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Seja bem-vindo e bem-vinda ao Canal do Contrapoder! Somos uma ferramenta político-programática que visa auxiliar na criação de um programa socialista para os trabalhadores brasileiros. À luta!
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75 anos do bombardeio sobre Hiroshima.
Nos dias 6 e 9 de agosto de 1945, ocorreu um dos maiores crimes contra a humanidade. Os bombardeios com armas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki. Morreram, instantemente, aproximadamente 70 mil pessoas em Hiroshima e 40 mil em Nagasaki. Estima-se que mais de 200 mil vidas perdidas nos meses seguintes e que até 350 mil tenham morrido em consequência de problemas causados ao longo dos anos. Só em Hiroshima a leitura oficial da cidade, realizada em 2005, é que 242 437 pessoas tenham morrido em decorrência da bomba atômica.
Calcula-se que morreram menos de 20 mil militares em Hiroshima e 1500 em Nagasaki. A maioria dos mortos eram civis, trabalhadores.
O governo americano justificou o uso da bomba como necessário para a rendição imediata do Japão, o que salvaria milhares de vidas, mas isso é altamente questionado. Muitos historiadores, em especial japoneses, apontam que a declaração de guerra dos soviéticos e o ataque do exercito vermelho na região da Manchúria havia feito o Imperador Japonês repensar os termos de rendição, que já estavam sendo debatido. Além disso, com a queda da Alemanha o governo japonês sabia que a derrota era uma questão de tempo.
Muitos pesquisadores apontam que os Estados Unidos sabiam que morreriam milhares de civis japoneses mas atacaram por dois motivos centrais: 1 - A rendição do Japão ao governo Americano e não ao Soviético. 2 - Demostrar o poderio militar para impressionar a União Soviética, o que lhes deu uma vantagem no inicio do que viria a se a Guerra Fria.
Condenamos absolutamente a posição pró-nazismo do Japão na guerra, mas quem morreu foram inocentes. Nos solidarizamos com as milhares e milhares de vidas assassinadas pelo projeto imperialista Ianque.
É muito comum aparecer nos cinemas, em especial em Hollywood, os Estados Unidos e as Forças armadas americanas como salvadores. Mas seus crimes são grotescos em diversos momentos. Foi assim no Japão, no Vietnã, com o lançamento indiscriminado de Napalm e nas mais diversas guerras e intervenções que eles entraram desde então.
O objetivo do Imperialismo é o controle e
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George Novack
No dia 5 de agosto de 1905, nasceu em Boston, EUA, George Novack. Formado em Harvard em 1926, foi um intelectual de destaque no cenário estadunidense, proferindo conferências em várias universidades e publicando diversos artigos e livros.
Em 1932, tornou-se militante da causa dos trabalhadores. Em 1933, no início da Grande Depressão, ingressou na Liga Comunista da América, de orientação trotskista. No período de 1937-1940, foi secretário do “Comitê Americano para a Defesa de Leon Trotsky”. O revolucionário russo era então caluniado e ameaçado pelo aparato stalinista.
Também fez parte da “Comissão Internacional Investigadora dos Processos de Moscou”, liderada pelo filósofo John Dewey, que desmascarou as falsas acusações contra Trotsky e outros comunistas.
De 1940 até 1973, foi membro do Comitê Nacional do Partido Socialista dos Trabalhadores (SWP) dos EUA, durante anos a maior organização vinculada à Quarta Internacional. Desempenhou um papel importante na campanha em defesa dos 18 dirigentes do SWP presos na Segunda Guerra Mundial com base na “Smith Act”.
Faleceu em 30 de Julho de 1992, em Nova York. Seus livros – como “A Lei do Desenvolvimento Desigual e Combinado”, “Introdução à Lógica Marxista” e “As Origens do Materialismo”- contribuíram com a formação teórica de gerações de socialistas.
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Dia Nacional da Saúde
Neste momento de pandemia do Covid-19, a questão da saúde se tornou o centro das preocupações cotidianas de todas as pessoas. A saúde comumente esteve compreendida na relação saúde-doença. Entretanto, a partir da trajetória de lutas de profissionais e usuários da saúde, sobretudo, do movimento de reforma sanitária dos anos oitenta, a compreensão de saúde no país passou a se relacionar às condições de vida, trabalho e ambiental.
O país sofre com a criminosa ausência de coordenação nacional de saúde para enfrentar a esta enorme crise sanitária de Covid. Cabe assim, ressaltar o esforço de cientistas e profissionais da saúde, principalmente, aquelas trabalhadoras e trabalhadores que estão na ponta do atendimento da saúde básica, porta de entrada do sistema que sofre com a estrutura vilipendiada.
O SUS, demanda da luta coletiva durante a constituinte, sofreu constantemente ataques desde não ter o orçamento e o investimento necessários para pessoal, estrutura, equipamentos e medicamentos; até a privatização por dentro através das chamadas Organizações Sociais. Hoje, cabe ressaltar que pela ação efetiva e diária de trabalhadoras e trabalhadores da saúde, muitos com regimes de trabalho precário, que unidades de saúde ainda são buscadas por cerca de ¾ da população brasileira.
Salve o SUS!
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Ano letivo se recupera, vidas não! O retorno das aulas no auge da pandemia é genocídio do povo brasileiro.
Greve geral pela vida!
#EscolaSemCovid #GreveGeralPelaVida
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#Afinado21: Dennis de Oliveira: Regulamentação é liberdade!
No Afinado desta semana, Dennis de Oliveira, professor de Jornalismo na USP conversa com Fernando de Oliveira sobre a importância da regulamentação da mídia para que se faça valer a democracia real.
Os dois conversam sobre o combate aos oligopólios, a falta de incentivo aos meios comunitários, a responsabilidade do jornalismo frente a processos legais tornados públicos e a influência crescente das redes sociais como Facebook sobre a economia e a política.
Site: https://bit.ly/af21site
Spotify: https://bit.ly/a21spotify
Deezer: https://bit.ly/a21deezer
Soundcloud: https://bit.ly/a21soundcloud
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Dia de Burkina Faso.
Em 4 de agosto de 1983, um dia antes do aniversário de 23 anos da independência da "República do Alto Volta", Thomas Sankara é libertado da sua prisão pelo exército revolucionário, liderado pelo então capitão Compaoré, e é empossado presidente. Um ano depois muda o nome do país para Burkina Faso que quer dizer “terra das pessoas íntegras”.
Como em todas as revoluções, é muito difícil falar delas sem falar de suas lideranças. É assim em Cuba, com Fidel, na Alemanha com Rosa, na Rússia com Lenin, e o símbolo da revolução em Burkina é Sankara. Sua vida e governo são marcados pela ideia de libertação dos povos burkinenses das garras do imperialismo.
As conquistas da revolução são inúmeras e em diversas: áreas, saúde, educação, direito das mulheres, reforma agrária, combate à corrupção, estatização de serviços, organização sindical, luta ambiental... Das revoluções nacionais africanas, a de Burkina ainda teve o triunfo de ser uma das mais democráticas. Foram criados organismos de democracia direta que enfraquecia a centralidade do Estado e dava poder aos Comitês de Defesa da Revolução. Entre as responsabilidades dos CDR's, estava a defesa das conquistas revolucionárias e a proposta de construção de uma nova cultura e sociabilidade. Os CDR’s eram autonomia e eram mantidos com parte dos impostos que eles mesmos eram responsáveis pela coleta. É como se uma associação de bairro tivesse a vinculação de receita para suas atividades e autonomia para cobrar mais de quem tem mais e menos de quem tem menos.
As contradições na construção de uma revolução são sempre imensas. Já diria Fidel: "Uma revolução não é um mar de rosas. É uma luta de morte entre o futuro e o passado." A revolução e a contrarrevolução caminham juntas e as forças reacionárias partem, não só de setores externos, mas de fatores internos do processos de luta para a construção de uma nova humanidade. Assim foi em Burkina.
A revolução termina em um golpe - com apoio da França, Costa do Marfim, Líbia e Estados Unidos - liderado por Compaoré, o mesmo que ajudou na libertação. As justificativas do novo presidente golpista era que Sankara estava entregando o país ao colonialismo novamente. A contrarrevolução privatizou e liberalizou muitas das conquistas de 83, retirou os direitos conquistados pelas mulheres e pelas minorias do país.
Hoje a realidade do povo burkenense é triste. É um dos países mais pobres e com piores indicadores sociais do Mundo. Os liberais dirão que falta desenvolver o capitalismo em terras africanas, que são regiões atrasadas do mundo, mas isso é pura falácia burguesa. O desenvolvimento capitalista é pleno e seu objetivo é uma periferia miserável para poder maximizar o lucro para o centro do capital.
Os rumos de uma revolução são sempre incertos, mas com certeza a realidade de Burkina Faso seria muito mais alegre para seu povo com a continuidade da revolução de 83.
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#Editorial: A volta às aulas irá expor, no mínimo, 124 milhões de brasileiros, é um decreto de fim da quarentena e do isolamento social. O genocídio da população brasileira é o projeto da nossa burguesia, para combate-lo só uma greve geral da educação.
https://contrapoder.net/editorial/greve-contra-a-volta-as-aulas/
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UFA!
Terminar de enviar os certificados curso Capitalismo e machismo estrutural – a visão de Heleieth Saffioti.
Amanha tem aula do curso "O Capital: Manual de Instruções" e quinta do Conflitos Sociais e Modernização nas obras de Machado de Assis.
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Dia 1 de agosto, dia do Maracatu.
O maracatu é uma das expressões mais mais antigas, tradicionais e que mais revela a cara e a energia do povo e da cultura brasileira. Nosso povo é alegre e forte, um povo de tradição de resistência, que em sua história foi, e continua sendo, brutalmente atacado pelo Estado mas consegue se reinventar para o carnaval.
Um novo carnaval brilhará para o povo Brasileiro.
Viva o Maracatu Rural
Viva o Maracatu Nação
Viva a Cultura Popular
Viva o Brasil.
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