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A família e seus direitos

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Grupo para divulgar conteúdo e tirar dúvidas sobre os direitos e poderes dos pais e mães, inclusive sobre educação

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📈 Аналитический обзор Telegram-канала A família e seus direitos

Канал A família e seus direitos языкового сегмента Португальский является активным участником. Сейчас сообщество объединяет 11 315 подписчиков, занимая 1 310 место в категории Семья и дети и 256 место в регионе Португалия.

📊 Показатели аудитории и динамика

С момента создания невідомо проект демонстрирует стремительный рост, собрав аудиторию из 11 315 подписчиков.

Согласно последним данным от 02 декабря, 2024, канал показывает стабильную активность. За последние 30 дней изменение числа участников составило 0, а за последние 24 часа — 0, при этом общий охват остаётся высоким.

  • Статус верификации: Не верифицирован
  • Уровень вовлечённости (ER): Средний показатель вовлечённости аудитории составляет 0%. В первые 24 часа после публикации контент обычно набирает N/A% реакций от общего числа подписчиков.
  • Охват публикаций: В среднем каждый пост получает 0 просмотров. В течение первых суток публикация набирает 0 просмотров.
  • Реакции и взаимодействия: Аудитория активно поддерживает контент: среднее количество реакций на один пост — 0.

📝 Описание и контентная политика

Автор описывает ресурс как площадку для выражения субъективного мнения:
Grupo para divulgar conteúdo e tirar dúvidas sobre os direitos e poderes dos pais e mães, inclusive sobre educação

Благодаря высокой частоте обновлений (последние данные получены 03 декабря, 2024) канал поддерживает актуальность и высокий уровень охвата публикаций. Аналитика показывает, что аудитория активно взаимодействует с контентом, что делает его важной точкой влияния в категории Семья и дети.

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ESPAÇO DAS FAMÍLIAS EDUCADORAS DA REGIÃO DE PRESIDENTE PRUDENTE (SP) Pessoal, quem aí faz educação domiciliar e mora em Presidente Prudente e arredores? Vamos interagir!

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Temos perguntas para hoje?

Esta é a recente lei de Santa Catarina sobre a obrigatoriedade de apresentação da carteira de vacinação atualizada no ato da
Esta é a recente lei de Santa Catarina sobre a obrigatoriedade de apresentação da carteira de vacinação atualizada no ato da matrícula na escola. Vários outros estados têm leis idênticas a esta. Então, a regra é muito simples: nenhum aluno pode ter negado o acesso à escola por não ter tomado alguma das vacinas previstas no Calendário Nacional de Imunizações. A única ação possível para a escola é fazer a comunicação ao Conselho Tutelar. Atenção: a vacina contra a Covid AINDA não foi incluída no calendário e portanto não é obrigatória. A escola nem mesmo pode fazer a comunicação ao conselho tutelar nesse caso. Moral da história: querem nos assustar, fazendo-nos acreditar que existe essa obrigatoriedade. Não existe, e por isso não podemos ceder a nenhuma espécie de pressão.

O que vocês fariam se recebessem essa mensagem? Mais tarde comentarei sobre isso.
O que vocês fariam se recebessem essa mensagem? Mais tarde comentarei sobre isso.

Eu recomendo muito esta live: https://www.youtube.com/watch?v=OihATU0lVog. É provavelmente a melhor que já foi feita sobre o assunto.

“As crianças, dizia Danton, pertencem à República antes de pertencerem a seus pais; o egoísmo dos pais poderia ser perigoso para a República. Eis porque a liberdade que lhes deixamos não vai ao ponto de educarem seus filhos de outra maneira que não segundo a nossa vontade”; e Jules Ferry, no discurso que pronunciou em 1879 para obter a aprovação do famoso artigo VII: “Existe um pai de famìlia que os compreende a todos: é o Estado”. Temos ouvido essas palavras serem repetidas à saciedade depois que novos projetos de lei querem colocar em absoluta segurança os preceptores e as preceptoras encarregados pelo Estado -- LIVRO CONJURAÇÃO ANTICRISTÃ DE 1910

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Prezados, os sorteados para a superaula hoje sobre seus direitos e as vacinas foram: Paulo Rodrigues (número 21), Emily (número 68) e Leandro (número 52). Daqui, a pouco eles receberão o link para a aula às 20h30. Obrigado a todos os que participaram do sorteio!

A despeito do que possam declarar “especialistas”, mídia, burocratas, ao fim e ao cabo, as famílias são as únicas que sofrem as consequências de eventuais efeitos adversos da vacinação dos seus filhos. Portanto, ninguém melhor do que as famílias para decidir.

LIÇÕES DA IRLANDA: O QUE ESTÁ ACONTECENDO, QUEM SÃO NOSSOS ALIADOS E QUEM SÃO NOSSOS INIMIGOS No Brasil, quem sempre teve alguma liberdade de escolha na educação dos filhos foram as famílias de classe média e alta. Elas podem optar entre escola pública e privada e, a depender do caso, entre diferentes tipos de escolas privadas. Para as famílias sem recursos financeiros, nunca houve liberdade de escolha. Os filhos tinham que ser matriculados em escolas públicas e quase sempre em uma escola pública determinada pela Secretaria de Educação. A educação domiciliar veio dar uma liberdade muito maior para as famílias de todas as classes sociais. Por meio dela, é possível escolher entre os mais variados currículos e métodos. As famílias de baixa renda que não optam, por algum motivo, pela educação domiciliar continuam com zero liberdade educacional. Na prática, todas as escolas públicas de um mesmo Estado são idênticas. Há soluções para esse problema, principalmente no EUA, que já tiveram sua eficácia comprovada há tempos (falarei sobre isso em outro post). O que os nossos inimigos querem é acabar com nossa liberdade de escolha na educação de nossos filhos. Isso se dá por três vias: a) impondo um currículo nacional, de modo a diminuir cada vez mais a autonomia das escolas e a liberdade das famílias; b) restringindo ou mesmo proibindo a educação domiciliar; e c) impondo uma regulamentação cada vez mais restritiva sobre as escolas particulares, de forma a inviabilizar quaisquer concepções pedagógicas alternativas ao modelo estatal. Enfim, a lição mais importante que eu aprendi na Irlanda foi: estamos no mesmo barco. Famílias educadoras, escolas confessionais e escolas privadas alternativas. Nossos inimigos são as incontáveis ONGs nacionais e internacionais (desconfie de todas que tratam de educação), os sindicatos de professores e os grandes conglomerados educacionais (eles se beneficiaram muito do fechamento de incontáveis pequenas escolas durante a pandemia). PS: Há duas ONGs internacionais realmente a favor da liberdade educacional. Falarei sobre elas em outro post.

Eu nunca tive medo de Covid. Sou saudável e relativamente jovem, o que me deixa com uma chance de doença severa ou morte muito próxima a zero. Para participar da conferência, porém, eu precisei me vacinar. Não se entra em lugar algum da Irlanda sem o comprovante de vacinação. Tentei abstrair essa exigência e tratá-la apenas como uma mera formalidade. Porém, lá, pela primeira vez, eu tive medo da Covid. Muito medo. Não era medo da doença em si. Era medo de ser infectado. Eu sei que as vacinas não funcionam. Eu sei que elas não evitam a infecção. Se eu fosse infectado, eu não poderia voltar ao Brasil. A questão era essa: a necessidade de teste negativo de Covid para a entrada no Brasil. Eu via com terror a possibilidade de passar mais dias longe da família. Segundo a programação, eu deveria fazer parte de um painel. Então eu chego na sala e a moça da recepção disse: "é só você que vai se apresentar. Todos os outros deram positivo para Covid". Rezei e fui em frente. Deu tudo certo na apresentação. Meu teste de Covid deu negativo. Pude voltar ao Brasil. E as vacinas? Na melhor das hipóteses, não serviram para nada. Todos os contaminados na conferência estavam devidamente vacinados.

Foi assustador ouvir uma educadora irlandesa falar sobre o dramático aumento de problemas cognitivos e de fala nas crianças da educação infantil. Perguntei a ela sobre a causa e ela respondeu de forma enfática: "Sem dúvida alguma, a causa de todos esses problemas são os celulares. Pais usam celulares o tempo todo, não falam com os filhos e nem os ouvem. Aliás, desde o primeiro ano de vida essas crianças já recebem celulares para se distrairem (na verdade, para não incomodarem os pais)". Bem, obviamente esse não é um problema somente da Irlanda. É algo que está acontecendo no mundo todo. Ao não dar conversar com os filhos, mas apenas distrai-los, os pais estão prejudicando seu desenvolvimento de forma irreversível. Nada, absolutamente nada, é capaz de substituir ou complementar a atuação de um pai que dá atenção para o filho, que fala com ele olhando nos olhos e está disposto a ouvir o que ele tem a dizer.

Acabou a conferência. Graças a Deus, tudo correu bem. Pessoas de vários países ouviram nossa mensagem e querem apoiar a defesa da liberdade educacional no Brasil (ainda não está confirmado, mas algo grande está a caminho). Também foi a oportunidade de conhecer as mais novas estratégias dos inimigos (pesquisem sobre o novo cavalo de Troia, os "princípios de Abdijan"). A cabeça está fervilhando de novas ideias. Porém, agora tudo o que eu quero é voltar para casa e rever minha família.

Eu vim para Dublin triste. Eu não gosto de ficar longe da minha família e ficava me perguntando sobre a necessidade de fazer uma viagem tão longa e custosa. A sensação de tristeza era tão forte que por várias vezes eu tive vontade de desistir e voltar pra casa. Porém, eu vim. E encontrei pessoas do mundo todo, da Colômbia à China. Todas elas estavam unidas em um único propósito: lutar pela liberdade das famílias. Resolvi sentar e ouvir as palestras. O mais importante, porém, foi conversar com cada uma das pessoas. Sim, existe uma comunidade de pessoas do mundo todo que se formou para defender as famílias. Não são muitas pessoas. Uma centena no máximo. E elas podem fazer a diferença? Não tenho dúvidas disso. A história acontece porque um pequeno número de pessoas ousou pensar e agir de forma diferente. Vamos em frente, com fé e com coragem. Trarei em breve notícias, tanto de ameaças que estão para chegar ao Brasil quanto das pessoas de bem que estão lutando contra essas ameaças.

"Boas escolas são aquelas que têm um bom desempenho acadêmico E uma visão de mundo explícita e coerente" (TJ Agostini, professor da Universidade Notre Dame). Dublin, Irlanda.

O número de alunos em escolas privadas têm crescido dramaticamente nos países mais pobres. Isso chamou a atenção dos socialis
O número de alunos em escolas privadas têm crescido dramaticamente nos países mais pobres. Isso chamou a atenção dos socialistas, que querem reverter a tendência. Eles querem fazer isso tirando a autonomia das escolas privadas e no limite proibido mesmo a existência de escolas privadas.

"Na ONU e em ONGs Internacionais, está crescendo muito o discurso contra a atuação de qualquer agente não estatal na educação
"Na ONU e em ONGs Internacionais, está crescendo muito o discurso contra a atuação de qualquer agente não estatal na educação de crianças e adolescentes. A palavra-chave nessa narrativa é 'privatização' e a pretexto de combate-la, querem submeter toda educação no controle absoluto Estado." (Ignatio Lopez, diretor da organização suíça OIDEL, que luta pela liberdade de educação no mundo). Dublin, Irlanda. Décima Conferência Internacional de Liberdade Educacional.

Autoridades públicas, no caso defensores públicos, resolveram fazer a coisa certa: https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/defensores-publicos-publicidade-efeitos-adversos-vacina-criancas/?utm_source=whatsapp. Lembrem-se: os pais têm dois direitos fundamentais com relação a quaisquer tratamentos médicos dos filhos, inclusive por meio de vacinas. O primeiro é o direito à informação, isto é, as autoridades devem informar a todos sobre a eficácia e os riscos de cada vacina. O segundo direito é a liberdade de escolha: após o serem devidamente informados, os pais podem determinar se o tratamento médico sugerido, inclusive o vacinal, deve ou não ser realizado.

Bom dia pessoal. Estou participando do Encontro Global dos defensores da liberdade na educação, em Dublin na Irlanda. Vim para trazer experiências e conhecer pessoas que podem contribuir para a luta da liberdade das famílias no Brasil na opção da educação domiciliar. Vou compartilhar tudo do evento no meu perfil no Instagram. Aproveitem para participar comigo! www.instagram.com/alexandremfmoreira/