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Intenção do admin: um feliz natal a todos ✝️🎄

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Feliz natal, webamigos e webamigas do telegram!! Deus abençoe vocês sempre!

Este poema, Noel , foi escrito por J.R.R. Tolkien, em 1936 (anos antes de O Hobbit e os livros O Senhor dos Anéis trazerem fama a Tolkien), e só foi descoberto em 2013, num diário antigo. Agora, foi configurado para música! Giorgio Navarini compôs esta peça mágica de música, trazendo à vida o belo poema de Tolkien sobre o nascimento do Salvador do mundo. A linguagem e o estilo do poema escutam para a Terra Média, iluminando a história de Natal com imagens evocando o mítico e fantástico mundo do Senhor dos Anéis.

Ícone Tradicional da Natividade e seus significados ocultos No centro, estão Cristo e Maria deitados; apesar de não ser bíblico é tradição desde o primeiro século que a manjedoura do Santo Nascimento era, na verdade, uma caverna. Na imagem, se vê que o Senhor está vestido com roupas de sepultamento para prefigurar que Ele nasceu para morrer, também a caverna serve para prenunciar o túmulo no qual seria enterrado e de onde ressuscitaria. Diferente da grande maioria dos ícones, Maria NÃO está olhando para o Cristo, ao invés disso olha para São José, é um olhar intercessor. Por quê? Também é tradição do primeiro século que, alguns instantes após o nascimento do Cristo, São José tenha sido acometido de várias dúvidas: "De quem é este menino se não é meu?". No canto esquerdo e inferior da tela — a posição das tentações — o velho que "aconselha" a São José é o Diabo, mas, vê-se que, apesar das dúvidas, o halo de santidade permanece, o que deduz que mesmo sendo um homem sujeito à questões, São José JAMAIS fraquejou em sua fidelidade e perseverança. No canto inferior direito, mostra-se um outro momento da Natividade: a ajuda das duas parteiras que teriam vindo socorrer a Sagrada Família neste momento dramático. No canto superior esquerdo está a cena com os três reis magos, o coro dos anjos que guiam o caminho dos três homens. No canto superior direito o anjo que anuncia o nascimento do Salvador aos pastores. O brilho azul no topo central é a representação da Presença e da Glória de Deus, e toma o tradicional nome de Mandorla. É também a representação da Estrela de Belém. O boi e o burro dentro da caverna são dois dos símbolos mais antigos que aparecem nos ícones, imagens e esculturas da natividade; possuem várias camadas de interpretação, sendo representações dos judeus e gentios, dos dois apetites, da inteligência e vontade caídas, entre outros. Cristo foi o maior mistério de todos os tempos, foi o mistério escondido de todas as eras — e por isso "esconder" seu advento na caverna mostra como os mistérios de Deus são escondidos da maioria das pessoas. Desse modo, o símbolo da caverna também representa o coração humano. As cavernas, com todas as suas camadas de mistério e câmaras de escuridão, retorcidas, refletem o coração humano e o senso de mistério que reside em nós. Temos em nós o jumento e boi, ora selvagens, ora domesticados. Se na porta da caverna o diabo nos planta dúvidas, temos também a Mãe de Deus olhando por e para nós. Todas as distrações existem para nos puxar e nos fazer sair de nossos corações; portanto, todo esforço espiritual é um esforço de retorno e reencontro interior onde se descobre que Cristo está lá, já está lá, sempre esteve lá: o verdadeiro lugar onde o Senhor nasce é no nosso íntimo (João 4.20-23): não é assim que o ícone nos mostra que São José agiu? "Cansei de suas mentiras", disse ele ao maldito velho, então rezou, recobrou as forças e levantou-se, retornou à caverna e lá reencontrou Cristo e a Mãe de Deus: o Santo Nascimento também é o princípio da descida ao próprio coração, os primórdios da caçada ao mistério escondido de todas as eras, mas encetado em nossos corações: "Um menino nos nasceu, um Filho nos foi dado" (Isaías 9.5), e aqui principia, para nós, a Eternidade.

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Católicos na Tanzânia se preparando para o Natal. Imagem: Misionero Tanzania
Católicos na Tanzânia se preparando para o Natal. Imagem: Misionero Tanzania

A porta santa foi aberta, começando oficialmente o ano de jubileu

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Carta de Joseph Ratzinger do Natal de 1934 ao Menino Jesus! Em 1934, Joseph Ratzinger tinha sete anos e escreveu uma carta ao
Carta de Joseph Ratzinger do Natal de 1934 ao Menino Jesus! Em 1934, Joseph Ratzinger tinha sete anos e escreveu uma carta ao Menino Jesus pedindo três presentes de Natal: “Querido Menino Jesus, desça rapidamente à terra. O Senhor trará alegria às crianças. Também me traga alegria. Gostaria de um Volks-Schott (livro de acompanhamento da missa), uma casula verde e uma imagem do Sagrado Coração de Jesus. Eu sempre quero ser bom. Saudações de Joseph Ratzinger”

A canção mais gravada do mundo, a mais executada em celebrações Natalinas foi composta em 1808 pelo padre Joseph Mohr e o organista Franz Gruber. Numa epoca em que a Austria estava arrasada pelas guerras napoleônicas o Padre, num desejo de levar alívio e esperança aos seus fiéis, compôs o Poema Stille Night e pediu a seu amigo para fazer a melodia. Ela foi executada pela prineira vez na véspera de Natal, acompanhada de violão e flauta, já que os foles do órgãos tinham sido roídos pelos ratos. O padre e o organistas estavam apreensivos pela ausência do órgão, mas a simplicidade daquela execução foi o convite para que todos cantassem juntos. E desde então, dos palácios às tricheiras, das catedrais aos lares, essa canção emociona e enche de piedade os coracoes na noite de Natal.

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