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Ur Jorge Luis Borges na obra “Tlön Uqbar Orbis Tertius” conceitua Ur como “a coisa produzida por sugestão, o objeto eduzido p
Ur
Jorge Luis Borges na obra “Tlön Uqbar Orbis Tertius” conceitua Ur como “a coisa produzida por sugestão, o objeto eduzido pela esperança”. Em nossa interpretação, essa nomeação é genial. Ur não simplesmente quer dizer “proto-” em alemão, mas é fogo ou luz (אוּר) no hebraico e é a cidade (uru, no sumério, urbe [sic] em latim) de onde Abraão, surgiu. O Ur de Borges pode ser, como encontrado por nós, vocação ao aparecimento, o aparecimento de um objeto antes não achado, portanto, aparecimento, iluminação, primordialidade, aqui, querem dizer a mesma coisa. Será então Uriel o núncio do Ur-Seyn que os pré-socráticos, os filhos da novíssima aurora, desta América vocacionam?
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Landschaft mit Pilger (1813) - Karl Friedrich Schinkel
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Desembarco de Alhucemas (1929) - José Moreno Carbonero
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Novo texto no ar! Substack Wordpress
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As recentes eleições no Peru e na Colômbia contaram com algo sem precedentes (não foi a direita vencer): A esquerda iberoamer
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As recentes eleições no Peru e na Colômbia contaram com algo sem precedentes (não foi a direita vencer): A esquerda iberoamericana, que sempre se vendeu como defensora incondicional da democracia, recusou-se a aceitar os resultados eleitorais alegando interferência externa. Não negamos que essa interferência de fato é existente (e que ela possa ter ocorrido em favor dessa mesma esquerda), mas o que hoje está em jogo é a legitimidade do sistema eleitoral: se nem a esquerda nem a direita enxergam eficácia no regime, por que ele deve sequer ser adotado? E qual seria a solução? Não seria o voto impresso criticado da mesma forma como está sendo nos EUA? A conclusão lógica é uma eventual e inevitável disputa pelos dois lados para ver quem corrói os mecanismos democráticos mais rápido. Fica a pergunta: como isso será no Brasil, em que a inviolabilidade eleitoral se tornou um dogma, em que a instituição que a garante é a soberana de fato e em que a tecnologia da urna já virou bandeira de "soberania digital"?

Contribuímos nesta edição da Revista Colombeia com uma análise literária do livro ‘Samurai’ de Shusaku Endo. Confiram!

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“The war had seized them, the war had mastered them, the war would never let them escape, and they could never fully return or belong to us again. They would always have war in their blood, death close at hand, horror, intoxication, and iron. What was happening now this return, this re-entry into the peaceful, orderly, bourgeois world was a transplant, a deception, and it could not succeed. The war was over; the warriors still marched.” — Ernst von Salomon, The Outlaws (Die Geächteten)

Fausto e Margarida - Pedro Américo
Fausto e Margarida - Pedro Américo

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Portrait of Viriathus; artist unknown. 🇵🇹🇪🇸 More about Viriathus here, here, here, and here. Celtic Europe - channel link
Portrait of Viriathus; artist unknown. 🇵🇹🇪🇸 More about Viriathus here, here, here, and here. Celtic Europe - channel link: https://t.me/CelticEurope

Louco, sim, louco, porque quis grandeza Qual a Sorte não dá. Não coube em mim minha certeza; Por isso, onde o areal está Ficou meu ser que houve, não o que há. Minha loucura, outros que me a tomem com o que nela ia. sem a loucura, que é o homem Mais que a besta sadia, Cadáver adiado que procria?
D. SEBASTIÃO, REI DE PORTUGAL - Fernando Pessoa, em Mensagem

Louco, sim louco, porque quis grandeza Qual a sorte não dá Não coube em mim minha certeza Por isso, onde o areal está ficou meu ser que houve, não o que há. Minha loucura, outros que a tomem com o que nela ia sem a loucura, que é o homem

Hagen und Volkers Wache (1930) - Alexander Theodor Rothaug
Hagen und Volkers Wache (1930) - Alexander Theodor Rothaug

Ivan Bilibin illustrations for Russian fairy tales, c.1900
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Ivan Bilibin illustrations for Russian fairy tales, c.1900