Apoiadores do Claudio Branchieri | OFICIAL
Відкрити в Telegram
✅ Seja um apoiador, divulgando, curtindo e interagindo com as nossas publicações para que alcancem ainda mais pessoas. Se você ainda não segue alguma das nossas páginas, clique no link a seguir: https://linktr.ee/profclaudio?fbclid=PAAaYi8ZN
Показати більше1 262
Підписники
Немає даних24 години
-17 днів
-630 день
Архів дописів
📰 SAIU NA MÍDIA: Branchieri vê oportunidade para incluir duplicação da ERS-122 em futura renegociação do Bloco 3.
https://jornaloflorense.com.br/branchieri-ve-oportunidade-para-incluir-duplicacao-da-ers-122-em-futura-renegociacao-do-bloco-3/
A Lei Maria da Penha já existe. Agressão, ameaça, perseguição e feminicídio já são crime. Então o que o PL da Misoginia vem proteger? A resposta é simples. Não protege ninguém. Sobra só a palavra.
O crime deixou de depender do que você fez e passou a depender de como o outro se sentiu. Quem mede isso? Um juiz, caso a caso. O pastor no púlpito, o pai criando o filho na fé, o chefe dando feedback. Tudo vira risco. Sua liberdade passa a depender do estômago de quem está ouvindo.
Esse projeto não tira um único agressor da rua. Trata a mulher brasileira como incapaz de ouvir uma crítica sem o Estado de babá. Isso não é proteção. É paternalismo disfarçado de avanço. Lugar de entulho autoritário é na lata de lixo.
Em 2020 as lojas estavam fechadas e vazias por causa do lockdown. Hoje estão abertas e vazias. Quem está em lockdown agora é o bolso do trabalhador brasileiro. O slogan não mudou. Continua sendo fique em casa. Só que agora é porque não tem dinheiro pra sair.
O PT promete que com o fim da escala 6x1 as pessoas vão ter mais tempo pra gastar dinheiro. Dinheiro que elas não têm. Vai ser o brasileiro na frente da vitrine olhando pra produto que não consegue comprar. Como o cachorro na frente da televisão vendo o frango girar. Aquilo nunca vai estar ao alcance.
Vão mentir na campanha como a Dilma mentiu em 2014. Vão dizer que está tudo bem. E depois, pelos próximos quatro anos, vão culpar Bolsonaro pelo desastre que eles mesmos produziram. É o mesmo script. É o mesmo partido. É o mesmo país destruído.
Itália negou extradição de Carla Zambelli. Espanha negou extradição de Oswaldo Eustáquio. Estados Unidos negou extradição de Allan dos Santos. Argentina deu asilo a um foragido do 8 de janeiro. Todos pela mesma razão: perseguição política. O mundo já enxergou o que aqui ainda fingem não ver.
Alexandre de Moraes acumula função de investigador, acusador, juiz de primeira instância, juiz de segunda instância e juiz de execução penal. Ele senta em todas as cadeiras do processo. Foi preciso um juiz de Roma vir dizer que isso aqui é sacanagem.
Não importa se é ditadura civil enclausurada no Planalto ou ditadura de toga. Não existe direito de oposição no Brasil. Cassam quem querem, perseguem quem querem, prendem quem querem. E quando alguém denuncia isso no exterior, ele é tratado como criminoso. Não o sistema que persegue.
A China tirou 700 milhões de pessoas da pobreza em uma geração. O Brasil, depois de 24 anos de PT, ainda precisa de programa assistencial pra comprar remédio, pra trocar de carro, pra ter casa. O que eles chamam de qualidade é o maior defeito do partido. Manter o povo pobre e dependente é o que garante o próximo voto.
A esquerda adora falar em “pauta bomba” quando o dinheiro vai para quem produz. Mas nunca vê problema quando bilhões são despejados em programas eleitoreiros, estruturas inchadas e privilégios de Brasília. Para eles, sustentar a máquina é investimento. Sustentar o agro é gasto.
A verdade é que o governo criou a crise, empurrou os juros para as alturas e agora procura um culpado para esconder a própria incompetência. Como sempre, o alvo é quem trabalha, produz, exporta e mantém a economia respirando mesmo quando Brasília faz de tudo para atrapalhar.
Não existe pauta bomba. Existe uma operação política para transformar o produtor rural em vilão e desviar a atenção do desastre fiscal construído pelo próprio governo. Quando a conta chega, o PT nunca assume a responsabilidade. Procura alguém para pagar a conta em seu lugar.
O problema da esquerda nunca foi a falta de recursos. O problema sempre foi a obsessão por controlar a vida de quem produz. Onde existe trabalho, eles enxergam regulamentação. Onde existe liberdade, eles enxergam uma nova taxa. Onde existe prosperidade, eles enxergam algo para burocratizar.
A lógica é sempre a mesma: criar obstáculos para quem trabalha, dificultar a atividade produtiva e depois aparecer como salvador oferecendo soluções para problemas que o próprio Estado criou. Quanto maior a dependência, maior o poder. Quanto menor a liberdade, melhor para quem vive da máquina pública.
O Brasil não precisa de mais burocratas dizendo ao cidadão o que ele pode ou não fazer. Precisa de menos interferência, mais liberdade econômica e respeito por quem acorda cedo para produzir. Toda vez que o Estado cresce demais, a oportunidade diminui para quem está do lado de fora do governo.
A mídia militante pegou um PIB medíocre em desaceleração e transformou em manchete de vitória. Quem lê por cima acha que o Brasil está bombando. Quem entende de economia sabe que é fumaça. O crescimento cai, o investimento despenca e a Selic está nas alturas. Mas a Secom pagou bem pela manchete bonita.
Uma juíza ideologizada deu perdão judicial para a mãe do Henry Borel. A mesma mãe que sabia das agressões, que foi avisada pela babá, pelos familiares, que viu o filho mancar e preferiu o namorado. O crime dela é tão grave quanto o do assassino. E ela está livre.
A Débora do batom está presa. A mãe que escolheu ver o filho ser assassinado está solta. Essa é a justiça brasileira em 2025. Uma sentença que fala em sofrimento e autoestima de quem foi ao salão de beleza no dia seguinte ao enterro do filho.
Filhos deveriam ser uma bênção. Para a esquerda são um estorvo. Esse ódio às crianças foi construído ao longo de décadas pelo discurso favorável ao aborto. Uma sociedade que não consegue proteger seus filhos não tem futuro. E nós falhamos miseravelmente com o Henry.
Prometer menos trabalho, mais salário e vida melhor por decreto é a nova versão da velha picanha eleitoral. Muda o slogan, muda a embalagem, mas a fórmula é sempre a mesma: vender ilusões para quem está cansado de esperar resultados.
A história mostra que prosperidade não nasce de discurso político nem de canetada de gabinete. Ela nasce de produtividade, inovação e liberdade para produzir. Foi assim que trabalhadores passaram a ganhar mais, trabalhar melhor e ter acesso a bens que antes eram privilégio de poucos.
O problema é que a verdade exige esforço, enquanto a mentira vem pronta para consumo. Quem promete riqueza sem geração de riqueza está apenas trocando realidade por propaganda. E propaganda nunca pagou boleto, gerou emprego ou melhorou a vida de ninguém.
Nos últimos vinte anos, a esquerda operou uma verdadeira lavagem cerebral para anestesiar a nossa nação. Eles não mudaram apenas a gestão da economia, mas destruíram a mentalidade do nosso povo ao transformar o esforço em ganância e a superação em ofensa. O resultado está aí: uma juventude que rejeita o trabalho, mas exige o conforto que os nossos pais e avós conquistaram com muito suor.
Passamos da cultura dos heróis que diziam "eu venci apesar das dificuldades" para a era dos mimados que justificam o fracasso culpando o sistema. Enquanto o eletricista sobe no poste debaixo de chuva e o policial arrisca a vida na madrugada, militantes de apartamento tratam a rotina normal de trabalho como tortura. Quando a fragilidade vira virtude, quem realmente sofre e precisa de ajuda médica de verdade desaparece no meio do barulho.
A NR1 obriga empresas a gerenciar risco psicossocial. Traduzindo: se o chefe cobrou meta, se o ar condicionado estava frio demais, se o colega não deu bom dia de forma suficientemente cordial, pode processar. O PT criminalizou o trabalho e agora quer criminalizar a cobrança por resultado.
Bilionário nesse governo tem tapete vermelho e juros subsidiados do BNDES. Quem se ferra é o dono da padaria, do café, do pequeno comércio. O PT odeia quem não depende do Estado. E vai dar um jeito de piorar a vida de quem ousa prosperar por conta própria.
Nenhum americano entra em navio para aproveitar a nossa CLT. Mas milhares de brasileiros saem pelos aeroportos todo ano para trabalhar em escalas que aqui são proibidas. Em 20 anos de PT o Brasil ficou mais pobre, mais atrasado e mais endividado. Se ficarem mais quatro, farão o mesmo.
A esquerda passou anos atacando tudo o que ampliava a liberdade econômica do brasileiro. Foi contra privatizações, contra a concorrência, contra a modernização e até contra ferramentas que hoje fazem parte da vida de milhões de pessoas. Quando não conseguem impedir, tentam reescrever a história.
O PIX virou símbolo dessa hipocrisia. Quem antes chamava a inovação de ameaça agora tenta posar de defensor daquilo que combateu desde o início. A verdade é simples: muitos dos que hoje levantam a bandeira do PIX estavam torcendo para que ele jamais saísse do papel.
O problema nunca foi o PIX. O problema sempre foi a liberdade. Porque toda vez que o cidadão ganha autonomia, menos burocracia e mais poder sobre o próprio dinheiro, o projeto de controle da esquerda perde força. E é exatamente isso que eles não suportam.
Enquanto produtores rurais lutam para permanecer no campo, Brasília decide o futuro de milhares de famílias gaúchas. Era hora de unir forças, pressionar o governo federal e colocar os interesses do Rio Grande acima das disputas políticas. Mas muitos preferiram gastar energia com debates eleitorais e ataques a adversários.
O agro não precisa de discursos bonitos. Precisa de articulação, presença e liderança. Quando o campo pede socorro, não basta assistir tudo do conforto dos gabinetes. Quem ocupa cargos de poder tem a obrigação de estar na linha de frente defendendo quem produz, gera empregos e sustenta a economia gaúcha.
O Rio Grande não pode esperar. Enquanto alguns discutem candidatura, produtores abandonam propriedades e famílias veem seu futuro ameaçado. Defender o agro não é questão eleitoral. É uma obrigação com o estado que move o Brasil através do trabalho.
“Nosso PIX”? É só o que me faltava.
O PIX nasceu no governo Bolsonaro, enfrentando a resistência de quem lucrava bilhões com tarifas bancárias. Agora tentam reescrever a história e transformar um sucesso dos brasileiros em patrimônio político do PT.
Enquanto o governo cria narrativas, os fatos mostram outra realidade: a investigação comercial dos Estados Unidos trata de barreiras, tributação, comércio digital e práticas governamentais. Não tem nada a ver com a fantasia que estão tentando vender para a população.
Mentira repetida continua sendo mentira. E nós vamos continuar fazendo o que muita gente não faz: colocar os fatos na mesa e desmontar a desinformação.
📲 Compartilhe este vídeo e marque alguém que precisa ouvir a verdade.
O comunista Jones Manoel descobriu na prática o que qualquer empreendedor sabe. Que incentivos importam, que gestão importa e que ninguém trabalha de graça. Socializar o patrimônio dos outros é lindo. Desde que não seja o dele.
Quando o partido quis assumir o controle do canal, o camarada invocou direito de propriedade, risco de falência e perda de renda familiar. As mesmas coisas que ele passa a vida combatendo no discurso. Traduzindo: comunismo para os outros, PIX pra mim.
O canal que ele usa para pregar o fim do capitalismo está hospedado no YouTube, plataforma do bom e velho capitalismo yankee. Hipocrisia é pouca pra essa turminha. Bem-vindo ao capitalismo, meu camarada. Tu vai descobrir que ele funciona.
Que absurdo!
Os caras traficam, lavam dinheiro, matam, extorquem, dominam territórios, queimam ônibus e aterrorizam milhões de brasileiros.
E, segundo a esquerda, o problema é chamá-los de terroristas.
Coitadas das facções...
O PT QUER DECIDIR QUANTOS DIAS VOCÊ TRABALHA PORQUE ACHA QUE VOCÊ NÃO É CAPAZ DE NEGOCIAR A SUA PRÓPRIA VIDA. ISSO NÃO É PROTEÇÃO. É CONTROLE.
A esquerda finge proteger o trabalhador através de lei. Se lei garantisse renda, o Brasil seria a Suíça. Lei que quebra empresa não protege ninguém. Abandona exatamente quem mais precisa: o informal, o jovem, o pequeno empresário.
Reduzir jornada sem aumentar produtividade tem nome: negacionismo econômico. A conta chega na forma de inflação no pão, demissão na pequena empresa e mais imposto pra todo mundo. Silenciosamente, sem você entender o porquê. Exatamente como aconteceu com a promessa da picanha.
O trabalhador não precisa de leizinha. Precisa de empresa prosperando, emprego formal, renda crescendo de verdade e um governo que pare de devorar tudo que ele produz em impostos. Lula nunca quis o teu bem. Ele só quer o teu voto.
A esquerda dominou escola, cinema e universidade enquanto você trabalhava. Agora quer sua desculpa por existir. Não vai ter.
Вже доступно! Дослідження Telegram за 2025 — головні інсайти року 
