fa
Feedback
SEMENTES CÓSMICAS ❤️💛❤️ CANAL

SEMENTES CÓSMICAS ❤️💛❤️ CANAL

رفتن به کانال در Telegram

🌈🌈CORAÇÕES CÓSMICOS MENSAGENS DE SEMENTES ESTELARES PARA SEMENTES ESTELARES❤️💛❤️ DE CORAÇÃO PARA CADA CORAÇÃO

نمایش بیشتر
2 278
مشترکین
-224 ساعت
+107 روز
+1830 روز
آرشیو پست ها
Sim, a foto é real. Não foi feita por nenhuma IA

Pois é, meus queridos, o universo que vcs enxergam é o tempo todo sustentado por anjos, por seres espirituais amorosos, que trabalham incansavelmente para facilitar a nossa "experiência humana" 💙

Observem o rosto, as asas...
Observem o rosto, as asas...

Se está sem energia, tons quentes ajudam a ativar. Se está agitada, tons frios ajudam a acalmar. Se precisa de foco, amarelo (principalmente dourado) favorece clareza. Se precisa de introspecção, índigo e violeta ajudam a aprofundar. Se precisa suavizar emoções, abrir o coração ou lidar melhor com pessoas, o rosa é uma excelente escolha. No ambiente, o efeito é ainda mais constante. Cores estão ali o tempo todo atuando no seu campo. Mas existe uma camada ainda mais direta: o uso das cores em relação aos chakras. Cada chakra responde mais facilmente a determinadas frequências de cor. E você pode usar isso tanto visualmente quanto mentalmente para equilibrar ou estimular centros específicos. De forma prática: Chakra básico (base da coluna) — vermelho Se a pessoa está sem energia, dispersa, com dificuldade de se aterrar, pode visualizar luz vermelha na base do corpo. Chakra sacral — laranja Para destravar emoções, criatividade e fluidez. Chakra do plexo solar — amarelo Para fortalecer clareza, decisão e organização interna. Chakra cardíaco — verde e rosa Aqui entra um detalhe importante: o verde equilibra, estabiliza e cura. O rosa aprofunda, suaviza e eleva o amor. Usar ambos de forma consciente ajuda a trazer um coração mais estável e ao mesmo tempo mais aberto. Chakra laríngeo — azul Para expressão, comunicação e firmeza no verbo. Chakra frontal — índigo Para intuição, percepção e lucidez. Chakra coronário — violeta Para expansão e transmutação. E aqui entra uma prática simples e muito eficiente: o envolvimento por cor. Você pode imaginar que está dentro de um campo de luz colorida — como se aquela cor estivesse ao seu redor e também penetrando suavemente no seu corpo. Se precisa se proteger → envolva-se em azul ou índigo Se precisa de mais amorosidade → rosa Se precisa estudar → amarelo dourado Se precisa se energizar → vermelho ou laranja Se precisa transmutar algo mais denso → violeta Isso pode ser feito em poucos minutos, com intenção clara. Não é sobre acreditar. É sobre direcionar atenção e observar o efeito. Agora, um ponto importante que complementa tudo isso: O padrão de cores que você usa no dia a dia revela muito sobre o seu estado interno. E aqui entra o exemplo do preto. O preto não é uma cor “ruim”. Ele tem função. Ele absorve, protege, traz discrição, elegância, contenção. Mas quando ele se torna uso constante, exclusivo, isso pode indicar um estado de fechamento, de retração, de proteção excessiva, de não querer se expor. E mais: esse uso contínuo reforça esse estado. É um ciclo. Então não se trata de evitar o preto. Se trata de usar com consciência. Observar suas escolhas de cor, sem julgamento, já é uma ferramenta de autoconhecimento. E a partir disso, você pode começar a ajustar. Pequenas mudanças já alteram o campo. No fim, cor não é decoração. É frequência, é linguagem, é ferramenta. E quando você entende isso na prática, você deixa de reagir automaticamente ao que sente… e passa a ter meios concretos de influenciar o seu próprio estado com mais consciência. Assê Quer se aprofundar ainda mais? Descubra meus outros conteúdos e projetos gratuitos aqui: https://linktr.ee/Samantha.Concolino.Asse.

A LINGUAGEM INVISÍVEL DAS CORES: COMO ELAS MOLDAM SUA ENERGIA, SUA MENTE E SEU CAMPO A influência das cores no nosso estado emocional não é só uma questão de gosto pessoal ou estética. Existe uma base física, psicológica e também uma leitura espiritual sobre isso — e as três se conectam. Começando pelo mais básico: a cor é uma forma de luz. E a luz é uma onda eletromagnética que vibra em diferentes frequências. Cada frequência corresponde a uma cor específica dentro do espectro visível. O vermelho, por exemplo, tem uma frequência mais baixa e um comprimento de onda maior. Já o violeta tem frequência mais alta e comprimento de onda menor. Isso não é só um detalhe técnico. Essa diferença de frequência influencia diretamente como o nosso sistema nervoso reage. Cores mais “densas” (como vermelho, laranja) tendem a estimular, ativar, acelerar. Cores mais “sutis” (como azul, violeta) tendem a acalmar, desacelerar, organizar. O cérebro não interpreta cor só como informação visual. Ele associa cor a sensações, estados internos e até respostas fisiológicas. Por isso ambientes com determinadas cores podem gerar agitação, relaxamento, foco ou até desconforto sem que a pessoa perceba conscientemente o motivo. Agora, quando você leva isso para uma leitura mais profunda, entra a visão energética e espiritual das cores. Dentro de sistemas como o dos sete raios — que aparece em diversas linhas esotéricas — cada cor não é apenas uma frequência física, mas também uma qualidade de consciência. De forma direta: Vermelho — ligado à força vital, sobrevivência, impulso, ação. É uma energia mais ligada à base, ao corpo, à presença no mundo material. Pode gerar coragem, mas também agressividade se em excesso. Laranja — associado à criatividade, expressão emocional, prazer, movimento. Tem relação com a fluidez da vida, com o sentir e com a capacidade de experimentar. Amarelo — ligado à mente, ao raciocínio, à clareza, à organização. É a energia do pensamento estruturado, da análise, da identidade mental. Verde — associado ao equilíbrio, à cura, à harmonia. É uma frequência de integração, de estabilização e de reorganização emocional. Rosa — aqui entra uma frequência muito específica e importante: o rosa está ligado ao amor em uma qualidade mais refinada. Não é só afeto humano ou apego emocional. É uma frequência de amor mais elevado, que envolve acolhimento, compaixão, suavidade, respeito e abertura do coração sem expectativa de retorno. Trabalhar o rosa ajuda a dissolver durezas internas, reduzir reatividade e permitir uma forma mais leve e consciente de se relacionar. Azul — relacionado à comunicação, verdade, expressão consciente. Também traz calma, confiança e estabilidade emocional. Índigo (ou azul profundo) — ligado à percepção mais sutil, intuição, visão além do óbvio. E, além disso, é uma frequência muito útil para proteção energética e fortalecimento da vontade. Ele organiza o campo, dá firmeza interna e ajuda a manter lucidez sem se deixar levar por influências externas. Violeta — associado à transmutação, transformação, expansão da consciência. É uma das frequências mais altas dentro desse espectro, ligada à dissolução de padrões mais densos. Na leitura dos sete raios, essas cores também representam qualidades como vontade, amor-sabedoria, inteligência ativa, harmonia, ciência, devoção e ordem. O ponto central é entender que você não está apenas “vendo” cores. Você está interagindo com frequências. E o seu sistema responde a isso o tempo inteiro. Isso explica por que certas roupas mudam a forma como você se sente, por que ambientes têm climas diferentes dependendo da paleta de cores, e por que até práticas espirituais utilizam visualização de cores como ferramenta de alinhamento interno. Agora entra a parte prática. Você pode usar cores de forma consciente para influenciar seus estados psicológicos, emocionais e mentais. No vestuário, a cor funciona como um campo de emissão e recepção. Aquilo que você veste não só comunica algo para fora, mas retroalimenta o seu próprio sistema.

Risonanza Schumann Oggi – Power 93 💥 ✨ #RisonanzaSchumann 23/4/2026 17:00 UTC https://www.disclosurenews.it/it/risonanza-sch
Risonanza Schumann Oggi – Power 93 💥 ✨ #RisonanzaSchumann 23/4/2026 17:00 UTC https://www.disclosurenews.it/it/risonanza-schumann-oggi/

...das mais fortes do mundo. Muitos acreditam em sua intercessão como guerreiro espiritual que abre caminhos, protege contra injustiças e fortalece a coragem nos momentos difíceis. Ele é aquele que não recua diante da batalha, mas também ensina que a verdadeira vitória comeca dentro de nós. Na Umbanda, São Jorge é sincretizado com Ogum, o orixá da guerra, dos caminhos e da tecnologia espiritual. Ogum é força, ação, movimento e proteção. É quem corta demandas abre estradas e conduz o espírito para frente, sempre com honra e determinação. Dentro da visão da Fraternidade Branca, sua energia se alinha com o Primeiro Raio, o Raio Azul da Vontade Divina da força, da proteção e do poder. Esse raio é regido por consciências como o Arcanjo Miguel e o Mestre El Morya, trazendo a vibração da coragem, da liderança e da fé inabalável. Hoje é dia de se conectar com essa força. De pedir proteção, mas também de assumir a própria espada interior. De lembrar que nenhum dragão é maior do que a Luz que habita em você. Pra quem é de São Jorge, Salve Jorge! Pra quem é Ogum, Ogunhê meu Pai Ogum. Pra quem é Luz do Raio Azul, EU SOU Protecão e Vitória! Fiquem na Luz! ❤️🏇 Por @grandefraternidadebranca https://www.instagram.com/p/DXd7m7CltuR/?igsh=Y3doNzMzNXByMnMz

Hoje, 23 de abril, celebramos São Jorge, símbolo universal de coragem, fé e vitória sobre as forças contrárias. Sua história
Hoje, 23 de abril, celebramos São Jorge, símbolo universal de coragem, fé e vitória sobre as forças contrárias. Sua história atravessa séculos. Jorge foi um soldado romano que, mesmo diante da persequicão, não neqou sua fé em Deus. Por isso, tornou-se mártir e exemplo vivo de firmeza espiritual. A imagem do cavaleiro que vence o dragão representa muito mais do que uma lenda: fala da capacidade humana de enfrentar seus próprios medos, desafios e sombras com fé, verdade e proteção divina. A devoção a São Jorge é uma ...

Schumann Resonance Today – Power 15 ✨ #SchumannResonance Today 22/4/2026 17:00 UTC https://www.disclosurenews.it/schumann-res
Schumann Resonance Today – Power 15 ✨ #SchumannResonance Today 22/4/2026 17:00 UTC https://www.disclosurenews.it/schumann-resonance-today/

Schumann Resonance Today – Power 21 ✨ #SchumannResonance Today 21/4/2026 17:00 UTC https://www.disclosurenews.it/schumann-res
Schumann Resonance Today – Power 21 ✨ #SchumannResonance Today 21/4/2026 17:00 UTC https://www.disclosurenews.it/schumann-resonance-today/

Isso está te trazendo mais presença ou mais espera? Mais clareza ou mais ansiedade? Mais responsabilidade ou mais dependência de algo externo? Porque o caminho não está “quase acontecendo”. Ele já está acontecendo. E é exatamente aqui que a maioria se perde. A questão não é a volta, para perto de você, daquele que nunca soltou a sua mão. A questão principal é a sua própria volta ao único momento onde o seu resgate pode acontecer: o aqui e agora. Pare de esperar por um evento dentro do seu próprio sonho. Desperte. E faça a sua parte. Só assim os véus que encobrem a sua percepção irão cair — e você verá quem você é, antes de querer ver quem Ele é. 😉 Assê ⚔️🦅

Você não deixa de ser quem é se seu nome for pronunciado de outra forma em outro país. Então por que, nesse caso, o nome vira critério absoluto de reconhecimento? Porque, de novo, há apego à forma — agora não só visual, mas também linguística. Se estamos falando de uma consciência que não começou naquele nascimento, então ela também não começou com aquele nome. Ela usou aquele nome naquele contexto. Assim como usou aquele corpo. E poderia usar outros — em outras épocas, culturas, até em outros ambientes além da Terra, se você considera essa possibilidade. Mas o padrão de crença comum cria um tipo de checklist inconsciente: Tem que ter o mesmo nome. Tem que ter a mesma aparência. Tem que vir de um jeito específico. Se não encaixar… “não é”. Percebe o problema? A própria crença que afirma esperar esse retorno estabelece critérios que impedem qualquer reconhecimento real. Porque fixa a referência no que é mais superficial e variável — forma, nome, cultura — e ignora o que seria constante: a qualidade da consciência. Agora vamos dar mais um passo — talvez o mais desconfortável de encarar. Se essa consciência se manifestasse hoje em um corpo humano, o que você acha que ela faria? Abriria um perfil, faria marketing de si mesma e sairia dizendo: “eu fui Jesus há dois mil anos”? Qual seria a utilidade real disso? Provar identidade? Ganhar seguidores? Ser reconhecida? Ser adorada? Percebe a incoerência? Tudo isso pertence exatamente ao campo que ele ensinou a transcender. A necessidade de afirmação, de validação externa, de construção de imagem… isso não tem relação com lucidez. Tem relação com identificação com personagem. Se alguém aparece dizendo abertamente “eu sou aquele de dois mil anos atrás”, o mais provável é que seja rejeitado, ridicularizado… ou idolatrado por alguns. E nenhum desses cenários serve ao propósito de despertar consciência. Pelo contrário: reforça distração. Então, o que seria mais coerente? Que essa consciência, se manifestada, simplesmente continuasse fazendo o que sempre fez: Apontar o caminho. Desafiar percepções. Confrontar ilusões. Levar as pessoas a olhar para dentro e elevar a própria consciência. Sem precisar sustentar uma identidade histórica para ser validada. Porque o ensinamento nunca foi sobre defender uma personalidade para ser adorada. Nunca foi sobre “olhem para mim”. Foi sobre “vejam”. Vejam o que está além das formas. Vejam o que está além das crenças. Vejam o que está além dos próprios filtros. Inclusive, há um deslocamento importante que quase passa despercebido: quando a pessoa fica presa à ideia de reconhecer “quem é”, ela deixa de fazer o que foi ensinado. Fica tentando identificar o mensageiro… e ignora a mensagem. E aí voltamos ao ponto central: E se essa presença já estivesse acessível de alguma forma — talvez até próxima — e o problema não fosse ausência, mas percepção? Pensa numa analogia simples: alguém segura sua mão o tempo todo, mas você está tão distraído, tão envolvido com o que imagina que “vai acontecer”, que não percebe quem já está ali. Não porque não está. Mas porque você não está. Quando se fala em “Reino”, não é um lugar que chega depois. É um estado de percepção. Sem retirar os próprios véus — filtros, expectativas, distrações — não há como enxergar, mesmo que esteja diante de você. A frase “daquele dia e hora ninguém sabe” não aponta só para um desconhecimento de data. Ela aponta para outra coisa: o foco nunca foi o quando. O foco é a capacidade de ver. E ver exige presença. Enquanto você espera um evento extraordinário fora, o essencial continua sendo ignorado dentro. E o essencial é simples, mas não é fácil: Como você reage. Como você pensa. Como você se relaciona. Como você lida com o que está aqui, agora. Se isso não muda, não existe transição externa que resolva. Você só leva a mesma consciência para outro cenário. Então, antes de comprar mais uma ideia de que “estamos quase lá”… observa.

E SE VOCÊ NÃO RECONHECESSE? Essas frases aparecem o tempo todo: “Ele está voltando.” “Está a ponto de acontecer.” “Falta muito pouco.” “Esse ano vai.” “As revelações estão vindo.” E, curiosamente… esse “quase” nunca chega. Não é nem sobre julgar quem fala. Muitas vezes há intenção sincera, fé, vontade de ajudar. Mas o efeito disso, na prática, costuma ser outro: te puxa para fora do único ponto onde algo real acontece — o agora. Existe, sim, um processo em curso. A transição não é invenção. Ela acontece o tempo todo, em diferentes níveis — pessoal, coletivo e também no que muitos chamam hoje de transição planetária. Mudanças de percepção, de valores, de estruturas… isso está evidente para quem observa com um pouco mais de atenção. Mas uma coisa é reconhecer o movimento. Outra bem diferente é querer cravar data, formato ou desfecho. Porque transição não é evento pontual. É processo contínuo. Sempre houve algum tipo de transição acontecendo. Sempre haverá. A realidade não é estática para existir um “grande momento final” que resolva tudo de uma vez. O que existe são camadas sendo atravessadas, gradualmente — e isso não segue calendário humano, nem precisa de alguém fazendo previsão do “tempo planetário”. Nossa função não é essa. Não é antecipar, não é anunciar, não é tentar decifrar quando “vai acontecer”. É sustentar consciência no meio do que já está acontecendo. Porque enquanto a atenção está projetada para um evento futuro — algo que “vai mudar tudo” — você deixa de olhar para o que está sendo pedido agora. E isso passa batido. A mente adora esse tipo de narrativa porque ela cria expectativa sem exigir transformação imediata. Você entra num estado de espera… e espera não transforma ninguém. Presença, sim. E aqui entra um ponto que costuma estar carregado de equívocos — inclusive entre pessoas muito inteligentes — quando o assunto é a “volta” de Jesus Cristo. Primeiro, a questão do corpo. A ideia de que ele precisaria voltar no mesmo formato físico parte de uma confusão básica: confundir identidade com aparência. O corpo que ele utilizou foi um veículo — uma interface adaptada àquele tempo, àquela cultura, àquele ambiente. Como um traje específico para operar em determinadas condições. Esperar que a mesma consciência retorne com a mesma “roupa” é como esperar que alguém use o mesmo traje espacial em qualquer lugar, mesmo quando não há mais necessidade dele. Você não está reconhecendo o ser. Você está procurando o traje. E, muitas vezes, não só o “traje” no sentido do corpo — mas até a forma de se vestir, o estilo, a aparência externa que ficou registrada no imaginário coletivo. Como se tivesse que vir com túnica, sandálias, determinado tipo de cabelo, barba… um conjunto visual específico. Percebe o nível de condicionamento? A expectativa não é só reconhecer uma consciência — é reconhecer um personagem completo, com figurino definido. Se não vier dentro desse padrão… “não é”. Mas isso só evidencia o quanto a percepção ainda está presa à forma. Porque quanto mais você precisa de elementos externos para reconhecer, menos você está vendo a essência. Se essa consciência resolvesse se manifestar novamente em um corpo humano, faria sentido esperar o mesmo rosto, a mesma estrutura física, o mesmo padrão? Não faz. Seria outro corpo, outro contexto, outra linguagem. A essência poderia ser a mesma. A forma, não. E mesmo assim, muita gente ficaria incapaz de reconhecer — não por ausência, mas por apego à forma. Agora vem um segundo nível desse mesmo apego: o nome. O nome “Jesus” não é uma assinatura eterna daquela consciência. É uma construção cultural. No contexto original, o nome era algo como Yeshua. Isso foi adaptado ao longo do tempo — passou pelo grego (Iesous), pelo latim (Iesus), até chegar em “Jesus” nas línguas modernas. Em outras palavras: muda com a língua, com o povo, com a forma de registrar. Nome serve para organizar a comunicação humana. Não define a essência de um ser.