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Seja bem-vindo e bem-vinda ao Canal do Contrapoder! Somos uma ferramenta político-programática que visa auxiliar na criação de um programa socialista para os trabalhadores brasileiros. À luta!

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#Editorial: Em nosso editorial, nossa análise da conjuntura com a reabilitação de Lula ao cenário político institucional. O que podemos esperar deste cenário? Leia aqui: http://bit.ly/ecp_170321

Dia internacional de luta das mulheres*

Semana passada, dia das internacional de luta das mulheres, Cidade do México. Ato pautado contra a violência estatal e o patr
Semana passada, dia das internacional de luta das mulheres, Cidade do México. Ato pautado contra a violência estatal e o patriarcado. (Foto via SSC-CDMX) #fogonopatriarcado

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3 anos, uma pergunta: quem mandou matar Marielle? Há 3 anos uma pergunta nos atordoa: quem mandou matar Marielle? Seguimos sem respostas, mas não sem luta. Desde que a vida de Marielle Franco e Anderson Gomes foram interrompidas, ocupamos as ruas, a política, a mídia e nos espalhamos pelo mundo. Um sinal de que não seremos interrompidas e de que há resistência sempre que atentem contra uma de nós. Quem atroz e covardemente pensou em acabar com a vida da cria da Favela da Maré, feminista, mulher preta e vereadora eleita da cidade do Rio de Janeiro, cometeu um grave erro. Marielle se multiplicou porque a sua bandeira também é o que faz muita gente caminhar. Gente que quase não tem voz nos espaços de poder, gente marcada pelas profundas desigualdades do Brasil. Sentimos medo, revolta, raiva e impotência muitas vezes. Sentimos tudo isso quando mataram a Marielle; o mesmo que sentimos quando morre um dos nossos, vítima de bala achada em operações policiais do Estado que têm sempre um território alvo, com cor, gênero e classe. Esses sentimentos também nos invadem quando vemos que o povo preto é o que mais morre vítima da Covid. Foi também o que sentimos quando da morte do menino Miguel de apenas cinco anos em junho de 2020. Sangramos, porém aprendemos a organizar a nossa revolta, o nosso luto. As vozes que ainda clamam por justiça elegeram o legado de Marielle em diversas casas legislativas espalhadas pelo país. Temos mais mulheres no centro da política e esse é um caminho sem volta. Temos mais mulheres negras ocupando o parlamento e esse é só o começo de um caminho árduo. O cenário, na verdade, é bem preocupante, pois desde o assassinato de Marielle, outras companheiras também têm de lidar com ameaças e alterar suas rotinas. É o caso de companheiras negras como a deputada federal Talíria Petrone (PSOL RJ) e as recém-eleitas, covereadora Carolina Iara (PSOL SP) e a vereadora Erika Hilton (PSOL SP), primeira mulher trans a ocupar uma cadeira na Câmara Municipal da capital paulista, entre outras. Querem nos fazer recuar, mas fincamos pés e bandeiras e não daremos nenhum passo atrás. Aliás, estamos na batalha para que o dia 14 de março se torne o Dia Marielle Franco de Enfrentamento à Violência Política contra mulheres negras, LGBTs e periféricas, uma iniciativa do Instituto Marielle Franco que já foi abraçada por dezenas de parlamentares. 14 de março. Nesta mesma data, décadas mais distantes, nascia Carolina Maria de Jesus, escritora, poetisa, compositora, mulher negra com uma vasta obra que o Brasil praticamente desconhece. Carolina foi certeira quando há 60 anos escreveu em Quarto de Despejo quem deveria governar o país: alguém que passou fome, pois para ela a fome também era professora. Após 3 anos do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, seguimos com fome de justiça por esse ataque à democracia e por tantas feridas que rasgam o Brasil, agora ainda mais violentamente em razão da pandemia e de um desgoverno federal. Carolina Maria morreu em 1977, mas somente em 2021 foi reconhecida pela UFRJ como doutora. O título demorou, porém é justo e nos fez vibrar. Lembrar Carolina para falar de Marielle é não deixar que a nossa causa fique esquecida. Mulheres pretas resistem desde muito e seguirão nas trincheiras de luta até que todas sejam livres. Lembrar os legados é crucial para seguir em tempos de violência e ódio escancarados. É vital porque também nos diz que somos um coletivo. Que não passemos mais um 14 de março sem resposta é o que queremos, mas que não pensem que iremos ceder, repetiremos essa pergunta quantas vezes for preciso. A prisão dos executores de Marielle e Anderson, Roni Lessa e Élcio de Queiroz, não basta. Queremos saber quem é o mandante e qual é o motivo. Queremos justiça! Confira o Dossiê 3 anos do caso Marielle e Anderson: https://casomarielleeanderson.org/

Boa Tarde! Entrevista: Gilson Amaro entrevista a professora Maria Orlanda Pinassi, escritora, socióloga e professora aposentada da UNESP Araraquara, que é um dos grandes nomes do pensamento crítico brasileiro. Debatemos sobre a crise estrutural do capital, o fortalecimento da extrema-direita no Brasil, a conjuntura brasileira e formas organizativas e de luta para enfrentar a situação dramática que vivemos. Assista Crise Estrutural do Capital e a Realidade Brasileira aqui: http://bit.ly/e_pinassi0321

Entre salvar vidas e a economia, Bolsonaro decidiu destruir os dois! #ForaBolsonaro
Entre salvar vidas e a economia, Bolsonaro decidiu destruir os dois! #ForaBolsonaro

Charge do Mauro Iasi
Charge do Mauro Iasi

#Editorial: Acirra-se a crise nacional Uma análise sobre a atual situação política, sanitárias, social, econômica do nosso país. O que podemos esperar no futuro próximo se seguirmos nesta toada. leia: http://bit.ly/ecp_090321

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Mais um resuminho do ao vivo do Atila Iamarino O momento é muito grave. Somente a #VacinaParaTodosJá, combinado com um #TrancaTudo e auxílio emergência descente podem salvar as vidas que estamos prestes a perder nas próximas semanas. Como temos apontado: tirar o Bolsonaro é só o primeiro passo. #ForaBolsonaro

Boa noite! ✊🏾 ✊🏼 Dia internacional de luta das Mulheres: "Hoje, mais do que nunca, lutar pela vida das mulheres significa a destruição definitiva do capitalismo e de todas as amarras ideológicas que o compõem. Devemos ir além das migalhas que pequenos remendos e leis “antimachistas” representam. Hoje elas agem apenas como uma maquiagem, que esconde os olhos roxos de uma mulher violentada." Leia "É Pela Vida Das Mulheres" aqui: http://bit.ly/a8m2021

Curso completo: Crise Ambiental, Capitalismo e Socialismo, módulos 1 e 2. Módulo 1: O Objetivo do curso é debater a questão ambiental no âmbito da espoliação capitalista da natureza. Reconhecer as resistências e lutas sociais na defesa de modos de vida e trabalho e na preservação de biomas. Discutir as contradições, urgências e saídas anticapitalistas frente à irreversibilidade da crise ambiental e humanitária. Módulo 2: O Objetivo do módulo 2 do curso é debater e reconhecer as resistências e lutas sociais na defesa de modos de vida e trabalho e na preservação de biomas. Discutir as contradições, urgências e saídas anticapitalistas frente à irreversibilidade da crise ambiental e humanitária. Acesse o curso completo está disponível aqui: http://bit.ly/cc_criseambiental

150 de Rosa Luxemburgo! Neste dia, em 1871, nasceu Rosa Luxemburgo, em Zamość, atual Polônia. Sua biografia é marcada pela luta contra as injustiças e pelo socialismo. Atuou politicamente na Polônia, na Suíça, no Império Russo e na Alemanha, onde ficou conhecida como a dirigente e teórica política que conhecemos hoje. É autora de diversos livros, destacamos "Reforma ou Revolução?", "Acumulação do Capital", "Greve de Massas, Partidos e Sindicatos", "Introdução à Economia Política" e "A Revolução Russa". Chega à Alemanha 1898, logo após concluir seu doutorado em Zurique, Suíça, e logo entra no Partido Social Democrata da Alemanha, onde atua como dirigente política e professora. Entre altos e baixos da sua atuação dentro do SPD, funda a Liga Espartaquista com Karl Liebknecht em 1916, fração que começa a se organizar em 1914, mas se consolida naquele ano. O grupo defende uma política radical antibelicista e que propunha que o exercito abandonasse a guerra para fazer a revolução socialista no país. São expulsos, com outros dissidentes e formam Partido Social-Democrata Independente (USPD). Neste momento é impossível distinguir a atuação política dos Espartaquistas com a de Rosa Luxemburgo. Rompem com o USPD e com a política conciliatória e fundam o o Partido Comunista da Alemanha (KPD). Em 1918, é uma das principais dirigentes do processo conhecido como revolução alemã. Foi assassinada por futuros nazistas sob ordem de seus ex-colegas de SPD. "Há todo um velho mundo ainda por destruir e todo um novo mundo a construir. Mas nós conseguiremos, jovens amigos, não é verdade?"

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Entrevista Maria Lucia Fattorelli: Coordenadora nacional da Auditoria Cidadã da Dívida e que compõe também a Comissão Brasileira Justiça e Paz, organismo da CNBB. Debatemos sobre o problema da dívida pública brasileira, questões internacionais, a luta contra a retirada de direitos, reforma administrativa, PEC emergencial e outros assuntos fundamentais nesta dura conjuntura que vivemos no Brasil e no mundo. Leia Dívida pública e a destruição de direitos aqui: http://bit.ly/ega_fattorelli0321

Ao menos 33 pessoas foram assassinadas pelos golpistas em #Myanmar. Os massivos protestos tiveram seu auge hoje e a repressão
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Ao menos 33 pessoas foram assassinadas pelos golpistas em #Myanmar. Os massivos protestos tiveram seu auge hoje e a repressão escalou proporcionalmente. O exército está usando atiradores de elite e até caças para rastrear os manifestantes. #Myanmarcoup #MyanmarPoliceBrutality

#Editorial Balanço de uma ano de pandemia do novo coronavírus e a politica de neoliberalismo sanitário imposta pela burguesia e pelo governo brasileiro. O que podemos esperar para o próximo período? Leia nosso editorial aqui: http://bit.ly/ecp_010321

Aruká Juma, Eterno! O que representa a morte de um povo? Esta semana nosso editorial foi sobre a vida e a morte do guerreiro
Aruká Juma, Eterno! O que representa a morte de um povo? Esta semana nosso editorial foi sobre a vida e a morte do guerreiro Aruká Juma e de seu povo. Um texto difícil, triste e de impacto desolador para nós. Obrigado pela linda homenagem, Crisvector.