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🌍 O GRANDE RESET

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BBB - Building Back Better Construindo de novo melhor A nova filosofia global que está sendo imposta a todos os países para implantação de uma nova ordem mundial.

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📈 Аналітичний огляд Telegram-каналу 🌍 O GRANDE RESET

Канал 🌍 O GRANDE RESET (@ograndereset) у мовному сегменті Португальська є активним учасником. На даний момент спільнота об'єднує 14 676 підписників, посідаючи 3 796 місце в категорії Політика та 126 місце у регіоні Португалія.

📊 Показники аудиторії та динаміка

З моменту свого створення невідомо, проект продемонстрував стрімке зростання, зібравши аудиторію у 14 676 підписників.

За останніми даними від 12 червня, 2026, канал демонструє стабільну активність. Хоча за останні 30 днів спостерігається зміна кількості учасників на -184, а за останні 24 години на 3, загальне охоплення залишається високим.

  • Статус верифікації: Не верифікований
  • Рівень залученості (ER): Середній показник залученості аудиторії становить 0.92%. Протягом перших 24 годин після публікації контент зазвичай збирає 0.62% реакцій від загальної кількості підписників.
  • Охоплення публікацій: В середньому кожен допис отримує 135 переглядів. Протягом першої доби публікація в середньому набирає 91 переглядів.
  • Реакції та взаємодія: Аудиторія активно підтримує контент: середня кількість реакцій на один пост – 2.
  • Тематичні інтереси: Контент зосереджений навколо ключових тем, таких як canyon, lago, lula, rei, água.

📝 Опис та контентна політика

Автор описує ресурс як майданчик для висловлення суб'єктивної думки:
BBB - Building Back Better Construindo de novo melhor A nova filosofia global que está sendo imposta a todos os países para implantação de uma nova ordem mundial.

Завдяки високій частоті оновлень (останні дані отримано 13 червня, 2026), канал підтримує актуальність та високий рівень охоплення публікацій. Аналітика показує, що аудиторія активно взаємодіє з контентом, що робить його важливою точкою впливу в категорії Політика.

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Архів дописів
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Caramba! O Final o cara lançou a braba mesmo! Muié fica calculando o valor de mercado a todo momento! BRUTAL!

Opinião | A fala de Lula em Catalão, Goiás, ultrapassou a fronteira da crítica política e entrou em um terreno perigoso. Ao q
Opinião | A fala de Lula em Catalão, Goiás, ultrapassou a fronteira da crítica política e entrou em um terreno perigoso. Ao questionar “o que merecem os traidores da pátria?” enquanto citava o enforcamento de Joaquim Silvério dos Reis, o presidente da República usou uma referência histórica de punição extrema para atacar seus opositores políticos. Em qualquer democracia séria, esse tipo de declaração deveria causar preocupação imediata. Quando um chefe de Estado chama adversários de “traidores da pátria” e associa esse discurso à ideia de enforcamento, o problema deixa de ser apenas retórico. A fala carrega um peso autoritário incompatível com o cargo que Lula ocupa. A história mostra que regimes autoritários sempre começaram tratando opositores como inimigos da nação. Stalin, Hitler e outros ditadores usaram exatamente essa lógica: desumanizar adversários, acusá-los de traição e justificar perseguições em nome de um suposto bem maior. No caso brasileiro, a declaração ganha ainda mais gravidade porque ocorre em meio a um ambiente político já marcado por censura, perseguições judiciais, bloqueios de redes sociais e tentativas constantes de criminalizar a direita. Lula pode discordar de Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro ou qualquer outro opositor. Pode criticá-los politicamente. O que não pode é usar a cadeira da Presidência para flertar com uma linguagem de eliminação simbólica contra quem pensa diferente. O Brasil não precisa de um presidente que trate adversários como traidores a serem punidos. Precisa de um governo que respeite a democracia, a oposição e os limites institucionais. Quando o próprio presidente normaliza esse tipo de fala, o alerta precisa ser ligado. 🔽 @qrmKuCwkBmNDU5  👾 @forcaehonra1

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❌❌❌❌ 🎯🎯🎯🎯🎯 Uma resposta a Ricardo Lacerda, fundador e CEO da BR Partners Este texto não tem o objetivo de ofender, desqu
❌❌❌❌ 🎯🎯🎯🎯🎯 Uma resposta a Ricardo Lacerda, fundador e CEO da BR Partners Este texto não tem o objetivo de ofender, desqualificar ou criar polêmica. Seu propósito é apenas apresentar uma visão diferente da exposta por Ricardo Lacerda, CEO da BR Partners, em recente manifestação pública. Começo por um ponto fundamental: opiniões divergentes são legítimas e saudáveis. Uma sociedade livre se fortalece quando pessoas com visões distintas podem debater ideias de forma respeitosa. O livre debate é um dos pilares da democracia e das instituições. É justamente nesse espírito que apresento minhas discordâncias. A primeira delas diz respeito à afirmação de que Lula não representa qualquer risco às instituições democráticas. Cada cidadão pode chegar à sua própria conclusão, mas considero legítimo questionar essa afirmação à luz de fatos conhecidos. Lula indicou para o Supremo Tribunal Federal seu ex-advogado pessoal, Cristiano Zanin, e posteriormente indicou Flávio Dino, ex-ministro de seu governo e um de seus principais aliados políticos. Independentemente da qualidade técnica de ambos, é razoável perguntar se a crescente proximidade entre Executivo e Judiciário não merece reflexão por parte daqueles preocupados com a independência entre os Poderes. Da mesma forma, Lula foi a principal liderança política de um partido envolvido no escândalo do Mensalão, esquema que resultou em condenações por corrupção e que tinha como objetivo influenciar votações no Congresso Nacional. Ainda que cada pessoa tenha sua interpretação sobre esses acontecimentos, parece difícil sustentar que não exista qualquer preocupação institucional a ser debatida. Minha segunda divergência refere-se ao argumento de que Flávio Bolsonaro representaria um risco às instituições por defender a anistia a Jair Bolsonaro e aos envolvidos nos eventos de 8 de janeiro. Esse raciocínio merece atenção. A defesa de uma anistia ou de um indulto não é uma posição exclusiva de Flávio Bolsonaro. Governadores como Romeu Zema e Ronaldo Caiado já declararam publicamente que apoiam medidas semelhantes. Portanto, se a defesa da anistia for considerada, por si só, uma ameaça institucional, então a mesma crítica precisaria ser estendida a praticamente todo o campo político da direita brasileira. Mais importante ainda: esses candidatos não escondem sua posição. Pelo contrário, apresentam-na de forma explícita ao eleitorado. Caso um deles venha a ser eleito defendendo essa pauta, isso significará que uma parcela majoritária dos eleitores concordou com uma proposta apresentada de forma transparente durante a campanha. Além disso, a anistia é um instrumento previsto no ordenamento jurídico brasileiro e já foi utilizada em diversos momentos da história nacional. Pode-se concordar ou discordar de sua aplicação em cada caso concreto, mas sua mera defesa não configura, por si só, uma ameaça à democracia ou às instituições. Em uma democracia, o debate deve ocorrer justamente sobre quais políticas públicas são desejáveis e quais não são. Transformar determinadas posições políticas em evidência automática de ameaça institucional corre o risco de empobrecer o debate público e dificultar a convivência entre visões divergentes. O Brasil precisa de instituições fortes, independentes e respeitadas. Mas também precisa de um ambiente em que diferentes projetos políticos possam disputar o apoio da população sem que seus defensores sejam automaticamente tratados como adversários da democracia. Essa distinção é essencial para a preservação do pluralismo político, que é um dos fundamentos da própria democracia que todos desejamos proteger. 🔽 @qrmKuCwkBmNDU5  👾 @forcaehonra1

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❌❌❌ Olha o comunismo aeh , minha genteee‼️ O desgoverno ignora os alertas e quem paga é o povo o agro,air representa cerca de
❌❌❌ Olha o comunismo aeh , minha genteee‼️ O desgoverno ignora os alertas e quem paga é o povo o agro,air representa cerca de 25% do PIB brasileiro, que carrega esse país nas costas.

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