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Toca do Coelho 🐇 🇧🇷🇺🇸 #WWG1WGA

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Brasil x Noruega
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Depois de "pedofilia é tipo diabetes", Globo diz q "canibalismo faz mal à saúde." Vou explicar p/os mais lentos como a sordidez é normalizada: primeiro fala-se apenas q isso "faz mal à saúde", restringindo uma questão moral a uma questão de saúde. Depois vem o "há controvérsias"

Garotinho grava um vídeo para afirmar que nos 12 minutos que ele tem da festa das Astronautas, não existe nenhuma imagem do senador @FlavioBolsonaro “Pessoas começaram a insinuar nomes, criar teorias conspiratórias. Pura maluquice. Repito tenho 12 minutos de uma gravação não aparece nenhuma imagem do senador FLAVIO BOLSONARO.” Garotinho

Enquanto vc é distraído com o maior Pão e Circo do mundo, o Coelho Branco tá a todo vapor! #Adrenocromo #Whiterabbitt

A resposta está em Wolfsburgo. Está nas fábricas paradas. Está nos despedimentos. Está na Autoeuropa em pausa. Está na Mercedes a cortar custos. Está nos fornecedores alemães a tremer. Está nos nomes que já foram orgulho europeu e hoje são epitáfios industriais. Está na miséria que se vive em Setúbal, no Vale do Ave, em Aveiro, e no Porto, que vivia de serviços que prestava às industrias. A Volkswagen não é apenas uma empresa em crise. É só mais uma. Quando se entrega a economia real a burocratas, a indústria não se adapta. Morre. E quando a indústria morre, não morre sozinha. Leva consigo salários, a classe média, o conhecimento técnico, a soberania, o poder político e o futuro. Vamos ficar reduzidos a funcionários públicos, a dívida, a subsídios, a imigrantes baratos, a pobres subsidiados, a ricos exilados e classe média inexistente. Caminhamos alegremente para sermos o terceiro mundo. E não é só por causa da cultura que milhões de imigrantes trazem. É também pela cultura de auto extinção que por aqui continua a vencer nas urnas. E isso não é culpa de quem vem de fora. João Pereira dos Santos -advogado Maldita União Europeia

A Volkswagen é mais uma vítima mortal da União Europeia. E isto não é teoria da conspiração. Não é preciso ir buscar um senhor de chapéu de alumínio fechado na cave. Basta ler os relatórios e contas. A Volkswagen não está em dificuldades porque os alemães desaprenderam a fazer carros. Não está a cortar dezenas de milhares de postos de trabalho porque, de repente, em Wolfsburgo se descobriu que afinal o segredo da prosperidade era produzir menos, despedir mais e rezar por dias melhores. A própria Volkswagen escreve, preto no branco, que o ano foi marcado por tarifas, tensões geopolíticas, pressão concorrencial intensa, custos de reestruturação, transição eléctrica e regulação de CO₂. Traduzindo para português: meteram uma das maiores empresas do mundo dentro de uma máquina burocrática, ambientalista e ideológica, ligaram a centrifugação, e agora saiu de lá uma empresa esmagada. O resultado operacional caiu brutalmente. As receitas ficaram praticamente paradas. A margem operacional ficou miserável para uma empresa daquela dimensão. E, como cereja em cima do bolo, a empresa reconhece centenas de milhões em custos ligados à regulação europeia de CO₂. Isto não é uma opinião. Isto está nos documentos da empresa. A UE decidiu que o futuro automóvel europeu tinha de ser decidido por burocratas que nunca fabricaram uma dobradiça, nunca venderam um carro, nunca pagaram salários com dinheiro próprio e nunca tiveram de competir com a China ou com os EUA. Resultado: os EUA inovam, a China fabrica, a Europa regula, e a Alemanha despede. É esta a nova cadeia de produção do planeta, sendo que a Europa está a conseguir ser mais produtiva a despedir do que os EUA a inovar ou a China a fabricar. A Volkswagen junta-se assim a uma longa lista de cadáveres, semi-cadáveres e marcas transformadas em fantasmas. Lembram-se da Nokia? A Europa tinha a rainha mundial dos telemóveis. Agora andamos todos com IOS e Android. Lembram-se da Siemens Mobile? Evaporou-se. Lembram-se da Ericsson? Toda a gente conhece aquele gajo que tinha um Ericsson! Hoje, faz parte dos museus. Lembram-se da Alcatel? Da Grundig? Da AEG? Da Thomson? Da Olivetti? Da Philips? Lembram-se da Saab? Da Rover? Da Volvo, que acabou nas mãos da chinesa Geely? E agora seguem-se Volkswagen, Mercedes e o coração industrial alemão. Quem conhece as histórias passadas, consegue perceber o desenlace destes novos dramas. Já vimos este filme. A Europa está a ser assassinada pela União Europeia e pelos seus governos. A “transição” fez gigantes transitar para o estado de falidos. A “neutralidade carbónica” traduziu-se na transferência de indústria para países que continuam a produzir com carvão. "Soberania estratégica” agora, é depender da China para baterias, minerais, painéis solares e componentes. A “competitividade” é meter mais custos, mais regras, mais impostos, mais certificados, mais proibições e fazer dos subsidios uma das principais fontes de receita de empresas escolhidas a dedo por burocratas. É o tipo de génio administrativo que só podia nascer num continente onde um burocrata olha para uma fábrica e não vê trabalhadores nem empresários a precisar de ajuda. Vê “emissões”, “metas”, “conformidade” e “alinhamento regulatório”. Parece uma anedota. A Europa comporta-se como o maior serial killer empresarial do pós revolução industrial. Mata com a arrogância moral de quem acha que o mundo inteiro imitará a Europa se a Europa se imolar primeiro. Só que o mundo não imita. O mundo vende-nos os produtos que deixámos de conseguir produzir. A China agradece. Os EUA abriram os olhos. A Europa faz palestras. E depois, claro, aparecem os mesmos iluminados a perguntar porque é que a revolta cresce, porque é que os trabalhadores deixam de confiar no sistema, porque é que a classe média desapareceu, porque é que a Alemanha estagnou, porque é que a França arde, e porque é que os portugueses votam como quem votaria num país em colapso, apesar de nos inundarem de estatísticas a dizer que está tudo bem.

Parabéns aos envolvidos. Do Chicote no Galpão ao Soco no Balcão: o Modelo Chinês de Gestão no Brasil - O conflito entre o modelo civilizacional chinês e o brasileiro não se resume à briga comercial por mercado automotivo ou à dependência tecnológica de baterias de lítio — ele já desceu para o chão de fábrica e para o balcão do comércio, com consequências físicas. Não é o primeiro episódio. Em depósito de desembalagem e montagem de kits de eletrodomésticos chineses, um gerente chinês foi flagrado chicoteando um funcionário brasileiro — caso que gerou paralisação imediata e protesto na portaria da unidade. O episódio revelou o que a narrativa da "parceria estratégica" jamais menciona: a cultura de gestão chinesa importada junto com os kits, onde o trabalhador é tratado como extensão da linha de produção, não como pessoa com direitos. Na China, o regime garante esse silêncio. No Brasil, não. O segundo episódio ocorreu na 25 de Março, em São Paulo. Um comerciante chinês mantinha o hábito de chamar seu funcionário brasileiro de "escravo" — termo que, no vocabulário de gestão de algumas empresas chinesas instaladas no país, aparentemente não soa como ofensa, mas como descrição funcional. O funcionário aplicou a correção que julgou adequada. A esposa tratou de estender o mesmo tratamento à sócia do comerciante. Outros lojistas brasileiros assistiram sem intervir. Os episódios não são coincidência — são sintoma. Quando um país abre suas portas para ocupação comercial e industrial sem exigir reciprocidade cultural, civilizacional e trabalhista, importa junto a mentalidade de quem chegou para explorar, não para integrar.

Parabéns aos envolvidos. Do Chicote no Galpão ao Soco no Balcão: o Modelo Chinês de Gestão no Brasil - O conflito entre o modelo civilizacional chinês e o brasileiro não se resume à briga comercial por mercado automotivo ou à dependência tecnológica de baterias de lítio — ele já desceu para o chão de fábrica e para o balcão do comércio, com consequências físicas. Não é o primeiro episódio. Em depósito de desembalagem e montagem de kits de eletrodomésticos chineses, um gerente chinês foi flagrado chicoteando um funcionário brasileiro — caso que gerou paralisação imediata e protesto na portaria da unidade. O episódio revelou o que a narrativa da "parceria estratégica" jamais menciona: a cultura de gestão chinesa importada junto com os kits, onde o trabalhador é tratado como extensão da linha de produção, não como pessoa com direitos. Na China, o regime garante esse silêncio. No Brasil, não. O segundo episódio ocorreu na 25 de Março, em São Paulo. Um comerciante chinês mantinha o hábito de chamar seu funcionário brasileiro de "escravo" — termo que, no vocabulário de gestão de algumas empresas chinesas instaladas no país, aparentemente não soa como ofensa, mas como descrição funcional. O funcionário aplicou a correção que julgou adequada. A esposa tratou de estender o mesmo tratamento à sócia do comerciante. Outros lojistas brasileiros assistiram sem intervir. Os episódios não são coincidência — são sintoma. Quando um país abre suas portas para ocupação comercial e industrial sem exigir reciprocidade cultural, civilizacional e trabalhista, importa junto a mentalidade de quem chegou para explorar, não para integrar.

Vc acha q é livre? "A ditadura perfeita terá a aparência da democracia, uma prisão sem muros na qual os prisioneiros não sonharão sequer com a fuga. Um sistema de escravatura onde, graças ao consumo e ao divertimento, os escravos terão amor à sua escravidão." (Aldous Huxley)