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Don Francesco d'Erasmo

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☝️ non conosco l'autore. Ma la verità ha in se stessa la propria autorità

A preferência por títulos como "Mãe do Povo Fiel" é criticada aqui por ser insuficiente. Embora "Mãe do Povo Fiel" seja verdadeiro, ele descreve apenas a consequência da Redenção (a maternidade espiritual na Igreja), mas silencia sobre a causa da aquisição dos méritos (a cooperação sacrificial). O abandono do termo Corredentora, pelos hereges modernistas, em favor de expressões mais pastorais é uma capitulação doutrinal, ou melhor, é a prova cabal de que esta não é a Igreja de Cisto. Ao fazer isso, esse falso magistério diminui o papel da Virgem Maria no resgate da humanidade e desvaloriza o ensinamento de que Maria, como Rainha dos Mártires, completou o sofrimento redentor em união com o Seu Filho. Conclusão: A Mariologia tradicional clássica afirma que a honra devida a Cristo é exaltada e não diminuída pela proclamação de Maria como Corredentora, e que a remoção desse título representa uma perda na plenitude da verdade revelada sobre a Mãe de Deus.

*O Título Imutável da Nova Eva: A Corredenção no Magistério Pontifício Legítimo e a Crítica ao seu Abandono pela Igreja Sinodal.* Este artigo teológico, ancorado na Mariologia dos Sumos Pontífices de São Pio X a Pio XII, defende o título de Corredentora (Co-redemptrix), que expressa a cooperação singular, dolorosa e imediata da Virgem Maria no sacrifício de Jesus Cristo, o Redentor. O termo não implica igualdade, mas sim uma participação subordinada e dependente da Redenção divina (o mérito de Cristo é de condigno; o de Maria é de congruo), sendo, contudo, essencial para a obra salvífica. I. Fundamento no Magistério: A Associação Substancial (1903–1958) Os Papas do período clássico não apenas aceitaram, mas consolidaram o título, associando a Mãe à obra do Filho por uma exigência do plano divino: *1. São Pio X: O Mérito de Congruo* O Papa São Pio X estabeleceu a base teológica para a Corredenção, distinguindo a fonte da Redenção do canal de sua cooperação: "Uma vez que Maria suplantou Eva, é-nos, portanto, claro que Ela foi associada à obra da Redenção de Jesus Cristo… [e que] nos merece de congruo, como dizem os teólogos, o que Jesus Cristo nos mereceu de condigno." — Ad Diem Illum Læetissimum, 1904. *2. Bento XV: A Imolação Explícita* O Papa Bento XV não hesitou em usar o termo, focalizando a dor sacrificial da compassio mariana como um ato redentor: "Maria, por desígnio de Deus, sofreu de tal modo e quase morreu com Seu Filho padecente e moribundo; e, para aplacar a Justiça Divina, imolou o Seu Filho em união com Ele. Por isso, pode-se com razão dizer que Maria redimiu o gênero humano juntamente com Cristo." — Carta Apostólica Inter Sodalicia, 1918. *3. Pio XI: A Causalidade e a Invocação* *Pio XI reforçou a ideia de que a associação de Maria Santíssima foi acidental, mas uma necessidade intrínseca à obra:* "Pela natureza de Sua obra, o Redentor tinha que associar Sua Mãe à Sua obra. Por esta razão, Nós a invocamos sob o título de Corredentora." — Alocução aos peregrinos de Vicenza, 30 de novembro de 1933. *4. Pio XII: A Oferta no Corpo Místico* Pio XII, definindo o dogma da Assunção, integrou a Corredenção ao mistério da Igreja, onde Maria é a Nova Eva que ativamente oferece o Redentor: "Pois ela, oferecendo-O em Gólgota ao Pai Eterno junto com o holocausto de Seus direitos maternos e de Seu amor materno como uma Nova Eva para todos os filhos de Adão..." — Encíclica Mystici Corporis Christi, 1943 (e textos relacionados). *II. Crítica Teológica à Renúncia e Mudança do Título* A defesa da Mariologia clássica sustenta que os títulos marianos, uma vez consagrados pelo uso pontifício e pela teologia, expressam verdades que devem ser preservadas em sua plenitude. *1. O Enfraquecimento da Unicidade do Ato Redentor* A crítica fundamental aos que rejeitam o termo Corredentora é que eles sacrificam a clareza doutrinal da Causa (a participação de Maria no Calvário) por medo de uma ambiguidade lexical (a possibilidade de Maria ser vista como uma deusa ou uma Redentora em pé de igualdade) - na melhor das hipóteses, a meu ver. Porém, a remoção do título é um empobrecimento teológico, pois ignora o ensinamento dos Papas legítimos de que a dor da Virgem Maria não foi passiva, mas uma cooperação ativa e meritória necessária ao plano de Deus para a salvação. *2. O Rompimento com o Magistério Legítimo* Os usurpadores da cátedra do beatíssimo São Pedro, cada dia mais se distanciam expressamente do consenso mariológico dos legítimos Papas ao rejeitar o termo Corredentora, classificando-o publicamente como "tontería" ou "loucura" ("Es una tontería. Cristo es el único Redentor"), como disse Bergoglio e, colocado em prática por Prevost, seu filho espiritual na heresia. Essa rejeição representa uma ruptura clara (como se era de esperar) com os ensinamentos não só de São Pio X, Bento XV, Pio XI e Pio XII (que validaram o termo), mas com a própria tradição da Nova Eva cooperando com o Novo Adão. *3. A Insuficiência do Substitutivo*

Un pornocardinale come può parlare della Tutta Pura e Sempre Vergine?

E Tucho scambiò il cattolicesimo per un baccanale | Aldo Maria Valli https://www.aldomariavalli.it/2024/01/09/e-tucho-scambio-il-cattolicesimo-per-un-baccanale/amp/

Giusto per non dimenticare...

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VATICANO, NOTA DDF, CORREDENTRICE: Chiarisco la Vera Fede della Chiesa https://youtube.com/watch?v=pqDVz9sYti4&si=-wV_MIoV9hvBmxTt

LEONE XIII. Supremi apostolatus, n.3: “La Vergine Immacolata, prescelta ad essere Madre di Dio, e per ciò stesso fatta corredentrice del genere umano, gode presso il Figlio di una potenza e di una grazia così grande che nessuna creatura né umana né angelica ha mai potuto né mai potrà raggiungerne una maggiore”. San Pio X: “La conseguenza di questa comunione di sentimenti e di sofferenze fra Maria e Gesù è che Maria divenne legittimamente degna di riparare l’umana rovina e perciò di dispensare tutti i tesori che Gesù procurò a noi con la Sua morte e il Suo sangue” Benedetto XV: “È insegnamento comune dei dottori della Chiesa che la Santissima Vergine Maria, apparentemente assente dalla vita pubblica di Gesù Cristo, fosse, tuttavia, presente al suo fianco quando camminò verso la morte e fu inchiodato alla Croce, e lì stette per disposizione divina. Infatti, in comunione con il Figlio sofferente e agonizzante, sopportò il dolore e quasi la morte; abdicò ai diritti di madre su suo Figlio per ottenere la salvezza degli uomini; e, per quanto dipendeva da Lei, immolò suo Figlio per placare la giustizia divina, così che si può giustamente affermare che con Cristo Ella ha redento il genere umano. Per questo, ogni sorta di grazie che attingiamo dal tesoro della Redenzione ci viene, per così dire, dalle mani della Vergine Addolorata” Pio XI: “La Vergine Addolorata prese parte all’opera della Redenzione con Gesù Cristo e, costituita Madre degli uomini che Le furono affidati dal testamento della divina carità, li abbracciò come figli e li difende con tutto il suo amore” Pio XII: “Come Dio ha voluto associare indissolubilmente la Beatissima Vergine Maria a Cristo nel compimento dell’opera dell’umana Redenzione, in guisa che la nostra salvezza può ben dirsi frutto della carità e delle sofferenze di Gesù Cristo, cui erano strettamente congiunti l’amore e i dolori della Madre sua; così il popolo cristiano, che da Cristo e da Maria ha ricevuto la vita divina, dopo aver tributato i dovuti omaggi al Cuore Sacratissimo di Gesù, presti anche al Cuore amantissimo della celeste Madre consimili ossequi di pietà, di amore, di gratitudine e di riparazione”

Contestazione dal pubblico e interruzione per la presentazione della Not... https://youtube.com/watch?v=AqriOR5qlYk&si=ohrVMDuSO2mEndiK

Fernandez sbaglia. Maria è Corredentrice! https://youtube.com/watch?v=2HEvVAcUFkE&si=x-jjAOYEWoSyyZEr

Lui si rivolse ai vescovi in comunione con la Chiesa Cattolica... è ovvio che coloro che non sono cattolici lo sentano "inopportuno"...

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