 / After 🇾🇪🛡

JURAMENTO A S. PAULO! 🇾🇪
JURAMENTO A S. PAULO! 🇾🇪

🇾🇪 À VITÓRIA! À VITÓRIA! Exortação lida e narrada na Rádio Record pelo locutor César Ladeira de um texto do autor e poeta da revolução, Guilherme de Almeida – no dia 07 de Setembro de 1932, em plena guerra. Movimento Identitário Paulista

🇾🇪S. PAULO ATÉ À MORTE!🇾🇪 “[...] Nem todos baixam as armas A guerra, efetivamente, terminara pouco antes das 8 horas de 2
🇾🇪S. PAULO ATÉ À MORTE!🇾🇪
“[...] Nem todos baixam as armas A guerra, efetivamente, terminara pouco antes das 8 horas de 2 de Outubro. Menos para aqueles poucos que disseram-se decididos a ficar e resistir, preferindo morrer a deixar passar, sem luta os adversários. Às 8 horas do dia 2 continuaram guarnecendo posições: no flanco direito, o 4.° BC, “que foi a primeira tropa do 9 de Julho, esteio do levante de São Paulo”, era ainda aí, nesse instante derradeiro, o núcleo mais forte da resistência. Foi o último a aceitar a tremenda imposição [...]. Com ele ficaram o Batalhão Freitas Borges, o Batalhão Saldanha da Gama, e, mais à esquerda, pontofinalizando a linha já desguarnecida, a companhia do sertão Sandi, simples sargento que se fizeram chefe no decorrer da campanha. Inconformados partem para Mato Grosso Não havendo mais o que defender no Vale, os decididos a levar a guerra para o sertão apressam a partida. O major Arnold Man-cebo será o chefe do Estado-Maior, o major Saldanha da Gama, os capitães Sandi e Freitas Borges, o tenente Paulo Duarte, comandarão pelotões. Chefia geral: coronel Euclides Figueiredo. Em 33 vagões empilharam canhões, víveres, munições, medicamentos. Um segundo comboio, 22 vagões, levaria os homens e o material de uso imediato. O trem blindado, ainda imponente e respeitado, fecharia a marcha. Às 9 horas, já com ditatoriais à vista e disparando contra o trem, o comboio parte rumo de Mato Grosso, com parada prevista em Osasco para embarque de aderentes e de alguma artilharia. Mas, em Jacareí, um telegrama: Mário Cabral, chefe da Estação do Norte, na capital, avisa que a área está sob ataque iminente da Força Pública, ao qual nada poderá opor (Comissão militar para cessar conflito acordado e assinado entre a noite de 1° de Outubro para 2 de Outubro, ratificada, às 1AM, a Força Pública cede e começa retirada conivente como acordado pelo Estado revolucionário). Questão de minutos e ninguém, nada, passará do Vale para Mato Grosso (Revolucionário Estado de Maracaju). A guerra começada em São Paulo, terminará na capital de São Paulo. A guerra, começada com a Força Pública, terminará, estrangulada na Estação do Norte, pela Força Pública. Más notícias paralisam os inconformados. Há mais notícias ruins em Jacareí: os governistas ocuparam Itu. Poucos quilômetros mais e atingirão o tronco de Sorocabana. A Força Pública tomou as estações ferroviárias da capital, selecionando o tráfico dos trens, e fechou as entradas da cidade visando a desarmar quantos desejem entrar em São Paulo. Forças sulinas, subindo de Botucatu, dominam a ferrovia Sorocabana, dirigindo-se para Bauru, inviabilizando também a possibilidade de Figueiredo e seus homens alcançarem Mato Grosso pelos trilhos do Noroeste. Em qualquer dos lugares e dos casos, forçar passagem significaria abrir luta com a Força Pública paulista e continuá-la contra os exércitos getulistas descidos de Minas Gerais e subidos do Rio Grande. [...] Em Jacareí, o drama: O que fazer? [...] Apagam-se as luzes nos Campos Elísios 2 de outubro, 12 horas, São Paulo, palácio do governo: Pedro de Toledo e secretários, na sala de reuniões, ouvem o relato da paz em separado, de como a Frente Norte desmanchou-se junto com a madrugada. [...] Palácio dos Campos Elísios: apresentam-se a Pedro de Toledo os oficiais da Força Pública, coronel Eduardo Lejeune, major Mário Rangel e capitão João Francisco da Cruz. Oficializam o fim da guerra cívica e o do governo aclamado pelo povo paulista no Largo do Palácio. Pedro de Toledo determina aos secretários: "Vamos para casa esperar a prisão". Entre as 12 e as 15:30 horas, um "Manifesto ao Povo" havia sido preparado [...]”
– A Revolução de 32, de Hernani Donato: Páginas 166, 167. Movimento Identitário Paulista

SÃO PAULO UNIDO! CONTRA A TIRANIA BRASILEIRA! 🔥🇾🇪 🇾🇪 🇾🇪 🇾🇪 🇾🇪🔥
SÃO PAULO UNIDO! CONTRA A TIRANIA BRASILEIRA! 🔥🇾🇪 🇾🇪 🇾🇪 🇾🇪 🇾🇪🔥

🔫🇾🇪 ARMAS PARA S. PAULO! “[...] Inventário pouco animador Decorridas 48 horas de revolução, com o que, afinal de contas, S
🔫🇾🇪 ARMAS PARA S. PAULO!
“[...] Inventário pouco animador Decorridas 48 horas de revolução, com o que, afinal de contas, São Paulo, sem aliados nem arsenais, pode contar para conduzir a guerra? Fez-se o inventário. Não havendo escapado ao governo provisório que a Frente Única MG-RS-SP preparava-se para movimento revolucionário, São Paulo fora metodicamente desarmado. Em todo o Estado, somente 27.685 fuzis, que, por deficientes ou obsoletos, a ditadura entendera desnecessário remover. Munições? No máximo cem tiros para cada soldado até aquele momento mobilizado. Procedida a primeira distribuição de cartuchos, os paióis ficaram a zero. Ou quase. A Revolução poderia terminar antes de completar a primeira semana por falta absoluta de balas de fuzil. Havia, sim, a fábrica de pólvora de Piquete, desde logo ameaçada pelo adversário, e a fábrica Matarazzo de cartuchos, vizinha à capital do Estado, operando precariamente. Larga distância entre dois pontos logo patrulhados e castigados pela aviação ditatorial. Em termos de aviação, encontrou-se em Marte o total de seis aviões. Contra apenas isso, o Brasil inteiro. Do estrangeiro, também, nada Solução para aquela penúria de armamentos: compra no estrangeiro. E, primeiro, a tentativa de conseguir o estatuto de beligerância que daria acesso aos mercados legais de armas. O governo provisório venceu também esse combate: opôs-se e os Estados Unidos negaram o estatuto requerido pelos constitucionalistas. Restava o mercado paralelo, clandestino. Emissários esgueiraram-se para o exterior, levando crédito de 1,5 milhão de dólares. Compraram um pequeno iate, o Ruth, e carregaram-no com armas. O governo americano apreendeu o barco, entregando-o ao cônsul brasileiro em Nova Orleans. A Marinha veio a servir-se daquelas armas, embora o navio haja atingido o Brasil depois da guerra terminada. A outra única tentativa realizada no estrangeiro serviu-se do navio Jaboatão, tornado precioso pela carga de cinquenta canhões antiaéreos. A equipagem fez o que pôde mas o navio, abordado pelo rígido bloqueio naval, passou os canhões às mãos ditatoriais. No outro extremo da luta, sobre os rios do oeste, a inquebrada resistência governista em Ladário e Porto Murtinho — sustentada em parte por civis rio-grandenses-do-sul —, diante de sul-matogrossenses constitucionalistas, fechou à Revolução o acesso ao exterior via Paraguai, Bolívia, estuário do Prata. O cerco sobre São Paulo fez-se completo, inexorável. O Estado revolucionado teve que fabricar o que não podia comprar e não encontrara nos depósitos. Fará a guerra de três meses sem poder armar mais do que dois terços dos voluntários e suprir as cartucheiras senão com as balas racionadas para cada dia, cada hora de luta. Mais voluntários do que armas O entusiasmo pelo voluntariado no Exército Constitucionalista manifestou-se até mesmo além divisas. Foram muitos os casos. O jornal O Estado de São Paulo, para exemplo, contou que “...quatro rapazes paulistas se atiraram pelos ínvios sertões de Goiás, em demanda desta capital, a fim de se alistarem no exército. Moravam eles em Ipameri, onde eram funcionários do Banco do Brasil. Chamam-se Celso Correa da Conceição, Jaime Barros Saraiva, Manuel Fuzzi e Vicente Crezzi. As primeiras notícias que lhes chegaram da Revolução, foi através das estações de rádio da capital da República, todas mentirosas, explicando a exaltação cívica de São Paulo como um movimento comunista, e, também, visando à separação do nosso Estado. (...) Partiram, então, em viagem fatigante de seis dias, a pé, por caminhos abruptos, vadeando rios e atravessando matagais, num percurso de léguas e léguas, para se incorporarem, afim, à bandeira invencível que pugna pela recondução do caudal revolucionário ao seu primitivo leito”. Os quatro foram festejados como heróis, em São Paulo.”
– A Revolução de 32, de Hernani Donato: Páginas 102, 103. Movimento Identitário Paulista

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🗿🧬 HONRA E CORAGEM
“Tropas Constitucionalistas de Matto Grosso [...] Que nossa mães chorem de tristeza ao ver-nos partir para a luta, que tenham os seus olhos perolados das lágrimas quentes da saudade, mas nunca as suas faces enrubescidas pela covardia de seus filhos”.
– Jornal O Diário, edição de Campo Grande: Anno I; N° 68. 🇧🇷🤝🏻🏳🏳 Movimento Identitário Paulista

Carta de Maria do Rosário para sua amiga chamada Marina, uma voluntária Paulista durante a guerra, 29/07/32. "[...] Então, mi
Carta de Maria do Rosário para sua amiga chamada Marina, uma voluntária Paulista durante a guerra, 29/07/32. "[...] Então, minha irmã, como vão estes nossos valentes irmãos? Sempre vitoriosos, não? A eles as bençãos de Deus e as nossas humildes preces. Você tem cooperado bastante? Já dignifica e honra a mulher paulista, trabalhar, animar e consolar nossos heróis. Na 'liga' também se trabalha dia e noite; tudo para os nossos soldados que, com tanto heroismo defendem a liberdade, o direito, a honra, enfim, tudo para tornar São Paulo melhor. O sangue dos bandeirantes corre vivo e escaldante nas veias desses nossos irmãos [...] Que merecem todo nosso amor de irmã carinhosa, não acha você? Se Deus quiser, venceremos, e está perto o dia glorioso [...]"

🗿 ARDENTE E ALTIVO SANGUE BANDEIRANTE
“Este livro foi escrito logo após o término da Revolução Constitucionalista e jamais esteve nas cogitações do autor dá-lo à publicidade. Foi fruto, apenas, da necessidade incontrolável que sentiu o combatente de 32, recém-vindo das trincheiras, de extravasar por escrito tudo o que viu, sentiu e viveu naqueles dias gloriosos e terríveis, que lhe marcaram a alma indelevelmente. Agora, porém ao se aproximar o cinquentenário da epopeia paulista, dois imperiosos motivos o levam a publicá-lo. O primeiro, mas não o principal, é o desejo manifestado por muitos companheiros de campanha de marcar a data que se celebra com mais um testemunho do que foi a atuação daquele Batalhão improvisado e bisonho, integrado quase todo por universitários, mas transformado em tropa indômita pelo só efeito do grande ideal que galvanizou São Paulo. O segundo, e sem dúvida o mais forte, é a intenção de trazer à lembrança da atual juventude paulista, desiludida e indiferente a quase tudo, que em suas veias corre o ardente e altivo sangue bandeirante, que está apenas adormecida em seu peito a velha fibra da raça que nos seus maiores se manifestou em 32, e fazê-la, enfim, acreditar que onde houver um grande ideal pelo qual se bater, lá os paulistas de ontem, de hoje e de amanhã, sempre saberão dizer: presente!”
– Augusto de Souza Queiroz, combatente soldado na revolução constitucionalista de 1932 no prefácio de livro de sua autoria: Batalhão 14 de Julho – Revolução Constitucionalista de 1932. Escrito prefácio e dedicação em São Paulo, Janeiro de 1982.
“Para um rapaz de 20 anos da geração de 32 não existia essa palavra, a palavra "medo" era inexistente – Nós estávamos dispostos a qualquer sacrifício, lutando pelo S. Paulo! [...]”
– Augusto de Souza Queiroz, em uma entrevista à equipe de reportagem do Globo Repórter na edição de Julho de 1992, exibida em verdadeiro documentário histórico e com mais relatos de combatentes veteranos que lutaram por S. Paulo livre. 🤩 Manifestem-se ordeiramente com bravura, e ajam, ó, descendentes e continuadores altaneiros da brava estirpe do planalto primevo e ancestral das ascendentes bandeiras! Nosso é e deve ser ímpeto, bravura e soberania com o senso autônomo de senhores, o carácter atávico e presente no mais matuto filho desta gens onde este estiver, e Deus conosco nesta luta. 🇾🇪 Movimento Identitário Paulista 🇾🇪