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Seja bem-vindo e bem-vinda ao Canal do Contrapoder! Somos uma ferramenta político-programática que visa auxiliar na criação de um programa socialista para os trabalhadores brasileiros. À luta!

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Via DIEESE DIEESE divulga hoje, 06/07, os dados da tomada especial de preços da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos (PNCBA) de junho de 2020. Mensalmente, o DIEESE estima o valor do salário mínimo necessário com base na cesta mais cara e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência. Em junho de 2020, o salário mínimo necessário deveria ser de R$ 4.595,60, o equivalente a 4,40 vezes o mínimo vigente de R$ 1.045,00.

#Afinado - Especial Eleições: Sâmia Bomfim Neste primeiro Afinado - Especial Eleições entrevistamos Sâmia Bomfim, deputada federal pelo PSOL-SP e pré-candidata à prefeitura de São Paulo. Conversamos sobre os desafios da conjuntura, de manter os ideias socialistas, mesmo na disputa eleitoral e os desafios internos no PSOL de São Paulo. Lançaremos, nos próximos dias, uma série de programas com entrevistas a pré-candidatos à prefeitura em diversas cidades do país. As entrevista serão com candidatos da esquerda socialista, que travam a batalha pela construção de um projeto classista e independente para nossa socialidade. Ouça a entrevista com Sâmia Bomfim aqui: Site: https://bit.ly/aesp1site Spotify: https://bit.ly/aesp1spotify Deezer: https://bit.ly/aesp1deezer Soundcloud: https://bit.ly/afesp1soundclound

Entre os dias 02 e 03 de julho de 1839, 53 homens negros africanos, que foram escravizados por europeus, tomaram o controle do navio La Amistad, em águas cubanas. As revoltas dos escravizados eram comuns, mas as vitórias raras. Depois de conquistar o navio, os escravizados foram em direção aos Estados Unidos. Navegaram por quase dois meses até serem encontrados pelas embarcações militares americanas. A escravidão já era proibida, mas os escravagistas alegaram que eram escravos antigos e, por isso, legalmente aceitos. Como não era comum alguém poder traduzir os idiomas africanos para inglês, eles ficaram presos até acharem um tradutor e não puderam sair do país até o fim do julgamento, mais de um ano depois. A conquista do La Amistad foi liderada por Sengbe Pieh, posteriormente conhecido como Joseph Cinqué, pequeno agricultor, pai de 3 filhos, sequestrado e escravizado. Cinqué era de origem Mende de um lugar que hoje conhecemos como Serra Leoa. Após o julgamento, os 35 sobreviventes do La Amistad votaram para Africa, junto com uma fracassada missão missionária britânica.

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Em “Covid e o novo caos global”, Breno Bringel busca compreender o impacto da pandemia na configuração geopolítica, bem como, apontar para os elementos de luta e resistência frente ao acirramento da austeridade. O que pode aparentar um caos segue a um ordenamento das forças capitalistas no mundo. Bringel problematiza a dicotomia globalização-desglobalização que vem se apresentando no debate acadêmico e político. Destaca o neoliberalismo no mundo que impôs uma destruição aguda da natureza e da sociabilidade. Ressalta os enfrentamentos sociais em diferentes territórios que buscaram limitar as perdas. E aponta para a extrema direita que ganhou força com um anti-globalismo. Confira, entre outras questões, o que o autor apresenta como uma tendência à “globalização capitalista mais descentralizada, reticular e ultra-tecnológica” e o contraponto de uma “aposta de muitos grupos e coletividades pelo comunitário e pela reconstrução do vínculo social”. https://www.opendemocracy.net/pt/democraciaabierta-pt/covid-19-e-o-novo-caos-global/

#Afinado17: "Empreendedorismo" em xeque Adriano Negocek fala com Fernando de Oliveira no nosso Afinado da semana sobre a mobilização dos entregadores de aplicativo. Adriano é entregador, militante socialista e pré-candidato a prefeito de Almirante Tamandaré (PR) pelo PSOL. Ouça aqui: Site: https://bit.ly/a17site Spotify: https://bit.ly/a17spoify Deezer: https://bit.ly/a17deezer Soundclound: https://bit.ly/a17soundcloud

#BrequeDosApps, São Paulo. #ApoioBrequedosapps
#BrequeDosApps, São Paulo. #ApoioBrequedosapps

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Não faça pedidos por App hoje Use a #BrequeDosApps Se precisar pedir comida, ligue no restaurante do bairro Dê nota baixa nas lojas dos aplicativos #ApoioBrequedosApps

#DicadeCultura: Cultura LGBT também é resistência! Finalizamos o mês do orgulho LGBTQIA+ indicando algumas obras que tratam de identidades e formas de amar não normativas. Para continuarmos a luta para além do mês de junho! https://contrapoder.net/cultura/cultura-lgbt-tambem-e-resistencia/

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O gari Bruno da Rosa, membro da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes em seu local de trabalho, denunciou a grave situação das condições de trabalho em que a categoria está trabalhando durante a pandemia e exigiu medidas de proteção à vida dos garis, como EPIs adequados, testagem e um protocolo de afastamento àqueles que apresentam sintomas gripais. Como resposta, o companheiro Bruno sofreu uma injusta retaliação com suspensão de cinco dias por parte da COMLURB. Exigimos a imediata retirada da punição arbitrária aplicada pela empresa. Todo apoio ao gari Bruno da Rosa! #Garis #RioDeJaneiro #Comlurb #LiberdadeSindical

Entrevista coletiva com Camila Goulart (Porto Alegre), Marino Mondek (Florianópolis) e Nina Cappello (São Paulo) sobre as manifestações de Junho de 2013, as lutas contra o aumento das tarifas de transporte coletivo e a atualidade da luta política. As perguntas foram enviadas por nossos seguidores em nossa página no Instagram. https://youtu.be/uK5i5Zbc3kk

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“Combinamos de Não Morrer” – campanha da Ocupação Manoel Congo do Movimento Nacional de Luta por Moradia para enfrentamento da crise de Covid. A ocupação está localizada no Centro do Rio de Janeiro, desde 28 de outubro de 2007, num prédio que foi do INSS, e abriga 42 famílias de trabalhadores. É um espaço de auto-organização da classe trabalhadora, de resistência e luta que precisa do apoio do campo progressista. A crise sanitária aprofundou as dificuldades da classe trabalhadora. Na ocupação, mulheres, homens e crianças precisam garantir a quarentena com a alimentação, a limpeza do local, a produção de máscaras e o monitoramento popular da saúde. Assim, a Ocupação está estruturando um pequeno armazém e um espaço de cuidado para quem apresente os sintomas da Covid. E mantém ativa uma cozinha coletiva que vem fornecendo comida às famílias que estão na rua. Neste momento em que a crise econômica, social, política e ambiental se aprofunda é importante o fortalecimento de iniciativas de organização autônoma da classe trabalhadora como a Ocupação Manoel Congo. Esta resistência é salutar tanto para a experiência da Ocupação quanto para o campo da esquerda que vem carecendo de práticas sociais emancipatórias. A desigualdade já extrema no Brasil desafia neste momento a necessidade de manter as ocupações de trabalhadores nos centros urbanos como um direito à vida. Colabore com qualquer valor na Caixa Econômica Federal: Agência 4702, Operação 013 Conta Poupança: 2411-1, em nome de Wilson Carolino de Azevedo Filho, CPF 425.519.517-4.

#Editorial: A escalada neoliberal brasileira assume enormes proporções. Por um lado a entrega da água, por outro o aprofundamento da uberização dos trabalhadores. Mas há resistência. Todo apoio ao #BrequeDosApps https://contrapoder.net/editorial/greve-contra-a-devastacao-neoliberal/

Entregadores do mundo, uni-vos! #BrequedosApps #SomosImportantes #ApoioBrequedosApps https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2020/06/entregadores-organizam-paralisacao-e-movimento-chega-a-capitais-latinas.shtml

Mês do Orgulho: 51 anos de Stonewall, a luta não entra em quarentena. Durante todo o mês de junho se celebra o Mês do Orgulho da diversidade sexual e de gênero em comemoração da revolta de Stonewall, nos Estados Unidos, fato que marcou o surgimento do movimento da diversidade moderna. Em 28 de junho de 1969, Nova York, se desenvolveu um levante de lésbica, gays, travestis e transsexuais a partir da repressão policial no bar Stonewall Inn. Durante três noites centenas saíram as ruas para lutar contra a perseguição policial, a ordem sexual existente, a monogamia imposta pela igreja, o tratamento a orientação sexual e as identidades de gênero como uma patologia e a recomendações de contravenções. Foi a ponta de lança do movimento. Os fatos se tornaram conhecidos no mundo todo e desde então se reconhece como o Dia Internacional do Orgulho LGBT+. A 51 anos da revolta de Stonewall seguimos organizando-nos contra os governos e suas políticas repressivas e discriminatórias em todo o mundo. Durante a pandemia a crise tem golpeado duramente a nossa comunidade. A precarização, o trabalho instável e o desemprego e se soma a discriminação que sofremos no trabalho, por nossa sexualidade e identidades de gênero, com violações de nossos direitos trabalhistas e demissões arbitrárias. A quarentena para prevenir a propagação da COVID-19 somente agravou estas condições de precariedade e miséria a qual os governos nos submetem. O ajuste de Bolsonaro aos direitos trabalhistas, desfinanciando programas e políticas públicas destinadas aos LGBTs, como o programa de prevenção ao HIV. A falta de investimentos e a retirada de direitos continuam e aprofundam ainda mais a situação da população brasileira, sobretudo de lésbica, bissexuais, gays, trans e travestis. Nós da Juventude Vamos à Luta exigimos quarentena geral já, sem demissões, sem repressão, sem discriminação e crimes de ódio. Necessitamos urgente de um fundo de emergência a partir do não pagamento da dívida externa e a taxação das grandes fortunas para garantir renda mínima para todos e que toda a rede hoteleira abrigue LGBTs vitimas de violência durante a após a pandemia.

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