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2/2) DIÁRIO OFICIAL Nº 43.180 Original (Espanhol) e outra cópia com tradução automática para português.
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1/2) Tradução:
REPÚBLICA DO CHILE
Ministério do Interior e Segurança Pública
DIÁRIO OFICIAL Nº 43.180
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022
Página 1 de 1
CVE 2086760
MINISTÉRIO DO TRABALHO E ASSISTÊNCIA SOCIAL
LEI Nº. 21.422
PROÍBE A DISCRIMINAÇÃO TRABALHISTA CONTRA MUTAÇÕES OU
ALTERAÇÕES DE MATERIAL GENÉTICO OU TESTES GENÉTICOS
Artigo 1. -Nenhum empregador pode condicionar a contratação de trabalhadores, a sua permanência ou a renovação do contrato, ou a promoção ou mobilidade no emprego, à ausência
de mutações ou alterações no seu genoma que predisponham ou representem um risco elevado
para uma patologia que possa manifestar-se no decorrer da relação de trabalho, nem exigir para tais fins qualquer atestado ou exame para verificar se o trabalhador não possui mutações ou alterações de material genético em seu genoma humano que possam levar ao desenvolvimento ou manifestar-se em uma doença ou ou anormalidade mental no futuro.
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"Encontramos seus próprios produtos. Encontramos seu material biológico.
[...] Tudo estava acontecendo na Ucrânia". Comunicado do governo russo.
Agora vejam onde estavam localizados alguns laboratórios.
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Qual a missão de Xi Jinping no contexto geopolítico?
Acreditamos que ao dedicar tempo no estudo dos seus discursos, somos compelidos rever muito do que julgavámos compreendido em relação aos eventos mais importantes do nosso tempo.
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64/64) Em resumo, não deveríamos ignorar Putin ou a Ucrânia, fechar os olhos aos atos de Biden e nunca, sob hipótese alguma, nunca deixar de olhar os avanços que a China vem conseguindo.
Tanto a pandemia de COVID-19, quanto esta crise entre Rússia e Ucrânia e seus desdobramentos fornecem-nos elementos os quais mostram que é a China o dragão que está ditando o ritmo com o qual o mundo caminha rumo à uma Nova Ordem Mundial onde Xi Jinping pretende ser aclamado como "o grande timoneiro".
Esperamos ter contribuído para uma visão geopolítica mais abrangente no tocante ao conflito Rússia e Ucrânia.
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63/64) São as razões supra-citadas que julgo suficientes para nortear, também no tocante ao conflito entre a Rússia e Ucrânia, nossas interpretações, considerando olhar para a China e sua capacidade de fazer com que outros atores cooperem com suas ambições.
Fato que não deveria passar despercebido quanto aos interesses da China em ver um democrata no comando dos EUA, bem como demais correntes que, nos diversos países do mundo, atuam promovendo ambiente que favoreçam as ambições do Partido Comunista da China em relação ao mundo.⤵️
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62/64) Se por consequência ou parceria, não há como sabermos neste momento, mas o fato é que a cada movimento dos EUA de Biden, UE e OTAN, mais condições favoráveis às ambições da China vão sendo construídas.
Assim como sem a Rússia não haveria comunismo na China e, pelo visto, sem a China, a Rússia não verá seu império ser curado de sua ferida mortal.
Quando falo na "cura" do comunismo, estou apontando para ações que conduzirão a Rússia, quer queira ou não, para um Estado no qual suas ações estejam em sinergia com o comunismo que exportou para a China de Mao.
A China está em franca atuação para devolver o comunismo ao seu berço, mas sob a regência de Xi Jinping como seu grande timoneiro.⤵️
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61/64) Com isso, toda aquela batalha que a China enfrentou quanto a adoção dos equipamentos da Huawei, terá um desfecho mais que satisfatório quando uma quantidade enorme de países clamarem por condições de realizarem conexões sobre o Novo IP e assim garantam as importações originadas da Rússia.
Outro ponto importante sobre a questão referente à adoção de um novo protocolo de comunicação para a internet, é o órgão que regulamenta a International Telecommunication Union(ITU).
A ITU é liderada por Houlin Zhao da China desde 2015, que também foi secretário-geral adjunto de 2007-2014, quando atuou como substituto do malinês Hamadoun Touré, de formação soviética.
Atualmente a ITU é um grande fórum de definição de padrões para comunicações pela Internet, incluindo 5G wireless.
Logo, a cada movimento dos EUA e seus aliados, no sentido de impor sansões à Rússia, mais e mais percebe-se a criação de um ambiente que permitirá a China avançar sobre pontos que lhe darão controle sem precedentes sobre o Ocidente.⤵️
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60/64) Contudo, se estamos falando dos interesses da China em oferecer "ajuda" a Rússia, devemos considerar um dos desdobramentos da adoção, por parte da Rússia, ao Novo IP da China.
Com toda a Europa dependente do gás russo e os EUA dependentes do seu petróleo, como estes manteriam suas conexões caso a Rússia adotasse o Novo IP da China, passando a comunicar-se utilizando um novo protocolo de comunicação via internet?
Neste sentido, a Rússia, menos ainda a China, precisariam fazer exigências para outras nações adotarem o New IP da Huawei, a final, quem precisar das importações da Rússia é que precisará adequar seus sistemas de comunicação via internet.⤵️
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59/64) Outro ponto perigoso na proposta da Huawei, é a possibilidade que o Novo IP concede aos seus controladores, no caso os governos, desligarem a comunicação de qualquer utilizador nesta rede baseada no Novo IP como seu protocolo de comunicação.
Não há como vermos a Rússia adotando o sistema de pagamentos transfronteiriço da China, o CIPS e não adotar o Novo IP que lhe permitirá escapar às sanções do Ocidente, ao mesmo tempo que lhe confere controle absoluto sobre a comunicação via internet em todos os territórios sob seu domínio.⤵️
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58/64) Em abril de 2020, enquanto o mundo estava perdido, sem saber ao certo como enfrentaria a pandemia de COVID-19, a Huawei estava na Rússia apresentando o projeto mais ambicioso do Partido Comunista da China - The New IP(O Novo IP).
Não entrarei muito fundo no tema New IP, pois fiz uma thread sobre isto há algum tempo e lá estão todos os pontos mais detalhados sobre esta proposta da China.
O que cabe destacar aqui é que o Novo IP, segundo a proposta da Huawei, que aliás recebeu cooperação do Google na parte de buffer, conta com mecanismo que permitem saber tudo o que trafega na rede e realizar seu bloqueio, sem que para isso utilize grandes centros de controle como ocorre atualmente na China.⤵️
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57/64) Desde 2011 havia rumores das intenções da Rússia em desligar-se da rede mundial de computadores, atualmente sob controle dos EUA.
A atual crise na Ucrânia mostrou como o Ocidente pôde, facilmente, impor sanções à Rússia.
Inclusive empresas privadas como Google e Apple, não encontraram dificuldades em restringir a utilização de seus serviços de pagamentos na Rússia.
Logo, ficou claro que a própria estrutura da rede mundial de computadores com seus nós e protocolos podiam ser utilizados para isolar a Rússia.
Mais um motivo para que a Rússia acabe por mergulhar de cabeça nas ofertas da China - a internet.⤵️
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56/64) Qual o problema a Rússia operar financeiramente sobre o CIPS da China?
O Ocidente perde a capacidade de monitorar o que a Rússia compra ou vende e, neste sentido, a Rússia terá a mesma liberdade que Hitler teve, antes da criação do SWIFT, podendo armar-se sem que o Ocidente saiba de sua real capacidade bélica.
A 2ª mudança e a que considero mais impactante, creio poucos perceberam sua ameaça, é a oportunidade que a China terá para trazer a Rússia para ajudar na promoção de um dos projetos mais ambiciosos do Partido Comunista da China - Implementar o Novo IP como protocolo para uma nova rede mundial(internet).⤵️
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55/64) Quanto mais a OTAN, EUA e UE empregarem mecanismos de restrições à Rússia, mais ela recorrerá aos "favores" de Xi Jinping.
Usando as tensões na Ucrânia para impor sansões à Rússia, EUA, UE e OTAN estariam favorecendo a China que usará a dependência que a UE tem do gás russo para operar grandes mudanças no Ocidente.
Há duas mudanças que considero fundamentais para as ambições da China.
1º estabelecer seus sistema de pagamentos interbancários e transfronteiriço (CIPS) como preferencial para os países da Eurásia.
Como a Europa depende do gás da Rússia, ao mesmo tempo que depende dos acordos com a China, nada impede que, mesmo não havendo sansões para importação do gás, decida realizar suas operações via CIPS e não via SWIFT.
Fato que colocará mais volume de operações sobre o yuan em detrimento do dólar.⤵️
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54/64) Assim, entende-se que a Guerra na Geórgia e a anexação da Crimeia não podem ser vistas como uma política expansionista, ou um neocolonialismo, ou uma continuação da Guerra Fria, como muito se tem falado, mas apenas uma reação a tentativa do Ocidente de isola-la, ou seja, apenas uma forma de conter o avanço da OTAN e UE, em uma visão realista, o país busca se manter vivo frente a este isolamento.
Se por um lado os eventos nas regiões de antigos satélites russos mostraram as ações da Rússia para resistir ao isolamento e conter avanços da OTAN e da União Europeia, os recentes acontecimentos mostrariam que há grandes chances da China estar usando atores internacionais para empurrarem a Rússia nos seus braços.⤵️
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53/64) Até 2003, a Rússia vivia uma política de maior aproximação com o Ocidente, em 2001 por exemplo, prestou apoio aos EUA
na Guerra contra o Terrorismo.
Buscando ter seus objetivos no entorno geográfico apenas de forma mais branda, com pressões econômicas por exemplo.
Vendo que não estava sendo suficiente, passou para o uso da força.
A Guerra na Geórgia serviu para a Rússia mostrar sua força e influência na região e na CEI, assim como a anexação da Crimeia serviu para mostrar que ainda tem peso ideológico em suas antigas zonas de influência.
Dessa forma, a Guerra na Geórgia passou a ser entendida como uma forma que a Rússia encontrou para mostrar desejo de reconhecimento internacional de suas políticas, fato que foi interpretado como um aviso de que quer ser ouvida, respeitada; quer manter sua influência e que tem poder bélico para isso, ao menos em seu exterior próximo.
Nesse sentido, a Crise da Ucrânia e a anexação da Crimeia pode ser entendida como uma continuidade desta forma de pensamento, e também, pode ser avaliada como um mecanismo de coerção as tentativas da Ucrânia de se aproximar do Ocidente, onde a Rússia usou de seu peso ideológico e étnico para atingir seus objetivos.
Dessa forma, estas atitudes podem ser vistas mais como uma reação a penetração Ocidental na antiga zona de influência russa.⤵️
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52/64) Em 2008 a Rússia, com a Guerra na Geórgia, se mostra reerguida de suas dificuldades na década passada, querendo ser
aceita pelo Ocidente por um status de potência.
Na Ucrânia, a Rússia mostrava-se ainda com uma visão bem realista do cenário internacional, em que a sua segurança era uma condição sine qua non para sua sobrevivência, dessa forma, agiu para manter seu interesse a qualquer custo em ambos os casos citados (DIAS, 2015).
A Rússia, depois de sua instabilidade ressurge no século XXI com novos objetivos de política externa.
Depois de tentar ser aceita pelo Ocidente, mas sendo isolada, e já forte economicamente, comparada à década de 1990, buscou seu
reconhecimento no sistema internacional.⤵️
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51/64) Em 2010, em novas eleições, desta vez sem que houvesse críticas, volta ao poder Yanukovych.
O então Presidente desistiu e seguiu uma política de aproximação direta com a Rússia, o que fez com que em novembro de 2013 houvesse manifestações, dessa vez os protestos eram para pressionar o Presidente a ter uma maior aproximação com a União Europeia (DIAS, 2015).
Depois de 3 meses de conflitos, de dezembro de 2013 a fevereiro de 2014, Yanukovych e seus opositores assinaram um acordo com intermédio da UE, que visava colocar fim no conflito (DIAS, 2015).
O Ocidente reagiu à anexação com sanções impostas à Rússia, mas sanções estas que não tiveram efeito, dessa forma, optou-se por uma aceitação de facto da questão.
A União Europeia reagiu mais intensamente que a OTAN, pois para os EUA a Ucrânia é um interesse marginal, dessa forma, os norte-americanos não têm uma estratégia forte no conflito (DIAS, 2015).⤵️
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50/64) Em 2004, depois de uma eleição acirrada, Viktor Yanukovych ganhou as eleições com margem de 3% a mais que o seu concorrente Yushchenco (ORTEGA, 2009).
Da mesma forma que o Ocidente se envolveu no caso da Geórgia, fizera também na Ucrânia.
A Organização para Segurança e Cooperação na Europa(OSCE) denunciou que houve falsificação de votos, intimidações de eleitores e o chamado carrossel, onde se transportava eleitores de um lado ao outro para votarem várias vezes.
ONGs ocidentais também se envolveram nos protestos pós eleição e novas eleições foram feitas, desta vez com a vitória de Yushchenco, com 52% dos votos (ORTEGA, 2009).
Assim como na Geórgia, a Rússia primeiro seguiu usando a questão enérgica como forma de pressão na Ucrânia (FREIRE, 2008).⤵️
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