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A família e seus direitos

A família e seus direitos

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Grupo para divulgar conteúdo e tirar dúvidas sobre os direitos e poderes dos pais e mães, inclusive sobre educação

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📈 Аналітичний огляд Telegram-каналу A família e seus direitos

Канал A família e seus direitos у мовному сегменті Португальська є активним учасником. На даний момент спільнота об'єднує 11 315 підписників, посідаючи 1 310 місце в категорії Діти та сім'я та 256 місце у регіоні Португалія.

📊 Показники аудиторії та динаміка

З моменту свого створення невідомо, проект продемонстрував стрімке зростання, зібравши аудиторію у 11 315 підписників.

За останніми даними від 02 грудня, 2024, канал демонструє стабільну активність. Хоча за останні 30 днів спостерігається зміна кількості учасників на 0, а за останні 24 години на 0, загальне охоплення залишається високим.

  • Статус верифікації: Не верифікований
  • Рівень залученості (ER): Середній показник залученості аудиторії становить 0%. Протягом перших 24 годин після публікації контент зазвичай збирає N/A% реакцій від загальної кількості підписників.
  • Охоплення публікацій: В середньому кожен допис отримує 0 переглядів. Протягом першої доби публікація в середньому набирає 0 переглядів.
  • Реакції та взаємодія: Аудиторія активно підтримує контент: середня кількість реакцій на один пост – 0.

📝 Опис та контентна політика

Автор описує ресурс як майданчик для висловлення суб'єктивної думки:
Grupo para divulgar conteúdo e tirar dúvidas sobre os direitos e poderes dos pais e mães, inclusive sobre educação

Завдяки високій частоті оновлень (останні дані отримано 03 грудня, 2024), канал підтримує актуальність та високий рівень охоплення публікацій. Аналітика показує, що аудиторія активно взаємодіє з контентом, що робить його важливою точкою впливу в категорії Діти та сім'я.

11 315
Підписники
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Немає даних7 днів
Немає даних30 день
Архів дописів
Pessoal, eu estou planejando fazer uma live com um pastor evangélico, conservador, que tenha uma atuação pró-família. Quem vocês gostariam de ver nessa live?

Uso de banheiros das escolas por transgeneros Pergunta: Bom dia, grande Alexandre. Gostaria de saber se há alguma coisa a ser feito, ou algum respaldo com relação a escolas que liberam pessoas ditas gays - de sexo masculino a entrarem em banheiros feminino e visse versa. Resposta: Não há nenhuma lei no Brasil a respeito, mas já existe projeto de lei para liberar o acesso aos banheiros de acordo com a identidade de gênero (masculino ou feminina) que a pessoa adota. Também há um processo no STF a esse respeito (vejam mais detalhes nesta reportagem: https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/mpf-mpt-e-mppb-defendem-acesso-a-banheiros-em-escolas-de-acordo-com-a-identidade-de-genero/). Então, vamos lá defender o óbvio... Banheiros separados por sexo são adotados há tempos para proteger a privacidade e a integridade fisica de mulheres e meninas. As adolescentes em especial se sentem especialmente constrangidas ao se expor para os adolescentes, que podem ser bastante curiosos e impertinentes, mesmo quenão haja um risco concreto à integridade física delas. Pessoalmente (e acho que serei bastante atacado por isso), o debate sobre os "transgeneros" não cabe na educação básica, onde estamos falando de menores e, portanto, de incapazes. "Mudança de gênero" (não vou entrar na polêmica da nomenclatura) é uma decisão serissima que deve ser tomada de modo informado e sereno por adultos. Definitivamente, não é uma temática para crianças e adolescentes, que não têm, por definição, maturidade suficiente para tomar esse tipo de decisão.

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Porque os pais têm tanta dificuldade de reconhecer a doutrinação na escola dos filhos 1. A doutrinação não foi feita para ser reconhecida. Na verdade, seus efeitos são muito mais poderosos quando age de forma discreta e subliminar. 2. A explícita doutrinação socialista, que às vezes aparece em materiais didáticos e em comentários de professores, é apenas a ponta visível do iceberg. As crianças estão sofrendo formas muito mais sutis e eficazes de manipulação psicológica, que a maioria dos pais é totalmente incapaz de perceber. 3. Há muita discussão séria sobre doutrinação, que infelizmenteainda não chegou no Brasil, mas vou resumir aqui: a doutrina, no sentido exato do termo, não é necessariamente ruim: sempre que alguém ensina uma doutrina (religiosa, política, filosófica ou moral), está doutrinando. 4. O problema acontece quando na escola ensinam, de forma explícita ou implícita, uma doutrina diferente, ou mesmo contrária, daquela que é ensinada em casa. Infelizmente, isso acontece quase todo o tempo, pois raramente os valores da escola coincidem com os valores da família. A raras, e honrosas, exceções são as verdades escolas confessionais, que agem como reais colaboradoras dos pais na educação dos filhos. 5. Precisamos deixar de ser ingênuos: na verdade, não existe educação sem doutrinação. É impossível instruir apenas a mente, deixando o coração e a alma de lado. A questão é saber que doutrina está sendo ensinada na escola, explícita ou implicitamente. 6. Desde a expulsão dos jesuítas do Brasil no século XVIII nosso sistema de ensino é doutrinário, no pior sentido, de ensinar doutrinas e atitudes contrárias às dos pais. No início, era positivismo, a crença de que a verdade somente é alcançada pela ciência, uma forma de pensamento "superior" à religião. Desde a década de 1960, ao positivismo se somou o socialismo, graças à massiva influência de ideólogos como Paulo Freire. Entendam: tanto o positivismo e o socialismo são profundamente contrários às crenças e valores da família brasileira. 7. Enfim, é possível combater apenas as manifestações mais explícitas da doutrinação (posso dar dicas a respeito em outros posts). Contra a doutrinação discreta e silenciosa, que quer se dar ares de neutralidade, a única solução é ficar o mais longe possível do sistema educacional oficial (é o que eu já chamei de desinstitucionalização em outro post).

Retorno à escola e certificação de aluno educado em casa Perguntas: 1- Professor, como funciona a classificação da criança que não fez o primeiro ano ao retornar à escola? Tenho visto nos grupos pais pedindo ajuda pq não querem classificar a criança sem que ela faça o primeiro ano do ensino fundamental. Falam de prova de nivelamento mas para crianças que concluiram o primeiro ano. Já li a lei estadual, LDB e outras coisas e aparentemente está tudo suscetível a interpretação de quem pegar o caso. Estava aguardando a aula tira dúvidas da Master class para perguntar mas vamos tentar por aqui… Este será o caso da minha filha mas estou aguardando o que virá da delegacia de ensino. 2- Muitos falam do Enceja hoje para emitir os certificados de conclusão mas é possível que haja alteração assim como aconteceu com o Enem (antigamente era utilizado para comprovar a conclusão do ensino médio)? Há umas semanas o senhor postou um vídeo em seu Instagram mas não falou se esses certificados e provas estão previstos em lei. Se não há lei é passível de alteração? O receio é atrapalhar o futuro dos meus filhos pelas escolhas que fiz atualmente por falta de informação. Não sei se vão querer ir à faculdade, prestar concurso e não gostaria de atrapalha-los nisso. Resposta: Compreendo sua preocupação. Ninguém quer correr o risco de prejudicar o futuro dos próprios filhos. Essas dúvidas já surgiram várias vezes aqui, mas vou resumir pra você. Primeiro, a criança que está fora da escola pode retornar fazendo um teste de nivelamento para avaliar o seu nível de conhecimento e assim saber qual deve ser a série específica de matrícula. Esse é um direito garantido no art. 23 da LDB; caso a escola se recuse a fazer o teste é possível obrigá-la por meio de uma ação na Justiça (mandado de segurança). Segundo, desde sempre a prova do supletivo, e mais recentemente, a prova nacional do Encceja, dá acesso ao certificado de conclusão do ensino médio e portanto abre as portas para o ensino superior. Isso não vai mudar, é uma política consolidada da educação de jovens e adultos. Atenção apenas à idade mínima para o exame, que é de 18 anos.

Caras mulheres cristãs, Hoje, no Dia Internacional da Mulher, quero prestar homenagem a vocês por tudo o que vocês representam para a humanidade. Vocês são guerreiras fortes, dedicadas e compassivas, que vivem suas vidas com amor, graça e humildade. Como homem, tenho orgulho de ter mulheres cristãs em minha vida que são exemplos a seguir. Vocês são líderes em suas igrejas e comunidades, compartilhando sua fé e ajudando aqueles que estão em necessidade. Vocês são mães amorosas, esposas dedicadas e amigas leais. Vocês são exemplos de perseverança, coragem e resiliência, superando desafios e lutando por seus objetivos com fé e determinação. Eu acredito que as mulheres cristãs são uma bênção para a humanidade. Vocês são fontes de inspiração e esperança em um mundo que muitas vezes parece sombrio e sem sentido. Suas palavras gentis e ações amorosas fazem a diferença para aqueles que vocês encontram em suas vidas diárias. Por isso, hoje eu quero honrar e agradecer a todas as mulheres cristãs do mundo, por tudo o que vocês fazem para tornar este mundo um lugar melhor. Que Deus as abençoe abundantemente hoje e sempre, e que Ele lhes conceda força, sabedoria e coragem para enfrentar todos os desafios que a vida lhes apresentar. Obrigado por serem vocês, mulheres cristãs, e que sua luz continue a brilhar em nossas vidas. Com amor e gratidão, Alexandre Magno

Reclamação contra livro didático Pergunta: Boa noite. Professor, caso encontremos um livro com erros conceituais, ou livro de Português com erro de ortografia, há algum caminho junto ao MEC para denúncia?!? Resposta: Se você identifica erros nos livros didáticos usados na escola de seu filho, você deve em primeiro lugar comunicar o fato à direção da escola, para que substitua ou retifique o material. Caso o livro faça parte do Plano Nacional do Livro Didático (PNLD), é possível também fazer uma reclamação na Central de Atendimento do MEC (0800616161).

Pergunta: Boa noite Surgiu essa situação aqui na minha cidade: A Família decidiu voltar com a criança pra escola. Diretor da escola informou que, apesar da ausência do histórico, receberia a criança, aplicaria uma prova de nivelamento e iria fazer uma comunicação ao conselho tutelar e MP por causa do censo escolar. Resposta: O diretor da escola agiu bem ao aplicar o teste de nivelamento. Esse é um direito de todo estudante que quer acessar uma série independentemente de escolarização anterior. Infelizmente, a maioria das escolas dificulta a realização desse teste, às vezes até exigindo que os pais impetrem um mandado de segurança. A comunicação ao conselho tutelar e ao MP é apenas uma formalidade para explicar porque o aluno não constava dos registros anteriores. Isso não vai implicar riscos para a família.

Bom dia, pessoal. Hoje quero fazer um pedido especial a vocês. A advogada Elaine Naves, profissional pró família de Uberlândia, foi indicada pela revista Soberana, ao prêmio Mulheres que Inspiram que tem como objetivo homenagear mulheres que têm importância para a sociedade e realmente fazem a diferença. Elaine é advogada brilhante, minha aluna e, sem dúvidas, uma mulher que faz a diferença carregando a causa pró-família, defendendo as famílias e seus direitos. Meu pedido é que parem por um minuto e votem nela através do link abaixo. Ter uma representante da Rede Nacional de Profissionais Pró-Família em destaque e com espaço para promover nossa luta é de fundamental importância para todos nós. https://revistasoberana.com.br/votacao/ Nome: Elaine Naves Desde já agradeço a todos. P.S. para quem quiser entrar em contato com ela - Dra. Elaine Naves

Alguém aqui faz afterschool (o ensino de conteúdos em casa para crianças que estão na escola)? Como tem sido a experiência?

Educação especial no Brasil e em outros países Pergunta: Boa noite! Uma dúvida recorrente: sou professora e vivencio o quanto se torna difícil a rotina escolar em sala dos alunos com necessidades especiais. Como funciona nos outros países? Há centros especializados? Atendimento em tempo integral? Poderíamos aprender com experiências que deram certo! Resposta: Aqui na Bélgica, eu conduzi a mais ampla pesquisa sobre educação especial no mundo, revendo a legislação de literalmente todos os países. Minha conclusão com relação ao Brasil: temos uma das mais avançadas e completas legislações do mundo. Exceto por um ou outro ponto que precisa ser regulamentado, não há necessidade alguma de mais normas. A questão da educação especial no Brasil é exatamente a implementação dessa legislação. São raras as escolas que têm capacidade de atender os alunos com as mais diversas necessidades especiais. Geralmente, o aluno é apenas "jogado" na sala de aula e se espera que o professor "dê um jeito" de integrá-lo à turma. Alguns países da Europa, como Reino Unido, Dinamarca e Bélgica, além de Estados Unidos, Canadá e Japão, tem experiências muito bem sucedidas de educação especial. Esses países têm uma longa tradição de respeito aos estudantes com necessidades especiais, boas políticas públicas e infraestrutura. Aliás, eu pergunto para os pais de filhos com necessidades especiais: qual é a experiência de vocês com a escola? É satisfatória ou deixou a desejar?

Eu sempre defendi receber o conselho tutelar em nossa casa e mostrar o estamos fazendo. Esconder-se ou, pior ainda, mentir, não é apenas errado, mas também imprudente, pois isso só piora a situação da família. De qualquer forma, é preciso ter cuidado: antes de deixar entrar na sua casa, sempre exija a identificação do conselheiro. Você tem o direito de saber quem ele é e de receber uma prova de sua vinculação com o conselho tutelar (geralmente o crachá emitido pelo conselho).

Temos perguntas para hoje?

Minha mãe era técnica em enfermagem por profissão, mas ia muito além disso. Ela tinha, literalmente, os dons da cura e do discernimento, e ajudou gratuitamente milhares de pessoas em seus problemas de saúde, físicos e psicológicos. Ela me ensinou a importância da sabedoria prática no dia a dia da família. É o saber fazer, que independe de educação formal. Infelizmente, fomos perdendo essa sabedoria, deixamos de acreditar em nossa racionalidade e bom-senso e passamos a depender cada vez mais do sistema de saúde, seja o hospitalar, seja o farmacêutico. Entendam: não precisamos abrir mão desse sistema mas sabe-lo usar com critério, quando houver real necessidade. Hoje é comum a imagem da mãe e do pai que vão correndo ao médico ou à farmácia ao sinal do menor incômodo da criança. Então, eu vou lançar um desafio para vocês. Coloquem nos comentários a mais importante dica de saúde infantil (por exemplo, o que fazer em situações de dor ou febre) que vocês conhecerem. Atenção, não vale sugerir remédios, pois não é a proposta aqui, mas ações e procedimentos que já deram certo na sua família.

Pessoal, estamos muito felizes que a Rede Nacional de Profissionais Pró-Família está em pé e com suas atividades iniciadas. Tivemos nossas primeiras vitórias, uma no âmbito judicial com a Dra. Mariana Rodrigues e outra no Conselho Tutelar com a Karla Siqueira. Este é um movimento histórico onde profissionais com diferentes formações estão lutando pela liberdade e valores das famílias. Se você sentir este chamado e quiser ter as melhores ferramentas, direcionamento e companheiros para proteger as nossas crianças, as inscrições para a turma 06 da mentoria em Direito dos Pais estão abertas. Serão somente 12 pessoas e metade delas já foram selecionadas. Clique no link abaixo e entraremos em contato https://forms.gle/rbQvi81vQEpEjD3C6

Segundo encontro com as famílias educadoras do Rio de Janeiro!
Segundo encontro com as famílias educadoras do Rio de Janeiro!

Pessoal, alguém tem contato com a família de Minas Gerais que foi condenada e obrigada a matricular seus filhos na escola? O Dr. Alexandre gostaria de conversar com eles. Se tiver, por favor responde aqui na mensagem e entraremos em contato no privado.

Pessoal, segue vídeo com comentários sobre a decisão do Tribunal de Justiça de Santa Catarina e o caso da família em Minas Gerais obrigada a matricular seus filhos na escola. https://www.instagram.com/reel/ConvVuGrGNH/?igshid=YmMyMTA2M2Y=