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𝙁𝙞𝙡𝙤𝙨𝙤𝙛𝙞𝙖 𝙄𝙣𝙩𝙚𝙜𝙧𝙖𝙡 🇧🇷

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Introdução ao Pensamento Integralista, História da Filosofia e do Dinamismo da Filosofia Integral https://drive.google.com/drive/folders/1c0_xNBJ-O_PodlMfHKDxPi7dxWqKpuq7

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🇧🇷 — INTEGRALISMO EM OPOSIÇÃO A NIETZSCHE O CONCEITO DE PODER EM NIETZSCHE E NO CRISTIANISMO Dentro da psicologia humana, b
🇧🇷 — INTEGRALISMO EM OPOSIÇÃO A NIETZSCHE O CONCEITO DE PODER EM NIETZSCHE E NO CRISTIANISMO
Dentro da psicologia humana, bem e mal não são absolutos, mas sim, e tão somente, o resultado direto da liberdade de nossas atitudes. Deixemos que se diga algo de novo, como uma anestesia para os sentidos, pois a verdadeira fórmula da felicidade resume-se em: um sim, um não, uma reta, um fim. E qual era, para Friedrich Nietzsche, esse fim supremo? O fim é o Poder. POIS BEM, PARA O CRISTÃO, O PODER SUPREMO É DEUS, E O SEU FIM ÚLTIMO TAMBÉM É O PODER, QUE SE MANIFESTA NO PRÓPRIO DEUS. Para Nietzsche, porém, o cristão não amaria o poder por preferir a piedade, a qual ele definia como fraqueza e submissão — uma participação na debilidade e uma comiseração pelos débeis e fracassados que constituiria a própria decadência .
A VERDADEIRA NATUREZA DA PIEDADE CRISTÃ
Mas o filósofo enganou-se profundamente. Se ele conhecesse a verdadeira essência da piedade para o cristão, não a enxergaria na futilidade das lágrimas românticas e femininas; descobriria na piedade o manifesto mais nítido, cabal e absoluto da força e do poder. A LEGÍTIMA PIEDADE NÃO PROVÉM DE NENHUM SENTIMENTALISMO BARATO QUE BUSCA APENAS EXALTAR A TERNURA OU A BONDADE DE UM HERÓI. LONGE DE SER MERA SIMPATIA PASSIVA, A PIA ANIMA (A ALMA PIEDOSA) É A EXUBERÂNCIA MÁXIMA DA FORÇA, AQUELA QUE SE RECUSA A CONTAMINAR E A FORTALECER O FRACO.
A VIRTUDE CRISTÃ E A ATITUDE DO ESPÍRITO
É exatamente esse ensinamento que reside na essência da força que nos conduz e nos eleva ao Cristianismo. POR ISSO, A VIRTUDE PARA O CRISTÃO É, ANTES DE TUDO, UMA ATITUDE DO ESPÍRITO: É A MODÉSTIA, A HUMILDADE, A SANTIDADE. É o próprio Cristo que estende os seus braços tanto aos pecadores quanto aos seus próprios algozes, e que ainda ama e perdoa os seus inimigos generosamente.
A CONEXÃO HISTÓRICA ENTRE A VIRTÙ E O CRISTIANISMO
Para Nietzsche, por outro lado, a virtude era a vontade indomável de crescer e de subir, o amor obstinado ao poder e ao domínio. Para melhor ensinar o seu conceito, ele nunca escondeu a preferência pela palavra italiana Virtù, justamente por ser uma palavra cristã, amancebada entre os maiores adeptos do Renascimento. Essa força nasceu na Itália renascentista, onde o homem de valor encontrava o seu ideal no despertar do espírito militar. POIS ATÉ NESTE DETALHE ESPECÍFICO, NIETZSCHE VEIO A COINCIDIR, SEM O SABER, COM O PRÓPRIO CRISTIANISMO. NOSSO LIVRO SAGRADO, REALMENTE, TRANSBORDA DESSAS QUALIDADES ÍNTIMAS E DE GESTOS DE PERFEITÍSSIMA HARMONIA QUE NOS PREGAM VIRTUDES ANTIGAS, OUTRORA PERDIDAS OU PROIBIDAS POR UMA MORAL MENOR. SÃO VALORES QUE CARREGAM TODOS OS MOTIVOS DA ANTIGUIDADE E DA ALMA; OS MESMOS VALORES QUE SUSTENTAM A VERDADEIRA VIRTÙ, QUE EM NOSSA ALMA OS GRANDES ESCRITORES DO PASSADO TANTO EXALTA...
Gerardo Mello Mourão. (Especial para A Offensiva)

🇧🇷 — INTEGRALISMO EM OPOSIÇÃO A NIETZSCHE O CONCEITO DE PODER EM NIETZSCHE E NO CRISTIANISMO Dentro da psicologia humana, b
🇧🇷 — INTEGRALISMO EM OPOSIÇÃO A NIETZSCHE O CONCEITO DE PODER EM NIETZSCHE E NO CRISTIANISMO
Dentro da psicologia humana, bem e mal não são absolutos, mas sim, e tão somente, o resultado direto da liberdade de nossas atitudes. Deixemos que se diga algo de novo, como uma anestesia para os sentidos, pois a verdadeira fórmula da felicidade resume-se em: um sim, um não, uma reta, um fim. E qual era, para Friedrich Nietzsche, esse fim supremo? O fim é o Poder. POIS BEM, PARA O CRISTÃO, O PODER SUPREMO É DEUS, E O SEU FIM ÚLTIMO TAMBÉM É O PODER, QUE SE MANIFESTA NO PRÓPRIO DEUS. Para Nietzsche, porém, o cristão não amaria o poder por preferir a piedade, a qual ele definia como fraqueza e submissão — uma participação na debilidade e uma comiseração pelos débeis e fracassados que constituiria a própria decadência .
A VERDADEIRA NATUREZA DA PIEDADE CRISTÃ
Mas o filósofo enganou-se profundamente. Se ele conhecesse a verdadeira essência da piedade para o cristão, não a enxergaria na futilidade das lágrimas românticas e femininas; descobriria na piedade o manifesto mais nítido, cabal e absoluto da força e do poder. A LEGÍTIMA PIEDADE NÃO PROVÉM DE NENHUM SENTIMENTALISMO BARATO QUE BUSCA APENAS EXALTAR A TERNURA OU A BONDADE DE UM HERÓI. LONGE DE SER MERA SIMPATIA PASSIVA, A PIA ANIMA (A ALMA PIEDOSA) É A EXUBERÂNCIA MÁXIMA DA FORÇA, AQUELA QUE SE RECUSA A CONTAMINAR E A FORTALECER O FRACO.
A VIRTUDE CRISTÃ E A ATITUDE DO ESPÍRITO
É exatamente esse ensinamento que reside na essência da força que nos conduz e nos eleva ao Cristianismo. POR ISSO, A VIRTUDE PARA O CRISTÃO É, ANTES DE TUDO, UMA ATITUDE DO ESPÍRITO: É A MODÉSTIA, A HUMILDADE, A SANTIDADE. É o próprio Cristo que estende os seus braços tanto aos pecadores quanto aos seus próprios algozes, e que ainda ama e perdoa os seus inimigos generosamente.
A CONEXÃO HISTÓRICA ENTRE A VIRTÙ E O CRISTIANISMO
Para Nietzsche, por outro lado, a virtude era a vontade indomável de crescer e de subir, o amor obstinado ao poder e ao domínio. Para melhor ensinar o seu conceito, ele nunca escondeu a preferência pela palavra italiana Virtù, justamente por ser uma palavra cristã, amancebada entre os maiores adeptos do Renascimento. Essa força nasceu na Itália renascentista, onde o homem de valor encontrava o seu ideal no despertar do espírito militar. POIS ATÉ NESTE DETALHE ESPECÍFICO, NIETZSCHE VEIO A COINCIDIR, SEM O SABER, COM O PRÓPRIO CRISTIANISMO. NOSSO LIVRO SAGRADO, REALMENTE, TRANSBORDA DESSAS QUALIDADES ÍNTIMAS E DE GESTOS DE PERFEITÍSSIMA HARMONIA QUE NOS PREGAM VIRTUDES ANTIGAS, OUTRORA PERDIDAS OU PROIBIDAS POR UMA MORAL MENOR. SÃO VALORES QUE CARREGAM TODOS OS MOTIVOS DA ANTIGUIDADE E DA ALMA; OS MESMOS VALORES QUE SUSTENTAM A VERDADEIRA VIRTÙ, QUE EM NOSSA ALMA OS GRANDES ESCRITORES DO PASSADO TANTO EXALTA...
Gerardo Mello Mourão. (Especial para A Offensiva)

É fundado como grupo de estudos e divulgação sobre humanismo, existencialismo e personalismo, o “𝘾𝙚𝙣𝙩𝙧𝙤 𝙉𝙞𝙠𝙤𝙡𝙖𝙞
É fundado como grupo de estudos e divulgação sobre humanismo, existencialismo e personalismo, o “𝘾𝙚𝙣𝙩𝙧𝙤 𝙉𝙞𝙠𝙤𝙡𝙖𝙞 𝘽𝙚𝙧𝙙𝙞𝙖𝙚𝙫” no qual terá um drive próprio e grupo no whatsapp. Podendo no futuro, ter redes sociais e um site. É uma evolução completa desse canal e do "Filosofia Integral", onde realmente a divulgação sobre sociologia cristã e a valorização da pessoa humana, estará sendo realizada.

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- Cristo entra na hora final de Sua agonia.
- Cristo entra na hora final de Sua agonia.

Aristóteles foi um gênio universal. Assimilou todos os conhecimentos anteriores e acrescentou-lhes o trabalho próprio, fruto de muita observação e de profundas meditações. Escreveu sobre todas as ciências, constituindo algumas desde os primeiros fundamentos, organizando outras em corpo coerente de doutrinas, sobre todas espalhando as luzes de sua admirável inteligência. Não lhe faltou nenhum dos dotes e requisitos que constituem o verdadeiro filósofo: profundidade e firmeza de inteligência, agudeza de penetração, vigor de raciocínio, poder admirável de síntese, faculdade de criação e invenção em aliança com vasta erudição histórica e universalidade de conhecimentos científicos. O grande estagirita explorou o mundo do pensamento em todas as suas direções. Pelo elenco dos principais escritos que dele ainda nos restam se poderá avaliar a sua prodigiosa atividade literária. Noções de História da Filosofia, Pe. Leonel Franca.

«Deus criou o homem desde o princípio, e deixou-o na mão do seu conselho. Deu-lhe mais os seus mandamentos e os seus preceito
«Deus criou o homem desde o princípio, e deixou-o na mão do seu conselho. Deu-lhe mais os seus mandamentos e os seus preceitos. Se quiseres observar os mandamentos, eles te guardarão, e tu conservarás sempre a fidelidade que agrada (a Deus). Ele pôs diante de ti a água e o fogo; lança a tua mão ao que quiseres. Diante do homem estão a vida e a morte, o bem e o mal; o que lhe agradar, isso lhe será dado; porque a sabedoria de Deus é grande, e ele é forte no seu poder, e está vendo todos sem cessar» (Eclesiástico, XV) Domine Iesu Christe, Fili Dei, miserere mei, peccatoris!

Maurice Blondel, nascido em Dijon, em 1861, é o mais notável filósofo da corrente que se pode denominar filosofia da ação. "A
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Maurice Blondel, nascido em Dijon, em 1861, é o mais notável filósofo da corrente que se pode denominar filosofia da ação. "A ação, ensaio de uma critica da vida e de uma ciência da prática", tal foi o assunto da sua famosa tese de 1893, que deu ocasião a grandes debates. BLONDEL foi discípulo de OLLÉ-LAPRUNE, mas as suas ideias possuem grande originalidade. Em suas obras mais recentes (La Pensée, L'Etre et les êtres, e L'Action), Blondel expõe a sua doutrina, em que se combinam as correntes mais notáveis do pensamento cristão, a de S. Agostinho e a de S. Tomaz. Leonel Franca, reconhecendo-lhe as lacunas e ousadias menos seguras, acha todavia que "o seu esforço filosófico, caracterizado por um dinamismo teocêntrico constitui um dos maiores, mais brilhantes e fecundas tentativas de construção de uma filosofia integral". Jonathas Serrano, História da Filosofia.

Divulgando esse curso, quem tiver interesse é só entrar em contato com o dono em questão.

O homem, ao formar sua realidade, reconhece que não é eterno, surge nele a consciência da morte. Como não morre o que não tem
O homem, ao formar sua realidade, reconhece que não é eterno, surge nele a consciência da morte. Como não morre o que não tem nascimento, ele permanece entre estes dois pólos nascimento e a morte. Este tema está presente em todas as religiões. Sobre estes dois pólos, funda-se toda a religiosidade. O homem não se prende apenas ao nascimento e à morte, mas ao reconhecer o limite, sente que há algo que o precede e o sucede. O nascimento e a morte são finitos, porque têm limites, e como a mente humana não permanece no exame apenas desses limites, mas do que se lhe aponta além, surge, então, a religiosidade. Há religiosidade porque ele procura penetrar fora destes limites. —Mário Ferreira dos Santos, Filosofia e História da Cultura.

A Religião funda-se mais no Pathos, na parte afectiva do homem. Contudo, seria impossível compreendê-la sem examinarmos o ter
A Religião funda-se mais no Pathos, na parte afectiva do homem. Contudo, seria impossível compreendê-la sem examinarmos o terror cósmico, expressão moderna, na qual, extraindo os exageros românticos, pode servir-nos de ponto de partida para o exame por ora elementar do fenômeno religioso. O vegetal permanece em perene dormir, enquanto o animal vigia, precisa ter seus sentidos dispostos ante o mundo, em virtude do meio ambiente que o estimula. O animal sofre o terror do que o cerca, certo terror cósmico. O homem, como se estructura numa individualidade, e distingue um mundo do outro, surge nele uma forma nova do terror ao espaço.

Há aqueles que digam que Plínio Salgado foi um intelectual qualquer, mas a verdade que no meio acadêmico e na década de 70, P
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Há aqueles que digam que Plínio Salgado foi um intelectual qualquer, mas a verdade que no meio acadêmico e na década de 70, Plínio foi o mais comentado e suas obras as mais estudadas por vários intelectuais na época!!!

Aniversário do maior filósofo político brasileiro!!! Viva Plínio Salgado!!
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Aniversário do maior filósofo político brasileiro!!! Viva Plínio Salgado!!

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