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#SOF_Europa Operadores do Alpha Group/SBU durante um treinamento noturno recente.
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#SOF_Europa Operadores do Alpha Group/SBU durante um treinamento noturno recente.

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#OpEsp_Brasil Operadores da CORE/PCERJ na operação de ontem.
#OpEsp_Brasil Operadores da CORE/PCERJ na operação de ontem.

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#Spetsnaz Operadores do Alpha Group/FSB durante a competição de tiro "Copa da Vitória"
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#Spetsnaz Operadores do Alpha Group/FSB durante a competição de tiro "Copa da Vitória"

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#SOF_Europa Operadores do Grupo de Intervenção da Gendarmaria Nacional (GIGN).
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#SOF_Europa Operadores do Grupo de Intervenção da Gendarmaria Nacional (GIGN).

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#SOF_America Operadores da Delta Force e do 75º Regimento Rangers do Exército dos EUA disparando morteiro em uma posição do ISIS na Síria.

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#OpEsp_Brasil Após anos de questionamento sobre o não uso de capacete por parte do BOPE, membros da unidade foram vistos usan
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#OpEsp_Brasil Após anos de questionamento sobre o não uso de capacete por parte do BOPE, membros da unidade foram vistos usando hoje durante uma operação na comunidade César Maia.

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#SOF_America Forças Especiais do Exército dos EUA e Operações Especiais da Força Aérea dos EUA auxiliando nos esforços de res
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#SOF_America Forças Especiais do Exército dos EUA e Operações Especiais da Força Aérea dos EUA auxiliando nos esforços de resgate na Venezuela.

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#SOF_America O ex-Navy SEAL e podcaster Shawn Ryan, usando um keffiyeh na cabeça, no Iraque.
#SOF_America O ex-Navy SEAL e podcaster Shawn Ryan, usando um keffiyeh na cabeça, no Iraque.

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#Spetsnaz Um operador do Comando de Operações Especiais (KCCO) da Rússia, na Ucrânia.
#Spetsnaz Um operador do Comando de Operações Especiais (KCCO) da Rússia, na Ucrânia.

#Spetsnaz - Indicativo de chamada "Predador", um dos comandantes da diretoria "Alpha" do FSB
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#Spetsnaz - Indicativo de chamada "Predador", um dos comandantes da diretoria "Alpha" do FSB

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#SOF_Europa Operadores do Grupo de Intervenção da Gendarmaria Nacional (GIGN) durante um treinamento recente contra emboscada
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#SOF_Europa Operadores do Grupo de Intervenção da Gendarmaria Nacional (GIGN) durante um treinamento recente contra emboscadas.

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#Spetsnaz Treinamento de combate em ambiente confinados (CQB) do SSO (Forças de Operações Especiais) da Rússia

Delta Force Durante treinamento recente #SOF_America
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Delta Force Durante treinamento recente #SOF_America

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#SOF_America Exercício de ontem da Delta Force e do 160.º Regimento de Aviação de Operações Especiais do Exército em Pasadena, Califórnia.

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#SOF_Europa Mergulhadores do Grupo de Intervenção da Gendarmaria (GIGN) durante um treinamento no mês passado.
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#SOF_Europa Mergulhadores do Grupo de Intervenção da Gendarmaria (GIGN) durante um treinamento no mês passado.

Incrível como uma narrativa fraca criada pela CNN no início da guerra se difunde até hoje na mídia e é usada como principal a
Incrível como uma narrativa fraca criada pela CNN no início da guerra se difunde até hoje na mídia e é usada como principal argumento para desmoralizar de alguma forma as unidades especiais russas em comparações ridículas. Não, não houve centenas de mortos entre os paraquedistas russos em Gostomel e muito menos foram aniquilados por um contra-ataque ucraniano. É improvável ou até mesmo impossível do ponto de vista tático que isso tenha acontecido dentro da janela de tempo que os ucranianos tiveram para se reagrupar e lançar o contra-ataque contra o aeródromo Antonov. Eu desafio qualquer um a mostrar evidências concretas de que isso realmente aconteceu. Se quiserem, posso fazer um texto com inúmeros dados que provam que esse suposto massacre da VDV lá simplesmente NUNCA ocorreu e não passa de uma mentira.

#Spetsnaz - Operador do TsSN “Senezh” do KCCO durante o Torneio de Tiro Prático “Copa da Vitória”, realizado alguns dias atrá
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#Spetsnaz - Operador do TsSN “Senezh” do KCCO durante o Torneio de Tiro Prático “Copa da Vitória”, realizado alguns dias atrás

Agora, caminhando para a última semana de março e o início de abril, após semanas de intensos combates, o avanço russo havia estagnado e as tentativas de romper as defesas ucranianas ao longo da linha Moshchun-Horenka-Irpin e as áreas mais ao sul destas, como Stoyanka, Shevchenkove, Horenychi e Bilogorodka, não atingiram o sucesso esperado. Ao mesmo tempo, a pressão constante das forças ucranianas, que agora conduzia contra-ofensivas de forma limitada, desgastava as posições russas e dificultava qualquer tentativa de retomada da iniciativa. Assim sendo, e também motivada por fatores políticos pouco claros, foi tomada a decisão da retirada das forças russas de todo o norte da Ucrânia, com o foco destas se voltando para as regiões leste e sul do país. Seguindo isso, no final de março, as forças russas iniciaram a retirada do eixo de Kiev, e é justamente aqui que entra um ponto interessante: embora, mais uma vez, não existam registros diretos sobre a atuação das unidades SSO nesse momento, o próprio contexto da retirada nos permite levantar algumas hipóteses bem plausíveis. Em um cenário como esse, é provável que as unidades SSO, incluindo o Senezh, tenham sido empregadas para proteger a retirada das forças convencionais, atuando para conter ou retardar qualquer tentativa de perseguição e contra-ataque pelas forças ucranianas. Isso pode incluir, teoricamente, ações de bloqueio na forma de sabotagens e emboscadas com o objetivo de dificultar qualquer ação ofensiva das forças ucranianas naquele momento. Foram registrados, inclusive, diversos casos de destruição de pontes, trilhos ferroviários e depósitos de combustível por parte das forças russas durante a sua retirada da região, o que pode ter sido feito pelas unidades SSO [https://imgur.com/a/8TX47ox].

Podemos observar exemplos históricos disso em outros conflitos: durante a invasão do Iraque, por exemplo, a atuação de atiradores dos grupos da resistência islâmica, com destaque para o mais popularmente conhecido “Juba”, teve um impacto significativo sobre as forças de ocupação americanas nas cidades ocupadas, causando não apenas baixas elevadas mas também gerando um efeito psicológico negativo nos militares e a necessidade do emprego de meios especializados, como as unidades de operações especiais, para localizar e eliminar esses atiradores. Levando isso em consideração, é possível que os operadores SSO, incluindo os do Senezh, também tenham desempenhado funções de contra-atirador, rastreando e neutralizando os atiradores ucranianos em Bucha e Irpin. Podemos ver eles desempenhando essa função mais tarde em outras frentes [https://imgur.com/a/PWJWec2]. Ao mesmo tempo que os combates se intensificavam em Bucha e Irpin, não muito longe dali surge, finalmente, um registro visual do Senezh; Ainda em 27 de fevereiro, o KSSO teria recebido do Ministério da Defesa russo planos detalhados para a captura dos Postos Avançados de Comando e Controle (ZKPs) das Forças Armadas Ucranianas na região de Kiev [https://t.me/surf_noise1/5537]. Aparentemente, esses planos incluíam informações sobre a localização das instalações, equipamentos presentes, canais de comunicação e listas de pessoal autorizado, incluindo oficiais superiores e políticos de alto escalão. No entanto, por razões que só Deus sabe, a maior parte desses alvos foram deixados de lado e sequer visados durante a invasão. O caso que nos interessa aqui ocorreu entre 20 e 21 de março na área da cidade de Mykolaivka, localizada 36 km a oeste de Kiev; Dias antes, um Grupo Tático de Batalhão (BTG) da 5ª Brigada de Tanques do Exército Russo, comandado pelo major Enver Nabiyev, recebeu a missão de emboscar e destruir um grupo de militares ucranianos na cidade Mykolaivka. Após concluir a missão com sucesso, os militares russos realizaram operações de busca e reconhecimento, descobrindo uma base militar ucraniana na floresta ao redor da cidade, que se tratava de um Posto de Comando e Controle Avançado (ZKP). Na madrugada do dia 20, após elaborar um plano de ataque, o major Enver Nabiyev lançou um ataque contra o ZKP, visando as instalações dentro da floresta com fogo dos canhões de seus tanques, desencadeando uma feroz batalha contra a guarnição ucraniana baseada ali. Na manhã do dia 21, após horas de intensos combates, que resultaram na destruição de um tanque T-72 russo, os militares russos, com apoio dos operadores SSO e de unidades especiais da Rosgvardia, lançaram outros dois ataques, conseguindo finalmente capturar o ZKP e render o que sobrou da guarnição ucraniana [https://imgur.com/a/XlUneJm]. No total, foram feitos 67 prisioneiros, a maioria dos quais oficiais do exército ucraniano [https://t.me/zhdanovrt/909] - [https://t.me/boris_rozhin/36630] Os operadores SSO que apoiaram o BTG do major Enver Nabiyev nessa operação pertenciam ao grupo de combate “Sapsan” do Senezh, sob comando do tenente-coronel Boris Mikheev. Em dois vídeos oficiais do KSSO postados em 27 de fevereiro de 2023 e 26 de fevereiro de 2024, podemos observar trechos que mostram os operadores do grupo durante o ataque ao ZKP na floresta: eles utilizaram drones FPV para reconhecer a área, avançaram sob cobertura de fumaça e cercaram as instalações, eliminaram os focos de resistência na superfície e, no fim, invadiram e limparam os bunkers [https://t.me/sashakots/38669] - [https://t.me/okspn/29545]. Ao fim dos combates, os operadores do grupo prestaram atendimento médico aos militares ucranianos feridos que se renderam [https://imgur.com/a/koPORIo]. Voltaremos a falar sobre esse grupo mais tarde, que infelizmente teve um fim trágico.