Contrapoder
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Seja bem-vindo e bem-vinda ao Canal do Contrapoder! Somos uma ferramenta político-programática que visa auxiliar na criação de um programa socialista para os trabalhadores brasileiros. À luta!
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#Editorial No pântano, crise sem fim
"A crise mostra-se insolúvel porque as duas (contra-)revoluções que a originaram e constituem, a neoliberal extremada e a autoritária, retroalimentam-se, apesar das contradições entre si, num círculo vicioso impossível de superar nos marcos da atual democracia restrita."
Leia: https://bit.ly/ecp_110821
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Boa noite!
Amanhã, teremos mais uma sessão do nosso cineclube com o filme: Uaka (1987), de Paula Gaitán.
Excepcionalmente o debate será as 19h
Link para nosso debate. Programe-se:
Youtube: https://bit.ly/se8_yt
Facebook: https://bit.ly/se8_fbn
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Nossa apoiadora Cárita Portilho com eu livro novo: "Tecnologia Social e Reforma Agrária volume 2 " de Felipe Addor, Farid Eid e Davis Sansolo. Ela ganhou este livro no nosso sorteio mensal.
Quer concorrer à um livro da editora Lutas Anticapital? Contribua com nosso financiamento coletivo:
https://www.catarse.me/contrapoderbr
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#Artigo Kenarik Boujikian, Marcus Orione, Michael Lowy, Ricardo Antunes e Ruy Braga
"Prisões ilegais, com base fundamentalmente em motivações políticas, em qualquer momento histórico (mas principalmente neste em que há um recrudescimento de posturas autocráticas no país), nos levam a temer pela sorte não apenas de Galo, mas de qualquer pessoa, já que, de certo modo, somos movidos por motivações políticas que estão incrustadas em nossas personalidades e em nossas ações. Nessa linha de raciocínio, seríamos, então, inevitavelmente, potenciais criminosos?"
#GaloLivre #LiberdadeParaGalo #LiberdadeParaGaloeBiu
Leia: https://bit.ly/aGaloLivre
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Pela memória de Vanessa dos Santos Silva (criança), Nelsi Ferreira, Enio Rocha Borges, José Marcondes da Silva, Ercílio Oliveira Campos, Odilon Feliciano, Ari Pinheiro Santos e Alcino Correia da Silva, assassinados pelo Estado e pela burguesia agraria de Corumbiara; pelos 20 trabalhadores desaparecidos, 350 lavradores gravemente feridos, 200 presos.
Por justiça no campo, lembramos que, neste dia, em 1995, houve um dos mais brutais crimes brasileiros, o Massacre de Corumbiara.
Até hoje, 26 anos depois e com algumas tentativas de retomada daquela terra, a propriedade continua sendo um latifúndio improdutivo.
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Káren Simone D'Avila com eu livro novo: "Fábrica sem patrões" de Rircardo Festi. Ela ganhou este livro no nosso sorteio mensal.
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O grito #GALOLIVRE tá engasgado.
Quem acompanha as redes do @galodeluta está sentindo a agonia que a justiça burguesa está fazendo ele e a família passar.
#LiberdadeParaGalo.
Nossos colunistas pedem #LiberdadeparaGaloJá!
Silvia Leticia, Marinalva Oliveira, Nathan Santos e David Maciel
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Últimos dias de desconto
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#Editorial O Centrão, o bobo da Corte e a Tutela militar
Na guerra fratricida para definir quem fica com os postos-chaves do Estado, os profissionais da fisiologia ganharam de lavada e desbancaram os generais fanfarrões."
Leia: https://bit.ly/econtrapoder_270721
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No dia 26 de julho de 1930 nasceu Plínio de Arruda Sampaio. Nesse mesmo dia, dez anos antes, nasceu Celso Furtado.
Ambos são parte importante da esquerda brasileira. Suas biografias se cruzam bem antes da ditadura de 64, tiveram uma relação muito próxima durante a maior parte de suas vidas. A relação entre eles se aprofundou ainda mais no exílio chileno, se encontraram depois nos Estados Unidos, na França e na volta ao Brasil.
Plínio foi o responsável pela contratação de Furtado pela PUC-SP, conforme trecho relatado no livro “Correspondência intelectual”, que aparece nas imagens - um livro de correspondências entre Furtado e diversos intelectuais como: Antonio Candido, Caio Prado Jr., Darcy Ribeiro, Florestan Fernandes, Francisco de Oliveira, Lina Bo Bardi, Maria da Conceição Tavares, entre outros.
Ambos morreram sem ver um pedacinho daquele projeto de Brasil que almejavam. Nossa tarefa história é superar o projeto interrompido com o golpe e construir a revolução brasileira.
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Boa noite! ✊🏾
🎥 Ao vivo: À beira do precipício e acelerando
Começando agora nosso ao vivo!
Youtube: https://bit.ly/aceduclima_21yt
Facebook: https://bit.ly/aveduclima_21fb
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26 de julho, dia da rebeldia cubana!
"As bombas podem matar os famintos, os doentes, os ignorantes, mas não podem matar a fome, as doenças, a ignorância."
¡Patria o Muerte! ¡Venceremos!
Viva o Movimento 26 de julho e o triunfo da revolução cubana.
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Em 24 de julho de 1918 nasceu, no Rio de Janeiro, Antonio Candido de Mello e Souza. Apesar de ter nascido no Rio, sua formação inicial se dá em Poços de Caldas. Mais mineiro que fluminense, inclusive no trato pessoal e na calmaria da pessoa, Antonio Candido foi um dos nossos maiores críticos literários. Inicia pela sociologia, com pesquisa de campo sobre a vida caipira no interior de São Paulo: Os parceiros do Rio Bonito. Após, muda seu viés e estuda a vida intelectual nacional, já na efervescência dos anos 1940, a partir da literatura. Fez críticas literárias pontuais e precisas em jornais da época. Depois, como professor na USP, no final da década e início da seguinte, entra de cabeça no seu maior empreendimento: Formação da literatura brasileira: momentos decisivos, que deveria ficar pronta no final da década de 1940, mas somente é publicada em 1959. A curiosidade da Formação é que pediram para Mario de Andrade escrever. Mario indicou Candido, dizendo que ele seria a pessoa adequada.
Entre diversos outros ensaios, livros, críticas e etc., destacam-se duas coisas: 1. O método, a Dialética, baseada em Lukács e Adorno – veja-se, por exemplo, o fabuloso ensaio A passagem do 2 ao 3; e, 2. O ensaio mais famoso e lido de Candido, Dialética da malandragem, na qual analisa as Memórias de um sargento de milícias.
Candido sempre foi um entusiasta de um humanismo socialista. Nunca deixou de lado a necessidade de transformações, ainda que não fosse um radical, para uma sociedade livre e realmente humana.
Viva Antonio Candido. Viva a sensibilidade e a fruição que pela literatura via as brechas para a transformação do mundo.
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