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✅ *^Sexta – 03/11/2023"*
*Quando Deus chama para sua obra no mundo* (Is 6. 8, 9; Jr 1. 5)
“_*Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim. Então, disse ele: Vai e dize a este povo: Ouvi, ouvi e não entendais; vede, vede, mas não percebais” – “Antes que eu te formasse no ventre materno, eu te conheci, e, antes que saísses da madre, te consagrei, e te constituí profeta às nações_*” (ARA)
Genericamente, todos os servos de Deus são chamados para Sua Obra. Porém, alguns são especialmente chamados como está escrito em (Atos 13. 2; Romanos 1. 1). Porém, só serão aprovados aqueles que são chamados segundo o modelo de Arão (Hebreus 5. 4). Devemos considerar, ainda, o fato da recusa. Muitos, à semelhança de Jonas, desobedecem ao chamado e procuram outros caminhos diferentes dos que foram traçados pelo Senhor, o que não é bom. Mas, se a decisão de seguir o próprio projeto foi sem a intenção de desobedecer, o dono da Obra corrige a tempo de evitar o desvio (Atos 16. 7), e providencia orientação segura quanto à execução da obra segundo sua vontade (Atos 16. 9). A obediência é de suma importância, independente do momento ou da forma do chamado. Uns são chamados antes do nascimento, como aconteceu com Jeremias e João Batista (Jeremias 1. 5; Lucas 1. 13-17); outros enquanto cuidavam de seus afazeres seculares (1 Reis 19. 19; Mateus 4. 18, 19); outros quando adoravam (Isaías 6. 8, 9); e outros, até mesmo quando perseguiam (Atos 9. 15). O importante é reconhecer a chamada e obedecer ao que o chamou, não embaraçando com negócios deste mundo, porque seu objetivo maior deve ser agradar ao que o arregimentou (2 Timóteo 2. 4).
Professor _*Sedivar*_
𝐄𝐑𝐑𝐎𝐒 𝐇𝐈𝐒𝐓Ó𝐑𝐈𝐂𝐎𝐒 𝐒𝐎𝐁𝐑𝐄 𝐎 𝐐𝐔𝐄 𝐒𝐄𝐑𝐈𝐀 𝐎 𝐏𝐄𝐂𝐀𝐃𝐎.
𝑴𝒊𝒏𝒉𝒂 𝑨𝒎𝒂𝒅𝒂 𝑬𝑩𝑫 𝒏𝒐 𝑰𝒏𝒔𝒕𝒂𝒈𝒓𝒂𝒎
𝐎𝐬 𝐠𝐧ó𝐬𝐭𝐢𝐜𝐨𝐬 𝐞 𝐦𝐚𝐧𝐢𝐪𝐮𝐞í𝐬𝐭𝐚𝐬 (𝐞𝐧𝐭𝐫𝐞 𝐈𝐈𝐈 𝐞 𝐈𝐕 𝐝.𝐂.)
Defendiam que o pecado era eterno. Assim como sempre existiu bem o mal, sempre existiu o pecado (THIESSEN, 2001, p.176). Essa visão dualista era comum entre os persas (VII a VI a.C.) e ainda é bastante comum em filosofias orientais (yin-yang).
𝐏𝐞𝐥á𝐠𝐢𝐨 (𝟑𝟓𝟎 𝐚 𝟒𝟐𝟑 𝐝.𝐂.)
Afirmava que o pecado é simples e pura falta de uma educação e disciplina.
𝐋𝐞𝐢𝐛𝐧𝐢𝐭𝐳 (𝟏𝟔𝟒𝟔 𝐚 𝟏𝟕𝟏𝟔 𝐝.𝐂.) 𝐞 𝐒𝐩𝐢𝐧𝐨𝐳𝐚 (𝟏𝟔𝟑𝟐 𝐚 𝟏𝟔𝟕𝟕 𝐝.𝐂.)
Afirmavam que o pecado se origina na pura e simples limitação humana. O ser humano por ser limitado possui o mal (THIESSEN, 2001, p.176).
𝐒𝐜𝐡𝐥𝐞𝐢𝐞𝐫𝐦𝐚𝐜𝐡𝐞𝐫 (𝟏𝟕𝟔𝟖 𝐚 𝟏𝟖𝟑𝟒 𝐝.𝐂.)
Afirmava que o pecado se origina nos sentidos humanos como “uma oposição da carne ao espírito” (THIESSEN, 2001, p.177).
𝐇𝐨𝐫𝐚𝐜𝐞 𝐁𝐮𝐬𝐡𝐧𝐞𝐥𝐥 (𝟏𝟖𝟎𝟐 𝐚 𝟏𝟖𝟕𝟔 𝐝.𝐂.)
Também conhecido como o pai da educação cristã infantil, foi totalmente contrário a posição radical dos avivalistas que afirmavam que as crianças estavam tão afetadas pela depravação total que eram incapazes de possuir fé salvadora. A igreja deveria convencê-las que elas eram terríveis pecadoras para que, na fase adulta, viessem a se converter. (DOWNS, 2001, p.248).
Assim, ao tentar corrigir esse erro do avivalismo, Horace Bushnell cometeu outro erro. Pois, ele defendeu que a tendência para o mal poderia ser mentalizada pelo ambiente positivo de um lar cristão (DOWNS, 2001, p.251). Ou seja, o pecado seria, para ele, falta de uma educação cristã ou falta de uma cultura cristã. Assim, ele trouxe de volta o Pelagiasnismo para o protestantismo (Neopelagianismo). Para muitos historiadores, Bushnell foi o pai do liberalismo norte Americano.
𝐂𝐢ê𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐂𝐫𝐢𝐬𝐭ã (𝟏𝟖𝟔𝟔 𝐝.𝐂.)
Afirma que o pecado é uma negação — que o mal é a ausência do bem, e que o pecado é a ausência da retidão (BANCROFT, 2011, p.219). Ou seja, o pecado não tem existência objetiva, mas é só uma ilusão.
𝐒𝐢𝐠𝐦𝐮𝐧𝐝 𝐅𝐫𝐞𝐮𝐝 (𝟏𝟖𝟓𝟔 𝐚 𝟏𝟗𝟑𝟗 𝐝.𝐂.)
Para Sigmund Freud o pecado é um dos muitos mitos do cristianismo.
𝐓𝐞𝐨𝐫𝐢𝐚 𝐝𝐨 𝐏𝐞𝐜𝐚𝐝𝐨 𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐥 𝐨𝐮 𝐩𝐞𝐜𝐚𝐝𝐨 𝐄𝐬𝐭𝐫𝐮𝐭𝐮𝐫𝐚𝐥 (𝟏𝟗𝟔𝟖 𝐝.𝐂.)
A tese do pecado social remonta aos concílios católicos de Medellín (1968, Colômbia) e Puebla (1979, México). Essa tese defende que o pecado é algo que se constrói por meio de estruturas opressoras, tais como, a pobreza, a injustiça e a desigualdade. Dessa maneira, a redenção do pecado não se restringe ao aspecto espiritual, sendo preciso tratar as questões sociais. O pecado deixa de ser tratado no nível da moral e passa a ser considerado no nível econômico e social. (BAPTISTA, 2023, p.14)
𝐑𝐄𝐅𝐄𝐑Ê𝐍𝐂𝐈𝐀𝐒
- BANCROFT, Emery H. TEOLOGIA ELEMENTAR: doutrinária e conservadora. Editora imprensa Batista Regular, 2011.
- BAPTISTA, Douglas; LIÇÕES BÍBLICAS CPAD, 3º trimestre de 2023, editora CPAD, 2023.
- DOWNS, Perry G.; INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO CRISTÃ: Ensino e crescimento; editora cultura Cristã, 2001.
- THIESSEN, Clarence Henry; PALESTRAS EM TEOLOGIA SISTEMÁTICA. Editora imprensa Batista Regular, 2001.
𝑴𝒊𝒏𝒉𝒂 𝑨𝒎𝒂𝒅𝒂 𝑬𝑩𝑫 𝒏𝒐 𝑰𝒏𝒔𝒕𝒂𝒈𝒓𝒂𝒎
HISTÓRIA_DO_PENTECOSTALISMO_–_Biografia_de_William_Joseph_Seymon.pdf1.71 KB
